quarta-feira, 3 de novembro de 2021
Sl.16 - A PRESENÇA DE DEUS.
A PRESENÇA DE DEUS
Sl.16
Introd.: Certa vez disse Deus ao povo de Israel: “Porque eis que eu estou convosco; voltar-me-ei para vós outros, e sereis lavrados e semeados.”, Ez.36.9.
De igual modo Jesus falou aos discípulos: “... E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século.”, Mt.28.20.
Nar.: O eterno Deus promete ao rei Davi a Sua presença constante.
Propos.: Essa presença é estendida a todos quantos creem no Deus único e verdadeiro.
Trans.: A presença de Deus...
1 - Protege.
“Guarda-me, ó Deus, porque em ti me refugio.”, Sl.16.1.
A oração de Davi é: “Guarda-me, ó Deus...”, Sl.16.1.
O guerreiro, comandante, chefe de milhares e rei Davi se confia à proteção divina e não em si mesmo.
A sua fé era definida e estável, não estava em nenhum outro “... porque em ti me refugio”, Sl.16.1.
O jovem ruivo, de belos olhos e boa aparência confiava que Deus manteria a sua segurança durante todo o curso de sua vida.
Por isso de Davi professar a fé e dizer: “Digo ao SENHOR: Tu és o meu Senhor; outro bem não possuo, senão a ti somente.”, Sl.16.2.
Davi reconhecia a proteção divina a ponto de exclamar com a alma: “... Tu és o meu Senhor...”, Sl.16.2.
Fala de um sentimento que havia sido colocado por Deus continuamente em sua alma.
Além de Deus não existe outro significado na vida e nenhuma felicidade pessoal.
Nada vai bem faltando a proteção e a bênção de Deus, por isso ele insiste: “... outro bem não possuo, senão a ti somente.”, Sl.16.2.
Mesmo se possuísse qualquer bem para oferecer a Deus, o meu Jesus é autossuficiente para me proteger.
Em resposta a essa maravilhosa proteção o salmista fala de comunhão horizontal com “... os santos que há na terra...”, Sl.16.3.
O desejo do salmista é que os santos se juntem para adorar aquele que nos protege.
Não convém juntar-se aos incrédulos, mas devo estar com os santos “... notáveis (ou admiráveis) nos quais tenho todo o meu prazer.”, Sl.16.3.
Eu e você devemos preferir “... os santos que há na terra...”, Sl.16.3.
Os santos são o nosso motivo de comunhão e benefício mutuo, a nossa proteção vinda do próprio Deus.
Por que Davi pede a proteção de Deus? Porque “muitas serão as penas dos que trocam o SENHOR por outros deuses...”, Sl.16.4.
E isso ele não desejava para si; “... trocar o SENHOR por outros deuses...”, Sl.16.4 que nada podem fazer.
A sua procura era pelo Senhor dos senhores que o protegia constantemente.
A sua comunhão era com os santos, logo, ele declara: “... não oferecerei as suas libações de sangue, e os meus lábios não pronunciarão o seu nome.”, Sl.16.4.
Não participo de festas idólatras e não pronuncio o nome de seus deuses.
Agindo assim posso repetir: “Guarda-me, ó Deus, porque em ti me refugio.”, Sl.16.1.
A presença de Deus...
2 – Garante a minha herança.
“O SENHOR é a porção da minha herança e o meu cálice; tu és o arrimo (proteção) da minha sorte”, Sl.16.5.
Davi medita sobre os benefícios recebidos de Deus.
Volta o pensamento aos seus antepassados quando receberam a herança da terra prometida.
O rei reconhece que a presença de Deus é tudo o que tem; “o SENHOR é a porção da minha herança...”, Sl.16.5.
A presença de Deus se distingue dos idólatras.
Quando ele diz que “o SENHOR é a porção...”, Sl.16.5 ele quer transmitir a confiança no Deus que supre tudo.
Pois quem vive sem a presença de Deus é viver num estado de incerteza.
Davi faz um jogo de palavras onde compara a herança igual a terra, semelhante ao sustento diário.
Compara também o cálice igual a renda, tal como o produto de sua herança.
Ou seja, a presença de Deus “... é o arrimo (proteção) da minha sorte (vida).”, Sl.16.5, ou seja, Deus é tudo.
Nos dá o poder de usufruir de todo bem.
Tu és meu solo sobre o qual minha porção está situada.
Quando os israelitas tomaram posse da terra prometida, nem todos ficaram felizes com a localização.
Davi se alegrou tanto com a sua herança que disse: “... é mui linda a minha herança.”, Sl.16.6.
O que recebo de Deus é maravilhoso, não existe igual.
“Caem-me as divisas em lugares amenos (agradáveis) ...”, Sl.16.6.
O texto indica felicidade espiritual.
Não deseja nada mais além da presença de Deus.
A presença de Deus...
3 – Impulsiona a dar graças.
