sexta-feira, 16 de março de 2018

Mt.12.38-42 - DESEJO UM SINAL.

DESEJO UM SINAL

Mt.12.38-42




Introd.:           O homem sempre busca um sinal espetacular para que, supondo ele, aumente a sua fé.

            Até hoje encontramos homens imitadores de Tomé, um dos “[...] discípulos (de Jesus quando disseram ao incrédulo): Vimos o Senhor. Mas ele respondeu: Se eu não vir nas suas mãos o sinal dos cravos, e ali não puser o dedo, e não puser a mão no seu lado, de modo algum acreditarei”, Jo.20.25.

            Muitos sinais desejamos ver em nossos dias: sair da pobreza, ser curado, receber um bem valioso, um casamento bem sucedido, filhos obedientes.

            Esquecemos completamente de pedir a Deus um sinal de transformação espiritual, ser um leitor assíduo da Palavra de Deus, ser um homem de oração, dizimista fiel, deixar os vícios, abandonar os pecados, frequentar mais a casa do Senhor.

Nar.:    [...] Escribas e fariseus [...] (desejavam um) sinal”, Mt.12.38 prodigioso – um raio caído do céu, uma voz vinda dos céus para os instruir, a terra abrindo a sua boca, fogo do céu sendo derramado sobre a terra.

Propos.:           Jesus não satisfaz a curiosidade do homem.

Trans.:             Desejo [...]

1 – Ver um sinal.

            [...] Alguns escribas (pessoa versada na lei mosaica e nas Sagradas Escrituras) [...]”, Mt.12.38, assim como eu e você, desejamos que Deus faça algo urgente por nós.

            [...] Alguns [...] fariseus (observadores da lei, dos ritos e formas de piedade, homens de jejuns, orações, e esmolas) [...]”, Mt.12.38 pode ser parecido com qualquer um de nós, também deseja e as vezes exige de Deus respostas urgentes às nossas orações.

            Muitas vezes fazemos como os “[...] escribas e fariseu replicando (responder contestando, como se dissesse para Jesus: Para! Chega! Eu tenho direito. Sou filho de Deus. Desejo respostas às minhas orações) [...]”, Mt.12.38.

            [...] Mestre, (urgente! Eu não posso esperar) [...]”, Mt.12.38.

            Eu “[...] quero ver da [...] parte (de) Jesus algum sinal”, Mt.12.38 extraordinário em minha vida, algo para impactar os meus amigos, aumentar a minha fé.

            Então [...]”, Mt.12.38 eu e você agimos como escribas e fariseus?

            A resposta de Jesus aos meus desejos [...]    

2 – Nenhum sinal.

            Ele [...]”, Mt.12.39, evidente, não existe outro a não ser Jesus Cristo, o Filho de Deus que pode e tem autoridade para responder a mim e a você sobre o nosso desejo de querer isto ou aquilo como se fôssemos menino birrento.

            A conjunção adversativa “[...] porém (mostra que Jesus não está disposto a satisfazer o nosso capricho a respeito de bens, saúde ou relacionamento interpessoal estragado por nós mesmos) [...]”, Mt.12.39.

            A “[...] resposta [...]”, Mt.12.39 de Jesus não depende da minha bondade, pelo contrário, depende daquilo que “[...] pedimos [...] segundo a [...] vontade (de) Deus, ele nos ouve”, 1Jo.5.14.

            Motivo pela não resposta de Jesus?! São várias, mas o próprio texto fala que ainda existe em nossos dias “[...] uma geração (30-33 anos) má (cheio de labores, aborrecimentos, fadigas, atormentado, num sentido ético: mau, ruim, iníquo, perverso, destrutivo) [...]”, Mt.12.39.

            Ainda temos em nosso meio uma “[...] geração [...] adúltera [...]”, Mt.12.39 no sentido físico e espiritual.

            É impossível “[...] pedir um sinal [...]”, Mt.12.39 sendo transgressores da lei de Deus.

            A “[...] resposta (de) Jesus (é muito clara para mostrar sobre o que Ele tem feito por nós) [...]”, Mt.12.39.

            O “[...] mas (de Jesus é uma conjunção aditiva de que) nenhum sinal nos será dado [...]”, Mt.12.39, visto que somos agraciados todos os dias.

            A conjunção “[...] senão (fala que somente) o sinal do profeta Jonas”, Mt.12.39 é o suficiente para esclarecer às nossas mentes a respeito da nossa salvação.

            A conjunção “porque (fala sobre a razão de Jesus apresentar outro sinal registrado no Velho Testamento) [...]”, Mt.12.40.

            Quando Jesus fala que “[...] assim como esteve Jonas três dias e três noites no ventre do grande peixe (Ele aponta para o maior sinal de todos os tempos) [...] o Filho do Homem estará três dias e três noites no coração da terra”, Mt.12.40, o qual ressuscitou e pode salvar a mim e a você.

            O desejo de um sinal fala sobre a [...]          

