sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

1Sm.16.1-13 - O HUMILDE COMEÇO DO GRANDE REI – Rejeitado e coroado.


O HUMILDE COMEÇO DO GRANDE REI – Rejeitado e coroado, 1Sm.16.1-13.

            Adaptado pelo Rev. Salvador P. Santana para Estudos – Expressão – Suas Escolhas têm efeitos – Davi e Salomão – Ascenção e queda – Autoria dos originais dos roteiros do aluno – Rev. Dario de Araújo Cardoso.

Introd.:           Durante os reinados de Davi e Salomão, Deus concedeu em sua totalidade a terra prometida a “[...] Abrão [...] (e) à sua descendência [...] desde o rio do Egito até ao grande rio Eufrates”, Gn.15.18.
            Israel alcançou vitória sobre todos os seus inimigos e a admiração de todas as nações.
            Esse reino a despeito das falhas humanas, foi o protótipo (modelo) do reino eterno de Jesus.
            Estudar esse período ajuda a perceber o grande privilégio e desafio que temos em fazer parte do Reino de Deus.
            Um “[...] Saul [...] (é) rejeitado [...] (não adianta) ter pena (dele) [...]”, 1Sm.16.1, Deus é quem determina a eleição.
            No reino Deus “[...] muitos são chamados, mas poucos, escolhidos”, Mt.22.14, por isso, “[...] o Senhor não escolhe este”, 1Sm.16.10 ou aquele.
            Deus escolhe, chama “[...] e [...] unge (aquele) no meio de seus irmãos [...] Davi [...]”, 1Sm.16.13, eu e você para fazer parte do reino de Deus.
            Esse momento da monarquia israelita começou de maneira bem simples.
            Os acontecimentos e as atitudes das pessoas envolvidas no processo não indicavam a obra gloriosa que Deus estava iniciando ao enviar o profeta Samuel para ungir um novo rei.
            Veremos o modo surpreendente por meio do qual Deus realiza a sua obra e como ele expõe a sua glória a despeito de nossa incapacidade de reconhecê-la.
1 – O profeta relutante.
            O estabelecimento da monarquia havia sido um doloroso momento na vida de Samuel.
            “[...] Os anciãos [...] se congregaram [...] e disseram a Samuel: Vê, já estás velho [...] constitui-nos, pois, agora, um rei sobre nós [...]”, 1Sm.8.4, 5.
            Samuel tomou o pedido como uma rejeição pessoal e “[...] não (se) agradou [...] quando disseram: Dá-nos um rei, para que nos governe [...]”, 1Sm.8.6.
            Deus mostrou que, na verdade, “[...] Samuel (devia) atender a voz do povo [...] pois (o) povo não rejeitou o (profeta), mas a Deus, para que Deus não reinasse sobre ele”, 1Sm.8.7.
            Todo o povo foi alertado sobre “[...] o direito do rei que houver de reinar [...] tomará os [...] filhos e os empregará [...] tomará o melhor das [...] lavouras [...]”, 1Sm.8.11, 14, mas o povo não se importou.
            “Então, naquele dia, (em que o povo for subjugado) clamará por causa do [...] rei que houver escolhido; mas o SENHOR não os ouvirá naquele dia”, 1Sm.8.18.
            Devido a insistência para se ter um rei, “[...] o SENHOR disse a Samuel: Atende à [...] voz (do povo) e estabelece um rei [...]”, 1Sm.8.22.
            E assim começou o período monárquico e o abandono do regime teocrático.
            Por causa da infidelidade, “[...] o Senhor [...] rejeitou Saul, para que não reinasse sobre Israel [...]”, 1Sm.16.1.
            Samuel ordenou a Saul que “[...] descesse adiante (dele) a Gilgal [...] para sacrificar holocausto [...] e declarar o que havia de fazer [...] esperou Saul sete dias [...] não vindo Samuel [...] o povo se foi espalhando [...] Saul [...] ofereceu o holocausto [...] (por isso) [...] procedeu nesciamente em não guardar o mandamento que o SENHOR [...] ordenou [...] (então) o SENHOR buscou para si um homem que lhe agrada [...] ”, 1Sm.10.8, 13.8, 9, 13, 14.
            [...] Samuel [...] tinha pena de Saul [...]”, 1Sm.16.1, talvez, na esperança de que um filho de Saul se mostrasse um melhor rei, esperando uma mudança e reabilitação.
            O sentimento de “[...] Samuel [...] tendo pena de Saul [...]”, 1Sm.16.1 foi um tipo de impedimento para executar os passos necessários para o avanço da monarquia em Israel.
            A rejeição de Saul estabelecia a necessidade de um novo rei.
            A monarquia era um dos instrumentos por meio dos quais Deus cumpriria os seus propósitos.   