“Bendigo o SENHOR, que me aconselha; pois até durante a noite o meu coração me ensina.”, Sl.16.7.
Eu agradeço a Deus disse Davi: “Bendigo o SENHOR...”, Sl.16.7.
Por que? Por que Deus “... me aconselha; pois até durante a noite o meu coração me ensina.”, Sl.16.7.
Durante o curso de nossa vida Deus corrige até mesmo a nossa mente.
Somos conduzidos pelo Espírito Santo em nossa vida diária.
Só nos resta dizer: “O SENHOR, tenho-o sempre à minha presença; estando ele à minha direita, não serei abalado.”, Sl.16.8.
Posso me refugiar nele de todos os perigos; só tenho que agradecer, pois Deus está presente.
Quando “tenho o SENHOR, sempre à minha presença... não serei abalado.”, Sl.16.8.
O meu coração não ficará perturbado porque dou graças.
Devemos valorizar mais que qualquer outra coisa a comunhão com Deus.
Por isso Davi fala no verso 9: “Alegra-se, pois, o meu coração, e o meu espírito exulta; até o meu corpo repousará seguro.”, Sl.16.9.
Por que alegrar o coração e exultar o espírito?
Porque a nossa felicidade repousa em Deus.
Porque vivendo sob a proteção de Deus, vivemos no desfruto, na paz e na alegria total.
Porque “... o meu corpo repousará seguro.”, Sl.16.9.
Logo, só devo agradecer a presença de Deus.
Para encerrar Davi diz que a presença de Deus...
Conclusão: Guarda a alma.
“Pois não deixarás a minha alma na morte, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção.”, Sl.16.10.
Deus presente em minha vida não temo a morte, “pois Deus não deixarás a minha alma na morte...”, Sl.16.10, isto é, porque a minha salvação é garantida e Deus me liberta de toda ansiedade e temor.
A morte não terá poder sobre os eleitos de Deus, “pois Ele (mesmo) ... não permitirás que o teu Santo veja corrupção.”, Sl.16.10.
E mais, Deus “... me fará ver os caminhos da vida... (que somente com a sua) presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente.”, Sl.16.11.
Com a presença de Deus temos tudo para a perfeita felicidade.
Em lugar da morte, é-nos conferido vida abundante, porquanto os efeitos da morte foram anulados com a presença de Deus em minha vida.
Rev. Salvador P. Santana
domingo, 31 de outubro de 2021
SE IDENTIFICAR COM O OUTRO.
SE IDENTIFICAR COM O OUTRO
Caso você se sentar à mesa de frente com algum sequelado que tenha sofrido algum AVC ou uma paralisia facial pode acontecer de alguns saírem da mesa, outros desviarem os olhares e, ainda outros olharem com desdém ou nojo.
A razão é simples e ao mesmo tempo complicada para aquele que está passando por esse momento difícil. As sequelas podem ser várias para aquele que é acometido de um AVC: dificuldade para andar, falar, mastigar, engolir, se movimentar, vestir uma roupa, se manter em pé de forma correta, confusão e perda de memória. Para os que enfrentam a paralisia facial pode um dos olhos ficar ressecado prejudicando as córneas, movimento involuntário dos olhos e da boca, dificuldade para sorrir, sustentar o alimento dentro da boca, dificuldade para cuspir, enfim, por tudo isso muitos não querem ficar ao lado e nem mesmo na frente de outras pessoas na hora da alimentação, lazer, estudos.
É possível entender a razão de muitos que ainda não recuperaram os movimentos ficarem reclusos nos cantos, dentro de casa, sem desejo de sociabilidade e nem sequer sair à porta para cumprimentar os seus vizinhos.
É preciso sentir a dor do outro, o sofrimento do outro, a angústia e o desespero do outro. Paulo teve as mesmas dores e passou pelos mesmos problemas que seus irmãos tiveram. Eis a razão de cada um se “alegrar com os que se alegram e chorar com os que choram.” (Rm 12.15).
É preciso se sentir no lugar e com as dores do outro, pensar no outro como se fosse você e o apóstolo Paulo fez isso com maestria por isso, conforme a analogia, “... se um membro sofre, todos sofrem com ele; e, se um deles é honrado, com ele todos se regozijam.” (1Co 12.26).
Despois de algum tempo Paulo sentiu na própria pele quando os judeus, recebendo a aprovação do Sinédrio “... apedrejaram Estêvão... e (o dia fatídico para Estêvão) Saulo consentia na sua morte... naquele dia, levantou-se grande perseguição contra a igreja...” (At 7.59; 8.1). Não é de admirar que “foi três vezes fustigado com varas; uma vez, apedrejado; em naufrágio, três vezes; uma noite e um dia passou na voragem do mar; em jornadas, muitas vezes; em perigos de rios, em perigos de salteadores, em perigos entre patrícios, em perigos entre gentios, em perigos na cidade, em perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos entre falsos irmãos;” (2Co 11.25, 26).
