segunda-feira, 21 de outubro de 2013

ENSINANDO A ALIANÇA, Sl.127.

ENSINANDO A ALIANÇA, Sl.127.

Introdução.
            A “[...] filha de Billy Graham estava sendo entrevistada [...] quando a apresentadora [...] lhe perguntou: [...] como DEUS permitiria algo tão terrível assim acontecesse no dia 11 de setembro de 2001? [...] Anne Graham [...] respondeu [...] "Eu creio que DEUS ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós. Por muitos anos nós temos dito para DEUS não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas. Sendo um cavalheiro como Deus é, eu creio que Ele calmamente nos deixou. Como poderemos esperar que DEUS nos dê a Sua bênção e Sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco? [...] acontecimentos recentes, ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas [...] eu creio que tudo começou desde que Madalyn [...] uma ateísta, se queixou de que era impróprio fazer orações nas escolas americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião [...] alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas [...] A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, não devemos roubar, e devemos amar o nosso próximo como a nós próprios. E nós concordamos [...] o Dr. Benjamin Spock disse que não deveríamos corrigir nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua autoestima. E nós dissemos: "um perito nesse assunto deve saber o que está falando", e concordamos com ele. O filho do Dr. Spock depois cometeu suicídio. Depois alguém disse que os professores e os diretores das escolas não deveriam disciplinar os nossos filhos quando eles se comportassem mal [...] nenhum professor em suas escolas deveria tocar em um aluno quando se comportasse mal, porque não queriam publicidade negativa, e não queriam ser processados. (Há uma grande diferença entre disciplinar e tocar, corrigir, dar socos, humilhar e chutar, etc.) E nós concordamos com tudo [...] alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto [...] e que nem precisariam contar aos pais. E nós aceitamos essa sugestão [...] deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas quantas eles quisessem, para que eles pudessem se divertir à vontade, e que nem precisaríamos dizer aos seus pais que eles as tivessem obtido na escola. E nós dissemos, "está bem" – Internet – João Cruzue.
            Cada vez mais crianças entram no mundo do tráfico, roubo, assassinato, estupro, sequestro.
            Sociólogos, psicólogos e educadores estão cada vez mais preocupados com o comportamento das crianças.
            Inversão de valores – crianças e adolescentes saem às 22h00, fazem uso de droga, bebida alcoólica, sexo livre, celulares, internet, TV por assinatura e ninguém é possível barrá-los – polícia, ministério público, conselho tutelar, professores, pais.
            Os valores para o comportamento são buscados fora dos padrões bíblicos, daí, surgem grandes erros.
            O conselho bíblico é: “Se alguém tiver um filho contumaz (teimoso) e rebelde, que não obedece à voz de seu pai e à de sua mãe e, ainda castigado, não lhes dá ouvidos, seu pai e sua mãe o pegarão, e o levarão aos anciãos (tribunal) da cidade, à sua porta, e lhes dirão: Este nosso filho é rebelde e contumaz, não dá ouvidos à nossa voz, é dissoluto (conduta vergonhosa) e beberrão”, Dt.21.18-20.
            “Projeto de Lei 2.654/03 da deputada federal Maria do Rosário, do PT/RGS [...] os pais ficarão proibidos de dar uma simples palmada nos filhos” – Jornal Opção Online.
            As teorias atuais estão em total desarmonia com os princípios bíblicos.
            Todos nós, pais, mães, educadores somos responsáveis por exercer influência sobre a vida dos nossos filhos.
            É preciso retornar aos princípios bíblicos porque [...]
1 – Os filhos são bênçãos do Senhor.
            Os filhos são uma bênção para os pais a partir do momento em que aceitamos que a “herança (que recebemos) os filhos (primeiramente) são do SENHOR [...]”, Sl.127.3.