3 – Condenação eterna.

            Fique esperto porque os “Ninivitas (atual Turquia) se levantarão (não para assombrar, mas para), no Juízo [...]”, Mt.12.41 servir de confronto entre a nossa atitude e a deles.

            [...] Com esta geração [...]”, Mt.12.41 Jesus aponta para todos os tempos de que muitos serão “[...] condenados (eternamente) [...]”, Mt.12.41.

            A salvação dos “Ninivitas [...] (é) porque se arrependeram com a pregação de Jonas [...]”, Mt.12.41, confiaram em Deus, entregaram-se aos cuidados do Pai celeste, ao passo que muitos em nossos dias se rebelam, rejeitam, desprezam o amor do Pai, daí, serão condenados.

            A rainha do Sul (Sabá – Iêmen) [...] porque veio dos confins da terra (à Israel) para ouvir a sabedoria de Salomão [...]”, Mt.12.42, muitos desta geração desprezam os mandamentos, ensinamentos de Jesus, rejeitam a Bíblia.

            A rainha do Sul se levantará, no Juízo (prestação de contas), com esta geração e a condenará [...]”, Mt.12.42, então, fique preparado para este grande Dia.

            O desejo um sinal de [...]      

Conclusão:      Quem é maior.

            [...] A pregação de Jonas (foi suficiente para os) Ninivitas [...] se arrependerem [...] (mas esta geração, eu e você, qual será a pregação suficiente para nos salvar? A resposta do texto é:) E eis aqui está quem é maior do que Jonas (Jesus Cristo)”, Mt.12.41, então, “se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou (o maior sinal) dentre os mortos, serás salvo”, Rm.10.9.

            [...] Jesus está aqui [...] (e) é maior (e melhor sinal) do que Salomão (em) sabedoria [...]”, Mt.12.42 para salvar.



            Rev. Salvador P. Santana

APROVEITANDO A VIDA.


APROVEITANDO A VIDA

            Esta é a expressão usada por muitos que, ao serem convidados a aceitar a Cristo Jesus como Senhor e Salvador de suas vidas, ou a participar de alguma programação na igreja.

            A desculpa desses homens mortais é que “[...] de nada aproveita ao homem o comprazer-se em Deus” (Jó 34.9). Ainda outros perguntam para si mesmo: “Que é o Todo-Poderoso, para que nós o sirvamos? E que nos aproveitará que lhe façamos orações?” (Jó 21.15).

            A grosso modo parecem indagações certeiras pois, estes mesmos que renegam podem continuar dizendo que recebem todos os benefícios neste mundo. Portanto, querem dizer com isso que tem todo tempo de vida neste mundo, e que, logo, precisam desfrutar da vida enquanto são novos, para depois, quando estiverem mais velhos, quem sabe, lá pelos seus setenta ou oitenta anos, aí sim, irão “[...] agradar a Deus [...]” (Hb 11.6).

            Que pena! Muitos esquecem que a Bíblia adverte de que “os dias da sua vida sobem a setenta anos ou, em havendo vigor, a oitenta; neste caso, o melhor deles é canseira e enfado, porque tudo passa rapidamente, e (você) voa” (Sl 90.10).

            Sem Cristo, pode ter certeza: – inferno na certa, pois, como declaram as Escrituras, “aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida” (1Jo 5.12).

            Os aproveitadores da vida defendem com unhas e dentes de que devem e precisam urgentemente aproveitar enquanto podem a vida da seguinte forma: namorar com quantos (as) queiram, fazer o que bem entende sem pedir permissão para ninguém, ingerir bebida alcóolica, fazer uso de entorpecentes, fumar, e fazer sexo a vontade dentro e fora do casamento.

            Para surpresa dessas pessoas, a Bíblia faz uma pergunta a cada um que queira ou não aproveitar a vida: “Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se vier a perder-se ou a causar dano a si mesmo?” (Lc 9.25). Exatamente, o homem não aproveita nada neste mundo e nem no porvir se ele “[...] ganhar o mundo inteiro [...]” (Lc 9.25) em suas farras.

             “Que aproveita ao homem [...] se vier a perder-se ou a causar dano a si mesmo?” (Lc 9.25). É do conhecimento de todos que no intuito de muitos desejarem aproveitar a vida, acabam sofrendo consequências danosas tanto no presente quanto no futuro, como as DST’s, hepatite B, AIDS, sentimento de culpa, gravidez indesejada e muitos males e desesperos da vida, tudo porque, o fulano não aproveitou a vida, mas foi a própria vida que se aproveitou dele.

            O que fazer para que a vida não se aproveite de você? Duas coisas são de fundamental importância: 1 – Agir com sabedoria, e; 2 – Aproveitar as oportunidades. Paulo, instruindo os Colossenses lhes disse: “Portai-vos com sabedoria para com os que são de fora; aproveitai as oportunidades” (Cl 4.5).

