sexta-feira, 3 de junho de 2022
Lc.15.20 - ESPERANÇA
ESPERANÇA
Lc.15.20
Introd.: É preciso ter esperança para encontrar tudo quanto tiver perdido.
Esperança para um dia abençoado.
Devemos ter esperança de os sonhos serem realizados.
Esperança de ver um filho formado na faculdade, um casamento abençoado, uma família servindo ao Senhor Jesus.
Nar.: O texto fala a respeito de uma família que “... tinha dois filhos;”, Lc.15.11.
A maior questão entre eles era “o (filho) mais moço deles (que) disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me cabe...”, Lc.15.12. Herança requerida antes da morte dos pais.
Talvez, para não enfrentar mais desgastes, o pai “... lhes repartiu os haveres.”, Lc.15.12 sem reclamar; apenas aceitou.
Na mente de todos os pais é possível ter esperança de arrependimento por parte dos filhos, mas aconteceu o contrário.
“Passados não muitos dias...”, Lc.15.13 é possível que houve cobrança para não partir, não desfazer a família, não sair aborrecido, com mágoa, raiva.
Não houve acordo e “... o filho mais moço, ajuntando tudo o que era seu, partiu...”, Lc.15.13 deixando saudades e sem deixar endereço.
Veja que a má intenção talvez por briga, pirraça, vingança, “... o filho... partiu para uma terra distante...”, Lc.15.13 para não ser incomodado ou ser esquecido.
A esperança de riqueza do jovem filho traiu o seu próprio coração quando “... lá dissipou todos os seus bens, vivendo dissolutamente.”, Lc.15.13, de modo desregrado, que só ele pôde analisar e fazer uma reflexão a respeito.
Fora de casa, longe da família você não encontra paz, não tem esperança de viver melhor.
Tenha a esperança e para perceber que os verdadeiros amigos estão dentro da sua própria casa.
Observe que “depois de ter consumido tudo, sobreveio àquele país uma grande fome, e ele começou a passar necessidade.”, Lc.15.14 de alimento, de um abraço, do amor, do perdão, de uma cama para dormir, uma família para amar.
Falta esperança quando o filho “... se agrega a um dos cidadãos... terra...”, Lc.15.15 pensando que haverá sustento, proteção.
A sua esperança não pode ser depositada em homens porque “... este o mandou para os seus campos...”, Lc.15.15 para fazer o trabalho braçal – tem dinheiro, tem amigos.
Perceba a decadência quando não tem o apoio da família e quando se vive distante de Deus:
Talvez o melhor amigo “... o mandou para... guardar porcos.”, Lc.15.15;
Sem uma família estruturada “ali, (onde você estiver com seus amigos haverá) desejo... (de) fartar-se das alfarrobas que os porcos comiam...”, Lc.15.16.
A sua esperança cai por terra quando você percebe que “... ninguém lhe dá nada.”, Lc.15.16 para matar a sua fome.
A nossa única esperança é “... Jesus: Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim jamais terá sede.”, Jo.6.35.
Você tem esperança?
“Então, caia em si...”, Lc.15.17, acorda da letargia, da mornidão, da frieza espiritual.
“... Diga (em alto som): Quantos trabalhadores de meu pai têm pão com fartura, e eu aqui morro de fome!”, Lc.15.17 – reconheça que a sua família é importante.
Você tem esperança? Faça como o filho pródigo. “Levantar-me-ei, e irei ter com o meu pai...”, Lc.15.18 para reconquistar a amizade, o companheirismo.
Seja sincero e se arrependa “... dizendo: Pai, pequei contra o céu e diante de ti;”, Lc.15.18.
Aceite dentro do seu coração de que você “já não é digno de ser chamado... filho...”, Lc.15.19 obediente, dedicado.
Peça ao Pai celeste para “... tratar (você) como um dos seus trabalhadores.”, Lc.15.19 porque “... a seara é grande, mas os trabalhadores são poucos. (Por isso do pedido:) Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara.”, Lc.10.2.
Reativando a esperança faça essa oração: “... Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho.”, Lc.15.21.
A esperança motiva você a “... se levantar...”, Lc.15.20 do seu sono, da sua falta de fé. Vai despertar você para servir a Deus.
Urgente! Vai “... para (os braços do) seu Pai...”, Lc.15.20. Mostre interesse, dedicação àquele que te ama.
A maior esperança de toda a sua família é que, “... vindo (você) ainda longe, quando seu pai o avistou, e, compadecido dele, correndo, o abraçou, e beijou.”, Lc.15.20 dando-lhe as boas-vindas.