            Aqueles acontecimentos não eram apenas permitidos por Deus, mas desenvolviam o plano que o Senhor tinha para Israel e, numa perspectiva mais ampla, para toda a humanidade.
            Samuel devia vencer seus sentimentos, “disse o Senhor [...] (deixar de) ter pena de Saul, (porque) o SENHOR o havia [...] rejeitado, para que não reinasse sobre Israel [...]”, 1Sm.16.1.
            A ordem do “[...] Senhor a Samuel [...] Enche um chifre de azeite e vem; enviar-te-ei a Jessé, o belemita; porque, dentre os seus filhos, me provi de um rei”, 1Sm.16.1 escolhido por Deus.
            Samuel relutava também por outra razão.
            Disse Samuel (temo por minha segurança): Como irei eu? Pois Saul o saberá e me matará [...]”, 1Sm.16.2.
            Saul ficaria sabendo da sua viagem, desconfiaria que um novo rei fora ungido, e irado, mandaria matar o profeta e o seu rival.
            Muitas vezes o nosso compromisso com Deus suscita a oposição dos homens.
            Paulo escreveu que “[...] todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos”, 2Tm.3.12.
            Veja que até mesmo um experiente profeta titubeou diante da ameaça de padecer por fazer a vontade de Deus.
            A fraqueza do profeta ficou exposta. No entanto, a nossa fraqueza não consegue impedir que Deus realize seus planos.
            Devemos entender que “[...] o poder (do Senhor) se aperfeiçoa na (nossa) fraqueza [...]”, 2Co.12.9.
            Para Saul não desconfiar dos propósitos da visita, “disse Samuel: Como irei eu? Pois Saul o saberá e me matará [...]”, 1Sm.16.2.
            Deus, “[...] o Senhor (orientou) Samuel [...] tomar consigo um novilho e dizer: Vim para sacrificar ao Senhor”, 1Sm.16.2.
            Em vez de ser uma pomposa cerimônia diante de todo o Israel reunido, a unção do novo rei seria um ato sigiloso, em Belém.
2 – A cidade preocupada.
            Samuel foi “[...] enviado (a) Belém [...] (pelo) Senhor [...]”, 1Sm.16.1, mas uma nova dificuldade se apresentou.
            Fez, pois, Samuel o que dissera o Senhor e veio a Belém [...]”, 1Sm.16.4 obedecendo à ordem divina.
            Mas, diante dos olhos de “[...] Samuel (outro problema enfrentado foi que) [...] saíram-lhe ao encontro os anciãos da cidade [...]”, 1Sm.16.4 que souberam da repentina visita do profeta.
            [...] Os anciãos da cidade, tremendo [...]”, 1Sm.16.4, ficaram preocupados de que houvesse despertado a ira de Deus.
            Todos sabiam que Deus havia rejeitado o rei Saul.
            [...] Os anciãos [...] tremendo [...] perguntaram: É de paz a tua vinda?”, 1Sm.16.4, ou Deus enviou alguma mensagem de juízo.
            Aqueles homens não faziam ideia da grandiosa honra que estava sendo concedida àquela cidade.
            A partir daquele dia, na visita de Samuel, era para “convidar (a família de) Jessé para o sacrifício [...]”, 1Sm.16.3, mas “[...] os anciãos da cidade [...]”, 1Sm.16.4 não entenderam as maravilhas que Deus queria fazer, mas mesmo assim eles foram convidados a se “[...] santificarem e vir [...] (com Samuel, o futuro rei) ao sacrifício [...]”, 1Sm.16.5.
            A cidade de Belém entrava não só para a história de Israel, mas para a gloriosa história da redenção.
            O nome de “[...] Belém-Efrata, (jamais seria esquecida apesar de ser) pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de Belém [...] sairia o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade”, Mq.5.2.
            Deus estava fazendo de Belém a cidade natal do grande rei, mas o povo era incapaz de perceber seu enorme privilégio.
            A mesma falta de visão foi demonstrada quando Maria e “José [...] subiu da Galileia, da cidade de Nazaré, para a Judeia, à cidade de Davi, chamada Belém, por ser ele da casa e família de Davi”, Lc.2.4.
            Em vez de uma recepção exultante, “[...] não havia lugar para eles na hospedaria”, Lc.2.7, a população estava muito ocupada com a superlotação e dificuldades na administração da cidade.    
            [...] Deus mostrou (para) Samuel o que havia de fazer (em Belém), e ungir a quem Deus [...] designara”, 1Sm.16.3, Davi, antecedente de Jesus, mas aquela população não entendeu os planos de Deus.
            A população nos dias do nascimento de Jesus deixou de perceber que em Belém “[...] Maria deu à luz o seu filho primogênito [...] o Salvador, que é Cristo, o Senhor [...]”, Lc.2.7, 11.