Às duras penas Paulo aprendeu, mas é possível que tenha, através das suas leituras diárias do Antigo Testamento aprendido como o salmista de que, “quanto a mim, porém, estando eles enfermos, as minhas vestes eram pano de saco; eu afligia a minha alma com jejum e em oração me reclinava sobre o peito,” (Sl 35.13) para fazer súplicas a Deus.
Em outro momento, revisitando o livro de Isaías, Paulo leu que, por causa da cidade de Sião era necessário “regozijar juntamente com Jerusalém e alegrar-se por ela... todos os que a amais; exultando com ela, todos os que por ela prantearam,” (Is 66.10).
Outra grande oportunidade para Paulo aprender foi com o profeta Neemias quando ele ficou sabendo que “os restantes, que não foram levados para o exílio e se acham lá na província, estavam em grande miséria e desprezo; os muros de Jerusalém estavam derribados, e as suas portas, queimadas.” (Ne 1.3). O profeta levantou o seu lamento a Deus depois de “ter ele ouvido estas palavras, assentou-se, e chorou, e lamentou por alguns dias; e esteve jejuando e orando perante o Deus dos céus.” (Ne 1.4) para solucionar esse problema.
Paulo é igual a todos os homens neste mundo e, portanto, não existe outro mestre igual e nem melhor do que “... Cristo (que) sofreu em nosso lugar, deixando-nos exemplo para seguirmos os seus passos,” (1Pe 2.21).
Somente Jesus é capaz de “... tomar sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levar sobre si...” (Is 53.4) para “... nos resgatar da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar...” (Gl 3.13), o qual “... se ofereceu uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos...” (Hb 9.28).
Por mais que alguém não queira sentar ao seu lado, olhar para o seu defeito provisório, desprezar o seu modo estranho de mastigar, o seu olhar torto, o seu sentar sem postura, o salivar constante, derramar a comida para fora do prato, fique sabendo “... que Deus está contigo, e te guardará por onde quer que for... porque te não desamparará...” (Gn 28.15) e o melhor, “... Deus estando contigo... ninguém ousará fazer-te mal...” (At 18.10) além daquele que você já está sofrendo, e outra, como Jesus conhece a sua dor ele “... tem chamado (você) amigo...” (Jo 15.15) e isso é o bastante para todos.
Que as muitas bênçãos de Deus sejam derramadas sobre o seu coração!
Rev. Salvador P. Santana
sexta-feira, 29 de outubro de 2021
TEMPO PARA CRESCIMENTO.
TEMPO PARA CRESCIMENTO
Caso você queira plantar sem depender de hortas comunitárias, supermercados, sacolões e colher rapidamente para colocar à sua mesa um alimento que você se esforçou, cuidou e viu crescendo e produzindo sem agrotóxico, é possível saborear vários tipos dentro de seu próprio quintal.
Entre 25 a 150 dias aquele que planta pode colher e ter em sua mesa, não necessariamente nessa ordem: abóbora, espinafre, nabo, couve, ervilha, pepino, cenoura, rabanete, alface, cebolinha e outras mais. Ao colher você fica grato a Deus, e ao mesmo tempo feliz por saber que as suas mãos cooperaram para esse fim com sabor agradável.
Na verdade, tudo começa com a boa mão de Deus operando para que tudo e todos sejam abençoados. Veja que foi o próprio “... Deus (quem fez o sol e a lua, os) ... luzeiros no firmamento dos céus, para fazerem separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais, para estações, para dias e anos.” (Gn 1.14) a fim de interferirem em todas as plantações.
É possível que depois de todo gasto, cuidado, preparo da terra e manuseio, a semente não vingue. Pode acontecer de você ficar zangado, aborrecido, pelo motivo de, pela primeira vez, não ter dado certo a sua investida nas plantações domésticas. Fique sossegado pois “tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu: há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou;” (Ec 3.1, 2).
Em toda agricultura é possível você perceber o quanto Deus comanda todas as coisas. Não foi à toa que o próprio Jesus fez uma analogia entre a vida espiritual dos filhos de Deus e a agricultura. Jesus “... falava por parábolas e dizia: Eis que o semeador saiu a semear” (Mt 13.3) tudo aquilo que ele desejava colher, no tempo em que Deus proporcionasse vingar o crescimento, a fim de que o fruto fosse produzido.
É interessante notar que “... ao semear, uma parte cai à beira do caminho, e, vindo as aves, a comem. Outra parte cai em solo rochoso, onde a terra é pouca, e logo nasce, visto não ser profunda a terra. Saindo, porém, o sol, a queima; e, porque não tem raiz, seca-se. Outra cai entre os espinhos, e os espinhos crescem e a sufocam. Outra, enfim, cai em boa terra e dá fruto: a cem, a sessenta e a trinta por um.” (Mt 13.4-8).
