sábado, 11 de janeiro de 2020

Gn.26.26-33 - FILHO FAZ AS PAZES.


FILHO FAZ AS PAZES
Gn.26.26-33

Introd.:           Neste mundo não encontramos a paz verdadeira.
            A única encontrada é para poucos quando Jesus fala que “deixa-nos a paz, a sua paz nos dá; não [...] (nos) dá como a dá o mundo [...]”, Jo.14.27.      
Nar.:    A paz que Abraão fez com Abimeleque durou pouco tempo.
            O acordo de paz efetuado por Isaque e Abimeleque teve pouco tempo de vida.
            Cerca de mais ou menos 500 anos, Davi enfrentou e expulsou os filisteus.
Propos.:           O propósito de Deus é que seus filhos tenham paz com todos.
            Não é à toa o que Paulo escreve: “se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens”, Rm.12.18.            
Trans.:             Filho faz as pazes [...]              
1 – Com o seu inimigo.
            “De Gerar [...]”, Gn.26.26 do lugar fértil, de passagem, onde Isaque permaneceu por algum tempo para fugir da fome, Deus enviou o seu inimigo para que houvesse reconciliação.
            “De Gerar [...]”, Gn.26.26 Isaque passou por momentos difíceis com o seu inimigo, mas Deus deseja que eles se reconciliem.
            Por isso, “de Gerar foram ter com ele Abimeleque [...]”, Gn.26.26, o incrédulo, inimigo de Isaque.
            O texto sugere que “de Gerar foram ter com ele Abimeleque [...]”, Gn.26.26 com o intuito de guerra, discórdia.
            “[...] Abimeleque [...]”, Gn.26.26 não vai sozinho, por este o motivo da sugestão de guerra, enfrentamento.
            Estava com “[...] Abimeleque (o) seu amigo (de confiança para lhe dar conselhos) Ausate [...]”, Gn.26.26 a respeito do embate entre o rei dos filisteus e Isaque.
            “[...] Foi [...] com [...] Abimeleque [...] Ficol, comandante [...]”, Gn.26.26 protegido por seu exército para assegurar proteção, investir contra o inimigo, atacar quando preciso for.
            “[...] Ficol, comandante do [...] exército (de) Abimeleque [...]”, Gn.26.26 estava pronto para qualquer embate, principalmente a guerra.
            Filho faz as pazes [...]
2 – Declarando os motivos da separação.
            Quando eu e você temos algum inimigo se faz necessário “dizer [...]”, Gn.26.27 para ele aquilo que incomoda o nosso coração.
            “[...] Isaque [...]”, Gn.26.27 saiu de Gerar com sentimentos negativos a respeito de Abimeleque.
            “Isaque (se dispôs a) dizer [...]”, Gn.26.27 para Abimeleque aquilo que não fazia bem para o relacionamento dos dois.
            Não podemos ter vergonha de “dizer [...] (ao nosso amigo ou inimigo): Por que viestes a mim? [...]”, Gn.26.27, você não é bem-vindo em minha casa.
            “Isaque (abriu o bico) dizendo: Por que [...] (você) me odeia? [...]”, Gn.26.27.
            A razão do ódio pode ter sido por causa dos poços cavados.
            O “[...] ódio [...]”, Gn.26.27 pode nascer no coração do inimigo por coisas banais – riqueza, saúde, trabalho bem-sucedido, passeios, festas, amigos.
            “[...] Isaque [...] (foi) expulso do [...] meio [...]”, Gn.26.27 dos filisteus.
            Muitos podem ser “[...] expulsos [...]”, Gn.26.27 do grupo de trabalho escolar, da sessão na empresa, dos vizinhos e da própria família.
            Seja sincero com o seu inimigo e “diga-lhe [...]”, Gn.26.27 a verdade da separação.
            Filho que faz as pazes [...]
3 – É reconhecido de que o Senhor é com ele.
            “Eles (Abimeleque, Ausate e Ficol) [...]”, Gn.26.28, ainda que inimigos de Isaque, reconhecem que Isaque serve a Deus – o testemunho é fundamental no meio dos incrédulos.  
            “Eles (os nossos inimigos podem) responder [...]”, Gn.26.28 a mim e a você coisas que não podem agradar a Deus.
            A “[...] resposta [...]”, Gn.26.28 dos nossos inimigos podem nos envergonhar diante dos homens.
            “Eles responderam: Vimos claramente (o seu testemunho) que o SENHOR é contigo [...]”, Gn.26.28 – bênçãos na vida física, material e espiritual.
            Devido “[...] o SENHOR (estar conosco, a conjunção conclusiva) [...] então [...]”, Gn.26.28 mostra a reação dos inimigos.
            “Eles (os inimigos) respondendo [...] dizem [...]”, Gn.26.28 o que deseja de mim e você.