            Esses homens pouco se importaram com o Rei dos reis e deixaram “[...] enfaixar e o deitar Jesus numa manjedoura [...]”, Lc.2.7.
            Somos tolos! O nosso coração se abala, “[...] anda ansioso pela nossa vida [...] (pelo) comer ou beber [...] vestir [...]”, Mt.6.25 e resistimos em descansar nos cuidados de Deus.         
            Estamos sempre perguntando: “[...] É de paz a tua vinda?”, 1Sm.16.4.
            Não conseguimos convencer nossa alma de que o Deus que por nós “[...] não poupou o seu próprio Filho [...] nos dará graciosamente com ele todas as coisas [...]”, Rm.8.32 e, principalmente a nossa salvação.
            Devemos lembrar que o “[...] nosso Pai se agradou em dar-nos o seu reino”, Lc.12.32.
            Deus está realizando uma grandiosa obra em nós, mas nosso coração      [...] treme [...] (como dos) anciãos da cidade (de) Belém [...]”, 1Sm.16.4.
            Como “Eliseu (que) orou [...] pedindo (ao) SENHOR [...] que abrisse os olhos do moço para que (pudesse) ver [...] (que) mais são os que estão conosco do que os que estão com eles“, 2Rs.6.17, 16 que nos ameaçam.
            Assim, podemos nos alegrar naquilo que Deus está realizando por nós e em nós porque a “resposta (de) Samuel (serve para mim e você): É de paz – a vinda Jesus, o verdadeiro que veio morar em nossos corações) [...]”, 1Sm.16.5.
3 – A família equivocada - confundiu.
            A “resposta (de) Samuel (serve para mim e você): É de paz – Jesus é a nossa paz [...]”, 1Sm.16.5.
            Caso a nossa família esteja equivocada, “[...] santifica-os e vinde [...] ao sacrifício [...]”, 1Sm.16.5 para prestar um culto ao Senhor.
            Os anciãos, “[...] Jessé e os seus filhos (foram) santificados (separados para servir) [...] e (foram) convidados para o sacrifício”, 1Sm.16.5 de apresentação diante de Deus.
            [...] Jessé (apresentou) [...] os seus filhos [...]”, 1Sm.16.5 a Samuel, mas não se sabia qual o propósito da visita, mas estava claro que havia planos especiais para os filhos de Jessé.
            O que “sucede [...]”, 1Sm.16.6 “[...] amanhã [...] nós não sabemos [...] (porque) somos, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa”, Tg.4.14.
            Mas, “sucedeu que [...] (Samuel, eu e você tornamos um homem mais perfeito que outro) [...]”, 1Sm.16.6.
            Veja que “[...] entrando eles (Samuel, Jessé e os anciãos), viu a Eliabe e disse consigo: Certamente, está perante o Senhor o seu ungido”, 1Sm.16.6.
            Eliabe foi um dos soldados de Israel. Devia ser forte, de aparência considerável e capaz, podia ser “[...] o ungido (do) Senhor [...]”, 1Sm.16.6.
            Porém o Senhor disse a Samuel (eu e você): Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura, porque o rejeitei [...]”, 1Sm.16.7 – escolhas para atividades na igreja.
            Lembra que Saul “[...] era o mais alto e sobressaia de todo o povo do ombro para cima”, 1Sm.10.23, caiu e foi rejeitado.
            [...] Porque (sabemos que) o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração”, 1Sm.16.7.
            Todos os filhos, os mais fortes, os melhores foram apresentados, por isso, “então, chamou Jessé a Abinadabe e o fez passar diante de Samuel, o qual disse: Nem a este escolheu o Senhor”, 1Sm.16.8.
            Então, Jessé fez passar a Samá, porém Samuel disse: Tampouco a este escolheu o Senhor”, 1Sm.16.9.
            Assim, fez passar Jessé os seus sete filhos diante de Samuel; porém Samuel disse a Jessé: O Senhor não escolheu estes”, 1Sm.16.10.
            Precisamos reconhecer que “[...] Deus escolhe as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios e escolhe as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes”, 1Co.1.27.
            A “perguntou Samuel a Jessé (pode ser a nossa muitas vezes no ministério): Acabaram-se os teus filhos? [...]”, 1Sm.16.11. Damos por encerrada a nossa missão e vamos embora.
            [...] Jesse respondeu: Ainda falta o mais moço [...]”, 1Sm.16.11 não tem importância a sua participação no culto a Deus – bebês.
            [...] Respondemos [...] que (ele) está (apenas) apascentando as ovelhas [...]”, 1Sm.16.11 – não sabe cantar, tocar, lecionar – Deus pode usar.
            Perceba a insistência do profeta: “[...] disse, pois, Samuel a Jessé: Manda chamá-lo, pois não nos assentaremos à mesa sem que ele venha”, 1Sm.16.11 – insista em seus sonhos, invista em pessoas.