            Pode ser que você tenha a mente induzida a pensar que o apóstolo Paulo incentiva você a aproveitar a vida segundo os padrões deste mundo. Não, você está completamente equivocado.

            É bom lembrar que nesse texto aos Colossenses, Paulo apela para eu e você darmos testemunho “[...] para com os que são de fora [...]” (Cl 4.5). Sendo assim, os padrões deste mundo não servem para o povo de Deus, pois o mesmo Paulo ainda em outra Escritura instrui aqueles “[...] que são de Cristo Jesus crucificam a carne, com as suas paixões e concupiscências” (Gl 5.24).

            Saiba disso, querido irmão! A sua vida só será bem aproveitada a partir do momento em que você “[...] morrer [...] (para o pecado), e a sua vida estiver oculta juntamente com Cristo, em Deus” (Cl 3.3), caso contrário, a vida estará sempre aproveitando de você.

            Que Deus o abençoe e ajude a “[...] discernir entre o bem e o mal. (Então) o SENHOR, teu Deus, será contigo” (2Sm 14.17).

Rev. Salvador P. Santana

sábado, 10 de março de 2018

Ap.21.1-4 - O MELHOR DA VIDA.


O MELHOR DA VIDA, Ap.21.1-4.



Introd.:           A história já fechou as suas cortinas.

            O juízo final já aconteceu.

            Os inimigos do Cordeiro e da igreja já foram lançados no lago do fogo.

            Os remidos já estão na festa das Bodas do Cordeiro.

            Este texto é a apoteose (quadro final em uma apresentação teatral, mas aqui é o) da revelação.

            O paraíso perdido é agora o paraíso reconquistado. O homem caído é agora o homem glorificado.

            O projeto de Deus triunfou. O tempo cósmico se converteu em eternidade.

            Winston Churchill (militar, escritor e primeiro-ministro do Reino Unido – 40/45, 51/50) disse que a decadência moral da Inglaterra era devido ao fato que os pregadores tinham deixado de pregar sobre o céu e o inferno.

            A pregação sobre o céu fala sobre profundas lições morais para a igreja hoje:

            1 – Jesus alerta “[...] para ajuntarmos [...] tesouros no céu [...]”, Mt.6.20;

            2 – Paulo declara que devemos “pensar nas coisas lá do alto [...]”, Cl.3.2;

            3 – Jesus ensina que devemos orar ao Pai que Ele “[...] faça a [...] vontade (dele), assim na terra como no céu”, Mt.6.10;

            4 – O céu nos estimula à santidade, “por essa razão [...] (devemos) nos empenhar por sermos achados por Jesus em paz, sem mácula e irrepreensíveis”, 2Pe.3.14;

            5 – O céu ajuda o homem a enfrentar o sofrimento, “porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós”, Rm.8.18;

            6 – O céu ensina ao homem renunciar qualquer desavença tal como Abraão ao dizer para o seu sobrinho Ló: “[...] se fores para a esquerda, irei para a direita; se fores para a direita, irei para a esquerda”, Gn.13.9 e Moisés ao declarar “preferir ser maltratado junto com o povo de Deus a usufruir prazeres transitórios do pecado”, Hb.11.25;

            7 – O céu nos livra do medo da morte a ponto de dizer: “[...] para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro”, Fp.1.21.

1 – O que são o novo céu e a nova terra?

            João “vê novo céu e nova terra [...]”, Ap.21.1.

            O “[...] novo céu e nova terra [...]”, Ap.21.1 é o lugar do “[...] trono (onde) está assentado Jesus [...]”, Ap.21.5.

            O “[...] novo céu e nova terra [...]”, Ap.21.1 é o “[...] que Deus criou [...] (onde) não haverá lembrança das coisas passadas, jamais haverá memória delas”, Is.65.17 do que se passou na terra.

            O “[...] novo céu e nova terra [...]”, Ap.21.1 “[...] estão diante de Deus [...] (e) assim há de estar a nossa posteridade e o nosso nome”, Is.66.22.

            Este é o “[...] novo céu e nova terra (que) esperamos [...] nos quais habita justiça”, 2Pe.3.13.

            É preciso existir o “[...] novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe (??!!)”, Ap.21.1.

            Como assim; “[...] o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe (??!!)”, Ap.21.1.

            Isto vai acontecer “[...] porque os céus desaparecerão como a fumaça, e a terra envelhecerá como um vestido, e os seus moradores morrerão como mosquitos, mas a minha salvação durará para sempre, e a minha justiça não será anulada [...] (e ainda) os céus que agora existem e a terra, pela mesma palavra, têm sido entesourados para fogo, estando reservados para o Dia do Juízo e destruição dos homens ímpios. Virá, entretanto, como ladrão, o Dia do Senhor, no qual os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos (terra, água, sol, lua, estrelas) se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas. (Por este motivo, todos precisam) esperar [...] a vinda do Dia de Deus, por causa do qual os céus, incendiados, serão desfeitos, e os elementos (terra, água, sol, lua, estrelas) abrasados se derreterão”, Is.51.6; 2Pe.3.7,10,12.

