sábado, 23 de janeiro de 2016

SEJA LOUCO

SEJA LOUCO
            “Sanidade (qualidade de são) é um assunto pelo qual a maioria das pessoas não se interessa. Contudo há um grupo muito interessado nela: as pessoas que foram loucas ou tiveram parentes loucos [...] (talvez seja por este motivo que) não podemos ser felizes o tempo todo. Qualquer um que esteja completamente desperto sabe que a vida é extremamente difícil [...] loucura está na moda? Não [...] as pessoas que a tornaram moda foram responsáveis por duas coisas importantes. Os chamados “loucos” passaram a ser pessoas a ouvirmos, com coisas importantes a dizer – não são apenas gente que assusta. Outra coisa: pessoas que parecem ser normais podem ser mais loucas que os loucos [...]” – psicanalista britânico Adam Phillips – http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs2007200802.htm - 23.01.16.
            Você tem se interessado pela loucura? Considera-se um louco ou tem alguém na família insano? Conforme Phillips existem muitos normais mais loucos que os loucos. Tem notado isso em você? Ou você jura que é mais normal que todos os outros? Será verdade?!
            Para desfazer todas essas dúvidas Paulo certa vez falou aos crentes da cidade de Corinto: “Nós somos loucos por causa de Cristo [...]” (1Co 4.10a). Neste texto o apóstolo apresenta uma ironia contra os supostos e grandes oponentes líderes da época que se sentiam “[...] sábios [...] fortes [...] nobres [...] em Cristo [...]” (1Co 4.10b.
            A ideia que estes homens tinham era que eles não passavam pelas privações, sofrimentos e dificuldades que o antigo fariseu passava. Eles sabiam compartilhar das sabedorias do mundo, desfrutar dos deleites da vida e provar o melhor que o mundo lhes pudesse oferecer, por isso o educado aos pés de Gamaliel falou-lhes: “Nós somos loucos por causa de Cristo [...]” (1Co 4.10ª).
            Paulo não estava muito interessado em ser aceito pelo mundo ou desfrutar de suas glórias, mesmo porque “[...] o mundo passa [...] aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente” (1Jo 2.17).
            A loucura de Paulo se baseava na certeza de ser “[...] obediente a uma revelação [...] (de) expor o evangelho [...] entre os gentios, mas em particular aos que pareciam de maior influência, para que, de algum modo, não corresse ou tivesse corrido em vão” (Gl 2.2).
            Ele era considerado louco por se preocupar demasiadamente com a vida espiritual de seus filhos. Era louco “porque (sempre dizia:) de Deus somos cooperadores; lavoura de Deus, edifício de Deus [...]” (1Co 3.9).
            Muito estranha essa declaração? Não tem nada de estranho. Paulo faz uso das palavras de Jesus quando disse: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações [...]” (Mt 28.19). Paulo como servo de Deus imitou e acatou as palavras do seu Mestre Jesus.
            Por isso não foi à toa o que o apóstolo dos gentios escreveu aos mesmos coríntios incrédulos: “Certamente, a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus” (1Co 1.18).
            Não adianta o homem pensar que vai conhecer o Deus da Bíblia através da sabedoria deste mundo e ser salvo, mas “[...] aprouve (depende de) [...] Deus salvar os que creem pela loucura da pregação” (1Co 1.21).
            Seja louco por Cristo! Estes e outros motivos são a causa de Paulo e de todos os que creem em Jesus Cristo como Senhor e Salvador de suas vidas serem chamados de loucos. Eis o motivo de Adam ter toda a razão ao dizer em entrevista que “[...] não podemos ser felizes o tempo todo [...] pessoas que parecem ser normais podem ser mais loucas que os loucos [...]”.
            Existem muitas pessoas infelizes “[...] porque não conhecem o Pai, nem a Jesus” (Jo 16.3). Outros dizem que “[...] são loucos por causa de Cristo [...]” (1Co 4.10ª), porque “está plenamente certo de que aquele que começou boa obra nele há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus” (Fp 1.6).
Rev. Salvador P. Santana

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

DISCIPLINA, Jd.5-7.