É maravilhoso observar esse grande cuidado de Deus sobre toda a natureza e a vida espiritual de todos os homens. Em certo momento, no sofrimento de Jó, ele declara que “ele (Deus) faz coisas grandes e inescrutáveis e maravilhas que não se podem contar;” (Jó 5.9). Aos olhos humanos, perceber e “... fazer conhecidos os sinais e maravilhas que Deus, o Altíssimo, tem feito para comigo” (Dn 4.2) é um grande esforço em muitos corações para reconhecer que Deus é bom.
O tempo de Deus para renovar a sua vida e de todos quantos dependem dEle pode ser que ainda não tenha chegado. Podem faltar dias, meses, anos para o seu crescimento espiritual tal como é quando Deus envia a “... chuva (para) fazer crescer (o) pinheiro...” (Is 44.14).
Desta forma, todos os homens que são escolhidos por Deus um dia precisam tomar a atitude de “... crescer na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, tanto agora como no dia eterno.” (2Pe 3.18).
Mesmo sendo no tempo de Deus, alguns requisitos precisam ser obedecidos para que haja crescimento ou vontade nascida dentro do coração para tal desenvolvimento espiritual, isto porque, “... o crescimento vem de Deus.” (1Co 3.6).
Cada um precisa querer, sentir desejo dentro do seu coração de “... seguir a verdade em amor, crescer em tudo naquele que é a cabeça, Cristo,” (Ef 4.15);
Ter essa disposição dentro de si servirá para cada um “... viver de modo digno do Senhor, para o seu inteiro agrado, frutificando em toda boa obra e crescendo no pleno conhecimento de Deus;” (Cl 1.10);
Se faz necessário também, no tempo de Deus, você “desejar ardentemente, como crianças recém-nascidas, o genuíno leite espiritual, para que, por ele, vos seja dado crescimento para salvação,” (1Pe 2.2).
Assim como todas as plantações estão debaixo do cuidado de Deus, “terra de que cuida o SENHOR, nosso Deus; os olhos do SENHOR, nosso Deus, estão sobre ela continuamente, desde o princípio até ao fim do ano.” (Dt 11.12), da mesma forma “o SENHOR empobrece e enriquece; abaixa e também exalta.” (1Sm 2.7) a sua vida espiritual.
Que Deus abençoe você!
Rev. Salvador P. Santana
quinta-feira, 28 de outubro de 2021
Rm.5.1-5 - O PRODUTO DA FÉ
O PRODUTO DA FÉ
Rm.5.1-5
Introd.: Quando se fala de produto é porque algo foi plantado para receber o seu fruto.
No dia 31 de outubro de 1517 Martinho Lutero afixou as 95 teses na capela de Wittenberg para que fossem discutidas pelos professores; desse dia em diante o povo passou a buscar a fé verdadeira que há muito havia sido esquecida.
Nar.: Paulo nos fala sobre os resultados da fé implantada em nosso coração por meio de Cristo Jesus.
Propos.: O desejo do apóstolo é mostrar que a fé que temos em Deus não deve ser inerte, mas operante.
Trans.: O produto da fé proporciona...
1 – O fruto da paz.
Após falar sobre a “justificação... (a qual é) pois, mediante a fé, (Paulo diz que) temos paz com Deus...”, Rm.5.1.
A “... paz... (é o produto da) fé... por meio de nosso Senhor Jesus Cristo”, Rm.5.1.
A “... fé (mais a) justificação... (que é um ato de) Deus...”, Rm.5.1 como juiz declarando o homem justo, tem como resultado a “... paz com Deus...”, Rm.5.1.
Essa “... paz...”, Rm.5.1 indica todas as variedades de bênçãos favoráveis a nós que cria o sentimento de bem-estar.
A “... paz com Deus...”, Rm.5.1 proporciona harmonia e unidade entre as relações do homem com o seu próximo e principalmente com o seu Deus.
Ainda que grande parte da superfície do oceano da existência seja agitada pelo vento, no profundo do mar a (nossa alma) continua a reinar a “... paz com Deus...”, Rm.5.1.
Essa “... paz...”, Rm.5.1 é oposta a anterior inimizade criada pelo pecado, logo, o fruto da fé é o caminho da reconciliação com Deus.
A base de toda essa paz é a obra de Cristo na cruz do calvário.
Eis a razão de o apóstolo dizer: “... por meio de nosso Senhor Jesus...”, Rm.5.1, o único perfeito.
Por meio de Cristo recebemos todas as bênçãos espirituais, o produto da fé, a nossa “... paz com Deus...”, Rm.5.1.
Outra recompensa é...
2 – A liberdade de acesso.
Não é somente a paz que é produzida, mas também o livre acesso.
O acesso é a permissão ou liberdade de chegar mais perto de Deus para comunicar-se com ele através de Jesus.
Não existe diferença de doador, ele é o mesmo, o próprio Cristo.