            [...] Já não existindo (mais) o céu [...] a terra e o mar (restará apenas dois lugares para os homens habitarem. Um é o) novo céu e nova terra [...]”, Ap.21.1, o outro é o lugar onde o “[...] diabo, o sedutor (de todo mundo ímpio), foi lançado para dentro do lago de fogo (que “[...] nunca se apaga”, Mc.9.48) e enxofre (constituinte de pólvora, fósforo, laxante e inseticida. Estes) serão atormentados de dia e de noite, pelos séculos dos séculos”, Ap.20.10.

            Onde você vai passar a eternidade?

            Deus não vai fazer um [...] novo céu e nova terra [...]”, Ap.21.1, mas vai fazer do velho um “[...] novo céu e nova terra [...] porque [...] o novo céu e a nova terra, que Deus há de fazer, estarão diante do [...] SENHOR [...]”, Is.65.17; 66.22.

            Assim como [...] este corpo corruptível (estraga) se revestir de incorruptibilidade (não apodrece), e o que é mortal se revestir de imortalidade (não morre) [...]”, 1Co.15.54, assim será o universo.

            É por este motivo “[...] que toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora”, Rm.8.22.

            Como a terra passou da corrupção (estraga) para a incorrupção (não estraga), João vê também a cidade santa, a nova Jerusalém (purificada de todos os males, onde não existe mais nenhum

defeito nos elementos da terra, água, sol, lua, estrelas) [...]”, Ap.21.2.

            Não haverá mais contaminação porque este [...] novo céu e nova terra [...]”, Ap.21.1 “[...] desce do céu (não sabemos se ela se instalará aqui), da parte de Deus (isto quer dizer que é perfeita e sem contaminação) [...]”, Ap.21.2.

            Este “[...] novo céu e nova terra [...]”, Ap.21.1 vem “[...] ataviada (isto fala de ter tornado pronto, preparado, metáfora do costume oriental de enviar antes dos reis em suas viagens pessoais para nivelar as estradas e torná-las transitáveis com o intuito de preparar as mentes das pessoas para dar ao Messias uma recepção apropriada e assegurar suas bênçãos) como noiva adornada para o seu esposo”, Ap.21.2.

            A cena descrita por João é como se ele estivesse habitando no céu “[...] ouvindo grande voz vinda do trono [...]”, Ap.21.3, “[...] voz (que) troveja Deus maravilhosamente; faz grandes coisas, que nós não compreendemos”, Jó 37.5.

            Essa “[...] grande voz vinda do trono (nós a) ouviremos (o próprio Deus) dizer: Eis o tabernáculo (habitação do Espírito Santo, o nosso coração) de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles”, Ap.21.3 para todo o sempre.

            É a partir desse dia que “não se fará mal nem dano algum em todo o santo monte (de) Deus, porque a terra se encherá do conhecimento do SENHOR, como as águas cobrem o mar”, Is.11.9.

            Algumas pessoas creem que esse acontecimento irá se concretizar ainda neste mundo corrupto, mas aqui é impossível “[...] porque os dias são maus”, Ef.5.16.

            Precisamos acreditar neste “[...] novo céu e nova terra [...]”, Ap.21.1 porque é ali que Deus “[...] enxugará dos (nossos) olhos toda lágrima (não haverá mais sofrimento) [...]”, Ap.21.4.

            A dor é consequência do pecado e como no céu não entra pecado, então a dor física, moral, emocional, espiritual não terão lugar porque também “[...] a morte já não existirá [...]”, Ap.21.4.

            A não existência da morte é devido “o último inimigo (de Cristo) a ser destruído é a morte”, 1Co.15.26 que junto com “[...] o inferno foram lançados para dentro do lago de fogo [...]”, Ap.20.14.

            É também no céu que “[...] já não haverá luto (porque ninguém morre), nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas (que trazem pesar) passaram (e já não mais existirá)”, Ap.21.4.

Conclusão:      Creio que Deus pode, depois da destruição deste mundo, trazer [...] novo céu e nova terra [...]”, Ap.21.1 até este plano em que estamos, mas é bom lembrar que “na casa do [...] Pai há muitas moradas [...] (e) Jesus (foi) [...] preparar-nos lugar”, Jo.14.2 para viver uma vida melhor para toda a eternidade.





     Adaptado pelo Rev. Salvador P. Santana para Estudo – O credo apostólico – Palavra viva – Rev. André Scordamaglio e Hernandes Dias Lopes – CCC.

sexta-feira, 9 de março de 2018

Mt.24.29-31 - A VINDA DE JESUS.


A VINDA (PAROUSIA) DE JESUS

Mt.24.29-31



Introd.:           A palavra Parousia significava no mundo helenístico (judeus nascidos em terras estrangeiras), a visita oficial de um rei a uma cidade.