DISCIPLINA
Jd.5-7

Introd.:           A disciplina é necessária para todos os homens.
            Aquele que não é disciplinado cresce como um animal irracional tal “[...] como o cavalo ou a mula, sem entendimento, os quais com freios e cabrestos são dominados; de outra sorte não [...] obedecem”, Sl.32.9. 
            A disciplina não foi inventada pelo homem, ela foi determinada por Deus, mesmo porque, “[...] como um homem disciplina a seu filho, assim nos disciplina o SENHOR, nosso Deus”, Dt.8.5.
            É por este motivo que “Deus repreende e disciplina a quantos ama. Seja, pois, zeloso e arrepende-te”, Ap.3.19.
            Fique sabendo que Deus disciplina qualquer [...]
I – Homem.
            Eu e você, a qualquer momento, podemos ser disciplinados. Fique atento!
            Judas “quer, pois, nos (fazer) lembrar [...]”, Jd.5 preceitos importantes para o nosso crescimento espiritual.
            Judas nos adverte, “[...] embora já estamos cientes de tudo [...]”, Jd.5 que a Bíblia fala abertamente sobre a disciplina, mas muitos de nós não queremos acreditar.
            Quando o texto fala: “[...] Uma vez por todas [...]”, Jd.5, o criador deseja transmitir duas verdades:
            1 – “Um só é Legislador e Juiz, aquele que pode salvar e fazer perecer [...]”, Tg.4.12; e, 2 – Já estamos avisados de que Deus a qualquer momento pode nos disciplinar; então, precisamos estar preparados.
            Eu e você, “[...] que (somente) o Senhor (Deus conhece perfeitamente, sabe quando e por quanto tempo devemos ser disciplinados) [...]”, Jd.5.
            O texto nos mostra “[...] que o Senhor (após) ter libertado um povo (Israel – eu e você – 430 anos, Ex.12.40 – sob disciplina), tirou-o (no tempo de amadurecimento) da terra do Egito (escravidão – nossos pecados) [...]”, Jd.5.
            Veja que a “[...] destruição (ou disciplina dos homens ímpios, incrédulos – egípcios e israelitas, partiu do próprio) Senhor (pelo motivo de eles) [...] não crerem (na Palavra de libertação)”, Jd.5.
            Além dos homens [...]
II – Os anjos também são disciplinados.
            Parece que é uma ação contínua quando lemos no texto de que “[...] o Senhor [...] destruiu [...] os que não creram;”, Jd.5 “e a anjos [...]”, Jd.6.
            Não. A ação não está em ordem cronológica.
            Os homens são disciplinados no decorrer de toda história.
            Quanto a anjos? Bem; na eternidade; “[...] Deus não poupou anjos quando pecaram (na eternidade), antes, precipitando-os no inferno (desde a eternidade), os entregou a abismos de trevas (para toda a eternidade), reservando-os para juízo (quando Cristo voltar)”, 2Pe.2.4.
            O texto declara “[...] que (esses) anjos [...] não guardaram (não atenderam adequadamente, não se guardar, reservar) o seu estado original (que Deus os havia criado) [...]”, Jd.6.
            O que aconteceu foi que “[...] os anjos (neste caso, maus) [...] abandonaram (deixaram para trás, desistiram) o seu próprio domicílio (o céu de onde seriam “[...] enviados para serviço a favor dos que hão de herdar a salvação [...]”, Hb.1.14) [...]”, Jd.6.
            Fique sabendo que esses “[...] anjos [...] o Senhor tem guardado sob trevas (no inferno, chamado de “[...] fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos”, Mt.25.41) [...]”, Jd.6.
            Talvez alguns julgam que haverá misericórdia da parte de Deus, em favor dos “[...] anjos [...] (pelo contrário, eles estão) em algemas (presos em cadeias) eternas (desde “[...] quando pecaram [...] (e foram) precipitados no inferno [...] abismos de trevas [...]”, 2Pe.2.4 e dali jamais sairão) [...]”, Jd.6.
            O final de todos os “[...] anjos (maus está reservado) [...] para o juízo do grande Dia (em que Cristo voltará para “[...] julgar a terra; julgará o mundo com justiça e os povos, consoante a sua fidelidade”, Sl.96.13)”, Jd.6.
            Nenhum escapará.
            A disciplina inclui todas as [...]
III – Nações.
            Quando Deus resolveu disciplinar “[...] Sodoma, e Gomorra, e as cidades circunvizinhas [...]”, Jd.7 Ele nos deixa cinco alertas que, se continuar em sua prática pecaminosa, experimentará o inferno:
            [...] Sodoma (daí sodomitas – homossexuais “ou [...] efeminados [...]”, 1Co.6.9) [...]”, Jd.7 tem se espalhado pelos quatro cantos do mundo.
            [...] Gomorra (maldade nos corações) [...]”, Jd.7 de crentes e não crentes.
            [...] As cidades circunvizinhas (que se aliam a todo tipo de pecado) [...]”, Jd.7.
            Nenhuma nação, nenhum país, nenhuma cidade escapará da disciplina de Deus porque muitos de fora e dentro das igrejas têm “[...] se entregado à prostituição (fornicação, adultério) como aqueles [...]”, Jd.7.
            E o pior é que muitos “[...] seguem após outra carne (natureza sensual e sexy) [...]”, Jd.7 vistos nos meios de comunicação.
            Estes também não escaparão a disciplina preparada por Deus.
            Toda disciplina [...]
Conclusão:      Nos leva a fazer uma reflexão.
            Homens, anjos e nações enfrentarão o julgamento divino.
            É por isso que todos “[...] são postos para exemplo (a fim de que eu e você não caia no mesmo erro) [...]”, Jd.7.
            Caso alguém continuar nas mesmas práticas pecaminosas, no “[...] fogo eterno [...] sofrerá punição”, Jd.7.