            Por causa do reconhecimento de que Isaque servia a Deus, Abimeleque, Ausate e Ficol pediram que “[...] houvesse agora juramento entre eles [...]”, Gn.26.28 a respeito da amizade, fidelidade, companheirismo.
            O desejo maior dos nossos inimigos é que “[...] façamos aliança [...]”, Gn.26.28 com eles para sermos amigáveis.
            Filho faz as pazes [...]
4 – Fazendo o acordo de boa vizinhança.
            Todo cristão tem que manter uma boa vizinhança.
            Perceba que o pedido de acordo não partiu de Isaque, mas de Abimeleque para que o servo de Deus “jurasse [...]”, Gn.26.29 a respeito de viverem bem.
            “Jura que nos não farás mal [...]”, Gn.26.29. A ideia de Abimeleque é que o servo de Deus o machucou, foi ingrato e não lhe fez bem.
            Abimeleque declara “[...] como também não te havemos tocado [...]”, Gn.26.29, ou seja, ele se exclui da culpa, da responsabilidade de ter causado a saída de Isaque do seu território.
            Outra exclusão de responsabilidade é de “[...] como te fizemos somente o bem [...]”, Gn.26.29; nada de maldade aconteceu entre nós, portanto, precisamos fazer esse acordo.
            A boa vizinhança precisa acontecer entre nós para “[...] deixarmos (o outro) ir em paz [...]”, Gn.26.29, ainda que não seja em Cristo, quando se apartar de nós.
            Para selar o acordo de boa vizinhança, Abimeleque reconhece que “[...] Isaque (eu e você) és agora o abençoado do SENHOR”, Gn.26.29 apesar dos enfrentamentos, discórdias, intrigas.
            A conjunção conclusiva “então [...]”, Gn.26.30 mostra que os servos de Deus precisam superar, mostrar-se companheiros, amigos, reconciliadores.
            A atitude de “[...] Isaque [...]”, Gn.26.30 é diferente de muitos que estão dentro da igreja, mas que não agem com amor para com o seu inimigo.
            “[...] Isaque lhes deu um banquete [...]”, Gn.26.30 a fim de selarem o acordo de boa vizinhança.
            “[...] Isaque [...] (convidou seus inimigos para) comeram e beberem”, Gn.26.30.
            A ação para “[...] comerem e beberem”, Gn.26.30 demonstra amor, simpatia, companheirismo, perdão.
            O acordo de boa vizinhança se estendeu noite à dentro até “levantar-se de madrugada [...]”, Gn.26.31.
            Deixar o seu inimigo até “[...] de madrugada [...]”, Gn.26.31 em sua casa demonstra reconciliação, perdão, amor, laços de amizade.
            A fim de firmarem o pacto de boa vizinhança “[...] Isaque (e Abimeleque) juraram de parte a parte [...]”, Gn.26.31, colocando os termos para não mais se enfrentarem.
            “[...] Isaque os despediu [...]”, Gn.26.31 não com rancor, discórdia, mas com o desejo de serem amigos.
            “[...] Abimeleque (Ausate e Ficol) [...] se foram em paz (com) Isaque”, Gn.26.31 para manterem a boa vizinhança.
            Filho faz as pazes e [...]
Conclusão:      Passa a residir em Berseba.   
            Os inimigos foram embora apaziguados e “nesse mesmo dia [...] Isaque [...]”, Gn.26.32 volta às suas atividades normais.
            Perceba que “[...] vieram os servos de Isaque e, [...]”, Gn.26.32 começaram a trabalhar para fixarem residência.
            Ao “[...] dar (a) notícia do poço [...] Isaque [...]”, Gn.26.32 reconhece que Deus está dirigindo e abençoando a sua vida.
            O “[...] poço que tinham cavado [...]”, Gn.26.32 serviria para sobrevivência de toda a sua família.
            Quando “[...] lhe disseram: Achamos água”, Gn.26.32 o texto remete para “aquele, porém, que beber da água que Jesus lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que Jesus lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna”, Jo.4.14..
            “Ao poço, chamou-lhe Seba; por isso, Berseba (poço de juramentos) [...]”, Gn.26.33 entre Isaque e Abimeleque foi feito com o desejo de firmarem um pacto de viverem em paz com seus inimigos – Deus é quem pode mudar corações.
            “[...] É o nome daquela cidade até ao dia de hoje”, Gn.26.33, sul de Israel, a segunda cidade mais populosa do povo judeu onde Isaque fez o juramento de viver em paz com Deus.


            Rev. Salvador P. Santana

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