“Por intermédio de (Jesus entramos em um estado de) ... graça...”, Rm.5.2.
É somente através do nosso Mestre que temos acesso à alegria da esperança da glória de Deus.
É “por intermédio (dele, Jesus) ... (e) pela fé, (colocada em nosso coração que nos mantemos) firmes...”, 2.
Sabemos que a glória de Deus é o fim para o qual ele criou o homem.
Por isso “... gloriamo-nos...”, Rm.5.2, temos orgulho, louvamos e nos alegramos por causa dessa liberdade alcançada.
O nosso desejo deve ser o de estar com Cristo neste mundo e no porvir.
Devemos saber que enquanto estivermos neste mundo será apenas uma esperança.
Mas graças a Deus que a liberdade de acesso é garantida enquanto “... estivermos firmes...”, Rm.5.2 em Jesus.
E a nossa maior “... esperança (é de que um dia possamos estar juntos na) glória (diante da honra, da majestade e do brilho) de Deus”, Rm.5.2.
Eis o motivo da certeza do cumprimento - Cristo é a nossa esperança.
O acesso direto a Deus, a ousadia de conversarmos com ele, o direito à liberdade, esse é o produto da fé que recebemos.
O produto da fé fala de...
3 – Exultação.
O objeto da alegria é inesperado – tribulação.
No latim é tribulum – o mangual – instrumento utilizado na debulha de grãos, constituído por um cabo e um batedor de madeira unida por correias.
Tribulação nada mais é do que aflição, tormento, contrariedade, adversidade.
Primeiro o apóstolo diz que o cristão se alegra na graça de Deus depois fala que temos liberdade de acesso.
Agora ele diz que “... nos gloriamos (ter orgulho, louvar, alegrar) nas próprias tribulações...(?)”, Rm.5.3.
Quando somos aprovados, aí sim, ficamos alegres.
Mas não para por aí; após a experiência das “... tribulações...”, Rm.5.3 temos o que mais pode nos causar a maior alegria: “... a esperança”, Rm.5.4 de uma nova vida, de um futuro melhor, de um encontro com Cristo Jesus nos ares e na mansão eterna.
O produto da fé...
Conclusão: Nos aponta a verdadeira esperança.
Diz o verso 5: “Ora, a esperança não confunde, porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado”, Rm.5.5.
O maior e melhor produto da fé é “... a esperança...”, Rm.5.5.
Não adianta reclamar, o Dr. Lucas, companheiro de Paulo e escritor de um dos evangelhos e de Atos dos Apóstolos já dizia: “fortalecendo a alma dos discípulos, exortando-os a permanecer firmes na fé; e mostrando que, através de muitas tribulações, nos importa entrar no reino de Deus.”, At.14.22.
A alegria é porque sofremos? Não.
A nossa maior alegria é porque sabemos que somos fracos, mas Deus é forte e sempre estará pronto para socorrer aqueles que o buscam.
As tribulações irão nos levar a fraquejar? Não, pelo contrário, iremos “... nos gloriar nas próprias tribulações, sabendo que a tribulação produz perseverança;”, Rm.5.3.
“... Nos gloriamos...”, Rm.5.3, orgulhamos, louvamos e nos alegramos em Deus nos sofrimentos por considerar uma hora sofrer por Cristo.
Se os sofrimentos são intensos a ponto de criar desespero, pode tornar uma força poderosa, “e não somente isto, mas também... (porque) a tribulação produz perseverança;”, Rm.5.3 para servir e seguir a Jesus Cristo.
Ou seja, a paciência espiritual que tem como resultado o aprimoramento da atitude do cristão por nos proporcionar “... experiência...”, Rm.5.4 para a vida cristã.
Veja que “... a perseverança...”, Rm.5.4 é repetitiva para ser inculcada em nossa mente e coração.
Perceba que “... a experiência... (nos dá) esperança.”, Rm.5.4 de vida eterna, vida abençoada com Deus.
Quando atribulados, é preciso dar livre acesso ao Espírito Santo para transformar a nossa pessoa.
A não ser que o Espírito não esteja agindo em seu interior, o resultado só será amargura e desencorajamento.
A alegria de suportar a tribulação só nos traz recompensas.
“...A tribulação produz perseverança e a perseverança, experiência...”, Rm.5.3, 4 para dias melhores.
Ou seja, é a prova do resultado, a aprovação.
Ela não desaponta nem engana e “... não confunde...”, Rm.5.5 trazendo engando ao nosso coração.
O texto é claro: “... porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo...”, Rm.5.5.
Paulo bem sabia em quem podia confiar, na própria trindade: Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo.
Assim como Paulo, devemos buscar o produto da nossa fé: a nossa paz, o livre acesso, a nossa alegria e a nossa esperança na glória porvir “... porque... Espírito Santo, que nos foi outorgado (dado).”, Rm.5.5 nos garante todas essas bênçãos.
