sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Gn.19.1-11 - FILHO PROTEGIDO.


FILHO PROTEGIDO
Gn.19.1-11

Introd.:           Geralmente se houve entre as famílias sobre um filho que é mais protegido que outro.
            Na verdade, o filho mais problemático, aquele que se mete em mais confusão, é o mais protegido, o mais cuidado entre todos da família.
            Observando bem, veremos que os filhos protegidos por Deus, em toda a história bíblica, todos ou quase todos se meteram em muitas encrencas, daí, Deus, de uma forma bondosa, cuidou, alimentou, livrou, libertou esse filho.           
Nar.:    Vemos Ló tendo sido cuidado, amparado e livrado pelo anjo do Senhor, quando da destruição de Sodoma e Gomorra.     
Propos.:           Veja no decorrer de toda história de sua vida que Deus sempre tem protegido você.            
Trans.:             Filho protegido [...]
1 – Precisa adorar.
            Ao anoitecer [...]”, Gn.19.1, quando estamos despreocupados com os afazeres diários, é o momento em que podemos nos encontrar, falar, derramar o nosso coração perante Deus.
            Ao anoitecer [...]”, Gn.19.1, podemos meditar sobre tudo quanto Deus fez e fará em nosso favor.
            Ao anoitecer [...]”, Gn.19.1, é dever de cada um reservar um tempo para falar com Deus.
            O texto fala que “[...] vieram os dois anjos [...]”, Gn.19.1, subtende que havia ficado o Senhor em conversa da intercessão de Abraão.
            [...] Os dois anjos (tinham uma grande missão, destruir) [...] Sodoma [...]”, Gn.19.1 devido o pecado dominante na cidade.
            Possível que o sobrinho de Abraão “[...] (atuava como juiz da cidade, mesmo porque) a cuja entrada estava Ló assentado [...]”, Gn.19.1 para dar direção às demandas, corrigir os erros, apontar as direções.
            É bom saber que “[...] Ló (estando em) Sodoma (no meio do pecado) [...]”, Gn.19.1, ele não se misturou, não se entregou às práticas pecaminosas.
            Mas, por outro lado, muitos pais, filhos, homens de negócios sabem dirigir seus negócios, mas esquecem da vida espiritual e se misturam, se aliam, se lambujam aos pecados do grupo a fim de não serem excluídos.
            [...] Ló, quando viu os anjos [...]”, Gn.19.1 não partiu dele próprio ter esse encontro; Ló fora procurado, visitado; o próprio Deus tomou a iniciativa.
            Perceba na atitude de “[...] Ló levantar-se [...]”, Gn.19.1 em sinal de respeito a alguém mais importante.
            Veja que a primeira atitude é de Deus, procurar o homem perdido, mas a segunda atitude é do homem “[...] e, indo Ló ao [...] encontro (dos) dois anjos [...]”, Gn.19.1 para confirmar a escolha eterna.
            Aprenda que no “[...] encontro, Ló prostrou-se (inclinar, adorar), rosto em terra”, Gn.19.1 para reconhecer a autoridade divina.
            Filho protegido [...]
2 – Precisa servir.
            Serve quem é servo.
            Jó se antecipa em sua fala: “E disse (aos anjos com desejos serviçais) [...]”, Gn.19.2.
            O servo não espera a atitude do outro, portanto, seja o primeiro “[...] eis agora (a minha dedicação, o meu oferecimento) [...]”, Gn.19.2.
            Algumas atitudes que confirma a servidão de Ló:
            [...] Meus senhores [...]”, Gn.19.2, ou seja, estou à disposição;
            [...] Vinde para a casa do seu servo [...]”, Gn.19.2, hospitaleiro.
            [...] Pernoitai (em minha) casa [...]”, Gn.19.2, oferece abrigo;
            [...] E lavai os pés [...]”, Gn.19.2, se preocupa com o asseio pessoal;
            [...] Levantai de madrugada e seguireis o seu caminho [...]”, Gn.19.2, busca oferecer descanso adequado.
            Veja que diante da recusa dos anjos ao “[...] responderem eles: Não; passaremos a noite na praça”, Gn.19.2, Ló não se dá por satisfeito em servir pela metade.
            Perceba que na sequência, Ló “insta (pressiona, empurra) muito (com os anjos) [...]”, Gn.19.3, oferecendo o seu serviço voluntário;
            [...] E (os anjos) foram e entraram em casa (de) Ló [...]”, Gn.19.3, aceitando o seu serviço.
            [...] Ló deu-lhes um banquete, fez assar uns pães asmos (sem fermento), e eles comeram”, Gn.19.3, repartindo ainda que seja pouco.