Rev. Salvador P. Santana
terça-feira, 31 de maio de 2022
DUAS ATITUDES
DUAS ATITUDES
Querendo ou não quando duas pessoas se encontram ou convivem por muito ou pouco tempo é possível um dia ou outro acontecer algum embate, uma pequena discórdia ou desentendimento por problemas diversos.
Por mais amigo que seja, por mais intimidade que tenha no relacionamento, sempre haverá desacordo em algum ponto ou virgula que atravesse na frente da conversa. Pode ser um “hummm” mais prolongado ou uma frase de rejeição: – “de novo”. Daí a confusão já está armada, as palavras começam a ser ríspidas, agressivas, sem contar em alguns casos, socos e pontapés.
Havia uma amizade muito agradável e abençoada entre Paulo e Barnabé. O bom relacionamento começou quando “... Barnabé, tomou Paulo consigo, levou-o aos apóstolos; e contou-lhes como ele vira o Senhor no caminho, e que este lhe falara, e como em Damasco pregara ousadamente em nome de Jesus.” (At 9.27).
Perceba que “... Lucas, o médico amado...” (Cl 4.14) apresenta algumas qualidades a respeito Barnabé, ao dizer que ele “... era homem bom, cheio do Espírito Santo e de fé...” (At 11.24).
As credenciais de Paulo são expostas também pelas penas de Lucas, não a respeito da sua fé, amizade, mas fala que “... Paulo se entregou totalmente à palavra, testemunhando aos judeus que o Cristo é Jesus.” (At 18.5). Faz a declaração de que, “enquanto Paulo os esperava em Atenas, o seu espírito se revoltava em face da idolatria dominante na cidade.” (At 17.16).
De outra feita, o próprio Paulo diz a respeito da sua inquietude sobre a vida eterna, ao dizer: “ora, de um e outro lado, estou constrangido, tendo o desejo de partir e estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor.” (Fp 1.23) e, voltando a escrita do médico, de que Paulo foi habilitado por Deus para “... convencer publicamente os judeus, provando, por meio das Escrituras, que o Cristo é Jesus.” (At.18.28).
Tanto Paulo quanto Barnabé eram servos do Senhor Jesus e disso ninguém tem dúvida quando se lê os textos bíblicos. Era tão profundo o entrosamento deles que certa vez “... partiu Barnabé para Tarso à procura de Saulo; tendo-o encontrado, levou-o para Antioquia. E, por todo um ano, se reuniram naquela igreja e ensinaram numerosa multidão. Em Antioquia, foram os discípulos, pela primeira vez, chamados cristãos.” (At 11.25, 26) devido ao bom testemunho deles na cidade.
A igreja reunida em oração, resolveu, depois deles “... servirem... ao Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo: Separai-me, agora, Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado.” (At 13.2). Então partiram para “... anunciar o evangelho da promessa...” (At 13.32).
Mas, como foi falado, em todo relacionamento com ou sem Jesus no comando, sempre haverá embates, discórdias e com Paulo e Barnabé não foi diferente. “... Paulo (resolveu) dizer a Barnabé: Voltemos, agora, para visitar os irmãos por todas as cidades nas quais anunciamos a palavra do Senhor, para ver como passam. E Barnabé queria levar também a João, chamado Marcos. Mas Paulo não achava justo levarem aquele que se afastara desde a Panfília, não os acompanhando no trabalho. Houve entre eles tal desavença, que vieram a separar-se. Então, Barnabé, levando consigo a Marcos, navegou para Chipre. Mas Paulo, tendo escolhido a Silas, partiu encomendado pelos irmãos à graça do Senhor.” (At 15.36-40).
Por um momento é possível pensar que tudo estava destruído, acabado por causa de um pequeno deslize entre duas pessoas que serviam juntas ao Senhor na obra missionária. Pelo contrário, Paulo escreveu aos Romanos que, “se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens;” (Rm 12.18) e Paulo sempre buscou essa paz em seu coração.
A fim de declarar paz entre irmãos Paulo enviou a “saudação... (à) Marcos, primo de Barnabé... (pediu para que) tomassem... Marcos... pois lhe era útil para o ministério... (o próprio) Marcos... (era ainda um dos) seus cooperadores.” (Cl 4.10; 2Tm 4.11; Fm 1.24) na obra missionária.
