quinta-feira, 31 de dezembro de 2020
CHEGOU 2021.
PENSAR PARA RECOMEÇAR.
PENSAR PARA RECOMEÇAR
O ano de 2020 foi atípico.
Desde março quase tudo ficou paralisado ou abrindo sob regras por conta da
Covid-19. Muitos ainda contam os dias para ver se acaba de uma vez por toda
essa angústia, aflição, desespero, enfermidade, abre e fecha de repartições
públicas, restrição à abertura do comércio, trabalho home office, família
confinada, pais desesperados por conta de seus filhos não terem o que fazer
dentro de casa, a necessidade de muitos descansarem com alguns dias de férias.
Falta pouco para
terminar 2020, mas é possível que em 2021 ainda vai se “[...] ouvir falar (desses
fatos, mas Jesus fala:) [...] não vos assusteis; é necessário assim acontecer,
mas ainda não é o fim” (Mc 13.7) da pandemia. Veja que tossir, espirrar está
fora de cogitação quando você se encontra fora do seu ambiente familiar. Até
mesmo dentro do próprio lar, quando isso acontece, muitos se escondem ou olham
com total reprovação.
A verdade é que nem
mesmo os cientistas, estudiosos, médicos, enfermeiros, governos sabem ao certo
quando terá fim esse medo de estar ao lado do outro, de poder andar livremente,
de ter a oportunidade de abraçar a todos, de abrir e fechar o seu comércio no
dia e hora que deseja. A única certeza é que “você não sabe o que sucederá
amanhã [...]” (Tg 4.14).
Afinal, continua o autor
sagrado; “[...] que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por
instante e logo se dissipa” (Tg 4.14). Sendo assim, as preocupações que enchem
cada coração a respeito do que se passa e, por sugestões de que irão continuar,
precisam ser redirecionadas “[...] aquele que pode salvar e fazer perecer
[...]” (Tg 4.12). Sim, Deus é “[...] o Autor da vida [...]” (At 3.15) e “[...]
o poder pertence a Deus” (Sl 62.11) somente, a respeito do seu futuro.
Com o desespero tomando
conta de muitos corações, não é à toa que Jesus declara que você “[...] não (deve)
[...] inquietar com o dia de amanhã [...]” (Mt 6.34) a respeito da pandemia que
assola o mundo inteiro. É possível em meio a essa luta você “[...] afirmar confiantemente:
O Senhor é o meu auxílio, não temerei; que me poderá fazer o homem [...]” (Hb
13.6) ou qualquer enfermidade?
Lembre que as suas preocupações
em nada irão ajudar ou acabar com qualquer coisa que não deixa você confortável
neste mundo. Qualquer luta que você está enfrentando, deve ser encarada a cada
dia, isto porque, “[...] o amanhã trará os seus cuidados (preocupações); basta
ao dia o seu próprio mal” (Mt 6.34) que você tem que administrar e passar por
ele em sua vida. E saiba disso: A sua preocupação é sua preocupação e não do outro.
São intransferíveis seus problemas e angústias.
É preciso pensar melhor
antes de fazer qualquer atividade durante o ano de 2021. É dever de todo
cidadão repensar e reavaliar tudo quanto fez no decorrer de 2020 para ser
melhor aplicado no próximo ano. Na verdade, ninguém sabe se o mundo continuará
com as mesmas restrições, mas é importante ficar precavido a respeito do
futuro, mesmo porque, somente “[...] Deus conhece o (seu) [...] coração [...]”
(Lc 16.15), portanto, é o único que pode ajudar e abençoar você todos os 365
dias do ano vindouro.
É certo que a
preocupação virá com muita ou pouca intensidade para todas as pessoas, mas
ainda assim é possível você acreditar que “somente em Deus, ó minha alma,
espera silenciosa, porque dele vem a minha esperança” (Sl 62.5) para superar as
dificuldades que ainda irão aparecer neste próximo ano.
Pense melhor para
recomeçar 2021 sabendo que, “ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto
na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as
ovelhas sejam arrebatadas do aprisco, e nos currais não haja gado, todavia, eu
me alegro no SENHOR, exulto no Deus da minha salvação” (Hc 3.17, 18) em meio a
falta dos abraços, dos parentes mais próximos terem morrido, da não visitação
daqueles que estão hospitalizados, da sua preocupação de ser contaminado pela
Covid-19 e ser levado ao hospital na iminência de não reencontrar mais ninguém;
repense a respeito dos seus conceitos para recomeçar.
Começando o ano
vindouro, faça de tudo para “buscar o SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o
enquanto está perto” (Is 55.6).
quarta-feira, 16 de dezembro de 2020
O NASCIMENTO DE JESUS.
