sábado, 6 de abril de 2019

Mt.27.33-44 - JESUS FOI CRUCIFICADO.


JESUS FOI CRUCIFICADO
Mt.27.33-44

Introd.:           A crucificação é um dos atos mais cruéis de todos os tempos.
            Jesus não foi o primeiro a experimentar essa crueldade.
            Acredita que a prática tenha sido criada na Pérsia e logo depois exportada para a Roma antiga.
            A vítima era pregada em uma viga transversal de madeira, de braços abertos, de modo que sobrecarregava a musculatura abdominal, impedindo de respirar, morria por asfixia.
Propos.:           Jesus foi crucificado em meu lugar.  
Trans.:             Crucificaram Jesus [...]
1 – No Gólgota.
            Os passos até a crucificação foram com o intuito de cansar, maltratar, menosprezar a Pessoa e a Obra de Jesus Cristo, o nosso Senhor.
            E [...] (o) Gólgota, que significa Lugar da Caveira”, Mt.27.33, nem eu e nem você consegue suportar porque é lugar certo para a morte.
            Mas Jesus, quando “[...] chegou a (esse) lugar chamado Gólgota [...]”, Mt.27.33, suportou o desespero, a angústia pelo qual passou em meu lugar.
            O “[...] lugar da Caveira (estava reservado para Àquele que tem poder de salvar e cumprir com a ordem do Pai em favor do seu povo, portanto, nem eu e nem você podia suportar nem mesmo esse local)”, Mt.27.33.
            No “[...] lugar chamado Gólgota [...] Caveira (morte que não suportamos)”, Mt.27.33, os guardas, nossos representantes, “deram a beber (a) Jesus vinho (azedo para atordoar, misturado) com fel (bílis, amargo com o desejo de produzir efeito narcótico para diminuir o sofrimento do soldado ferido, o nosso Salvador) [...]”, Mt.27.34.
            Perceba que a conjunção aditiva “[...] mas (é enfática por parte de) Jesus (em relação a sua missão neste mundo para salvar) [...]”, Mt.27.34.
            A recusa de “[...] Jesus (ao) provar (o) vinho (que estonteia a fim de ficar fora de si – drogas lícitas e ilícitas) com fel (mudar o gosto do péssimo vinho – cerveja sem álcool), não o quis beber (a fim de cumprir com a sua missão de resgatar o homem perdido – testemunho)”, Mt.27.34.
            É no “[...] lugar chamado Gólgota [...] lugar da Caveira (morte que o inimigo tenta nos derrubar, ludibriar)”, Mt.27.33.
            Veja que a conjunção aditiva “depois (aponta para mais horrores que serão aplicados a Jesus – vencidos pelo pecado, somos deixados para o escárnio, zombaria, desprezo dos supostos amigos) [...]”, Mt.27.35.
            Depois de o crucificarem (a mais horrenda morte – vícios diversos que experimentamos, caímos em erros e desgraça até o enfraquecimento ou a morte espiritual) [...]”, Mt.27.35.
            Esses nossos supostos amigos, zombadores, “[...] repartiram entre si as vestes (de) Jesus (como que tirando a sua dignidade, honra, moral – agem desta mesma forma com cada um de nós) [...]”, Mt.27.35.
            E, no final da tragédia, muitos dos nossos supostos amigos “[...] tiram a sorte (a fim de saber do nosso fim, da desgraça em que podemos cair)”, Mt.27.35.
            E, (continuando com o desprezo, ficam) assentados ali (com o desejo de ver o nosso fim, a tragédia com a desculpa de), o guardar (não das intempéries da vida, mas somente contemplar a infelicidade)”, Mt.27.36.
            No “[...] Gólgota [...] Lugar da Caveira (morte)”, Mt.27.33, “por cima da cabeça (de) Jesus (pela providência divina, assim como em cada um de nós, somos marcados neste mundo) [...]”, Mt.27.37.
            [...] Puseram escrita a sua acusação (sobre mim e você – filhos e servos de Deus) [...]”, Mt.27.37.
            A “[...] acusação (sobre Jesus fora perfeita e divina e, também sobre nós deve vir da parte de Deus – pais e filhos exemplares) [...]”, Mt.27.37.
            [...] ESTE É JESUS (o meu Salvador), O REI (meu comandante, dono) DOS JUDEUS (povo escolhido – eu e você) [...]”, Mt.27.37.
