sábado, 10 de março de 2018

Ap.21.1-4 - O MELHOR DA VIDA.


O MELHOR DA VIDA, Ap.21.1-4.



Introd.:           A história já fechou as suas cortinas.

            O juízo final já aconteceu.

            Os inimigos do Cordeiro e da igreja já foram lançados no lago do fogo.

            Os remidos já estão na festa das Bodas do Cordeiro.

            Este texto é a apoteose (quadro final em uma apresentação teatral, mas aqui é o) da revelação.

            O paraíso perdido é agora o paraíso reconquistado. O homem caído é agora o homem glorificado.

            O projeto de Deus triunfou. O tempo cósmico se converteu em eternidade.

            Winston Churchill (militar, escritor e primeiro-ministro do Reino Unido – 40/45, 51/50) disse que a decadência moral da Inglaterra era devido ao fato que os pregadores tinham deixado de pregar sobre o céu e o inferno.

            A pregação sobre o céu fala sobre profundas lições morais para a igreja hoje:

            1 – Jesus alerta “[...] para ajuntarmos [...] tesouros no céu [...]”, Mt.6.20;

            2 – Paulo declara que devemos “pensar nas coisas lá do alto [...]”, Cl.3.2;

            3 – Jesus ensina que devemos orar ao Pai que Ele “[...] faça a [...] vontade (dele), assim na terra como no céu”, Mt.6.10;

            4 – O céu nos estimula à santidade, “por essa razão [...] (devemos) nos empenhar por sermos achados por Jesus em paz, sem mácula e irrepreensíveis”, 2Pe.3.14;

            5 – O céu ajuda o homem a enfrentar o sofrimento, “porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós”, Rm.8.18;

            6 – O céu ensina ao homem renunciar qualquer desavença tal como Abraão ao dizer para o seu sobrinho Ló: “[...] se fores para a esquerda, irei para a direita; se fores para a direita, irei para a esquerda”, Gn.13.9 e Moisés ao declarar “preferir ser maltratado junto com o povo de Deus a usufruir prazeres transitórios do pecado”, Hb.11.25;

            7 – O céu nos livra do medo da morte a ponto de dizer: “[...] para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro”, Fp.1.21.

1 – O que são o novo céu e a nova terra?

            João “vê novo céu e nova terra [...]”, Ap.21.1.

            O “[...] novo céu e nova terra [...]”, Ap.21.1 é o lugar do “[...] trono (onde) está assentado Jesus [...]”, Ap.21.5.

            O “[...] novo céu e nova terra [...]”, Ap.21.1 é o “[...] que Deus criou [...] (onde) não haverá lembrança das coisas passadas, jamais haverá memória delas”, Is.65.17 do que se passou na terra.

            O “[...] novo céu e nova terra [...]”, Ap.21.1 “[...] estão diante de Deus [...] (e) assim há de estar a nossa posteridade e o nosso nome”, Is.66.22.

            Este é o “[...] novo céu e nova terra (que) esperamos [...] nos quais habita justiça”, 2Pe.3.13.

            É preciso existir o “[...] novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe (??!!)”, Ap.21.1.

            Como assim; “[...] o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe (??!!)”, Ap.21.1.

            Isto vai acontecer “[...] porque os céus desaparecerão como a fumaça, e a terra envelhecerá como um vestido, e os seus moradores morrerão como mosquitos, mas a minha salvação durará para sempre, e a minha justiça não será anulada [...] (e ainda) os céus que agora existem e a terra, pela mesma palavra, têm sido entesourados para fogo, estando reservados para o Dia do Juízo e destruição dos homens ímpios. Virá, entretanto, como ladrão, o Dia do Senhor, no qual os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos (terra, água, sol, lua, estrelas) se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas. (Por este motivo, todos precisam) esperar [...] a vinda do Dia de Deus, por causa do qual os céus, incendiados, serão desfeitos, e os elementos (terra, água, sol, lua, estrelas) abrasados se derreterão”, Is.51.6; 2Pe.3.7,10,12.