           Rev. Salvador P. Santana

domingo, 17 de janeiro de 2016

PERSEVERANÇA E FIDELIDADE

PERSEVERANÇA E FIDELIDADE
            Este mês de janeiro, especialmente estas duas semanas, o povo brasileiro, em especial os que moram no sul e sudeste, tiveram que sair de suas casas bem prevenidos. Alguns se acautelaram e saíram preparados com roupas para o frio; outros, com capas e guardas chuvas e, não dá para acreditar, saíram de barcos a fim de enfrentarem os alagamentos provocados pela falta de saneamento básico das prefeituras.
            Na verdade, uma maioria saiu desprevenida. Não levaram sequer um pedaço de plástico para se cobrir. O que aconteceu com estes? Foram pegos de surpresa. Felicidade para uns, desgraça para outros.
            Os felizardos, como no caso das enchentes no interior paulista, algumas cidades do Paraná e Mato Grosso, que tinham suas casas num ponto mais alto da cidade ou que apenas ouviram falar, mas não moram no setor atingido, não sofreram tanto quanto aqueles que perderam quase tudo dentro de casa. Como dizem os especialistas: a população irá sempre enfrentar problemas como estes.
            Existe uma data predeterminada, não muito distante, em que acontecerá uma grande tragédia. Ela não acontecerá somente aos arredores de um município, de um estado, ou apenas de um país. Esse acontecimento será mundial.
            Conforme o texto do médico e escritor: “Assim como foi nos dias de Noé, será também nos dias do Filho do Homem” (Lc 17.26). Diferentemente dos dias de Noé, nessa nova catástrofe Deus não permitirá que “[...] as águas [...] se tornem em dilúvio para destruir toda carne” (Gn 9.15); “porém o Dia do Senhor chegará como um ladrão. Naquele dia os céus vão desaparecer com um barulho espantoso, e tudo o que há no Universo será queimado. A terra e tudo o que existe nela vão sumir” (2Pe 3.10).
            Anteriormente ao dia predeterminado para este acontecimento você estará prevenido? É preciso que todos saibam que “[...] a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai” (Mt 24.36).
            Devido ninguém saber que dia reservado é esse, é preciso que cada um se “[...] encontre vigilante [...]” (Lc 12.37) mesmo porque, você “[...] não está em trevas, para que esse Dia como ladrão te apanhe de surpresa” (1Ts 5.4) e, caso você seja apanhado, é mais certo que “[...] não haverá perdão” (Lc 12.10).
            É possível que você venha a dizer: Deus é injusto agindo dessa forma, ou seja, pegando todo mundo de surpresa, sem aviso prévio. Não. “[...] Deus não é injusto para ficar esquecido do (seu) [...] trabalho e do amor que evidenciaste para com o seu nome [...]” (Hb 6.10).
            Deus seria injusto caso Ele não julgasse os “[...] transgressores e rebeldes, irreverentes (falta reverência às coisas sagradas) e pecadores, ímpios e profanos (desrespeito), parricidas (assassina o pai) e matricidas (assassina a mãe), homicidas” (1Tm 1.9).
            Nesse caso, Deus não estaria agindo com equidade (que seria favorecer mais um lado que o outro). Ao julgar os injustos, você o consideraria injusto com todos os homens. Mas, conforme a Bíblia, esses alistados e outros tantos “[...] serão lançados no inferno, e todas as nações que se esquecem de Deus” (Sl 9.17).
            Eis o motivo do pedido do rei Davi ao dizer: “[...] Julga-me, SENHOR, segundo a minha retidão e segundo a integridade que há em mim” (Sl 7.8). Esse poeta sabia muito bem que somente Deus é quem pode julgá-lo retamente, por isso do pedido. Assim também deve ser a atitude de cada um que sabe que pertence ao Senhor Jesus.
            Só existe um meio pelo qual o homem não será pego de surpresa na data já predeterminada por Deus: perseverança e fidelidade. “[...] Aquele, porém, que perseverar até ao fim, esse será salvo [...] sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Mt 10.22); (Ap 2.10).

Rev. Salvador P. Santana

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

O DEUS VINGADOR, Na.1.1-15.

O DEUS VINGADOR, Na.1.1-15.