            INRI – acrônimo da frase em latim – Iesus Rex Iudaeorum – Jesus Nazareno Rei dos Judeus.
            Jesus foi crucificado e [...]
2 – Blasfemado.
            [...] Blasfêmia (conversa abusiva contra Deus, calúnia, difamação, abusar com as palavras, divertir, ser mal falado) [...]”, Mt.27.39.
            Os que iam passando (pode ser eu e você na qualidade de adorador, servo e que, em momentos junto aos amigos, somos levados à rebeldia) [...]”, Mt.27.39.
            Perceba que contra “[...] Jesus, meneavam a cabeça (em forma de reprimenda, desprezo, rebeldia) [...]”, Mt.27.39.
            E o pior é que, além dos gestos, expressavam com palavras “[...] dizendo: Ó tu que destróis o santuário (não espiritual, o coração, para os judeus, mas o físico, o templo) [...]”, Mt.27.39, 40.
            Mas todos nós sabemos que “[...] o santuário (o coração, pode ser reconstruído, regenerado, transformado por Deus – abra o seu coração) [...]”, Mt.27.40.
            Em meio aos insultos, eu e você cremos que “[...] em três dias Jesus reedificou (a si mesmo?) [...]”, Mt.27.40.
            Acreditamos que “[...] o (meu) santuário (pode ser) [...] reedificado (para o louvor de Deus) [...]”, Mt.27.40.
            Cremos que Jesus pôde “[...] salvar a si mesmo (e a mim também?) [...]”, Mt.27.40.
            Acredito que Jesus “[...] é (o verdadeiro) Filho de Deus (?) [...]”, Mt.27.40.
            Tenho a plena confiança de que Jesus “[...] desceu da cruz (e é poderoso para cuidar de mim?) [...]”, Mt.27.40.
            Presta atenção porque, “de igual modo, (ali estavam os nossos representantes espiritualmente, os quais não posso imitar) [...]”, Mt.27.41.
            O falar injurioso contra Jesus estava dentro do coração dos “[...] principais sacerdotes (eu e você – entrar no Santo dos santos) [...]”, Mt.27.41.
            [...] Com os escribas (intérpretes da lei) e anciãos (líderes), escarneceram [...]”, Mt.27.41.
            Todos eles e muitos em nossos dias “[...] diziam (com falta de sinceridade): Salvou os outros (zombando), a si mesmo não pode salvar-se (desconhecem o poder de Jesus) [...]”, Mt.27.41, 42.
            Em seguida, ainda com a zombaria, eles acertaram: “[...] É rei de Israel (que comanda hoje e sempre)! [...]”, Mt.27.41, 42.
            Mas, logo caem em desgraça insultando Jesus para “[...] descer da cruz (não esperaram para contemplar a ressurreição) [...]”, Mt.27.41, 42.
            [...] E (com desdém dizem:) creremos (em) Jesus (se acontecer algum milagre)”, Mt.27.41, 42.
            Veja que, se caso eu e você somos exemplos de perversidade, ingratidão diante de Deus, saiba que, “e os mesmos impropérios (reprovar, maltratar, insultar, outros) [...] também os ladrões dirão (a Jesus por minha culpa) [...]”, Mt.27.44.
            Não seja como os “[...] ladrões que haviam sido crucificados com Jesus”, Mt.27.44.
            No lugar da blasfêmia eu e você precisamos “confiar em Deus [...]”, Mt.27.43.
            Devemos reconhecer que “[...] Deus (ainda pode) vir (nos) livrar agora (de qualquer mal) [...]”, Mt.27.43.
            É preciso reconhecer que “[...] de fato, Deus nos quer bem (fazendo o melhor por nós) [...]”, Mt.27.43.
            O deixar a blasfêmia deve acontecer “[...] porque dizemos: Somos (f) Filhos de Deus”, Mt.27.43.
            Crucificaram Jesus [...]
Conclusão:      Entre dois ladrões.
            A ênfase do texto é que “[...] foram crucificados com Jesus (mas não há garantia de salvação por ser um espetáculo de horror) [...]”, Mt.27.38.
            E [...] (esses) dois ladrões (não pode ser nem eu e nem você acusados de tentar enganar Deus nos dízimos e nas ofertas) [...]”, Mt.27.38.
            [...] Um à sua direita, e outro à sua esquerda (não indica posição privilegiada, mesmo porque, o Pai escolhe, regenera, aplica a fé e nos faz perseverar até o fim por causa da crucificação de Jesus em meu lugar)”, Mt.27.38.