O NASCIMENTO DE JESUS
Cerca de 700 a.C.,
Isaías declarou que “[...] o Senhor mesmo [...] daria um sinal: eis que a
virgem conceberia e daria à luz um filho e lhe chamaria Emanuel” (Is 7.14). Logo
após essa profecia o povo de Israel ficou totalmente decepcionado, pois em 722
a.C. e 605 a.C., respectivamente, “[...] Deus [...] suscitou o espírito de Pul,
rei da Assíria, e o espírito de Tiglate-Pileser, rei da Assíria, que os levou
cativos [...] (e logo depois) todos os homens valentes [...] todos eles destros
na guerra, levou-os o rei da Babilônia cativos para a Babilônia” (1Cr 5.26; 2Rs
24.16).
Nesse tempo de dor,
desespero e angústia, Jeremias declara que, não somente ele, mas também toda
Jerusalém “chora e chora de noite, e as suas lágrimas lhe correm pelas faces;
não tem quem a console entre todos os que a amavam; todos os seus amigos (Assíria
e Babilônia) procederam perfidamente contra ela, tornaram-se seus inimigos” (Lm
1.2) a fim de impedir o nascimento de Jesus Cristo.
Findo o cativeiro,
passado os “[...] setenta anos [...] servindo ao rei da Babilônia [...]” (Jr
25.11) Deus fez “naquele dia (natalício cerca do ano 6 a 4 a.C.), levantar o
tabernáculo caído de Davi, reparou as suas brechas; e, levantando-o das suas
ruínas, restaurou-o como fora nos dias da antiguidade” (Am 9.11).
O próprio Deus
determinou que na “[...] plenitude do tempo [...]” (Gl 4.4), “[...] em Belém da
Judéia, em dias do rei Herodes [...]” (Mt 2.1), aquele que, “[...] iludido
pelos magos, enfurecido [...] mandou matar todos os meninos de Belém e de todos
os seus arredores, de dois anos para baixo [...]” (Mt 2.16). Não adiantou essa
matança porque “[...] Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a
lei” (Gl 4.4) para fazer cumprir a profecia de “[...] que a virgem conceberia e
daria à luz um filho e lhe chamaria Emanuel” (Is 7.14).
O caminho preparado por
Deus para “[...] o nascimento de Jesus Cristo (ainda hoje é motivo de zombaria
e descrença por parte de muitos de dentro e de fora da igreja, mas) foi assim:
estando Maria, sua mãe, desposada (prometida em casamento ou noiva) com José,
(veja a importância de um relacionamento baseado no amor) sem que tivessem
antes coabitado, (aqui é que muitos desacreditam quando o texto fala que)
achou-se grávida pelo Espírito Santo” (Mt 1.18).
Esse acontecimento é histórico.
Aconteceu nos “[...] dias [...] (quando) foi publicado um decreto de César
Augusto, convocando toda a população do império para recensear-se” (Lc 2.1).
Procure na história e verá que “este, o primeiro recenseamento, foi feito
quando Quirino era governador da Síria” (Lc 2.2). O nascimento de Jesus
aconteceu por volta “[...] do reinado de Tibério César, sendo Pôncio Pilatos
governador da Judéia, Herodes, tetrarca da Galileia, seu irmão Filipe, tetrarca
da região da Ituréia e Traconites, e Lisânias, tetrarca de Abilene” (Lc 3.1).
Talvez você continue incrédulo, então tire pelo menos as dúvidas na história
secular.
O nascimento de Jesus
foi normal tal como os demais que acontecem quando “[...] se completam os dias”
(Lc 2.6) de gestação. Ali, não na sala de cirurgia não havia médicos,
enfermeiros ou instrumentador cirúrgico; apenas “[...] Maria deu à luz o seu
filho primogênito, enfaixou-o e o deitou numa manjedoura, porque não havia
lugar para eles na hospedaria” (Lc 2.7). Estavam presentes apenas José, Maria e
o Menino nascendo naquele momento sem fotos, gravações, sem a presença dos tios
e dos avós.
Interessante notar que o
nascimento de Jesus teve o grande propósito de “[...] salvar [...] as almas dos
homens [...] (isto porque) o Filho do Homem não veio para destruir as almas
[...] porquanto Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o
mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele” (Lc 9.56; Jo 3.17).
É possível você fazer
parte do rol dos salvos em Cristo. Faça uma análise a respeito da sua crença ou
não no Nascimento de Jesus Cristo, o Filho de Deus.