            Quando era feito alguma construção ou reformas de estradas, celebrava-se a entrada triunfal com oferecimento de diademas de outro, pagamento de um tributo especial e com grandes festividades. Para a população era um peso muito grande.

            Faziam-se moedas de outo festas e monumentos para perpetuar a lembrança.

            Mesmo acarretando muitas despesas para a população, havia um efeito positivo, porque dava oportunidades de fazer petições ao soberano e suas queixas.

            Diferentemente dos soberanos terrenos, Jesus virá não como Rei que é, mas como juiz de todos os homens.

Nar.:    Este capítulo 24 fala sobre a destruição de Jerusalém em 70 a.D. e a posterior volta de Cristo para resgatar a sua igreja.

Propos.: “[...] Prepara-te, ó [...] Israel, para te encontrares com o teu Deus”, Am.4.12.

Trans.:             A vinda de Jesus [...]

1 – Acontecerá logo após o sofrimento.

            A conjunção aditiva “logo [...]”, Mt.24.29 pode indicar que a vinda de Jesus pode ser hoje, amanhã ou em outro dia ou ano.

            O “logo em seguida [...]”, Mt.24.29 que se passou nos dias do ministério de Jesus e ainda em nossos dias.

            A vinda de Jesus Cristo acontecerá “logo em seguida à tribulação (tribulum-mangual, sofrimento, angústia, dores, desesperos, acidentes, tragédias naturais e pessoais) [...]”, Mt.24.29.

            Interessante notar sobre a grave situação “[...] daqueles dias [...]”, Mt.24.29, ano 30 a 70 a.D. data em que precedia a destruição de Jerusalém pelo Romanos.

            Em nossos dias não há nenhuma previsão de destruição territorial, mas a moral e a ética da sociedade estão em declínio:

            – Políticos corruptos de vereadores ao presidente da república;

            – Empresas compactuam com a desonestidade governamental gerando o enriquecimento ilícito;  

            – No futebol, dirigentes e jogadores buscam recursos duvidosos;

            – A igreja está cedendo aos caprichos mundanos, sem contar com o envolvimento com a bandidagem;

            – Segurança pública em frangalhos;

            – Governos ineficientes.

            Eu e você deve ficar atento porque “logo em seguida à tribulação (dos nossos) [...] dias [...]”, Mt.24.29 Jesus voltará.

            Mas, antes que o Rei dos reis apareça nas nuvens, haverá uma sequência de eventos sobrenatural, impossível ser feito por mãos humanas.

            [...] O sol escurecerá [...]”, Mt.24.29, daí muitos terão para sempre suas mentes e corações privados da luz do mundo, Jesus Cristo.

            [...] A lua não dará a sua claridade [...] (devido a) escuridade (do) sol [...]”, Mt.24.29, daí, cessará para sempre os cantos de vitória do povo de Deus no templo; muitos terão saudades.

            [...] As estrelas cairão do firmamento [...]”, Mt.24.29 dando fim a este mundo.

            [...] E os poderes (astros, planetas) dos céus serão abalados (balançar, lançar abaixo)”, Mt.24.29 dando fim a tudo que vemos como sendo um mundo habitável e promissor – essa terra vai pegar fogo e desde esse dia em diante, não haverá mais sofrimento.

            Na vinda de Jesus [...]

2 – Todo olho verá.

            O advérbio “então (relacionado ao verbo) [...]”, Mt.24.30 mostra que, após a destruição deste mundo, haverá apenas eu e você diante de Jesus Cristo para ser julgado.

            Fique atento, pois “[...] aparecerá no céu o sinal (imagem literal e visual) [...]”, Mt.24.30 que nenhum de nós presenciou, o qual será marcado para toda a eternidade.

            [...] O sinal (é) do Filho do Homem [...]”, Mt.24.30 “[...] o Verbo (que) se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça (favor imerecido) e de verdade [...]”, Jo.1.14 para nos salvar.

            É imprescindível que “[...] todos os povos da terra se lamentarão [...]”, Mt.24.30, bater angustiadamente no peito reconhecendo que rejeitaram a Cristo, ignorando, negando, zombando, duvidando da sua própria existência.

            Não se engane, “[...] todos os povos da terra [...] verão o Filho do Homem [...]”, Mt.24.30, até mesmo aqueles que já partiram a fim provar a veracidade da Palavra de Deus.

            Fique atento, vigilante e olhe mais para o céu, pois “[...] o Filho do Homem virá (como juiz) sobre as nuvens do céu [...]”, Mt.24.30 e não mais descerá nesta terra.

            A vinda de Jesus será “[...] com poder (de salvar e condenar) e muita glória (de estar acima de todos os homens e anjos para determinar o fim de cada um)”, Mt.24.30.

            A vinda de Jesus [...]

3 – Será precedida pelos anjos.