As duas atitudes tanto de Paulo quanto de Barnabé não invalidaram ou impediram de levar a obra adiante e muito menos a amizade entre eles. “... Barnabé, levando consigo a Marcos, navegou para Chipre... Paulo, tendo escolhido a Silas, partiu... (para a) Síria e Cilícia, confirmando as igrejas.” (At.15.39-41).
Que o Papai do céu abençoe você em seus relacionamentos!
Rev. Salvador P. Santana
sexta-feira, 27 de maio de 2022
Lc.2.44 - PERDER JESUS
PERDER JESUS
Lc.2.44
Introd.: É muito fácil perder qualquer tipo de objeto que possuímos.
Joel fala a respeito da “... semente (que) mirrou debaixo dos seus torrões, os celeiros (que) foram assolados, os armazéns, derribados, porque se perdeu o cereal.”, Jl.1.17.
O médico amado fala a respeito de um “... homem que, possuía cem ovelhas e perdeu uma delas...”, Lc.15.4.
O “... pai... (de Saul) perdeu as jumentas... (mas depois as) encontrou...”, 1Sm.9.20.
Paulo alerta de que “desviando-se algumas pessoas... (do amor fraternal), perderam-se em loquacidade frívola,” 1Tm.1.6, conversa fiada, discussões infundadas.
Nar.: O texto de Lucas nos alerta para não perdermos Jesus de vista.
Propos.: Jesus Cristo deve ser o nosso alvo, a nossa direção à Pátria celestial.
Trans.: Perder Jesus...
1 – Muitos pensam demais e agem menos.
Apenas “pensar ...”, Lc.2.44 em alguma possibilidade de encontrar com Jesus não é o suficiente.
“Pensar ...”, Lc.2.44 que só pelo motivo de ser filho de crente, não te garante a vida eterna.
É preciso “pensar ...”, Lc.2.44 seriamente na vida eterna, no encontro com Jesus Cristo para a sua salvação.
Perder Jesus...
2 – Entre os companheiros.
A família de Jesus o perdeu quando “... anualmente iam seus pais a Jerusalém, para a Festa da Páscoa.”, Lc.2.41.
Interessante notar que “quando Jesus atingiu os doze anos, subiram a Jerusalém, segundo o costume da festa.”, Lc.2.42 para se dedicarem a Deus.
Mas, no meio da multidão havia “... entre (eles) os companheiros de viagem...”, Lc.2.44 que foram juntos para festejar a libertação do povo de Israel da terra do Egito.
“... Os companheiros de viagem...”, Lc.2.44 podem ser aqueles que estudaram conosco, aqueles que se reúnem para uma festa, um passeio.
Fique sabendo que muitos dos “... companheiros de viagem...”, Lc.2.44 não têm nada de bom para nos apresentar ou nenhum compromisso com Jesus para nos influenciar.
É possível que muitos “... companheiros de viagem...”, Lc.2.44 o levem para longe dos caminhos do Senhor.
Jesus nos adverte: “Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim não é digno de mim; quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim não é digno de mim; e quem não toma a sua cruz e vem após mim não é digno de mim.”, Mt.10.37, 38.
“Pensa......”, Lc.2.44 melhor a respeito da sua amizade com “... os (seus) companheiros de viagem...”, Lc.2.44 e faça a opção correta; Cristo Jesus.
Perder Jesus...
3 – No dia a dia da vida.
O “... caminho de um dia...”, Lc.2.44 pode ser sem propósito quando não almejamos Jesus Cristo como o nosso protetor e Senhor.
Podemos fazer uma “... caminhada de um dia...”, Lc.2.44 sem propósito, sem esperança, sem um futuro garantido para a nossa alma.
A nossa “... caminhada de um dia...”, Lc.2.44 pode ser cansativa, mas é preciso manter um alvo, um desejo maior de encontrar com Jesus para nos orientar.
Perder Jesus...
4 – Entre parentes e conhecidos.
A nossa maior decepção é achar que “... parentes e... conhecidos;”, Lc.2.44 são os que mais podem cooperar para o nosso crescimento espiritual.
“... Parentes e... conhecidos;”, Lc.2.44 podem ser um estorvo, um empecilho para a nossa caminhada cristã chegando de surpresa.
“... Os parentes e os conhecidos;”, Lc.2.44 devem ser conduzidos à Cristo para a salvação completa de suas almas.
Jesus...
Conclusão: Precisa ser encontrado em seu próprio coração.
Pare de “pensar... (em seus) companheiros de viagem... (em seus) dias (sem fim ou em seus) ... parentes e... conhecidos”, Lc.2.44 de que serão o seu salvo-conduto para a eternidade.
