quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Lc.2.8-20 - BOA NOTÍCIA.

BOA NOTÍCIA
Lc.2.8-20

 

Introd.:           Ninguém gosta de notícia ruim; enfermidades, acidentes, tragédias, dívidas, mortes.

            Notícia ruim tira o sono, o ânimo, o apetite, bambeia as pernas, pode causar enfarto e trazer outros males que só iremos conhecer no momento da notícia.

Nar.:    A boa notícia é outra coisa.

            A boa notícia foi dada pelos anjos aos pastores sobre o nascimento de Jesus.

            Rev. Elben: “Precisamos desesperadamente de boas notícias”.

Propos.:           A boa notícia do nascimento do Filho de Deus revolucionou a história de todos os tempos.

Trans.:             A boa notícia proporciona [...]

1 – Alegria.

            Alegria Deus proporcionou primeiro aos “[...] pastores [...]”, Lc.2.8 que receberam a proclamação que abalou o mundo inteiro.

            Interessante notar que na “[...] mesma região (Belém, em que Jesus nasceu) havia [...] (esses) pastores que viviam nos campos [...]”, Lc.2.8.

            É possível que esses “[...] pastores (escolhidos fora devido a semelhança de) guardarem o seu rebanho durante as vigílias da noite (escuridão, frio, sem proteção)”, Lc.2.8.

            Razões dos pastores ficarem alegres:

            1º - “E um anjo do Senhor desceu aonde eles estavam [...]”, Lc.2.9;

            2º - “[...] E a glória (honra, majestade, brilho que acompanha a presença) do Senhor brilhou ao redor deles [...]”, Lc.2.9;

            3º - motivo da alegria dos pastores “é que hoje (em cada coração) nos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor”, Lc.2.11.

            É por esta razão que os pastores “[...] ficaram tomados de grande temor (respeito, medo)”, Lc.2.9.

            Mas, a respeito da boa notícia do nascimento do Menino, “o anjo, porém, nos diz: Não temais [...]”, Lc.2.10 porque Jesus veio para nos salvar.

            A alegria dos pastores e a nossa é que “o anjo [...] nos trouxe boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo”, Lc.2.10 de todas as épocas; a salvação eterna do seu povo escolhido.

            A boa notícia nos conduz a [...]

2 – Glorificar a Deus.

            Glorificar a Deus [...]”, Lc.2.14 é honrar, respeitar, adorar a Deus com todo o coração.

            A “glória a Deus [...]”, Lc.2.14 se dá devido a um paradoxo/contradição.

            O Rei dos reis devia nascer em um palácio real, de ouro, mas pelo contrário, o que “[...] serviu de sinal (aos) pastores [...]”, Lc.2.12 fora totalmente oposto ao esperado por muitos judeus da época.

            A “[...] criança (fora) encontrada [...] envolta em faixas (pobres sem condições de comprar vestes) e (o pior, a criança fora) deitada em manjedoura (cocho)”, Lc.2.12.

            Por não acreditarem na humildade do Menino Jesus, foi que, “[...] subitamente (inesperadamente), apareceu com o anjo uma multidão da milícia (exército de anjo) celestial [...]”, Lc.2.13 para comprovar a autenticidade da vinda do Messias.

            Eis o motivo de os anjos “[...] louvarem a Deus e dizendo: Glória a Deus [...]”, Lc.2.13.

            Glória a Deus (é) nas maiores alturas [...]”, Lc.2.14 porque vem de Deus, dos altos céus.

            Glória a Deus [...] e paz na terra (enviada pelo próprio Cristo) entre os homens [...]”, Lc.2.14.

            A “glória a Deus [...] (cabe muito bem) entre os homens, a quem ele (Jesus) quer bem”, Lc.2.14.

            A boa notícia nos convida a [...]

3 – Divulgar.

            Precisamos saber que desde esse grande dia da boa notícia, “[...] ausentando-se [...] os anjos para o céu [...] e [...]”, Lc.2.15 então, começa a Reinar Jesus Cristo, o Filho de Deus na vida dos homens de Deus.

            Começa então, “[...] os pastores (a) dizer (sobre a boa notícia que eles tinham visto e ouvido) uns aos outros [...]”, Lc.2.15.

            A primeira decisão é: “[...] Vamos até Belém (casa de pão, cidade de Davi, onde nasceu Jesus, o nosso Salvador) [...]”, Lc.2.15 para confirmar a autenticidade.

            Ali os “[...] pastores (tiveram a oportunidade de) verem (e confirmarem) os acontecimentos que o Senhor lhes deu a conhecer”, Lc.2.15 a respeito do Menino Jesus.

            Por este motivo eles “foram apressadamente e acharam Maria e José e a criança deitada na manjedoura”, Lc.2.16 podendo relatar sobre a verdade que haviam ouvido do anjo.

            E, (como que confirmando a fé) vendo (o) Menino Jesus, divulgaram o que lhes tinha sido dito a respeito deste menino”, Lc.2.17, professaram a fé.

            Como José e Maria já sabiam que era o ente santo que havia de nascer, “todos (Maria, José e o Menino Jesus) os que ouviram se admiraram das coisas referidas pelos pastores”, Lc.2.18.

            Maria, (como já havia sido visitada pelo anjo) porém, guardava todas estas palavras, meditando-as no coração”, Lc.2.19 a respeito não apenas da sua salvação, mas do mundo inteiro.

            Boa notícia gera [...]

Conclusão:      Alegria e espanto.

            Veja como o médico amado enfatiza o louvor a Deus.

            Ele fala que ao “voltarem, então, os pastores (eles) glorificaram (honraram, respeitaram, adoraram a Deus com todo o coração) [...]”, Lc.2.20.

            O firmamento não estava mais iluminado com a presença do anjo, mas o poder de Deus se fazia presente.

            [...] E [...] então [...] os pastores [...] louvavam a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto (sobre o Menino Jesus), como lhes fora anunciado”, Lc.2.20.

            A boa notícia foi trazida para eu e você: Jesus nasceu em nossos corações.

 

 

            Rev. Salvador P. Santana

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