            Veja o “[...] poder [...] (do) Filho do Homem [...]”, Mt.24.30 quando o texto acrescenta a conjunção aditiva “e [...]”, Mt.24.31, apontando para a determinação de Jesus sobre todas as coisas criadas.

            [...] Ele (somente Jesus é que tem) [...] poder [...] (para) [...] enviar os seus anjos [...]”, Mt.24.31, 30     como “[...] espíritos ministradores, enviados para serviço a favor dos que hão de herdar a salvação [...]”, Hb.1.14.

            Assim como “[...] Jesus envia os seus anjos [...]”, Mt.24.31 Ele pode também enviar eu e você para testemunhar o quanto Ele tem feito por nós.

            Todos os homens verão Jesus voltar pelo motivo dos “[...] anjos, com grande clangor de trombeta [...]”, Mt.24.31 acordará aqueles que estão com o sono da morte, fracos espiritualmente para anunciar que o Rei está voltando.

            Prepara-te para esse encontro celeste!

            A vinda de Jesus [...]

Conclusão:      Reunirá os eleitos de Deus.

            [...] Os [...] anjos (a mando de Jesus, tem autoridade para) reunir os [...] escolhidos (de) Jesus [...]”, Mt.24.31, os quais prestarão contas das suas obras.

            Fique esperto e atento!

            Os salvos serão achados e buscados “[...] dos quatro ventos [...]”, Mt.24.31, NSLO, nenhum escapará.

            E [...] de uma a outra extremidade dos céus”, Mt.24.31 terão que prestar contas ao Rei Jesus.


            Rev. Salvador P. Santana

quarta-feira, 7 de março de 2018

DIA INTERNACIONAL DA MULHER.


DIA INTERNACIONAL DA MULHER

            Dia 08 de março foi escolhido pela UNESCO, com o fim de assinalar a primeira manifestação de mulheres organizada em torno de reivindicações especificamente femininas.

            Em 08 de março de 1857, 129 operárias de uma fábrica têxtil de Nova Iorque paralisaram o trabalhado reivindicando salário igual para função igual, exercida por homens. Os patrões as trancaram e incendiaram a fábrica.

            Investida cruel e covarde desses patrões. Estes não ficarão impunes pois, “desde o sangue de Abel até ao de Zacarias, que foi assassinado entre o altar e a casa de Deus, Jesus nos afirma que  contas serão pedidas a esta geração” (Lc 11.51).

            Ataque semelhante a esse ainda acontece em dias atuais, só que de forma velada. Indefesas?! Muitas são. Às vezes indelicadas, mas nem por isso é necessário incendiar um galpão com mulheres.

            Nada melhor que o próprio amor sendo demonstrado a elas. Tanto é verdade que o próprio Deus declarou que é dever dos “maridos, amar sua esposa e não a tratar com amargura” (Cl 3.19).

            Então, por que tanta crueldade? Deus manda amar as mulheres, mas ao invés disso, há espancamento, feridas, mortes. Realmente, tudo isso é por causa da maldade que impera nos corações. Não é à toa que “vê o SENHOR que a maldade do homem se havia (e ainda continua se) multiplicando na terra e que é continuamente mau todo desígnio do seu coração” (Gn 6.5).

            Ninguém pode mudar o coração humano a não ser o próprio Deus. Eis o motivo de Paulo advertir sobre o dever de “[...] que todos cheguem à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo” (Ef 4.13).

            Certamente, sem essa fé é impossível mudança de vida, de propósito, de caráter, isso porque, Deus deseja tratar com cada um individualmente. O motivo é porque cada um “[...] é corpo de Cristo; e, individualmente, membros desse corpo” (1Co 12.27).

            Então, qual deve ser a sua atitude para que a crueldade desse tipo com as mulheres não mais aconteça? “Ore sem cessar [...] (pedindo libertação e aprenda a) nada fazer por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros (em especial as mulheres) superiores a si mesmo” (1Ts 5.17; Fp 2.3) e o melhor, “[...] ande na presença de Deus [...]” (Sl 56.13).

            Peça ao Papai do céu para “[...] libertar (você) do pecado, (e que você seja) transformado em servo de Deus, tendo o seu fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna” (Rm 6.22).

            O profeta Isaías faz uma advertência e dá um conselho para todos os homens em todos os tempos de que é preciso “o perverso deixar o seu caminho, o iníquo, os seus pensamentos; converter-se ao SENHOR, que se compadecerá (de você), e (o mais importante) voltar-se para [...] Deus, porque é rico em perdoar” (Is 55.7) e dar nova vida. Mas lembre-se, esse gesto para mudança deve acontecer “[...] antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais dirás: Não tenho neles prazer” (Ec 12.1).

            Mulheres, mais que depressa vocês precisam da leitura constante da Palavra de Deus “[...] durante o tempo que se chama Hoje, a fim de que nenhuma de vocês seja endurecida pelo engano do pecado” (Hb 3.13) e por causa da maldade do esposo, pai, irmão, amigo, inimigo.