“Terminados os dias da festa, ao regressarem, permaneceu o menino Jesus em Jerusalém, sem que seus pais o soubessem.”, Lc.2.43.
O local em que você vai achar Jesus é “... na Casa do SENHOR todos os dias da sua vida, para contemplar a beleza do SENHOR e meditar no seu templo.”, Sl.27.4.
O lugar mais propício para achar Jesus é quando “... somos edificados para habitação de Deus no Espírito.”, Ef.2.22.
Todo aquele que “... sabe que é santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita...”, 1Co.3.16 nele, tem a certeza de que Jesus foi encontrado dentro do seu coração.
Fique sabendo que “quando Jesus estava com... (seus discípulos), ele os guardava no... nome (do Pai) ... os protegeu, e nenhum deles se perdeu...”, Jo.17.12.
Faça de tudo para achar Jesus através da leitura bíblica e da oração.
Rev. Salvador P. Santana
sexta-feira, 20 de maio de 2022
ESFRIOU
ESFRIOU
Por mais intenso que seja o frio, não há motivo para você não se levantar, fazer as atividades corriqueiras da vida: tomar um banho, deliciar-se de um café ou chocolate quente, escovar os dentes, se vestir para não se ausentar do trabalho, deixar de ir à escola, fazer o exercício físico, ir às compras ou fazer algum passeio.
O frio pode ser congelante, mas mesmo assim existem pessoas que são apaixonadas por ele e quanto mais intenso for, o amor é mais intenso dessas pessoas. No entanto, para outros, o menor frio que apareça para ele é mais desconcertante para o seu jeito de andar, sentar, deitar e espreguiçar.
Para alguns, ao sair de debaixo das cobertas para verificar o quanto está frio pelo lado de fora de casa, já é motivo para deixar de fazer muitas atividades. Para outros, verificando o quanto está baixa a temperatura, o incentiva ainda mais a se dobrar de joelhos para agradecer a Deus pelo tempo de “... duração... (da) terra, (por) não deixar de haver sementeira e ceifa, frio e calor, verão e inverno, dia e noite.” (Gn 8.22) que Deus concede a este mundo a fim de que toda a humanidade seja abençoada.
O frio é uma das muitas bênçãos de Deus sobre toda a terra. Ele deve ser um grande incentivo para trabalhar com mais afinco a fim de que o seu corpo fique aquecido para poder desenvolver o seu serviço com mais disposição.
Qualquer tipo de exercício físico que você fizer, caso a temperatura esteja abaixo de zero graus, pode acreditar, haverá ganho de massa muscular, mais disposição, mais esclarecimento mental, mais energia.
Ainda faltam trinta dias para começar o inverno, mas ele já dá sinais antecipadamente dessa estação do ano. Portanto, são necessárias algumas precauções para manter-se em pé para você não ficar congelado.
Pode ser que muitos e em várias partes do mundo as pessoas irão enfrentar temperaturas congelantes, mas ainda assim é possível você fazer um esforço para cultuar, “tributar ao SENHOR a glória devida ao seu nome, adorar o SENHOR na beleza da santidade.” (Sl 29.2).
O frio que ainda não é do inverno, mas quando ele chegar é possível que pode contribuir para cair um pouco mais a temperatura, mas esse frio deve ser apenas corporal, pois o interior deve “... ser fortalecido no Senhor e na força do seu poder.” (Ef 6.10) para ter condições de, “... no dia da adversidade, ele... ocultará (você) no seu pavilhão; no recôndito do seu tabernáculo... acolherá... (e) elevará (você) sobre uma rocha.” (Sl 27.5) para ter condições de viver melhor na presença de Deus.
Ao olhar para o seu futuro você pode tomar como exemplo a vida de “... Esdras (que) tinha disposto o coração para buscar a Lei do SENHOR, e para a cumprir, e para ensinar em Israel os seus estatutos e os seus juízos.” (Es 7.10) com a finalidade de servir melhor ao Senhor em qualquer estação do ano.
Naqueles dias, “porém o povo era muito, e, sendo tempo de grandes chuvas, não podiam estar ali de fora; e não... (era aquilo) obra de um dia ou dois, pois... (eles eram) muitos os que transgrediram...” (Es 10.13) contra Deus e ainda assim estavam dispostos a buscar a Deus em arrependimento.