O que resta saber é se
você, caro leitor, acredita no nascimento de Jesus Cristo, mesmo porque, “quem
nele crê não é julgado; o que não crê já está julgado, porquanto não crê no
nome do unigênito Filho de Deus” (Jo 3.18).
Que Deus abençoe você e
toda a sua família neste Natal!
quinta-feira, 10 de dezembro de 2020
APROXIMAR-SE DE DEUS.
APROXIMAR-SE DE DEUS
As aflições da vida levam muitos homens a se aproximarem de Deus. Dependendo do
sofrimento, leve, passageiro, sem muita gravidade é possível “[...] que muitas
vezes (ele seja) repreendido (mas continua) endurecendo a cerviz (não dura
muito tempo para) ser quebrantado de repente sem que haja cura” (Pv.29.1).
Desse momento em diante a única solução encontrada pelo sofredor é pedir ao
“SENHOR [...] (que) ouça (a sua voz. Que em seu favor Deus) [...] tenha
compaixão [...] (reconhecendo que somente o) [...] SENHOR [...] (é) o seu
auxílio” (Sl.30.10).
Um dos servos de Deus no passado passou por esse tipo de experiência. A verdade
é que nem todos enfrentam os mesmos problemas, cada um é diverso do outro.
Alguns poucos ou muitos, dependendo da região, “foram apedrejados, provados,
serrados ao meio, mortos a fio de espada; andaram peregrinos, vestidos de
peles de ovelhas e de cabras, necessitados, afligidos, maltratados” (Hb.11.37).
Nestes dias ainda existem muitas histórias parecidas com essas mencionadas, mas
houve uma, em especial, que nenhum outro homem experimentou; pelo menos a
história geral não relata outra igual, tal como a de “[...] Jonas, (que) do
ventre do peixe, orou ao SENHOR, seu Deus” (Jn.2.1).
A amarga prova que Jonas passou ficou registrada para o resto de sua vida. Tudo
porque “Jonas se dispôs [...] para fugir [...] para longe da presença do
SENHOR” (Jn.1.3). Como é do conhecimento de todos, também o profeta sabia que
era impossível “[...] se ausentar do Espírito (de) Deus [...] (impraticável)
fugir da face (de) Deus [...] (mesmo porque) se (algum homem) sobe aos céus, lá
estás; se faz a sua cama no mais profundo abismo, lá estás também; se toma as
asas da alvorada e se detêm nos confins dos mares, ainda lá a mão (do SENHOR)
[...] haverá de guiar [...] (qualquer homem e em todo lugar) [...] a destra
(de) Deus (o) [...] susterá” (Sl.139.7-10), e com Jonas não foi
diferente, por este motivo não pôde “[...] fugir da presença do SENHOR
[...]” (Jn.1.3).
As dificuldades vêm, mas logo passam. É assim que acontece com todas as
pessoas. Podem durar a vida inteira, mas um dia terá fim. Pode acontecer
do “[...] SENHOR lançar sobre o mar um forte vento, e fazer-se no mar uma
grande tempestade, e o navio estando a ponto de se despedaçar” (Jn.1.4) por
causa da sua desobediência, ou, para o seu crescimento espiritual. De fato, é
de ficar desesperado e sem saber o que fazer, mas o profeta fujão “[...] tomou
(uma atitude radical pedindo que o) [...] lançasse ao mar [...] porque ele
sabia que, por sua causa [...] sobreveio [...] (a) grande tempestade”
(Jn.1.12).
É possível, caro leitor, que você esteja passando por situação de maior ou
menor intensidade; a palavra dirigida a você é para “[...] não temer, porque o SENHOR
é contigo [...] (para te) abençoar [...]” (Gn.26.24).
Ah! Neste momento de luta não existe outra solução a não ser clamar, pedir por
livramento. A princípio Jonas ficou inerte, mas quando os seus companheiros de
viagem “[...] clamaram ao SENHOR e disseram: Ah! SENHOR! Rogamos-te que não
pereçamos [...]” (Jn.1.14), Jonas se pôs a “[...] dizer: Na minha angústia,
clamei ao SENHOR, e ele me respondeu; do ventre do abismo, gritei, e tu me
ouviste a voz” (Jn.2.2).
Clame e verá que de fato o Senhor vai atender as suas orações e como recompensa
você se aproximará muito mais de Deus.
Rev. Salvador P. Santana
quinta-feira, 3 de dezembro de 2020
SURPRESA.
SURPRESA
As surpresas são diversas; algumas boas outras ruins. Nem todos estão
satisfeitos com as surpresas recebidas. É possível que dentro de cada família
um ou outro, em algum momento da vida, surpreenda o outro com sustos, festas,
presentes, elogios, mas é sabido que nem todos ficam satisfeitos com o
ocorrido; seja ele bom ou mau.