            Agindo de forma que possa agradar a Deus, Ele não apenas “conhecerá as suas obras, tanto o seu labor como a sua perseverança, e que (você) não pode suportar homens maus [...]” (Ap 2.2) e assim, com a iluminação do Espírito Santo, você receberá forças e orientação para viver neste mundo de trevas.

            Mulher, parabéns pelo seu dia! Continue lutando pelos seus direitos.
Rev. Salvador P. Santana

sexta-feira, 2 de março de 2018

Mt.12.15-21 - OPOSIÇÃO.

OPOSIÇÃO

Mt.12.15-21




Introd.:           A todo instante enfrentamos oposições de todos os lados.

            Os opositores podem ser aqueles que fazem parte da nossa família, nossos amigos e principalmente nossos inimigos.

Nar.:    Israel não entendeu a revelação em Cristo.

            A revelação ficou oculta para Israel.

            Israel não estava preparado para aceitar a Jesus e aos seus ensinos, rejeitando sua mensagem e os conselhos de Deus.

            Eles se colocaram em oposição ao ministério de Jesus.

Propos.:           Seja um aliado de Jesus não se opondo.       

Trans.:             Quando o homem se opõe [...]

1 – Jesus se afasta.

            [...] Os fariseus [...] (haviam) conspirado contra Jesus, sobre como lhe tirariam a vida”, Mt.12.14.

            O “mas [...]”, Mt.12.15 como conjunção aditiva do texto, aponta para a possibilidade de Jesus matar os seus inimigos fariseus, saduceus e sacerdotes, “mas [...]”, Mt.12.15 Jesus não o fez.

            [...] Jesus, (ao) saber disto [...]”, Mt.12.15, da oposição e planos de sua morte, o Mestre toma uma atitude totalmente diferente da nossa que desejamos vingança.

            O modo de agir de “[...] Jesus (foi o de) afastar-se [...]”, Mt.12.15, como se voltasse atrás, retornar para o lugar de partida, retirar-se do meio dos opositores, deixar o seu lugar vago para que outro ocupe.

            Note que “[...] Jesus [...] afastou-se dali [...]”, Mt.12.15, do meio dos inimigos, dos incrédulos, daqueles que não lhe querem o bem, “[...] não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores”, Sl.1.1.

            A influência de “[...] Jesus (foi de tal modo que) muitos o seguiram [...]”, Mt.12.15 para conhecer de perto o novo modo de tratar as pessoas que se opõe contra nós.

            Perceba o que fez “[...] Jesus [...] a todos (quantos) o seguem [...] ele cura”, Mt.12.15 não apenas das enfermidades físicas, mas principalmente da alma.

            Quando há oposição [...]

2 – Jesus adverte.

            A “advertência (de Jesus fala sobre acusação, repreensão, admoestação, reprovação, censurar severamente) [...]”, Mt.12.16 os seus discípulos a respeito da sua relação com Deus.

            Perceba a força da conjunção acumulativa “[...] porém (para indicar que a) advertência [...]”, Mt.12.16 de Jesus não fala sobre a punibilidade da nossa relação com Ele.

            A verdade é “[...] que (Jesus) não [...]”, Mt.12.16 permite algumas práticas em nossas vidas – envergonhar o seu nome, não ser testemunha, ser um crente falso, relaxado, sem compromisso com a obra de Deus.

            A “advertência (de Jesus é para) [...] que [...] não o exponha (torná-lo manifesto ao vexame, levar alguém a fazer algo contrário à moralidade, ao bem comum do outro) [...]”, Mt.12.16.

            É possível que eu e você não se importe com a má reputação, mas Jesus sim, ele não desejava “[...] expor-se à publicidade”, Mt.12.16, principalmente com os nossos atos vergonhosos.

            A oposição

3 – Se cumpre.

            Todo tipo de oposição que Jesus enfrentou foi “para se cumprir (através do Pai celeste) o que foi dito por intermédio do profeta Isaías (700 a.C.) [...]”, Mt.12.17.

            O “eis (foi a forma do evangelista registrar a palavra de uma das pessoas da Trindade, o Pai celeste, dirigida ao seu Filho Jesus) aqui (chamado de) o meu servo (escravo, assistente do Rei) [...]”, Mt.12.18.

            Este “[...] servo (Jesus foi o), que (o Pai) escolheu [...]”, Mt.12.18 com o propósito de vir a este mundo, sofrer as agruras da vida em nosso lugar.

            Jesus é chamado também de “[...] o [...] amado (estimado, favorito, merecedor do amor do) Pai [...]”, Mt.12.18 em favor do Seu povo escolhido.

            A declaração de amor do Pai em favor do seu Filho chega ao ponto máximo de Ele dizer que “[...] em Jesus a [...] alma (do) Pai se compraz (faz de boa vontade) [...]”, Mt.12.18.

            A dádiva maior é que Deus “[...] fez repousar sobre Jesus o seu Espírito (Santo) [...]”, Mt.12.18 a fim de que o Filho pudesse suportar as dores deste mundo.