Introd.:           [...] Deus é amor”, 1Jo.4.8.         
            É uma das expressões bíblicas mais conhecidas que expressa a bondade e a misericórdia de Deus sobre a vida do homem.
            Entretanto essa expressão tem sido usada para alimentar uma ideia defeituosa de Deus que tem prejudicado e até ameaçado a vida espiritual de muitas pessoas.
            A visão defeituosa rejeita a mensagem escrita por Naum como não sendo cristã.
            Caracterizar Deus como vingador, cheio de ira e indignação, usadas logo de início por Naum, raramente são vistas nos discursos religiosos.
            Sobre o Deus vingador muitos contestam dizendo que “[...] Deus é amor”, 1Jo.4.8     
            A Bíblia, de Gênesis a Apocalipse afirma acerca da ira e do juízo de Deus – Dilúvio, Torre de Babel, Sodoma e Gomorra.
            Devemos reconhecer que essa ação de Deus na vida do homem precisa ser admirada tanto quanto o seu amor.
            O ensino sobre a ira de Deus serve para o fortalecimento da fé e da esperança cristã.                  
I – O que pensamos sobre o SENHOR?
            Naum faz uma pergunta retórica (pergunta feita sem a necessidade de resposta) para todos nós para indicar o mal que falsos pensamentos acerca de Deus podem fazer.
            É preciso eu e você fazer uma análise sobre o “que pensamos nós contra o SENHOR (sobre a sua bondade e severidade)? [...]”, Na.1.9.
            A resposta de Naum é que “[...] Ele (Deus) mesmo nos consumirá de todo (devido o nosso pecado); não se levantará por duas vezes a angústia (em nosso coração devido a destruição causada por Ele)”, Na.1.9.
            Nínive, a capital da Assíria experimentou a destruição total porque abrigou uma falsa concepção do Senhor.
            O pecado dos Ninivitas foi apontado por Isaías como sendo o motivo “[...] da ira (de) Deus [...] (da) vara (usada como) instrumento do furor (do) Senhor (através) da Assíria [...] [...] contra uma nação ímpia e contra o povo da [...] indignação (de) Deus (que) [...] deu ordens (aos Assírios), para que deles roubassem a presa, e lhes tomasse o despojo, e o ponha para ser pisada aos pés, como a lama das ruas. Porém, (a) Assíria [...] assim não pensou, o seu coração não entendeu assim; antes, intentou consigo mesma destruir e desarraigar não poucas nações”, Is.10.5-7 – destruiu, matou e levou cativa as nações.
            Conforme os nossos atos, temos [...]
            A – Falsos pensamentos sobre Deus.
            Existem muitas maneiras de abrigar conceitos errados a respeito de Deus.
            1 – O mais grave deles é o ateísmo e o agnosticismo.
            Ateísmo vem do grego a, “não”, e theos “Deus”. É a descrença da existência de um deus, Deus ou deuses. Até mesmo a negação de qualquer realidade sobrenatural.
            Agnosticismo vem do grego a, “não”, e ginosko (conhecer). Crença suspensa, ou seja, o indivíduo nem crê, nem deixa de crer. A palavra é usada para aplicá-la a qualquer proposição para a qual não há provas suficientes para ser crida.
            Temo 8% no Brasil – IBGE – de pessoas decepcionadas com a igreja e sobre a concepção de Deus que se dizem ateia ou agnóstica.
            Como sempre existiu pessoas que não acreditam em Deus, o salmista declarou que “o perverso, na sua soberba (que não suporta a ideia de ser uma criatura dependente), não investiga; que não há Deus são todas as suas cogitações”, Sl.10.4.
            O homem tenta estar no posto supremo do universo, então, nega qualquer poder superior.
            Ateus militantes como Richard Dawkins, Fábio Porchat, Camila Pitanga, Danton Melo, Malu Mader, Andréa Beltrão, Juca Kfouri, Antônio Fagundes, Drauzio Varella, Caetano Veloso, Arnaldo Jabor, tentam divulgar de que crer em Deus não somente é irracional e incompatível com o atual estágio do conhecimento humano, é prejudicial para a humanidade.
            O ateísmo e agnosticismo é resultado da perversidade do homem.
            Consciente ou inconsciente, negar a existência de Deus permite ao homem ser o juiz de seus próprios atos.
            Essa pessoa se sente livre para atender aos seus desejos da “[...] natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva (conduta vergonhosa, sensualidade, imoralidade sexual), desejo maligno e a avareza, que é idolatria           , Cl.3.5.
            Davi descreve o ateu e agnóstico como “o (que) diz insensato (sem juízo) no seu coração: Não há Deus [...]”, Sl.14.1.
            Muitos que não atestam ser agnóstica ou ateus, demonstram por meio de seus atos que, não consideram a existência de Deus.
            Pessoas que estão dentro da igreja, com as suas práticas malignas, professam não acreditar em Deus.
            É por este motivo que, “[...] segundo a [...] dureza e coração impenitente (não se arrepende), acumula contra si mesmo ira para o dia da ira e da revelação do justo juízo de Deus”, Rm.2.5.
            2 – Outro falso conceito de Deus é aquele que nega a sua ação na história.
            Neste grupo são incluídos:
            Agnósticos vem do grego a, “não”, e ginosko (conhecer);
            Deístas vem do latim “deus’;
            Panteístas vem do grego “pan”, “tudo”, mais “theos”, “deus”, dando a entender que tudo é Deus.
            O agnóstico diz que não é possível afirmar que Deus existe ou não.
            Ele nega a possibilidade de qualquer conhecimento de Deus e de sua vontade.
            Esse tipo de pensamento é combatido por Moisés quando falou que “[...] este mandamento que [...] nos ordena não é demasiado difícil, nem está longe de nós. Não está nos céus, para dizermos: Quem subirá por nós aos céus, que no-lo traga e no-lo faça ouvir, para que o cumpramos? Nem está além do mar, para dizermos: Quem passará por nós além do mar que no-lo traga e no-lo faça ouvir, para que o cumpramos?”, Dt.30.11-13.
            É por este motivo que precisamos ler a Palavra de Deus, “pois esta palavra está mui perto de nós, na nossa boca e no nosso coração, para a cumprirmos”, Dt.30.14.
            É possível que Pilatos fosse um agnóstico, pois “perguntou (a Jesus): [...] Que é a verdade? [...]”, Jo.18.38, mas não esperou a resposta.
            Dessa forma, o agnóstico justifica sua incredulidade e sua falta de consideração para a Palavra de Deus.
           O deísta defende que Deus criou o mundo e deixou expressa a sua vontade na natureza e no coração do homem.
            Depois disso não se fez mais presente na História, seja por ação ou por revelação.
            Para o deísta a Bíblia não tem autoridade suprema ou divina, mas sendo um escrito humano, tem valor ético ou moral semelhante aos dos demais livros e filosofias religiosos.
            Surge a ideia de que todas as religiões são boas e de que todos os caminhos levam a Deus.
            Seguir a Bíblia é uma decisão pessoal que nada tem a ver com uma exigência divina.
            O panteísmo cresce no imaginário do homem contemporâneo.
            Expressões como “mãe natureza” e “mãe terra” são comuns no meio televisivo.
            Domina roteiro de filmes como “Avatar”.
            Creem na astrologia e na sorte.