            [...] Já não existindo (mais) o céu [...] a terra e o mar (restará apenas dois lugares para os homens habitarem. Um é o) novo céu e nova terra [...]”, Ap.21.1, o outro é o lugar onde o “[...] diabo, o sedutor (de todo mundo ímpio), foi lançado para dentro do lago de fogo (que “[...] nunca se apaga”, Mc.9.48) e enxofre (constituinte de pólvora, fósforo, laxante e inseticida. Estes) serão atormentados de dia e de noite, pelos séculos dos séculos”, Ap.20.10.

            Onde você vai passar a eternidade?

            Deus não vai fazer um [...] novo céu e nova terra [...]”, Ap.21.1, mas vai fazer do velho um “[...] novo céu e nova terra [...] porque [...] o novo céu e a nova terra, que Deus há de fazer, estarão diante do [...] SENHOR [...]”, Is.65.17; 66.22.

            Assim como [...] este corpo corruptível (estraga) se revestir de incorruptibilidade (não apodrece), e o que é mortal se revestir de imortalidade (não morre) [...]”, 1Co.15.54, assim será o universo.

            É por este motivo “[...] que toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora”, Rm.8.22.

            Como a terra passou da corrupção (estraga) para a incorrupção (não estraga), João vê também a cidade santa, a nova Jerusalém (purificada de todos os males, onde não existe mais nenhum

defeito nos elementos da terra, água, sol, lua, estrelas) [...]”, Ap.21.2.

            Não haverá mais contaminação porque este [...] novo céu e nova terra [...]”, Ap.21.1 “[...] desce do céu (não sabemos se ela se instalará aqui), da parte de Deus (isto quer dizer que é perfeita e sem contaminação) [...]”, Ap.21.2.

            Este “[...] novo céu e nova terra [...]”, Ap.21.1 vem “[...] ataviada (isto fala de ter tornado pronto, preparado, metáfora do costume oriental de enviar antes dos reis em suas viagens pessoais para nivelar as estradas e torná-las transitáveis com o intuito de preparar as mentes das pessoas para dar ao Messias uma recepção apropriada e assegurar suas bênçãos) como noiva adornada para o seu esposo”, Ap.21.2.

            A cena descrita por João é como se ele estivesse habitando no céu “[...] ouvindo grande voz vinda do trono [...]”, Ap.21.3, “[...] voz (que) troveja Deus maravilhosamente; faz grandes coisas, que nós não compreendemos”, Jó 37.5.

            Essa “[...] grande voz vinda do trono (nós a) ouviremos (o próprio Deus) dizer: Eis o tabernáculo (habitação do Espírito Santo, o nosso coração) de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles”, Ap.21.3 para todo o sempre.

            É a partir desse dia que “não se fará mal nem dano algum em todo o santo monte (de) Deus, porque a terra se encherá do conhecimento do SENHOR, como as águas cobrem o mar”, Is.11.9.

            Algumas pessoas creem que esse acontecimento irá se concretizar ainda neste mundo corrupto, mas aqui é impossível “[...] porque os dias são maus”, Ef.5.16.

            Precisamos acreditar neste “[...] novo céu e nova terra [...]”, Ap.21.1 porque é ali que Deus “[...] enxugará dos (nossos) olhos toda lágrima (não haverá mais sofrimento) [...]”, Ap.21.4.

            A dor é consequência do pecado e como no céu não entra pecado, então a dor física, moral, emocional, espiritual não terão lugar porque também “[...] a morte já não existirá [...]”, Ap.21.4.

            A não existência da morte é devido “o último inimigo (de Cristo) a ser destruído é a morte”, 1Co.15.26 que junto com “[...] o inferno foram lançados para dentro do lago de fogo [...]”, Ap.20.14.

            É também no céu que “[...] já não haverá luto (porque ninguém morre), nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas (que trazem pesar) passaram (e já não mais existirá)”, Ap.21.4.

Conclusão:      Creio que Deus pode, depois da destruição deste mundo, trazer [...] novo céu e nova terra [...]”, Ap.21.1 até este plano em que estamos, mas é bom lembrar que “na casa do [...] Pai há muitas moradas [...] (e) Jesus (foi) [...] preparar-nos lugar”, Jo.14.2 para viver uma vida melhor para toda a eternidade.





     Adaptado pelo Rev. Salvador P. Santana para Estudo – O credo apostólico – Palavra viva – Rev. André Scordamaglio e Hernandes Dias Lopes – CCC.

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