            Rev. Salvador P. Santana

sexta-feira, 5 de abril de 2019

APARENTE DEFEITO.

APARENTE DEFEITO
            Quando se fala a respeito de cabelo, unha e maquiagem, especialmente as mulheres buscam as últimas modas para, se possível estarem parecidas com as mulheres da alta sociedade.
            Tanto homem como mulheres procuram transplante capilar, rejuvenescimento da pele, face, lipoaspiração, contorno corporal, correção de cicatriz, redução de mama, reconstrução mamária a fim de que possam ter uma autoestima melhor.
            Ao mencionar o mundo fitness, muitas atrizes, atores de renome com seus corpos modelados, tem incentivado jovens e adultos a buscarem o máximo de empenho nas academias para mostrar aos parentes e amigos que estão malhando.
            Em muitos desses casos podem surgir sérias complicações, como cirurgias não bem sucedidas, e a necessidade de buscar outro profissional para reparar o erro; maquiagem que pode causar irritação na pele; anabolizantes que prometem músculos, mas que na verdade trazem prejuízo ao físico, a mente e à vida amorosa.
            De fato, muitos jovens estão insatisfeitos com a aparência “[...] porque lhes falta o conhecimento [...]” (Os 4.6).
            Perceba que esse desejo por mais beleza corporal não traz nenhum benefício, nem mesmo para o homem de Deus. Na realidade é apenas a imitação de alguém da TV, da revista, que, depois de toda maquiada, retocada, penteada, de ter passado por alguma cirurgia de reparação, a sua aparência se torna mais bonita, mais atraente, mas, ao retirar todo a aparato de beleza, volta ao natural, parecida com os demais de sua época.
            Para fazer uma prova basta ir ao salão de beleza, comprar uma roupa elegante, usar joias caras, fazer academia com muito esforço e pronto, ele ou ela ficará igual ou mais belo do que as celebridades da revista ou da TV.
            Outra preocupação e grande interesse de ser igual, de muitos jovens, que estão de fora das telinhas, são com os corpos esbeltos, sem rugas e sem gorduras. Imaginam eles que se aderirem a alguma dieta ou se esforçarem ao máximo nas academias, terão condições de serem belos.
            Dizem os especialistas que todas as dietas têm, praticamente, os mesmos benefícios ou objetivos. É como um efeito sanfona; engorda e emagrece e isso, sucessivamente até ao ponto em que o corpo não saberá mais a quem obedecer os comandos.
            Verdade é que muitos desistem no meio do caminho. Não são persistentes em dietas, treinos e então, voltam a ganhar peso, não se acham bonitos como aqueles vistos nas revistas ou novelas e, por não se sentirem bem, voltam à estaca zero, ou seja, não buscam mudança por conta própria pois se espelham em outros, se moldam naqueles que são vistos na mídia.
            O servo de Deus precisa olhar para muito mais além da beleza física. Isto não quer dizer que esse homem deva andar relaxado, sujo, feio, despenteado, sem cuidar do corpo físico, do vestuário. É preciso que tanto o homem quanto a mulher façam de tudo para ter uma aparência melhor, mas se esforçando ao máximo para “[...], evitar os falatórios inúteis e profanos [...]” (1Tm 6.20) contra a sua pessoa, o seu caráter e, principalmente, contra a sua beleza interior e exterior ou a falta dela.
            Não se iluda pensando que fazendo uma plástica ou várias dietas apresentadas com a promessa de emagrecimento ou ganho de saúde, irá retardar o seu envelhecimento.
            O que pode acontecer é você, por algum tempo, ficar um pouco mais rejuvenescido, mas logo depois volta à mesma condição ou pior, porque você já terá envelhecido um pouco mais, e “[...] por que prolongar a vida, se o seu fim é certo?” (Jó 6.11).
            Fique sabendo que “os meus dias são mais velozes do que a lançadeira do tecelão e se findam sem esperança” (Jó 7.6), portanto, “não seja o adorno [...] o que é exterior, como frisado de cabelos, adereços de ouro, aparato de vestuário (o principal em sua vida); seja, porém, o homem interior do coração, unido ao incorruptível trajo de um espírito manso e tranquilo, que é de grande valor diante de Deus” (1Pe 3.3, 4).
            Que a sua aparência não interfira no seu bom relacionamento com Jesus Cristo, o seu Deus e o seu criador. Aceite o seu aparente defeito como “[...] obra (do) SENHOR (pois todo o seu corpo foi) feito [...] com sabedoria [...]” (Sl 104.24).

                Rev. Salvador P. Santana    

quinta-feira, 28 de março de 2019

OLHE PARA FRENTE.