            Essa concepção de forças impessoais ou semipessoais tem substituído o ensino bíblico de um Deus pessoal, criador e governador do universo e da História.
            Essas pessoas “[...] renegarem o Soberano Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição”, 2Pe.2.1.
            B – Conceitos bíblicos sobre Deus.
            Antes de anunciar a “sentença contra Nínive [...] Naum [...]”, Na.1.1 fala sobre os atributos do “[...] SENHOR Deus (que) é zeloso e vingador, o SENHOR é vingador e cheio de ira; o SENHOR toma vingança contra os seus adversários e reserva indignação para os seus inimigos”, Na.1.2.
            Precisamos saber que Deus é [...]       
            1 – Paciente, mas justo.
            Naum não nega o amor ou a misericórdia de Deus quando ele fala sobre o juízo.
            A sua declaração é de que “o SENHOR é tardio em irar-se (justiça), mas grande em poder (sobre todos) e jamais inocenta o culpado (dos seus pecados); o SENHOR tem o seu caminho na tormenta e na tempestade (ou seja, Deus sabe de tudo quanto acontece às escondidas), e as nuvens são o pó dos seus pés (que está em todo lugar)”, Na.1.3.
            O texto de Naum é cópia do Pentateuco quando Moisés escreveu dizendo que “[...] o SENHOR [...] Deus (é) compassivo, clemente e longânimo e grande em misericórdia e fidelidade; que guarda a misericórdia em mil gerações, que perdoa a iniquidade, a transgressão e o pecado, (mas, junto a bondade de Deus está a sua justiça com rigor quando Ele) [...] não inocenta o culpado, e visita a iniquidade dos pais nos filhos e nos filhos dos filhos, até à terceira e quarta geração”, Ex.34.6, 7.
          A expressão “[...] tardio em irar-se [...]”, Na.1.3 ensina que a ira de Deus não é um impulso descontrolado.
            Deus trata os homens com “[...] longanimidade (portanto) não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada [...] (Ele) não quer que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento. (Por este motivo Deus nos) dá tempo para [...] se arrepender (muitos homens) [...] não querem arrepender-se da sua prostituição. (Então) eis que (Deus) [...] prostra de cama, bem como em grande tribulação os que [...] não se arrependem das obras (más) [...]”, 2Pe.3.9; Ap.2.21, 22.
            [...] O SENHOR Deus, não tem prazer na morte do perverso, mas em que o perverso se converta do seu caminho e viva [...]”, Ez.33.11.
            A própria Nínive já havia recebido a longanimidade de Deus quando Jonas visitou a cidade.
            Não devemos confundir a paciência de Deus com fraqueza ou injustiça porque “o SENHOR é [...] grande em poder (sobre todos) e jamais inocenta o culpado (dos seus pecados) [...]”, Na.1.3.
            É preciso “[...] notificar aos homens que todos, em toda parte, se arrependam; porquanto estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio de um varão que destinou e acreditou diante de todos, ressuscitando-o dentre os mortos”, At.17.30, 31.
            Aproveite a oportunidade que Deus está dando a você e se arrependa aceitando a Jesus Cristo.
            Temos um Deus que é [...]    
            2 – Todo-poderoso.
            Para ilustrar o poder do Senhor, Naum descreve a maravilhosa manifestação de Deus em termos dos poderes da natureza ao dizer que “o SENHOR é [...] grande em poder [...] o SENHOR tem o seu caminho (controle) na tormenta e na tempestade, e as nuvens são o pó dos seus pés”, Na.1.3 indicando que a natureza obedece ao Seu comando.
            É o próprio “Deus (que) repreende o mar, e o faz secar, e míngua todos os rios; desfalecem (fraco) Basã (distrito leste do Jordão terra fértil) e o Carmelo (montanha ao norte derrete gelo), e a flor do Líbano se murcha”, Na.1.4 com apenas uma palavra do Senhor.
            Precisamos saber que “os montes tremem perante ele (Deus), e os outeiros (montanha menor) se derretem; e a terra se levanta diante dele, sim, o mundo e todos os que nele habitam”, Na.1.5 obedecem ao comando de Deus.
            Sendo assim, então Naum pergunta: “Quem pode suportar a sua indignação (raiva provocada por alguma injustiça)? E quem subsistirá diante do furor da sua ira? A sua cólera se derrama como fogo, e as rochas são por ele demolidas”, Na.1.6 quando Ele deseja se vingar dos seus opositores e daqueles que são seus filhos.
            Na verdade, Deus é como a “[...] inundação transbordante, acabará de uma vez com o lugar desta cidade (perversa); com trevas, perseguirá o SENHOR os seus inimigos”, Na.1.8 para retribuir-lhes conforme as suas obras.
            Tudo isso acontece “porque o nosso Deus é fogo consumidor”, Hb.12.29.
            Quando João viu (Jesus glorificado), caiu a seus pés como morto. Porém Jesus pôs sobre ele a mão direita, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o último”, Ap.1.17.
            Em outra oportunidade, João “[...] viu e ouviu uma [...] grande voz (da águia a gritar): Ai! Ai! Ai dos que moram na terra, por causa das restantes vozes da trombeta dos três anjos que ainda têm de tocar!”, Ap.8.13 e que trará o juízo de Deus.
            É por causa do juízo de Deus que virá o [...]
            3 – Refúgio para o aflito e é perseguidor do inimigo.
            O SENHOR [...]”, Na.1.7 não é um Deus indiferente ou monótono (único som).
            Todos nós temos um “[...] SENHOR (que) é bom, é fortaleza no dia da angústia [...]”, Na.1.7.
            Cada pessoa deve receber o tratamento que lhe é devido.
            Para aqueles “[...] que [...] se refugiam (no) [...] SENHOR (Ele) é bom, é fortaleza no dia da angústia e conhece [...]”, Na.1.7 os seus problemas.
            Mas, (o SENHOR) com inundação (aguaceiro) transbordante (como o dilúvio que ceifou o mundo da época de Noé), acabará de uma vez com o lugar desta cidade (Nínive, ímpios); com trevas (deixa-los cegos), perseguirá o SENHOR os seus inimigos”, Na.1.8 para destruí-los.
            O problema de muitas pessoas é acreditar que Deus é incapaz de executar o juízo adequado a cada pessoa.
            O salmista fala que esses incrédulos “proferem impiedades e falam coisas duras; vangloriam-se os que praticam a iniquidade. Esmagam o [...] povo [...] (do) SENHOR, e oprimem a sua herança. (Eles) matam [...] assassinam. E dizem: O SENHOR não o vê; nem disso faz caso o Deus de Jacó”, Sl.94.4-7.
            No tempo do juízo de Deus, ele “fará chover sobre os perversos brasas de fogo e enxofre, e vento abrasador será a parte do seu cálice”, Sl.11.6. Nenhum escapará.
            É por este motivo que “não (podemos) nos vingar a nós mesmos, amados, mas dai lugar à ira; porque está escrito: A mim me pertence a vingança; eu é que retribuirei, diz o Senhor”, Rm.12.19.
            O Deus vingador é [...]
II – O SENHOR (que) extermina o homem vil.
            Naum mostra que a Assíria está nessa condição de maldade e que deve receber o justo juízo de Deus.
            Registros históricos descrevem a violência e a impiedade com que os Assírios tratavam seus inimigos.
            Deus vinga devido [...]
            A – A culpa de Nínive.
            Naum aponta três formas nas quais a Assíria se fez culpada.