Rev. Salvador P. Santana
quinta-feira, 21 de outubro de 2021
1Co.13.4-8 - O AMOR JAMAIS ACABA
O AMOR JAMAIS ACABA
1Co.13.4-8
Introd.: Muitos casais no início do namoro tratam um ao outro de amor, amorzinho, meu grande amor, mas alguns, com o passar dos anos, trocam o amor por brigas, pontapés, partilha na justiça e filhos chorando sem a visita dos pais.
Pode ser que algum chama o outro de gatinho, mas um dia esse gato cresce e vira um leão.
Nar.: Ninguém começa amando outra pessoa com apenas uma olhada.
São várias olhadelas, durante anos, mesmo porque, “... o que Deus ajuntou não separe o homem.”, Mc.10.9.
Propos.: Andressa e Hugo faça de tudo para alimentar o amor.
Trans.: O amor jamais acaba...
Porque “o amor é paciente...”, 1Co.13.4 para esperar alguma promessa, solução de algum problema mal resolvido.
O amor não pode acabar porque ele só faz o “... bem...”, 1Co.13.4 para a pessoa amada que um dia jurou esse amor.
“... O amor não arde em ciúmes...”, 1Co.13.4 por qualquer motivo, mas faz de tudo para preservar a pessoa que ama.
Onde existe “... amor... não (existe lugar para) se ufanar...”, 1Co.13.4, ou, se orgulhar de pertencer a alguma família, de ser bonito, mais estudado ou com um salário maior.
Reinando “o amor... (um e outro faz de tudo para) não se ensoberbecer”, 1Co.13.4 com o desejo de aparecer para os amigos.
Existindo amor ele “não se conduz inconvenientemente...”, 1Co.13.5 com palavras, gestos grosseiros e obscenos.
“... Não (haverá espaço para) procurar o seu (próprio) interesse...”, 1Co.13.5, ficar irritado por qualquer motivo ou trazer magoa ao coração por motivos banais.
Existindo amor você “... não se exaspera...”, 1Co.13.5 no sentido de se tornar afiado, amolado, irritado para refutar, provocar, tornar-se irado com o outro.
Hugo e Andressa, no amor vocês “... não (podem se) ressentir (não contar, recontar, fazer um cálculo) do mal;”, 1Co.13.5 guardado dentro do seu coração.
O outro praticou alguma “injustiça, não se alegra...”, 1Co.13.6 com a queda ou a desgraça dele.
Amando você se dispõe a “... se regozijar com a verdade;”, 1Co.13.6 declarada com o pedido de perdão.
Pelo outro, Andressa e Hugo, através do amor, você “tudo sofre...”, 1Co.13.7 suporta a afronta, o desprezo, o choro, a família intragável no modo de agir, por isso da repetição no final do verso: “... tudo suporta”, 1Co.13.7.
Hugo e Andressa, é possível “... tudo crê...”, 1Co.13.7 ou colocar o seu coração na Pessoa e obra de Jesus Cristo que dará orientação e bênção sem fim.
Que vocês dois, Andressa e Hugo, aprendam em “... tudo esperar...”, 1Co.13.7 para a solução de qualquer problema fácil ou difícil.
“O amor jamais acaba...”, 1Co.13.8.
Conclusão: Como no início do namoro em que “o amor jamais acaba...”, 1Co.13.8; Hugo e Andressa, não deixe o amor esfriar.
Não caia no golpe de que “... houve (ou haverá) profecias (a respeito do término ou início de outro casamento), (isso precisa) desaparecer; (mesmo) havendo línguas (inflamadas para destruírem o casamento), (é preciso) cessar; havendo ciência (um estudando mais que o outro), (logo) passará;”, 1Co.13.8 para vocês viverem “o amor (que) jamais acaba...”, 1Co.13.8.
Rev. Salvador P. Santana
O QUE PASSOU, PASSOU.
O QUE PASSOU, PASSOU
É comum o ser humano pensar no passado. Vez ou outra o pensamento se volta para aquele líquido amniótico, chamado de “... substância ainda informe (que) os olhos (de Deus)... viram...” (Sl.139.16).
Talvez você carregue um trauma inconsciente desde a concepção porque alguém lhe disse ou deixou transparecer algo de ruim que tenha acontecido. É como dizerem: “você ficou com a pulga atrás da orelha”. Sem entender muito bem essa situação angustiante em sua vida, o pensamento volta ao passado para tentar solucionar algo impossível de ser resolvido no presente, como: um pedido de desculpa, perdão para alguém que já morreu.
O seu primeiro ano de vida já se foi há muito tempo, mas o seu passado ainda continua a incomodar. A sua mente é voltada totalmente para o início do seu ano escolar e isso tem te deixado inquieto por não ter rendido o máximo naquela época.