OLHE PARA FRENTE
            O automóvel foi uma das invenções mais bem sucedidas para facilitar a vida do homem. É evidente que o primeiro automóvel não fora inventado em 1771 (Fardier – três rodas, movido a vapor), pelo contrário, esse modelo descende do veículo hipomóvel (veículo puxado a cavalo) que desde os primórdios quando “os carros passavam furiosamente pelas ruas e se cruzavam velozmente pelas praças; parecendo tochas, correndo como relâmpago” (Na 2.4 – 663-612 a.C.).
            O modelo mais antigo provavelmente seja aquele usado por José do Egito, quando Faraó “[...] fê-lo subir ao seu segundo carro, e clamavam diante dele: Inclinai-vos! Desse modo, o constituiu sobre toda a terra do Egito” (Gn 41.43).
            Hoje, os modelos são bem mais sofisticados, e duas peças que chamam atenção são: Retrovisores e para-brisas.
            Com os retrovisores, você olha para trás, para as coisas que ficaram, como o verso das placas de sinalização, essas já não têm mais utilidades, não existe nenhuma sinalização nelas. Os carros vagarosos, desaparecem a cada quilômetro rodado. Os pedestres ficam minúsculos conforme a distância. As plantações perdem seu brilho, o seu encanto.
            Tudo isso acontece porque o retrovisor não foi feito para ver nitidamente. Ele é de curta visão, pequeno, e conforme o modelo, tem diferença entre retrovisor interno e externo, direito e esquerdo, nítido ou opaco, enfim tudo quanto fica para trás desaparece rapidamente.
            Paulo, escrevendo aos filipenses, fala que é preciso “[...] esquecer das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão” (Fp 3.13). Neste aspecto, faz bem que todos, sem exceção, esqueçam os prazeres passados, as dores sofridas, as amarguras da vida, o sonho desfeito, o amor perdido, as farras, os golpes dados e sofridos, a perda de caráter.
            “Sim, (é) dever considerar tudo como perda, por causa da sublimidade (maior valor) do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; por amor do qual perde-se todas as coisas e as considera como refugo, para ganhar a Cristo” (Fp 3.8).
            Tudo o que já passou no decurso da vida fica mais distante e apagado, em especial as coisas más, porque as boas obras devem ser “pensadas (e) [...] trazidas à lembrança os anos de passados tempos” (Sl 77.5) como uma forma de agradecer ao “[...] SENHOR [...] as maravilhas que tens operado e também os teus desígnios para conosco [...]” (Sl 40.5).
            Agora, veja bem, o para-brisa é amplo, tem maior visibilidade, e melhor cuidado quanto a limpeza; limpo por dentro e por fora. Tudo isso tem um único objetivo: estar atento ao que pode vir pela frente para que se faça o desvio ou pare bruscamente.
            É através do para-brisa que você percebe a diferença que existe entre um menor, retrovisor, e um maior, o para-brisa.
            Através do para-brisa, olhando para frente, as coisas avançam, crescem, ficam mais vivas, as placas de sinalização têm sentido, os verdes das matas ficam mais verdes, as pessoas, ainda que vistas de costas, tem sentido. 
            Comparando com a vida espiritual do cristão, Deus o fez para olhar para frente, “[...] para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp 3.14).
            É preciso que o servo de Deus aprenda a “olhar firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus [...]” (Hb 12.2), “[...] avançar para as (coisas) que diante de mim estão” (Fp 3.13).
            É impossível nesta caminhada levar uma vida olhando para trás, para as derrotas, desgraças, retroceder, desistir das coisas com muita facilidade. Sim, porque todo aquele “[...] que, tendo posto a mão no arado, (se) olhar para trás (não) é apto para o reino de Deus” (Lc 9.62).
            É bem verdade que o homem nunca pode ser comparado a um automóvel, mas todos sabem que Deus jamais deseja homens que fiquem a olhar para trás, vendo que tudo quanto passou na vida foi desperdiçado, pelo contrário, Deus procura homens que ao olhar para frente enxerguem as maravilhas e as bênçãos que poderão vir sobre a sua própria vida e de seus familiares.            
Rev. Salvador P. Santana

sábado, 23 de março de 2019

Mt.27.32 - ME OBRIGARAM.