            1 – Maquinação do mal.
            O profeta declara que “de [...] Nínive, saiu um que maquina (Senaqueribe) o mal contra o SENHOR, um conselheiro vil”, Na.1.11 para destruir o povo de Deus.
            O pior é que “Senaqueribe escreveu também cartas, para blasfemar do SENHOR, Deus de Israel, e para falar contra ele, dizendo: Assim como os deuses das nações de outras terras não livraram o seu povo das minhas mãos, assim também o Deus de Ezequias não livrará o seu povo das minhas mãos”, 2Cr.32.17.
            Deus estava atento a essa rebeldia.
            Em todas as épocas há homens vis que usam as suas mentes e recursos para afrontar a Deus e sua Palavra.
            Provérbios adverte os “filhos (de) Deus [...] (:) se os pecadores querem seduzir-te, não o consintas”, Pv.10.
            Um dos grandes problemas do coração humano é a [...]
            2 – Autoconfiança.
            A autoconfiança é uma característica valorizada no mundo.
            Livros de autoajuda são campeões de venda.
            Esses ‘valores’ são contrários ao ensino das Escrituras.
            A Bíblia fala que “enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?”, Jr.17.9.
            Nenhum servo de Deus pode “[...] confiar em príncipes, nem nos filhos dos homens, em quem não há salvação”, Sl.146.3.
            [...] Aos ricos (também) do presente século (são) exortados que não sejam orgulhosos, nem depositem a sua esperança na instabilidade da riqueza, mas em Deus, que tudo nos proporciona ricamente para nosso aprazimento”, 1Tm.6.17.
            A Assíria olhou para si e viu um exército numeroso (185 mil, 2Rs.19.35), com vitórias em inúmeras batalhas, e passou a confiar em si mesma.
            O engano desse povo foi tanto que “[...] o SENHOR (lhes) disse: Por mais seguros que estejam e por mais numerosos que sejam, ainda assim serão exterminados e passarão; eu te afligirei, mas não te afligirei mais (porque estão todos mortos)”, Na.1.12.
            O Senhor extermina o homem que [...]
            3 – Oprime o próximo.
            O terceiro pecado de Nínive era o modo como ela tratava o povo de Deus.
            A sentença de Deus a Assíria era de que, “[...] de sobre [...] Judá, (Deus) quebrou o jugo (dos) Assírios e rompeu os seus laços (de opressão)”, Na.1.13.
            O Senhor é contra todo tipo de opressão contra o próximo.
            Paulo fala “[...] que, nesta matéria, ninguém ofenda nem defraude a seu irmão; porque o Senhor, contra todas estas coisas, como antes nos avisa e testifica claramente, é o vingador”, 1Ts.4.6.
            Deus vinga o opressor em defesa dos oprimidos.
            Ora, sendo assim, “[...] de fato, é justo para com Deus que ele dê em paga tribulação aos que nos atribulam em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus”, 2Ts.1.6, 8.
            Assim como o amor ao próximo caracteriza aquele que foi transformado pelo evangelho, a falta de amor pelo semelhante é a principal marca daquele que será condenado no tribunal de Cristo.
            Eu e você devemos esperar “quando vier o Filho do Homem na sua majestade e todos os anjos com ele, então, se assentará no trono da sua glória; e todas as nações serão reunidas em sua presença, e ele separará uns dos outros, como o pastor separa dos cabritos as ovelhas; e porá as ovelhas à sua direita, mas os cabritos, à esquerda”, Mt.25.31-33.
            De que lado você estará?
            O Deus vingador fala sobre [...]
III – As boas novas da ira de Deus.
            O anúncio do juízo de Deus contra a Assíria soa terrível aos ouvidos da impiedosa nação.
            Mas, para o povo de Deus eram novas de grande alegria e para todos os povos que sofriam debaixo da opressão e da maldade dos assírios.
            A mensagem da condenação do ímpio possui um precioso significado para o povo de Deus.
            A – A condenação do ímpio significa liberdade para o oprimido.
            Dirigindo-se a “[...] Judá, (Deus fala que) quebrou o jugo deles e rompeu os seus laços (de escravidão, sofrimento e aperto do inimigo)”, Na.1.13.
            Essa liberdade do povo oprimido acontece “(porque o SENHOR restaura a glória do (seu povo) [...] porque saqueadores os saquearam e destruíram os seus sarmentos (árvore sem galho))”, Na.2.2.
            Quando “houver sinais no sol, na lua e nas estrelas; sobre a terra, angústia entre as nações em perplexidade por causa do bramido do mar e das ondas [...] (cada um de nós pode) exultar e erguer a nossa cabeça; porque a nossa redenção se aproxima”, Lc.21.25, 28 e ficaremos livres de todos os nossos inimigos.
            Nesse grande dia, quando Cristo voltar para resgatar a sua igreja, “o diabo, o sedutor [...] (será) lançado para dentro do lago de fogo e enxofre, onde já se encontram não só a besta como também o falso profeta; e serão atormentados de dia e de noite, pelos séculos dos séculos. Então, já não haverá noite, nem precisaremos [...] de luz de candeia, nem da luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre nós, e reinaremos pelos séculos dos séculos”, Ap.20.10; 22.5.
            É por este motivo que [...]
            B – A condenação do ímpio significa a liberdade para servir ao Senhor.
            As “[...] boas-novas anunciadas (diz o profeta Naum: Vem) sobre os montes (de Israel) os pés do que anuncia [...] a paz (que havia sido perdido. Portanto, o povo de Deus deve) [...] celebrar as suas festas (de adoração) [...] cumpre os seus votos (de BOI e dízimos), porque o homem vil (Assíria) já não passará por nós; ele é inteiramente exterminado”, Na.1.15.
            Se cada um de nós falar sobre a proteção de Deus, veremos que, os nossos inimigos, no tempo de Deus, não nos incomodam mais.
            Naum declara que: “[...] Ainda que eles se entrelaçam como os espinhos (para nos machucar) e se saturam de vinho como bêbados (para nos perseguir), serão inteiramente consumidos como palha seca”, Na.1.10.
            Só “porque o nosso Deus é fogo consumidor [...] (que destrói os nossos inimigos) por isso, recebemos [...] um reino inabalável, retenhamos a graça, pela qual sirvamos a Deus de modo agradável, com reverência e santo temor”, Hb.12,29, 28.
            Um dia Deus punirá toda injustiça, condenando todo aquele que vive em pecado.
            Deus agirá contra todos os inimigos como fez “[...] contra [...] (a) Assíria, o SENHOR dará ordem que não haja posteridade que leve o seu nome; da casa dos seus deuses exterminará as imagens de escultura e de fundição; fará o seu sepulcro, porque és vil (imprestável, ímpio, desprezível)”, Na.1.14 para viver no céu.
Conclusão:      Todos nós precisamos crer no amor de Deus em nosso favor, mas também devemos acreditar que o Senhor é justo e julgará todos os homens ímpios.
            O próprio Deus nos libertará para servirmos a Ele com total dedicação.
Aplicação:       Recorde situações da sua vida em que você deixou de fazer o que era errado ao se lembrar da justiça de Deus.
            Recorde aquela situação em que você encontrou consolo ao considerar que Deus punirá alguém que estava agindo injustamente.