Para “[...] Abrão [...] (foi uma grande surpresa quando ele ficou) sabendo
[...] que a sua posteridade seria peregrina em terra alheia (Egito), e seria
reduzida à escravidão, e seria afligida por quatrocentos anos” (Gn 15.12, 13).
No entanto, Abraão não contemplou essa peregrinação, pois ocorreu quase três
séculos depois.
Cheio de grande surpresa e dor foi para Joquebede, mãe de Moisés, quando “[...]
ordenou Faraó a todo o seu povo, dizendo: A todos os filhos que nascerem aos
hebreus lançareis no Nilo, mas a todas as filhas deixareis viver. (Daí) [...] a
mulher concebeu e deu à luz um filho; e, vendo que era formoso, escondeu-o por
três meses. Não podendo, porém, escondê-lo por mais tempo, tomou um cesto de
junco, calafetou-o com betume e piche e, pondo nele o menino, largou-o no
carriçal à beira do rio” (Ex 1.22; 2.2, 3).
Surpreendida por Deus, a mãe do legislador, não contava com o que o Poderoso
havia preparado para o menino largado no rio. Foi o próprio Deus quem fez
“descer a filha de Faraó para se banhar no rio, e as suas donzelas passeavam
pela beira do rio; vendo ela o cesto no carriçal, enviou a sua criada e o
tomou” (Ex 2.5). Quando ela “abre (o cesto), viu a criança; e eis que o menino
chorava. Teve compaixão dele e disse: Este é menino dos hebreus” (Ex 2.6).
Interessante notar que Deus ordenou que a “[...] irmã (de Moisés dissesse) à
filha de Faraó: Queres que eu vá chamar uma das hebréias que sirva de ama e te
crie a criança?” (Ex 2.7). A maior surpresa para Joquebede foi poder “[...]
levar [...] (o) menino Moisés (seu filho) e criá-lo; (e o melhor: recebeu)
pagamento (como) [...] salário. A mulher tomou o menino e o criou” (Ex 2.9) se
surpreendendo com o grande cuidado de Deus em favor dos seus.
Surpreendido ficou o juiz e profeta Samuel quando Ana, sua mãe, o “[...]
desmamou (cerca de dois a três anos), levou-o consigo [...] e o apresentou à
Casa do SENHOR [...]” (1Sm 1.24) “[...] devolvendo-o ao SENHOR, por todos os
dias que viver; pois do SENHOR (ela) o pediu [...]” (1Sm 1.28). Segundo o
salmista, “[...] Samuel (está) [...] entre os que lhe invocam o nome, clamavam
ao SENHOR, e ele os ouvia” (Sl 99.6). Ele foi bem-sucedido, apesar dele ser
surpreendido.
Você não é diferente destes homens. Todos são iguais perante Deus. Cada um tem,
pelo menos, uma surpresa na vida. Aconteceu até mesmo quando e “como foi tomada
Babilônia (por Dario), e apanhada de surpresa, a glória de toda a terra! Como
se tornou Babilônia objeto de espanto entre as nações!” (Jr 51.41). Nabonido e
seu filho Belsazar ficaram surpresos quando, “naquela mesma noite, foi morto
Belsazar, rei dos caldeus. E Dario, o medo, com cerca de sessenta e dois anos,
se apoderou do reino” (Dn 5.30, 31) babilônico, o qual pensava que dominaria
para sempre as nações.
Como “[...] os dias são maus” (Ef 5.16), faça de tudo para “[...] estar
inteirado com precisão de que o Dia do Senhor vem como ladrão de noite” (1Ts
5.2). Fique alerta! O ladrão não avisa que irá arrombar a sua porta. “(Eis que
(Jesus) vem como vem o ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas
vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua vergonha.)” (Ap 16.15),
“[...] para que esse Dia como ladrão (não) o apanhe de surpresa” (1Ts 5.4).
A instrução de Paulo é que “[...] já é hora de [...] (você se) despertar do
sono; porque a sua (ou não) salvação está, agora, mais perto do que quando no
princípio (você) creu” (Rm 13.11).
Deve ser urgente cada um “andar dignamente, como em pleno dia, não em orgias e
bebedices, não em impudicícias e dissoluções, não em contendas e ciúmes; mas
revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e nada disponhais para a carne no tocante às
suas concupiscências” (Rm 13.13, 14).
As surpresas da vida alcançarão todos os homens, sem distinção, mas a respeito
da sua salvação, faça uma análise a respeito da sua vida espiritual.
Rev. Salvador P. Santana