            A finalidade maior oferecida a “[...] Jesus (é que Ele) anunciará juízo (oferecer o reino dos céus) aos gentios”, Mt.12.18 para serem salvos.

            Por ordem de Deus, Jesus “não contenderá, nem gritará, nem alguém ouvirá nas praças a sua voz”, Mt.12.19.

            Os não de Deus em relação ao ministério de Jesus.

            Deus deu a seu Filho a oportunidade de ter um espírito manso, respeito pela fragilidade humana, misericórdia e paciência para com a humanidade pecadora.

            O “não esmagará a cana quebrada [...]”, Mt.12.20 fala do reconhecimento de Jesus sobre a nossa fragilidade e que sempre Ele nos trata com gentileza.

            E o melhor, Jesus “[...] não apagará a torcida (eu e você) que fumega [...]”, Mt.12.20, o servo que está prestes a deixar de servir e buscar a Deus.

            Não haverá fim “[...] até que faça vencedor o juízo”, Mt.12.20, que estabeleça ou restabeleça o reino de Deus dentro dos nossos corações.

            A oposição [...]

Conclusão:      Proporciona bênçãos a mim e a você.

            Quando Jesus foi rejeitado, as bênçãos eternas nos alcançaram.

            E, (é por este motivo que) no [...] nome (de) Jesus, (eu e você podemos) esperar [...]”, Mt.12.21 a benção da salvação.



            Rev. Salvador P. Santana

EXEMPLO DE VIDA.


EXEMPLO DE VIDA

            Preocupado com a salvação do homem pecador, Jesus é muito específico e categórico quando pede aos seus discípulos que cada um “[...] seja a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte” (Mt 5.14).

            A você que está à frente da igreja como presbítero, diácono, professor da Escola Dominical, instrutor no culto infantil ou apenas servo de Deus, frequente à casa do Senhor, que se cumpra em sua vida o “[...] ser a luz do mundo [...]” (Mt 5.14).

            Por mais pequena que seja essa luz, não importa, é preciso que essa luz seja “[...] como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” (Pv 4.18) com a finalidade de que a escuridão à sua volta receba de graça a luminosidade aplicada em você para que muitos que andam nessas trevas vejam o amor de Deus.

            Por mais insignificante que você se sinta, é preciso saber que “[...] você (é) [...] de Deus e tem (e pode) vencer [...] (todas as lutas) porque maior é aquele que está em você (Jesus Cristo) do que aquele que está no mundo” (1Jo 4.4).

            A luz que brilha em você, o próprio “[...] Jesus [...] é a (própria) luz do mundo; (por isso) quem lhe segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida” (Jo 8.12) para brilhar neste mundo.                     

            Essa luz que brilha em você fará toda diferença em todos os sentidos. Imagine um dos servos de Jesus sendo daqueles que gostam de falar mal dos outros. Pense na possibilidade de um destes não dizimar sobre aquilo que ganha. Pode acontecer de um ou outro não ser bom pagador no comércio onde tenha comprado. O texto é muito claro ao dizer que “[...] não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte” (Mt 5.14) e muito menos você.

            Não basta apenas brilhar, é preciso ser exemplo diante dos homens assim como “[...] Jesus [...] deu o exemplo, para que, como ele fez, faça-se [...] também” (Jo 13.15) o mesmo. Esta é a sua grande responsabilidade diante dos homens neste mundo. Por isso, não permita que alguma acusação seja feita a respeito, quanto a sua moral ou maneira de viver.     

            Ser exemplo de vida é ter a certeza de que “[...] outrora, (você) era treva, porém, agora, (você) é luz no Senhor; (sendo assim) andai como filhos da luz” (Ef 5.8). Há motivos de sobra para ser exemplo e um deles é “(porque o fruto da luz consiste em toda bondade, e justiça, e verdade), provando sempre o que é agradável ao Senhor” (Ef 5.9, 10).

            Ora, sendo a luz neste mundo, os filhos e toda a sociedade só tem a ganhar. O lar ganha com um convívio respeitoso entre pais e filhos, o patrão ganha com bons serviços e a garantia de que você é de confiança, o comércio lucra quando você paga as suas contas em dia, a igreja é abençoada ao “louvar a Deus e contar com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescenta-lhes o Senhor, dia a dia, os que (vão) [...] sendo salvos” (At 2.47).

            A partir do momento que você buscar, entender e “[...] ser a luz do mundo [...]” (Mt 5.14), verá que não haverá necessidade de andar se escondendo, não precisará dar desculpas porque você “[...] não (se) [...] envergonha do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê [...]” (Rm 1.16).

            Seja um servo autêntico, filho obediente, dê exemplo “[...] seja a luz do mundo. Não [...] (fique) escondido [...]” (Mt 5.14).

            Deus abençoe você como exemplo de bom cristão!
Rev. Salvador P. Santana