Você pode estar olhando para o passado do insucesso profissional. A falta de garra em adquirir um bem móvel/imóvel. Uma colocação profissional bem-sucedida foi desperdiçada. Coisas que há muito tempo já se passaram em sua vida, como as enfermidades adquiridas, os problemas financeiros, o relacionamento desfeito com o cônjuge, os filhos, os amigos.
Nesses momentos da vida o desligamento do passado parece ser impossível. Vem à mente todos os tipos de pensamento negativo e aquela ideia de que você não presta para nada, é um zero à esquerda, de que você não tem sorte na vida.
Tais pensamentos só servem para desvalorizar a sua autoestima, o seu grande valor, a sua capacidade de produzir e sair-se bem em todos os negócios da vida.
Muitas coisas do passado devem ser deixadas, abandonadas, esquecidas para não prejudicar o presente e o futuro – o que passou, passou. Caso típico é o da “... mulher (que) foi apanhada em flagrante adultério.” (Jo 8.4).
Na história contada por Jesus, ele alerta sobre aqueles que agem como “os escribas e fariseus (que) trouxeram à sua presença uma mulher surpreendida em adultério...” (Jo 8.3).
Ele chama atenção daqueles que insistem em viver do passado sujo, repugnante das outras pessoas ao “... fazerem-na ficar de pé no meio de todos,” (Jo 8.3) com o propósito de ridicularizar, menosprezar o brio e honradez da pessoa acusada, ainda que essa pessoa seja o que eles falam.
Jesus apela para a consciência de que todos em todos os lugares são “... pecadores e carecem da glória de Deus,” (Rm 3.23).
Nesse caso, aquele que for considerado ignorante biblicamente, não o será interiormente, pois cada um tem plena certeza de que as coisas ocultas que ele pratica são na realidade uma afronta contra Deus.
Isso é tão verdadeiro que Jesus se dirigiu aos escribas e fariseus “... dizendo: Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra.” (Jo 8.7).
Para surpresa deles e não de Jesus, “... ouvindo eles esta resposta e acusados pela própria consciência, foram-se retirando um por um, a começar pelos mais velhos até aos últimos, ficando só Jesus e a mulher no meio onde estava.” (Jo 8.9).
Jesus Cristo poderia muito bem ter acusado e condenado essa mulher, mas como o “... sumo sacerdote (Jesus conhece perfeitamente cada coração) ... foi... tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado.” (Hb 4.15).
Jesus não condenou, pelo contrário, concedeu-lhe perdão dizendo: doeu a consciência daqueles que queriam tirar proveito do seu passado? E a sua consciência dói? Então, “... nem eu tampouco te condeno; vai e não peques mais.” (Jo 8.11).
O passado passou e é marcante na vida de todos os seres humanos. Não tem como apagar uma lembrança remota ou presente, sempre haverá resquícios de coisas erradas, malfeitas, mas também de coisas benfeitas, alegres que marcaram a vida de uma forma muito especial.
O apóstolo dos gentios passou por experiências muito mais marcantes de um passado de muitos acoites, apedrejamentos, perigos diversos, trabalho mal e bem-sucedido, fadiga, fome, sede, frio, nudez, mas nem por isso deixou de prosseguir o seu caminho em direção ao céu, pelo contrário, ele aconselha: “... uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão,” (Fp 3.13).
Exatamente, você não pode ficar paralisado só porque alguma coisa ruim aconteceu com você; o que passou, passou. Siga em frente, não desista, “prossegue para o alvo, (para conquistar o) prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.” (Fp 3.14) só assim você dará muito mais valor a seu presente e futuro do que ao seu passado, porque o que passou, passou!
Que Deus abençoe você!
Rev. Salvador P. Santana
At.2.36-38 - ARREPENDEI-VOS.
ARREPENDEI-VOS
At.2.36-38
Introd.: Hoje muitos cultos não estão sendo mais centralizados em Deus.
As igrejas fazem de tudo para vender um evangelho barato.
As promessas surgem de uma revelação do sexo do bebê, um casamento arranjado, qualquer tipo de benefício com apenas um esforço mínimo ou alguma oferta volumosa em dinheiro.
Muitos buscam um balcão de ofertas, um black fraude com enormes possibilidades coisas caras com preço de banana.
Os anúncios são de que qualquer um pode adquirir determinado benefício com um esforço mínimo.
As igrejas se tornaram um supermercado da fé em suas prateleiras sem amor, sem perdão, sem reconciliação, sem arrependimento.
Seus cultos diferenciados são intermináveis e as campanhas de uma vida financeira farta, uma cura impossível aos olhos dos homens.
No balcão de ofertas é colocado todo serviço ao gosto do freguês: mais dinheiro no bolso, comprar uma mansão, adquirir um avião, comprar um iate para os fins de semana, uma fazenda e muito gado.
As estratégias de bons negócios atraem um número maior de pessoas.
Todo esse modelo de culto convence as pessoas a adorarem a Deus por tudo quanto Ele nos dá e não por aquilo que Ele é e faz por nós.