            O bem mais importante que temos são os filhos e como eles não são nossos, é de Deus, tem que ser tratado com muito carinho porque eles são o nosso “[...] galardão (presente) o fruto do ventre [...]”, Sl.127.3.
            “Os filhos da mocidade (precisam ser) como flechas na mão do guerreiro”, Sl.127.4 para proteger seus pais na velhice.
            Por este motivo, nos tempos bíblicos, era “feliz o homem que enchia [...] (de filhos) a sua aljava; (os pais) não [...] (ficavam) envergonhados, quando pleiteava com os inimigos à porta”, Sl.127.5.
            Estamos num mundo caído, cheio de pecado, a geração de filhos continuou, apesar de Deus ter “[...] multiplicado sobremodo os sofrimentos da mulher (na) gravidez; (ainda assim) em meio de dores (a mulher continua) dando à luz filhos [...]”, Gn.3.16.
            O Deus da criação não anulou a primeira ordem de “[...] abençoar [...] (a) fecundação, multiplicar, encher a terra [...]”, Gn.1.28.
            Após o homem ser expulso do Jardim do Éden, Deus proporcionou ao “homem coabitar com Eva, sua mulher [...] (tornando uma bênção os filhos quando a mulher) concebeu e deu à luz a Caim [...] (Eva reconhece que) adquiriu um varão com o auxílio do SENHOR”, Gn.4.1.
            Depois do primeiro homicídio “[...] Deus (continuou) [...] concedendo [...] descendentes [...]”, Gn.4.25 ao homem.
            A bênção de filhos não é exclusividade do povo de Deus, “[...] Ismael [...] (também foi) abençoado [...] (foi) fecundo e [...] multiplicou extraordinariamente [...] (foi) feito uma grande nação”, Gn.17.20.
            Todos os filhos são sempre uma bênção, torna-se pecado quando deixamos de apresentar nossos filhos a Deus.
            Devemos tomar o exemplo de “Jó (que) chamava a seus filhos e os santificava [...] (para) oferecer holocaustos [...] (a Deus.) Talvez tenham pecado os meus filhos e blasfemado contra Deus em seu coração. Assim o fazia Jó continuamente”, Jó 1.5.
            Para você, os seus filhos são uma bênção ou uma desgraça em sua vida?
            Lembre-se! “Herança (bens) do SENHOR são os filhos; o fruto do ventre, seu galardão (presente)”, Sl.127.3.
2 – A educação deve ser exercida com alegria.
            Estupros, espancamentos, cárcere privado, proibição de estudar, fome, nudez, pedofilia.
            Educar é um dos processos mais difíceis na face da terra.
            Dois irmãos, “[...] Caim [...] (e) Abel [...] (foram criados juntos, mas) sucedeu que se levantou Caim contra Abel, seu irmão, e o matou”, Gn.4.8 – não dá para entender tanta maldade no coração humano.
            Muitos pais têm negado que Deus colocou “[...] o homem [...] (como) o cabeça da mulher [...]”, 1Co.11.3.
            Mulheres não aceitam ser “[...] uma auxiliadora [...]”, Gn.2.18 na criação dos filhos.
            A responsabilidade é do homem, mas a mulher é que tem assumido o papel de educar o filho.
            Outra negligência é a falta de disciplina.
            Se R$ 0,05 não é motivo para disciplinar o filho, quando chegar com um carro 0 Km ou um carro forte na porta, tudo é normal.
            É como fala Salomão: “A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe”, Pv.29.15.
            O conselho bíblico é para “corrigir [...] o [...] filho [...] (para) te dá descanso [...] delícias à tua alma”, Pv.29.17.
            Não podemos negligenciar os métodos divinos. Todos os pais precisam “castigar o seu filho, enquanto há esperança, mas não te excedas a ponto de matá-lo”, Pv.19.18.
3 – O sucesso na educação é medido pela ação dos pais.
            “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele”, Pv.22.6.
            “A criança ensinada [...] não se desviará dele (?)”, Pv.22.6.
            O texto enfatiza que “a criança (recebendo o) ensino no caminho em que deve andar [...] quando for velho, não se desviará dele”, Pv.22.6, ou seja, serão lembrados os ensinos recebidos.