ME OBRIGARAM

Mt.27.32

Introd.:           Todos nós somos obrigados à alguma situação na vida.
            Somos obrigados a estudar, trabalhar, comprar alimento, pagar impostos, cuidar da família, cuidar dos afazeres domésticos.
            Não somos obrigados a servir a Jesus.
Propos.:           Precisamos verificar até que ponto somos influenciados pelo outro para sermos obrigados a fazer alguma coisa.
Trans.:             Me obrigaram [...]
1 – A ser outro.
            “Ao sair (da sua casa em direção à igreja, qual é a sua atitude em relação a seu cônjuge/filho/parente/amigo?) obriga-o (a vir junto com você?) [...]”, Mt.27.32.
            Nenhum pode nos obrigar o outro a fazer algo que não desejo.
            “Ao sair (para adorar a Deus, deve ser espontâneo, sincero, dedicado) [...]”, Mt.27.32.
            “Ao sair (para a igreja você deve se preocupar com a sua própria vida espiritual) [...]”, Mt.27.32.
            O outro “ao (desejar) sair (para a igreja ele deve se preocupar com a sua própria vida espiritual) [...]”, Mt.27.32.
            Perceba que os guardas “[...] saíram (mas não para dedicar-se a Jesus) [...]”, Mt.27.32.
            Os guardas “[...] saíram (para cumprir uma ordem de Pilatos; a crucificação) [...]”, Mt.27.32.
            Os guardas “[...] saíram (com o intuito de humilhar Jesus e não para adorar) [...]”, Mt.27.32.
            Veja que muitos de nós desejamos “[...] encontrar um cireneu (Líbia, a fim de forçá-lo a atuar em nosso lugar ou agir como um adorador, um servo de Deus) [...]”, Mt.27.32.
            É impossível o outro fazer o que você deseja, mesmo porque, é Deus quem “[...] nos escolhe (em) Jesus antes da fundação do mundo [...]”, Ef.1.4.
            O “[...] chamado Simão (pode ser um que eu queira cônjuge/filho/vizinho que seja) obrigado (a servir a Deus) [...]”, Mt.27.32.
            “Ao sair (para o local de adoração, saia você mesmo, sozinho, sem querer impor, decidir pelo outro, você é responsável por você mesmo espiritualmente) [...]”, Mt.27.32.
             Me obrigaram [...]
2 – [...] A carregar a cruz”, Mt.27.32.
            Jesus em outra Escritura declara que o servo de Deus precisa abandonar o desejo natural de buscar conforto, fama ou poder, daí, Ele nos convida: “[...] vinde após mim [...]”, Mt.16.24.
            É necessário renunciar hábitos e maus costumes a ponto de “[...] a si mesmo se negar [...]”, Mt.16.24.
            O “[...] tomar a sua cruz [...]”, Mt.16.24, no grego fala de levantar a cruz para que todos vejam.
            O condenado levava publicamente nas costas a própria cruz, a viga transversal, até o lugar da execução.
            “[...] Tome a sua cruz [...]”, Mt.16.24 sobre os ombros e seja sincero, sem medo, sem vergonha, sem fingimento, com ousadia.
            Mas o texto básico não trata a respeito de, voluntariamente, impulsionado por Deus, seguir a Cristo.
            O texto fala sobre outro me “[...] obrigar a (fazer aquilo que não desejo) [...]”, Mt.27.32.
            Perceba que muitos dos nossos são “[...] obrigados a (vir para a igreja – casais/filhos/amigos com interesses diversos) [...]”, Mt.27.32.
            Outros são “[...] obrigados (PF, batizar, fazer parte do conjunto devido a cobrança insistente dos pais/filhos/amigos) [...]”, Mt.27.32.
            Nota-se nestes dias homens são “[...] obrigados (devido a posição de status a frequentar a igreja dos atores, jogadores, políticos, youtubers) [...]”, Mt.27.32.
            A pergunta é se você está sendo “[...] obrigado a carregar a cruz (como se fosse sua)”, Mt.27.32.
            Todos aqueles que são “[...] obrigados a carregarem a cruz (não podem ser instigados por homens, mas pelo Pai celeste, esse “[...] permanece em Jesus, e Jesus, nele, esse dá muito fruto; porque sem Jesus nada pode fazer”, Jo.15.5)”, Mt.27.32.
            Sendo servo de Deus, “ao [...] carregar a cruz (os outros precisam ver a quem você serve, a quem você obedece, Jesus Cristo, o nosso Senhor)”, Mt.27.32.
            Deixa de ser “[...] obrigado (pelos homens para) carregar a cruz (de Cristo)”, Mt.27.32.
            Seja você mesmo e não outro o único que pode “[...] obrigar (você) a carregar a cruz (como um troféu de vitória para a salvação)”, Mt.27.32.
            “[...] A cruz (não pode ser) carregada (para satisfazer aos outros) [...]”, Mt.27.32.
            “[...] A cruz (deve ser) carregada (com o propósito de glorificar o nome de Jesus Cristo) [...]”, Mt.27.32.
            “[...] A cruz (que você) carrega (deve ser o símbolo da sua lealdade a Cristo Jesus) [...]”, Mt.27.32.
            A obrigação [...]
Conclusão:      Recai sobre mim.
            Algumas sugestões:
            “Ao sair (para servir a Deus) [...]”, Mt.27.32, que seja você mesmo e não outro em seu lugar;
            Peça a Deus para você “[...] encontrar (o seu eu, a sua lealdade, a sua fidelidade, a sua servidão a Cristo) [...]”, Mt.27.32;
            Tenha o desejo de apenas orar por aqueles que moram em “[...] cireneu (Líbia, a sua cidade, a sua casa, os seus vizinhos) [...]”, Mt.27.32;
            Seja você mesmo e não tenta buscar o “[...] chamado Simão (pode ser que ele não queira servir a Deus. Servir é pessoal e intransferível essa dádiva celeste) [...]”, Mt.27.32;
            A única pessoa “[...] a quem (você deve) obrigar (a sair de casa para vir a igreja é você) [...]”, Mt.27.32;
            O único que deve e tem condições de “[...] carregar a cruz (é você)”, Mt.27.32, portanto, não deixa ninguém obrigar você a servir a Cristo.


            Rev. Salvador P. Santana

sexta-feira, 22 de março de 2019

AMBIENTE LIMPO.