Não encontramos na Bíblia nenhuma aprovação de Deus quanto a criatividade ou inovação no culto.
Qualquer elemento incluído ao culto deve passar pelo crivo das Escrituras Sagradas, até mesmo as nossas músicas.
Nar.: O livro de Atos dos Apóstolos em seu capítulo 2 narra o tipo de culto que deve ser oferecido a Deus.
Não é exatamente nesta ordem, mas vemos os elementos do culto neste texto que são: Invocação, intercessão, adoração, contrição e a edificação.
No culto de Atos dos Apóstolos não se percebe os hinos de louvor, os cânticos espirituais, as palmas e nem mesmo as danças ou coreografias.
O texto nos mostra que o mais importante no culto é a Pessoa de Jesus Cristo.
Propos.: O ponto máximo no culto dos Atos dos Apóstolos foi o convite ao “... arrependimento...”, At.2.38.
Trans.: “... Arrependei-vos...”, At.2.38.
1 – É a principal exigência no culto prestado a Deus.
Ao ler o contexto, vemos que Pedro, no culto, alerta ao povo de que “... Jesus... (fora) crucificado (por) eles, (mas) Deus o fez Senhor e Cristo.”, At.2.36.
Após “ouvirem eles esta (mensagem) ... o coração (desse povo) compungiu-se (encheu-se de tristeza por ter pecado) e (então) perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, irmãos?”, At.2.37.
Não existe outra alternativa a não ser o “... arrependimento...”, At.2.38 para aqueles que praticam qualquer maldade contra o Filho de Deus, pecando deliberadamente, de caso pensado.
Pedro lhes mostrou a crueldade praticada, a crucificação de Cristo, daí eles sentiram o profundo golpe em seus corações.
Ao exigir o “... arrependimento, Pedro (lhes assegura que através) de Jesus Cristo (cada um pode alcançar a) ... remissão (perdão) dos seus pecados...”, At.2.38.
É preciso se “... arrepender...”, At.2.38 por ter maltratado o próximo, “... sem motivo negar ao justo o seu direito... [sem motivo] se irar contra seu irmão...”, Is.29.21; Mt.5.22.
A mesma “resposta (de) Pedro (deve ser a nossa para os nossos erros e para aqueles que estão à nossa volta): Arrependimento...”, At.2.38.
O “... arrependimento...”, At.2.38 é necessário para o nosso relacionamento com Deus.
O “... arrependimento...”, At.2.38 mostra que todos nós precisamos viver para glorificar a Deus.
O homem que se achega a Cristo Jesus, através da pregação da Palavra, e não através de ruídos ou barulho é “... salvo (porque) aprouve a Deus (agir dessa forma com todos aqueles) ... que creem pela loucura da pregação.”, 1Co.1.21.
Cada um precisa ouvir muito mais a pregação da Palavra de Deus do que as músicas.
Aconteceu certa vez de “... o rei Josias ter ouvido as palavras do Livro da Lei, (a sua atitude foi de) rasgar as suas vestes.”, 2Rs.22.11 em demonstração de arrependimento por não ter encontrado o livro há mais tempo.
É dever ficar atento à leitura da Bíblia, assim como o sacerdote Esdras que “... leu no livro, diante da praça... desde a alva até ao meio-dia, perante homens e mulheres e os que podiam entender; e todo o povo tinha os ouvidos atentos ao Livro da Lei.”, Ne.8.3 – muitas vezes preferimos ficar o dia todo diante da TV.
É por este motivo que Jesus fala que devemos “... conhecer a verdade, e a verdade nos libertará.”, Jo.8.32.
Precisamos ouvir muito mais a mensagem da cruz, porque “... a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo.”, Rm.10.17.
O resultado para o “... arrependido...”, At.2.38 é duplo...
Conclusão: O “... arrependido... recebe o dom (presente) do Espírito Santo”, At.2.38 e com Ele, “... o fruto do Espírito... amor, alegria, paz, longanimidade (paciência), benignidade (misericórdia), bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio...”, Gl.5.22,23.
Outro maravilhoso resultado para o “... arrependido... (é) ser batizado em nome de Jesus Cristo...”, At.2.38 para pertencer a igreja neste mundo.
A “resposta (de) Pedro... (para o) arrependimento, (não fica restrito a alguns, é para) ... cada um de nós...”, At.2.38 que deseja seguir mais de perto Jesus Cristo.
“.... Arrependa...”, At.2.38 de seus pecados, se volte para Deus com profunda tristeza.
Faça uma análise: Você gosta mais da música, das bênçãos ou da pregação da Palavra de Deus?
Espero que todos “estejam absolutamente certos, pois, toda a casa de Israel (IPB Barra Bonita) de que a este Jesus, que nós crucificamos (sem o verdadeiro arrependimento), Deus o fez Senhor e Cristo.”, At.2.36 sobre cada um de nós.
Rev. Salvador P. Santana
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