sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Mt.26.17-19 - DISCÍPULO.

DISCÍPULO
Mt.26.17-19

Introd.:           “Discípulo é uma pessoa que segue os ensinamentos de um mestre.
            No N.T. se refere tanto aos apóstolos, como aos cristãos em geral.
            Discípulos é um aprendiz, pupilo, aluno que segue e obedece ao seu Mestre” – BOL.
Nar.:    O texto relata a última ceia Pascal de Jesus neste mundo, e os seus discípulos se dispõem ao trabalho.
Propos.:           O discípulo deve aprender com o seu Mestre.
Trans.:             O discípulo [...]
1 – Se interessa pelo trabalho.
            “No primeiro dia (e não no segundo e muito menos após um ano inteiro) [...] os discípulos [...]”, Mt.26.17 se dispuseram a trabalhar.
            Discípulo não age como o “[...] filho (que o pai lhe) [...] disse: Filho, vai hoje trabalhar na vinha. Ele respondeu: Sim, senhor; porém não foi”, Mt.21.28, 29.
            “No primeiro dia da Festa [...] os discípulos (preparavam a Ágape – reunião de fraternidade e amor cristão. Essa reunião terminava com a celebração da Ceia do Senhor) [...]”, Mt.26.17.
            “No primeiro dia da Festa (sete dias) dos Pães Asmos (pão sem fermento usado na festa da Páscoa pelos judeus, simboliza a liberdade da culpa do pecado, da iniquidade de não reconhecer o direito do próximo) [...]”, Mt.26.17.
            Note que “[...] os discípulos vieram (aproximaram, concordaram com Jesus a fim de servi-Lo com integridade de coração) [...]”, Mt.26.17 servir.
            Precisamos saber que somente “[...] a Jesus [...]”, Mt.26.17 é que devemos honrar e servir.
            O interesse nasceu no coração dos “[...] discípulos (de) vir a Jesus [...]”, Mt.26.17.
            O desejo dos “[...] discípulos [...] (foi se disponibilizar ao serviço) e perguntarem a Jesus [...]”, Mt.26.17 a respeito da responsabilidade a eles imposta.
            “[...] Onde queres que te façamos [...]”, Mt.26.17, mostra que todos, inclusive Judas Iscariotes, estava empenhado ao trabalho voluntário.
            Esse empenho, trabalho, serviço prestado dos “[...] discípulos (feito) a Jesus (foi com o propósito de efetuar) [...] os preparativos para comerem a Páscoa [...]”, Mt.26.17.
            O serviço serviu como agradecimento ao que Deus fizera; “[...] Páscoa (passar por cima, libertar do jugo dos homens, da escravidão do pecado e do Diabo) [...]”, Mt.26.17.
            Todo discípulo deve buscar saber qual é [...]
2 – A ordem de Jesus.
            “E ele (Jesus) [...]”, Mt.26.18 quer nos mostrar qual é a Sua ordem para o nosso trabalho diário.
            O problema é que a “[...] resposta (de) Jesus [...]”, Mt.26.18 não vem mais com visões, sonhos, porque “[...] Deus, outrora, falou, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias, nos fala pelo Filho [...]”, Hb.1.1, 2, a Palavra de Deus.
            Ao falar “[...] Ide à cidade [...]”, Mt.26.18 Jesus deseja que entreguemos a mensagem da salvação.
            “[...] Ir à cidade ter com certo homem [...]”, Mt.26.18 pode ser a oportunidade de falar ou dar testemunho do amor de Deus.
            É por este motivo que devemos “[...] dizer (a todos os) homens [...]”, Mt.26.18 a respeito da Bíblia, de Deus, do céu, do sacrifício de Jesus Cristo na cruz do calvário e do prazer de servi-Lo.
            Quando “[...] o Mestre manda dizer [...]”, Mt.26.18, devo saber que a sua ordem prevalece sobre a minha.
            “E [...] (para) Jesus [...] o seu tempo está próximo (traição, sofrimento, morte, sepultamento e ressurreição) [...]”, Mt.26.18.
            Mas, podemos dizer que “[...] tempo [...] próximo [...]”, Mt.26.18 pode se referir a mim e a você para partir deste mundo, portanto, cuidado!
            Neste caso, Jesus deseja que eu e você, sabendo da sua ordem, Ele quer “[...] em nossa casa (coração, família) celebrar a Páscoa (passar por cima, libertar do jugo dos homens, da escravidão do pecado e do Diabo) [...]”, Mt.26.18.
            A ordem de Jesus é ficar “[...] com os seus discípulos (eu e você “[...] todos os dias até à consumação do século”, Mt.28.20)”, Mt.26.18.
            O discípulo [...]
Conclusão:      Obedece.
            “E eles (eu e você o que) fazemos (? Temos interesse pelo serviço prestado a Deus? Acatamos a sua ordem expressa na Bíblia? Obedecemos à sua ordem?) [...]”, Mt.26.19.
            Perceba a diferença ente nós e os “[...] discípulos (que) fizeram como Jesus lhes ordenara [...]”, Mt.26.19; foram obedientes.
            A decisão daqueles “[...] discípulos [...] (foram) e prepararam a Páscoa (passar por cima, libertar do jugo dos homens, da escravidão do pecado e do Diabo)”, Mt.26.19.
            Todos os discípulos, mais que do nunca, precisam querer “[...] a Páscoa (Deus passar por cima de nós para quebrantar, libertar do jugo dos homens, da escravidão do pecado e do Diabo)”, Mt.26.19 para sermos discípulos verdadeiros.



            Rev. Salvador P. Santana

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