            Adaptado pelo Rev. Salvador P. Santana para Estudo – Expressão – CCC – Rev. Dario de Araújo Cardoso.

sábado, 9 de janeiro de 2016

AMIGO PERFEITO

AMIGO PERFEITO
            As incertezas do mercado financeiro, as altas dos alimentos, o risco preeminente de que alguma bala perdida possa atingir algum transeunte e policiais militares do estado de São Paulo. São algumas das dificuldades e preocupações encontradas pelo homem e que muitas vezes o tem levado à depressão, a morte súbita, a falta de confiança e a desconfiança de tudo e de todos.
            Afinal, quem pode socorrer o homem quando ele estiver passando por momentos difíceis como esses? Exatamente, um amigo do peito pode muito bem ajudá-lo. Mas, e se ele estiver na mesma situação ou em pior estado que você? E se ele recusar te dar atenção na última hora? Que atitude você tomará? Tente resolver sozinho ou procure outro amigo que há muito você não tem tido contato e sabe que somente ele tem condições de lhe estender a mão.
            A dificuldade pela qual você está passando requer urgência na solução. Não importa se o seu problema é pequeno ou se é de proporções inimagináveis e que para a sua sabedoria ou inteligência é impossível dar uma saída satisfatória.
            Mais que depressa você precisa correr atrás desse seu melhor amigo. Ele nunca irá desprezar uma consulta, uma visita, um pedido de orientação ou para acompanhá-lo e estar junto a você.
            Mas você pode dizer que não há saída para a sua dificuldade. Dizer que não há saída? Estranho?! Não, não tem nada de estranho em dizer que não tem saída. Quem te conhece muito bem sabe o que é melhor para a sua vida, eis o motivo do profeta dizer: “Eu sei, ó SENHOR, que não cabe ao homem determinar o seu caminho, nem ao que caminha o dirigir os seus passos” (Jr 10.23).
            Não adianta você procurar esse amigo perfeito na vizinhança, no meio dos parentes, no seu trabalho, na sua escola. Essa pessoa é Jesus Cristo que “já não (te) [...] chama servo, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tem (o) [...] chamado amigo, porque tudo quanto ouviu de seu Pai [...] tem (lhe) dado a conhecer” (Jo 15.15).
            Seja sincero! Quantas vezes você procurou Jesus e você foi deixado sem nenhuma resposta? Quantos problemas foram pedidos para serem solucionados e a resposta você obteve; seja ela: Sim, não e espere?
            Tenha a certeza: “Porquanto Jesus está contigo, e ninguém ousará fazer-te mal [...]” (At 18.10). É possível você crer nessa palavra.

Rev. Salvador P. Santana

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

SALVAÇÃO, Jd.3, 4.

SALVAÇÃO
Jd.3, 4

Introd.:           A respeito da “[...] nossa salvação (podemos) esperar [...] (completamente no) SENHOR [...]”, Gn.49.18.
            Essa espera pode acontecer porque “vem do SENHOR a salvação dos justos; ele é a nossa fortaleza no dia da tribulação”,  Sl.37.39.
Nar.:    Judas escreve para combater os gnósticos que acreditavam que o espírito não se corrompe com aquilo que é feito através do corpo, tal como o ouro não perde sua essência e pureza se mergulhado na lama.
            A imoralidade não somente era aceita entre os gnósticos, como também era encorajada.
Propos.:           Invista em sua salvação.
Trans.:             A salvação precisa ser alimentada através [...]
1 – Da fé.
            A fé que temos, (devemos) tê-la para nós mesmos perante Deus. (Por isso) bem-aventurado é aquele que não se condena naquilo que aprova”, Rm.14.22.
            O alimento da nossa salvação nasce dentro do nosso coração.
            Devido a fé vir do próprio Deus, somos “amados (por Ele) [...]”, Jd.3.
            Mas, sabemos que a falta de alimento se dá quando muitos não se sentem “amados [...]”, Jd.3 e, por se sentirem rejeitados, não ama o próximo.
            Sentindo ou não rejeitado, cada um de nós deve, não “[...] quando (deseja, mas é deve meu e seu) empregar (com) toda a diligência (dedicação) [...]”, Jd.3 buscar em Deus aumentar a nossa fé que pode alimentar a nossa salvação.
            É por este motivo que Judas resolveu “[...] escrever-nos acerca da nossa comum salvação [...]”, Jd.3 a fim de ser alimentada em cada coração.
            É preciso “[...] que (eu e você) se sinta obrigado a corresponder com (outro irmão não somente a respeito do amor, mas é preciso falar sobre a nossa salvação) [...]”, Jd.3.
            E, a “[...] exortação (que cada um deve oferecer ao outro é tão-somente incentivar o outro) a batalhar (contender, lutar pela salvação) [...]”, Jd.3.
            Mas, essa luta deve ser “[...] diligentemente, pela fé (que alimenta a nossa salvação) [...]”, Jd.3.
            Essa “[...] fé (não é exclusividade do homem, ela) foi entregue uma vez por todas aos santos (escolhidos para ser investida para a nossa salvação)”, Jd.3.
            Precisamos investir na salvação da nossa alma por vários [...]
2 – Motivos.
             A nossa salvação é muito preciosa, então:
            O primeiro motivo é que precisamos ficar precavidos contra “[...] certos indivíduos (que) se introduzem com dissimulação (furtivamente, secretamente) [...]”, Jd.4 para tentar desanimar o nosso desejo pela salvação.
            Os “[...] indivíduos (que) se introduzem [...]”, Jd.4 pode ser até mesmo um dos nossos para tentar desanimar a nossa fé – Deus não atende a oração, não recebi nenhuma bênção, estou desanimado, não consigo fazer leitura bíblica, orar, frequentar a igreja.
            Todo esse desânimo contamina a nossa vida espiritual.
            Mas não se engane, o segundo motivo para investir em nossa salvação é que esses “[...] homens (que muitas vezes estão perto de nós, dentro da igreja são) ímpios (destituído de temor reverente a Deus, que condena a Deus e que trazem pessimismo aos nossos corações) [...]”, Jd.4.
            E o pior desses homens é “[...] que (o terceiro motivo da nossa investida na salvação é que eles) transformam em libertinagem (conduta vergonhosa, como sensualidade, imoralidade sexual, libertinagem, luxúria) a graça de nosso Deus [...]”, Jd.4.
            Na verdade, muitas pessoas dentro de nossas igrejas dizem e agem como os gnósticos: Pode abusar do corpo que não faz nenhum mal a alma; grande engano!
            O principal motivo para eu e você investir em nossa salvação é que [...]
Conclusão:      Os ímpios serão condenados.
            Ora, se eu e você somos salvos, então não podemos fazer parte desses condenados.
            Esses “[...] ímpios (destituído de temor reverente a Deus, que condena a Deus e que trazem pessimismo aos nossos corações) [...] desde muito, foram antecipadamente pronunciados para esta condenação [...]”, Jd.4 eterna.
            A “[...] condenação (é pelo simples motivo de eles) negarem o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo”, Jd.4.
            Resta saber se cada um de nós está investindo na salvação da nossa alma.