AMBIENTE LIMPO
            “Baleia é encontrada morta nas Filipinas com 40 kg de plástico no estômago. É a maior quantidade de plástico que já vimos', diz museu que resgatou animal” - https://f5.folha.uol.com.br/bichos/2019/03/baleia-morta-nas-filipinas-tinha-40-kg-de-plastico-no-estomago.shtml.
            O derramar do lixo está virando prática comum entre todos. Já não se “[...] faz (mais) diferença entre o santo e o profano e entre o imundo e o limpo” (Lv 10.10). Tudo está se igualando e se tornando comum entre um e outro.
            Muitos caminhões de lixo estão circulando em todos os segmentos da sociedade. Também já não se faz mais separação entre uma sociedade civil, religiosa ou governamental que não esteja com suas caçambas abarrotadas de lixo. Todas elas, sem distinção, reconhecem e jogam o lixo contaminado no lugar em que achar mais conveniente.
            Verdade é que nenhuma delas se preocupa em sujar a si mesma ou o meio em que vivem. Chegou ao ponto máximo de “[...] cada um fazer o que achar mais reto” (Jz 21.25), e, com quem acha que merece e a hora em que bem entende à luz do dia “[...] praticam (todo tipo de) males” (1Pe 3.12).
            Como se não bastasse o lixo que contamina o meio ambiente, há uma sujeira muito maior e que está dentro de cada coração. Sim, essa sujeira contamina completamente a si mesmo e aos outros que estão por perto. Esse lixo se encontra alojado, enraizado em todos os homens, isto “porque (é) de dentro, do coração dos homens, é que procedem os maus desígnios, a prostituição, os furtos, os homicídios, os adultérios” (Mc 7.21). O pior é que esse lixo “[...] contamina o corpo inteiro, e [...] (pode) por em chamas toda a carreira da existência humana [...]” (Tg 3.6).
            Urgente! É preciso que comece uma cadeia de não proliferação da sujeira entre as partes. Um sozinho, sem a ajuda de terceiros, necessita começar a fazer limpeza completa ao seu redor e dos demais que cooperam para a imundícia de si mesmo e daqueles que o rodeiam. Necessário fazer a opção por não “[...] querer demandar (por qualquer motivo) com (este ou aquele para) [...] tirar-lhe a túnica [...] (e até mesmo) a capa” (Mt 5.40).
            Não se pode deixar para amanhã o acúmulo de resíduos, ainda que sejam os menores, não vistos a olho nu. Estes, ainda que imperceptíveis, causam sujidade igual ou pior do que as montanhas de lixos acumulados.
            Os maiores amontoamentos de lixo podem ser tirados de uma só vez e os estragos podem ser devastadores, mas também, os lixos minúsculos, impregnam, machucam, e, para arrancar, muitas vezes é necessário esfregar com insistência e esforço, podendo causar feridas profundas e incuráveis.
            Afinal, todos querem viver em meio à limpeza, sem empecilho e sem sujidade que possa manchar agora e para sempre. Tal como a reciclagem do lixo, assim deve ser a vida do homem de Deus. Assim como aconteceu com a Baleia e tantos outros animais que morrem devido a ingestão de lixos jogados pela população, muitos homens estão morrendo com o lixo que outros e ele mesmo produz com o intuito de machucar, denegrir, manchar e prejudicar a vida do próximo.
            É preciso que cada servo de Deus, urgentemente, tenha desejo de “não pagar mal por mal ou injúria por injúria; antes, pelo contrário, bendiz, pois para isto mesmo fostes chamados, a fim de receberdes bênção por herança” (1Pe 3.9).
            Não é fácil tomar essa atitude, mesmo porque, “[...] todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2Tm 3.12), ou, irão receber toneladas de lixos sobre si, a fim de que revidem, então, morrerão intoxicados como a Baleia.
            O conselho bíblico é que se deve “evitar que alguém retribua a outrem mal por mal; pelo contrário, segui sempre o bem entre vós e para com todos” (1Ts 5.15), com a finalidade de aprender a não derramar e nem recolher o lixo alheio como aconteceu com a Baleia que morreu com quarenta quilos de plástico.
            Procure viver num ambiente mais limpo.
Rev. Salvador P. Santana

domingo, 17 de março de 2019

PARA NÃO ESQUECER.