            Pais que seguem os princípios bíblicos na educação, mais tarde os filhos seguem os mesmos princípios.
            Toda atitude dos pais para educar seus filhos, não garante a salvação delas, mesmo porque, é somente “[...] pela graça (que) somos salvos, mediante a fé; e isto não vem de nós; é dom de Deus”, Ef.2.8.  
            O nosso dever e compromisso - “Ensinar a criança [...]”, Pv.22.6 através do exemplo e pela instrução direta.
            Não podemos fazer como “[...] Adão (que culpou) a mulher que Deus (lhe) deu por esposa [...]”, Gn.3.12, nem culpar amigos, escola, professores, irmãos da igreja pela falta de instrução dos filhos.
            O texto é claro para os pais: “Ensina a criança no caminho em que deve andar [...]”, Pv.22.6.
            Todo mau exemplo sai de dentro de casa, tal como “[...] Abraão (falou) de Sara, sua mulher: Ela é minha irmã [...]”, Gn.20.2, o seu filho Isaque “[...] a respeito de sua mulher, disse: É minha irmã [...]”, Gn.26.7.
            Todos os pais devem “[...] oferecer (bom) exemplo [...] para [...] (ser) imitado”, 2Ts.3.9.
            Na maioria das vezes os pais são responsáveis pelos atos dos filhos.
4 – Assuma a influência educacional sobre seus filhos.
            A instrução de Deus a respeito da educação dos filhos sempre será: “Ouvi, filhos, a instrução do pai [...]”, Pv.4.1 e não para ser entregue para a creche, babá, escola, avós, TV, internet; o pai é responsável pelo ensino que ele recebe – depois não pode reclamar.
            Desenhos animados – Pica Pau sempre ganha com astúcia.
            Novelas – apresenta a pior vida familiar.
            Professores – não acreditam na Bíblia.
            Colegas – criados com total liberdade com seus vícios.
            A ação do diabo é “[...] somente para roubar, matar e destruir [...]”, Jo.10.10.
            A tarefa da educação é responsabilidade do pai de ouvir “[...] palavras que [...] (Deus) ordena (de) estar (primeiro) no [...] coração; (para) [...] as inculcar a seus filhos, e delas falar assentado em sua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te”, Dt.6.6,7.
            Essa tarefa não pode ser transferida para mais ninguém.
            Devemos tomar como exemplo “o povo do SENHOR (que O) serviu todos os dias de Josué e todos os dias dos anciãos que ainda sobreviveram por muito tempo depois de Josué e que viram todas as grandes obras feitas pelo SENHOR a Israel [...] e outra geração após eles se levantou, que não conhecia o SENHOR, nem tampouco as obras que fizera a Israel (o resultado foi trágico) [...] fizeram os filhos de Israel o que era mau perante o SENHOR; pois serviram aos baalins [...] (e) naqueles dias, não havia rei em Israel; cada um fazia o que achava mais reto”, Jz.2.7.10,11; 21.25 tal como acontece em nossos dias.
            Assuma sua responsabilidade de pai.
Conclusão:     Mas, primeiro é preciso aceitar que, “se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela”, Sl.127.1.
            Meditação:      Os pais são responsáveis pela criação dos filhos.
            Que fique bem lembrado: “Inútil (você) [...] levantar de madrugada (entregar seu filho para alguma instituição, família, babá), repousar tarde, comer o pão que penosamente granjeastes (com esforço) [...]”, Sl.127.2 e perder o seu filho para as drogas, prostituição, pedofilia, tráfico, polícia.
           
            Não dá para negar que todos “nós nascemos na iniquidade (não reconhece o direito de cada um), e em pecado me concebeu minha mãe”, Sl.51.5.
            Por este motivo, pais e educadores precisam reconduzir todo filho “[...] à obediência de Cristo”, 2Co.10.5.
            Pais e educadores não podem “negligenciar o mandamento de Deus [...]”, Mc.7.8 de educar com alegria seus filhos.


            Adaptado pelo Rev. Salvador P. Santana da Revista de Escola Dominical – Nossa Fé – O Lar Segundo Deus – CCC.

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