            Rev. Salvador P. Santana

sábado, 2 de janeiro de 2016

PEDIR SOCORRO

PEDIR SOCORRO
            “O grande problema do Brasil, atualmente é a falta de confiança, em todas as esferas e instâncias. Do empresário que tem receio de investir no país ao consumidor que poupa o 13º salário em vez de gastá-lo em presentes de Natal [...] outra reprovação vem do modo como os brasileiros gastam seu dinheiro. Os índices de confiança do consumidor [...] se encontra em patamares historicamente baixos [...] os indicadores          que mostram a inflação bater nos dois dígitos e o desemprego em crescimento refletem uma realidade dramática [...]” – Época – Pela volta da confiança, Ed. Esp. quinz. – Nossa opinião, 29/12/15, n. 916, p. 34.  
            Olhando para o ano que se passou você pode fazer uma autoanálise de tudo quanto fora feito em sua vida e isto inclui saúde, educação, vida financeira, conjugal, familiar e profissional. Muitas delas você não gostaria que se repetissem neste ano de 2016.
            Alguns eventos você deseja que se repitam, mas em condições melhores, e o mais importante, não deseja necessitar de ajuda nem de parente, nem de amigo ou qualquer outra pessoa. Você está certo?
            Ao afirmar que não precisa de ninguém, inconscientemente, está dizendo que você cuida de si mesmo, e que, portanto, não tem que dar satisfação a quem quer que seja. Repense esse seu conceito!          
            Seja sincero: Não precisa falar para ninguém. Basta apenas fazer uma retrospectiva em sua mente e buscar saber qual foi o momento em sua vida que você conseguiu fazer isso ou aquilo com a sua própria força e que você se acha o tal e o melhor deste mundo. Caia na real. Não se iluda!
            Todas as suas realizações, a mínima ou a máxima que ê tenha conseguido, não foi com a sua própria força. Sempre existirá um que está por trás de todas as suas realizações. E essa pessoa que comanda, foi o responsável de mais um ano ter sido vencido por você.
            É claro, só é possível obter essa vitória com a ajuda, o apoio e a orientação d’Aquele que deixou registrado: “Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel” (Is 41.10).
            Assim, como as grandes instituições financeiras precisaram recorrer as grandes operações de resgate e as economias de mercado buscaram socorro junto às instituições financeiras maiores, também o homem pecador precisa buscar ajuda urgente e constante.
            Ora, se o texto bíblico fala que “[...] Deus [...] te ajuda [...]” (Is 41.10) se torna impossível o homem viver neste mundo sem pedir socorro diário àquele que é poderoso para “[...] te ajudar, e te sustentar [...]” (Is 41.10). Esta ação de Deus é sinal de que Ele jamais irá deixá-lo na sozinho, “[...] porque ele tem dito: De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei” (Hb 13.5).
            Você notou como Isaías fornece um amparo legal para viver em meio às lutas? O texto é muito claro ao declarar: “Não temas [...]” (Is 41.10). Ainda que o momento da economia brasileira não seja dos melhores, ainda que a palavra crise tenha sido escrita em todos os jornais e revistas, ainda que as perspectivas para o ano em curso sejam as piores alistadas pelos economistas, a ênfase do texto é: “[...] Eu sou contigo [...]” (Is 41.10).
            É possível que as incertezas do emprego, da casa própria, de uma saúde melhor ou de um futuro mais sossegado venha te assustar. A resposta bíblica é: “[...] Não te assombres [...]” (Is 41.10). O motivo principal para não ficar nessa incerteza é único: “[...] Porque eu sou o teu Deus [...]” (Is 41.10).
            Esta afirmação bíblica é das mais impactantes de todas, mesmo porque, ela se torna, quando lida, uma declaração de fé no único Senhor da vida, o próprio Deus. É por causa do senhorio de Deus sobre a vida do homem pecador que Ele mesmo pode declarar: “[...] Eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel” (Is 41.10).
            Querido leitor! Se por um acaso no ano de 2015 você tentou levar a vida de qualquer maneira sem pedir ajuda a quem pode te socorrer, é bom reprogramar os seus conceitos. Em Jesus você pode ter a certeza de que a mão protetora d’Ele em momento algum neste ano de 2016 deixará de dirigir ainda que seja a mínima ação em sua vida.
            Busque-O com todo o seu coração e verás que este ano será de fato bem melhor para você e sua família, ainda que possa haver turbulências financeiras ou coisa parecida.
            Deus o abençoe! 
Rev. Salvador P. Santana