PARA NÃO ESQUECER
            “Já não há lembrança das coisas que precederam; e das coisas posteriores também não haverá memória entre os que hão de vir depois delas” (Ec 1.11).
            A respeito do homem não se lembrar do passado, é um mistério no comportamento da humanidade. É possível que, através de exames patológicos, neurológicos, seja possível diagnosticar se a pessoa está demente, com Alzheimer, fingindo, tentando enganar, ludibriar o próximo.
            Existem muitas coisas na vida que é preciso treinar a fim de não esquecer certas habilidades ou acontecimentos que passaram no decorrer da vida. Uma das maneiras mais práticas e instruídas por médicos é que todo paciente deve se dedicar à leitura, a alguma tarefa corriqueira para não cair no esquecimento.
            Um dos esquecimentos que tem assolado a humanidade no seio da família e dos amigos próximos é o beijo, o abraço apertado, palavras de incentivo e carinho, dizer “muito obrigado”, “por favor”, “me perdoe”, “com licença”, usar de cortesia com todos.
            É bem verdade que esse tipo de comportamento se aprende dentro das quatro paredes, no exercício doméstico entre pais e filhos, o qual se reflete no trabalho, na escola, nos vizinhos, e no convívio espiritual da igreja entre irmãos em Cristo Jesus.
            Para não esquecer as suas obrigações diárias e tornar-se rotineiro em sua vida, no início, faça anotações, programe o despertador, incumba alguém de lhe avisar, enfim, você deve fazer de tudo para não esquecer o primordial de sua vida, a sua família. Pena é que muitos não se esquecem de fazer as suas obrigações em detrimento de sua família; bom seria se isto pudesse acontecer todos os dias dentro de casa.
            Uma das grandes dificuldades que muitos casais enfrentam nestes dias é “[...] não [...] (se) lembrar das coisas que precederam [...]” (Ec 1.11). Muitos esquecem datas de aniversário do cônjuge, dos filhos, dos pais, sogros. Outros esquecem datas de namoro, noivado, casamento e, pasmem, dia do nascimento dos filhos; “já não há lembrança [...]” (Ec 1.11).
            Os homens, que situação vexatória! A muitos nem sequer passa pela mente que as datas relacionadas entre ele e a sua namorada/esposa são de fundamental importância para ela, logo se faz necessário não esquecer tal comemoração, mas, como fala Salomão: depois do casamento “já não há lembrança das coisas que precederam [...]” (Ec 1.11).
            Ela, por sua vez, se esforça para se “[...] lembrar das coisas que precederam [...]” (Ec 1.11) e, por sinal, isso é muito ruim para o relacionamento. Pode acreditar que ela irá cobrar insistentemente, para o bem dos dois, a fim de ajudá-lo a se “[...] lembrar das coisas que precederam [...]” (Ec 1.11). Aceite a cobrança.
            Manter um relacionamento do “não se deve esquecer só para agradar ao outro” pode causar uma ferida muito grande que logo será desfeita e transformada em uma gangrena, ou seja, morre aos poucos.
            É bem verdade que “já não há lembrança das coisas que precederam [...]” (Ec 1.11), então, mesmo que essa pessoa seja metódica, auxiliada pela mídia ou pessoas, “[...] também não haverá memória entre os que hão de vir depois (das) lembranças passadas [...]” (Ec 1.11). Sendo assim, por qual motivo ficar enciumado, emburrado, chateado, briguento com o seu próximo por ter esquecido uma simples data de aniversário? Por que cobrar das outras pessoas sendo que os mesmos defeitos estão em todos?
            Para não esquecer, lembre que algum dia todos já se esqueceram de compromissos muito importantes como a leitura bíblica, a oração, a frequência à casa de Deus, o perdoar o irmão.
            Para não esquecer, deixe um lembrete, se é que você se lembrou, avisando a quem você ama que aquele dia é especial para ela. É melhor que brigar.
            Para não esquecer, peça ajuda a Deus para não reclamar, não cobrar uma coisa que já acontece, desde o dia em que existe homem no mundo, com todos os seres humanos; o esquecimento.
            Para não esquecer, lembre que Deus sempre abençoa e perdoa mesmo quando você se esquece de buscá-lo com todo o seu coração.
            Rev. Salvador P. Santana

Mt.27.27-31 - LEVARAM JESUS.


