segunda-feira, 4 de abril de 2016

LUZ QUE ILUMINA, Mt.5.14-16.

LUZ QUE ILUMINA
Mt.5.14-16

Introd.:           Deixe a sua luz brilhar.
            Essa luz mostrada é obtida daquele que diz: “[...] Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas, pelo contrário terá a luz da vida”, Jo.8.12.
Nar.:    Jesus é sincero ao dizer para os seus discípulos: Seja luz.
Propos.:           Precisamos iluminar este mundo que anda em trevas.
Trans.: Luz que ilumina [...]
1 – Não pode se esconder.
            Por mais que seja pouca a luz numa cidade sobre o monte, não se pode escondê-la, assim também com respeito aos filhos de Deus, porque “nós somos a luz do mundo [...]”, Mt.5.14.
            Se eu sou de Cristo, então, “[...] não se pode esconder [...]”, Mt.5.14 a nossa identificação neste mundo tenebroso.
            Este mundo é associado às trevas, a ignorância, a esfera da escuridão, por isso não se pode esconder a “[...] a luz do mundo [...]”, Mt.5.14.
            Eis o motivo de João declarar de que “a luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela”, Jo.1.5.
            Essa luz que somos nós pode e deve está ligada à justiça e a retidão porque, “[...] a cidade (que somos nós está) edificada sobre um monte (que é Cristo Jesus, a Pedra angular)”, Mt.5.14.
            Luz que ilumina [...]  
2 – Alumia a todos.
            Aquele que “[...] alumia a todos [...]”, Mt.5.15 que estão nas trevas, possuem a Cristo que é a verdadeira luz vinda ao mundo.
            Depois de acessa, essa luz não pode ser “[...] colocada debaixo do alqueire (vaso medida secos) [...]”, Mt.5.15.
            A luz brilha e se opõe às trevas.
            Brilha porque recebe a verdadeira luz.
            Luz que ilumina brilha somente através de Cristo.  
            Conforme o que falara João, o apóstolo: “[...] A verdadeira luz, que, vinda ao mundo, ilumina a todo homem”, Jo.1.9.          
            Estamos neste mundo para iluminar a todos que estão na perversidade, “para que nos tornar irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração pervertida e corrupta, na qual resplandecemos como luzeiros no mundo”, Fp.2.15.
            Sem essa iluminação o mundo se torna tenebroso, coberto de trevas, então, quando você que é “[...] uma candeia (estiver ligado ou) aceso (a Cristo) [...] se (ponha) no velador, e (daí) todos os que se encontram na casa (na cidade serão beneficiados com a luz)”, Mt.5.15
            Amado, seja uma luz a iluminar.
            Luz que ilumina [...]
3 – Glorifica a Deus.
            Afinal, qual é o meu testemunho diante da sociedade?
            A minha vida, o meu exemplo, o meu testemunho deve “assim brilhar (como Jesus brilhou neste mundo de negridão) [...]”, Mt.5.16.
            “[...] Também a nossa luz (deve) brilhar diante dos homens (que estão em trevas ou diante daqueles que fazem parte da mesma família de Deus) [...]”, Mt.5.16.
            A finalidade do “[...] brilho [...] (é) para que vejam as nossas boas obras [...]”, Mt.5.16.
            Podemos dizer que isso serve para aparecer? Não, o propósito maior é “[...] glorificar a nosso Pai que está nos céus”, Mt.5.16.
            Quando as boas obras são manifestadas, a sua vida não fica oculta, a luz não é colocada debaixo do alqueire, a luz brilha diante dos homens para glorificar a Deus.
            O Pai celeste tem prazer nas boas obras de seus filhos e essas obras provam que somos filhos dEle.
            Luz que ilumina [...]
Conclusão:      Tem que comunicar a outros que o verdadeiro caminho é Jesus Cristo.
            A advertência de Jesus continua: “Você é a luz do mundo [...] (então) alumia a todos os que se encontram na casa [...] (para) glorificar a nosso Pai que está nos céus”, Mt.5.14-16.


            Rev. Salvador P. Santana

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