            Filho protegido [...]
3 – Enfrenta oposição.
            Mas [...]”, Gn.19.4, pensamos que por sermos protegidos, não haverá oposição, rejeição.
            Mas, antes que se deitassem [...]”, Gn.19.4, Ló e os anjos, o estopim começa para logo depois dar início a destruição de Sodoma.
            [...] Os homens daquela cidade cercaram a casa [...]”, Gn.19.4, até esse momento tudo bem, podia ser para dar as boas-vindas.
            Mas [...] (pelo contrário, o texto é bem claro:) os homens de Sodoma (ardente homossexualidade) [...]”, Gn.19.4.
            Veja que toda a “[...] cidade (estava corrompida) tanto os moços como os velhos, sim, todo o povo de todos os lados”, Gn.19.4 se aliaram ao pecado homossexual.
            O desejo dos homens perversos não era apenas “[...] chamar por Ló [...]”, Gn.19.5.
            O “[...] dizer (dos sodomitas são repetidos ainda em nossos dias): Onde estão os homens que, à noitinha, entraram em sua casa? [...]”, Gn.19.5.
            A péssima intenção: “[...] Traze-os fora a nós para que abusemos (sexualmente) deles”, Gn.19.5.
            Filho protegido [...]
4 – Pensa que pode resolver a situação que envolve o pecado.
            Talvez em desespero, “saiu-lhes, então, Ló à porta, fechou-a após si”, Gn.19.6, como que, dando proteção a quem não precisa ser protegido, os anjos.
            A tentativa de solucionar um problema espiritual é que Ló “[...] disse [...]”, Gn.19.7 aos perversos pecadores sodomitas algo que não pode ser resolvido humanamente falando.
            [...] Rogar (implorar, suplicar, e principalmente chamá-los de) meus irmãos [...]”, Gn.19.7, é uma afronta diante de Deus.
            Pior ainda é pedir-lhes “[...] que não façam mal (desagradável, ofensivo, perverso)”, Gn.19.7; é impossível sem a transformação espiritual.
            Na tentativa de destruir o pecado, Ló fala que “tem duas filhas, virgens [...]”, Gn.19.8; homossexuais não gostam de mulheres.
            Por este motivo foi em vão dizer que “[...] traria (para fora as filhas); tratando-as como lhes parecesse [...]”, Gn.19.8 em qualquer abuso.
            A boa intenção de Ló era que “[...] porém nada (os sodomitas) fariam a estes homens (anjos) [...]”, Gn.19.8.
            No oriente é comum o hospedeiro “[...] porquanto (quando) se achar (alguém) sob a proteção de seu teto”, Gn.19.8, tem de fato a inviolabilidade do lar.
            Nenhum dos argumentos de Ló foi suficiente.
            Eles (sodomitas), porém (desejavam continuar não apenas com o interesse, mas principalmente praticar a sodomia) [...]”, Gn.19.9.
            Por isso “[...] disseram: Retira-te daí (sai do nosso meio). E acrescentaram: Só ele é estrangeiro (filho protegido por Deus), veio morar entre nós e pretende ser juiz em tudo (que se refere ao pecado)? [...]”, Gn.19.9.
            O desejo sodomita ia além; “[...] a ti, pois, faremos pior do que a eles (além do abuso, morte) [...]”, Gn.19.9.
            A intenção maldita foi “[...] arremessarem-se contra o homem, contra Ló, e se chegaram para arrombar a porta”, Gn.19.9 e cumprir com o intento da maldade.
            Filho protegido [...]
Conclusão:      É socorrido no momento certo.
            A conjunção “porém [...]”, Gn.19.10 fala de todas as tentativas de Ló, da oposição, do desejo de servir e adorar a Deus.
            Caso “[...] os homens (anjos e o próprio Deus não agir todos estaremos metidos em confusão) [...]”, Gn.19.10.
            Porém os homens (anjos e Deus sempre) estende a mão, [...]”, Gn.19.10 para socorrer e abençoar.
            A ação é benéfica; “[...] fizeram entrar Ló e fecharam a porta”, Gn.19.10 para não sofrer danos, não ser atacado, não cair no mesmo pecado.
            E (para dar prosseguimento ao proposto por Deus) feriram de cegueira aos que estavam fora (sodomitas a fim de serem castigados pelo pecado cometido) [...]”, Gn.19.11.
            E (o pior) [...] desde o menor até ao maior (começaram a sentir o início da dor, sofrimento, do castigo), de modo que se cansaram à procura da porta”, Gn.19.11.
            Saiba que somente Jesus Cristo pode libertar eu e você.


            Rev. Salvador P. Santana


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