LEVARAM JESUS
Mt.27.27-31

Introd.:           Levar alguém para onde ele não queira pode ser por indução, coercitivamente ou de pleno acordo preestabelecido entre os dois. 
Propos.:           Levar Jesus pode ser traumático para muitas pessoas.         
Trans.:             Levaram Jesus [...]
1 – Para o pretório.
            Ir “[...] para o pretório (palácio) do governador (e quartel-general, fala que Pilatos finaliza e sela a morte de) Jesus (na cruz do calvário, não por conta própria) [...]”, Mt.27.27.
            Veja que o advérbio “logo (indica rapidez, pois não fora ideia de Pilatos marcar data e hora da morte de Jesus, isto porque, o conselho Eterno de Deus já havia determinado que Jesus seria “[...] entregue aos gentios (02.04.33, quinta-feira, 0h00) para ser escarnecido, açoitado e crucificado (03.04.33, sexta-feira); mas, ao terceiro dia (05.04.33, domingo), Jesus ressurgiu”, Mt.20.19 [...]”, Mt.27.27.
            Manhã de sexta-feira, dia 03.04.33 – 07h00 – 09h00 “[...] os soldados (500 a 600) do governador Pilatos (se apressam e se preparam para zombar do Mestre Jesus) [...]”, Mt.27.27.
            [...] A seguir, os soldados (se reuniram como expectadores para o açoite – primeiro passo para a execução da sentença) [...]”, Mt.27.27.
            Para esta contemplação de horror, contagiados pelo ódio da multidão que “[...] levaram Jesus (não para dentro de casa ou do coração) [...]”, Mt.27.27.
            Perceba que esses “[...] soldados [...] (se) reuniram (não para adorar, agradecer, louvar, eles tiveram maus propósitos em seus corações) [...]”, Mt.27.27.
            Ficaram “[...] em torno (de) Jesus (não para reverenciar, mas para sufocar, desestabilizar, zombar) [...]”, Mt.27.27.
            Para o horror que estava prestes acontecer, “[...] toda a coorte (décima parte da legião – 600 homens zombeteiros, escarnecedores, raivosos)”, Mt.27.27.
            Para qual palácio você levou Jesus – seu coração, seu lar, seus amigos.
            Levaram Jesus para ser [...]
2 – Escarnecido.        
            Neste estágio do sofrimento de Jesus os guardas usam toda pompa real para abusarem da Pessoa e obra de Jesus.
            Despir das vestes [...]”, Mt.27.28, para o Judeu, era “[...] ficar tão envergonhado, que não tinham coragem de voltar para casa [...]”, 1Cr.19.5.
            Tentaram “despir Jesus das vestes (de santidade, mas Jesus é “[...] Santo, santo, santo [...] toda a terra está cheia da sua glória”, Is.6.3) [...]”, Mt.27.28.
            O propósito dos guardas “despojarem Jesus das vestes (envergonhá-lo e torná-lo menos importante que um escravo, pois eles se enganaram porque “[...] o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos”, Mc.10.45) [...]”, Mt.27.28.
            A ação contínua foi “[...] cobrir Jesus (não para apagar a vergonha, mas para humilhar, menosprezar) [...]”, Mt.27.28.
            [...] Com um manto (usado pelos imperadores, zombaram como sendo Jesus rei terreno, mas eles esqueceram que “[...] o reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos”, Ap.11.15)”, Mt.27.28.
            O “[...] escarlate (aponta para “[...] o sangue de Jesus [...] (que) nos purifica de todo pecado”, 1Jo.1.7”, Mt.27.28.
            Tecendo uma coroa (fama do rei – poder, autoridade, imortalidade. Precisamos saber que “[...] tendo sido feito menor que os anjos, Jesus, por causa do sofrimento da morte, foi coroado de glória e de honra [...]”, Hb.2.9) [...]”, Mt.27.29.
            A “[...] coroa de espinhos (teve o intuito de fazer Jesus sofrer) puseram-lha na cabeça), mas todos os homens “[...] adorarão o que vive pelos séculos dos séculos e depositarão as suas coroas diante do trono [...]”, Ap.4.10 [...]”, Mt.27.29.
            [...] E, na mão direita, um caniço (simboliza o poder real dos monarcas), mas “[...] aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória”, Mt.24.30 [...]”, Mt.27.29.
            Perceba a ousadia dos soldados; “[...] e, ajoelhando-se diante (de) Jesus (não para adorar, reverenciar, dedicar-se, mas), o escarneciam (brincar, gracejar, zombar, enganar, iludir) [...]”, Mt.27.29.
            O “[...] dizer (tanto daqueles como de muitos de hoje): Salve (esteja contente, tenha sucesso), rei dos judeus!”, Mt.27.29.
            Muitos se enganam porque nós é que precisamos de sucesso para “buscar o SENHOR e o seu poder; buscando perpetuamente a sua presença”, Sl.105.4.
            E (os homens continuam), cuspindo (em) Jesus (desrespeito, desprezo, negando o ósculo santo, o abraço, o estar junto) [...]”, Mt.27.30.
            A fim de completar a maldade, “[...] tomaram o caniço (bastão, o cetro que representa poder, autoridade) e davam-lhe com ele na cabeça (perfurar, aumentar o sofrimento)”, Mt.27.30.
            Não se engane, Jesus sabia que seria “[...] desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso”, Is.53.3; mas venceu por nós.
            Levaram Jesus para ser [...]
Conclusão:      Crucificado.
            Depois (que os 600 guardas praticaram toda sorte de brutalidade, perversidade) de o terem escarnecido (zombado, humilhado, resolveram colocar um meio fim a esse sofrimento) [...]”, Mt.27.31.
            [...] Despiram (Jesus não da sua dignidade, poder, autoridade) [...]”, Mt.27.31.
            [...] Despiram o manto (que o retratava como rei dos judeus e não do mundo) [...]”, Mt.27.31.
            [...] E (esses mesmos guardas e muitos de nós) [...] vestimos Jesus (ao nosso bel prazer como se fora um de nós com as nossas roupagens imundas) [...]”, Mt.27.31.
            [...] Vestiram Jesus com as suas próprias vestes (dando a ideia de que o Mestre fora bem cuidado, julgado e que, portanto, estava em boas condições para a sua morte) [...]”, Mt.27.31.
            [...] Em seguida, Jesus (é) levado para ser crucificado (sendo o maior sofrimento por mim e você)”, Mt.27.31.
            Quem e para onde estamos levando os nossos parentes e amigos?


            Rev. Salvador P. Santana