            Jessé e nós muitas vezes estamos enganados.
            Tomamos decisões equivocadas, más escolhas, mas “enganoso é o (nosso) coração [...]”, Jr.17.9.
            Que todos nós reconheçamos que “[...] são vãos (todos os nossos) pensamentos [...]”, Sl.94.11.
            Aceita que muitas vezes “há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte”, Pv.14.12.
            Precisamos urgentemente ir até Jesus e receber dele “[...] vestiduras brancas para nos vestir [...] colírio para (ver) com os olhos [...]”, Ap.3.18.
            Se Jesus não for o nosso provedor, estaremos perdidos.
            Procure acertar biblicamente para você não ficar equivocado (confundiu).
4 – O ungido improvável.
            Davi, o menino descartável, “[...] o mais moço, que estava apascentando as ovelhas [...]”, 1Sm.16.11, era o convidado de honra daquela cerimônia.
            [...] Disse, pois, Samuel a Jessé: Manda chamá-lo, pois não nos assentaremos à mesa sem que ele venha”, 1Sm.16.11.
            Davi seria o ungido rei de Israel a despeito da relutância do profeta, dos temores da cidade, das escolhas erradas da família.
            [...] Davi era [...] ruivo, de belos olhos e boa aparência [...]”, 1Sm.16.12, mas essas qualidades não vêm ao caso no conceito de Deus.
            O escolhido para ser o rei de Israel é o mesmo “[...] Davi [...] (que) o SENHOR o livrou das garras do leão e das do urso [...]”, 1Sm.17.37.
            Então, Samuel mandou chamá-lo e fê-lo entrar [...]”, 1Sm.16.12 no recinto para ser proclamado rei.
            É esse menino desprezível, rejeitado, deixado no pasto que, sobre o qual, “[...] disse o Senhor: Levanta-te e unge-o, pois este é ele”, 1Sm.16.12.
            Desta vez “Samuel (foi obediente) tomou o chifre do azeite e o ungiu no meio de seus irmãos [...]”, 1Sm.16.13 para mostrar que “[...] os membros do corpo que parecem ser mais fracos são necessários”, 1Co.12.22.
            [...] E, daquele dia em diante, o Espírito do Senhor se apossou de Davi [...]”, 1Sm.16.13 e Israel não estava mais sem rei.
            O contexto da unção de Davi prefigurava o desprezo que seu mais nobre descendente sofreria, Jesus.
            Isaías profetiza sobre o sofrimento do Messias de que “[...] não tinha aparência nem formosura; olhamo-lo, mas nenhuma beleza havia que nos agradasse.
Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso”, Is.53.2, 3.
            “Tendo Jesus nascido [...] vieram uns magos do Oriente a Jerusalém [...] (procurar o menino no Palácio) do rei Herodes [...]”, Mt.2.1, onde, na visão deles, deveria estar o prometido rei de Israel.
            Os vizinhos de Nazaré se escandalizaram com a sua pregação a ponto de dizerem: “Não é este o filho do carpinteiro? [...]”, Mt.13.55.
            “Perguntou Natanael: De Nazaré pode sair alguma coisa boa? [...]”, Jo.1.46.
            Soldados zombaram e espancaram Jesus e, “´por cima da sua cabeça puseram escrita a sua acusação: ESTE É JESUS, O REI DOS JUDEUS”, Mt.27.37.
            Jesus “veio para o que era seu, e os seus não o receberam”, Jo.1.11.
            Quanto desprezo!
            Até nossos dias Jesus é desprezado e zombam da sua mensagem.
            A cegueira do coração dos homens não consegue ofuscar a glória de nosso Salvador, isto porquê, em nossos dias e nos dias de Isaías “fui buscado pelos que não perguntaram por mim; fui achado por aqueles que não me buscaram; a um povo que não se chamava do meu nome, eu disse: Eis-me aqui, eis-me aqui”, Is.65.1.
            Creia! “[...] Jesus se humilhou [...] (mas) Deus o exaltou sobremaneira e lhe o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai”, Fp.2.8-11.
Conclusão:      Saul continuava ocupando o trono, mas, a despeito dos sentimentos, do temor e da cegueira dos homens, Deus governava Israel e escolheu Davi para reconduzir Israel aos caminhos da comunhão com Deus e da bênção da aliança.
            Os homens não enxergam, mas Deus não deixa de manifestar a sua vontade e de prover um rei que seria fiel e prenunciaria seu Filho amado, o Rei que haveria de vir.
Aplicação:       Nada pode nos impedir de perceber a gloriosa condição que nos foi concedida por meio de Cristo.
            A Palavra de Deus deve abrir os nossos olhos e esclarecer as nossas mentes para reconhecer e glorificar a Jesus, o ungido de Deus.
              
           
Rev. Salvador P. Santana

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