Para “... todos os homens de Judá e Benjamim, (não foi empecilho) em três dias, se ajuntarem em Jerusalém... (ainda que debaixo) das grandes chuvas.” (Es 10.9) não se importaram ou não foi motivo de desculpa diante de Deus para o cultuarem.
Assim como foi para aqueles Judeus que retornaram da Babilônia desejosos de buscar a Deus é muito mais fácil nestes dias ou em qualquer estação do ano você “buscar o SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto.” (Is 55.6) em dias que parece não ser possível sair de casa.
Faça de tudo para “... se alegrar por motivo (de qualquer) ...juramento (que você tenha feito para com Deus), porque, de todo o (seu) coração... (é possível) jurar e, de toda a (sua) boa vontade, buscar ao SENHOR, e por eles foi achado (pela dedicação de terem buscado a Deus). O SENHOR lhes deu (e ainda pode dar) paz por toda parte.” (2Cr 15.15).
O cobertor não pode segurar você em tempos de frio intenso. Deus pode aquecer a sua vida espiritual “com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef 6.18).
Esfriou. Que Deus abençoe você!
Rev. Salvador P. Santana
Jó 1.3 - A RIQUEZA DE JÓ
A RIQUEZA DE JÓ
Jó 1.3
Introd.: A inveja tem dominado muito corações.
Só pelo fato do vizinho, parente ou amigo comprar ou vestir algo na moda o desejo aguça os corações.
Nar.: Apesar da riqueza, nada impediu “num dia em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o SENHOR, veio também Satanás entre eles.”, Jó 1.6 para fazer acusações infundadas contra o servo de Deus.
“... Satanás... (aponta um falso interesse diante do) SENHOR... (de que) Jó debalde (com interesse, serve em vão, inútil) teme a Deus...”, Jó 1.9.
Satanás fala a respeito da proteção oferecida por Deus de “... o cercar com sebe, a ele, a sua casa e a tudo quanto tem... a obra de suas mãos abençoadas, e os seus bens se multiplicarem na terra.”, Jó 1.10 para não cair em desgraça.
A solução apresentada para abandonar Deus é simples; “estende, porém, a mão, e toca-lhe em tudo quanto tem, e verás se não blasfema contra ti na tua face.”, Jó 1.11.
Outra proposta não menos diabólica “então, (de) sua mulher lhe dizendo: Ainda conservas a tua integridade? Amaldiçoa a Deus e morre.”, Jó 2.9.
Para muitos a riqueza de Jó em nada teve valor.
Propos.: Qual o valor da sua riqueza?
Trans.: A riqueza de Jó aponta para um...
1 – Homem fiel.
“Havia um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó; (veja como Deus o classifica de forma crescente) homem íntegro (perfeito, completo diante de Deus) e reto (honesto, correto, direito diante dos homens), temente (reverente, medroso) a Deus e que se desviava do mal (das coisas ruins, do maligno).” Jó 1.1.
A maior riqueza de Jó não está em suas qualidades diante de Deus e dos homens.
A riqueza de Jó mostra um homem...
2 – Dedicado à sua família.
“Nasceram-lhe sete filhos e três filhas.”, Jó 1.2. Orgulho para muitos pais.
O costume familiar consistia quando “seus filhos iam às casas uns dos outros (para unir os laços fraternos, estreitar o companheirismo) e faziam banquetes (confraternizando), cada um por sua vez, e mandavam convidar as suas três irmãs a comerem e beberem com eles.”, Jó 1.4 para se sentirem unidos em família.
“Decorrido o turno de dias de seus banquetes, chamava Jó a seus filhos e os santificava (apresentando-os a Deus); levantava-se de madrugada e oferecia holocaustos (sacrifício) segundo o número de todos eles, pois dizia: Talvez tenham pecado os meus filhos e blasfemado contra Deus em seu coração. Assim o fazia Jó continuamente.”, Jó 1.5 para não perder a oportunidade de ter seus filhos junto ao trono de Deus.
A riqueza de Jó...
3 – Ultrapassava a de muitos.
Jó “possuía sete mil ovelhas (carne, pele e leite), três mil camelos (carga), quinhentas juntas de bois (alimento e carga) e quinhentas jumentas (carga, leite, queijo e carne); era também mui numeroso o pessoal ao seu serviço, de maneira que este homem era o maior de todos os do Oriente.”, Jó 1.3.
Jó não considerava nada disso como o seu maior tesouro.
A maior riqueza de Jó...
Conclusão: Era a sua fidelidade a Deus.
“Em tudo isto Jó não pecou, nem atribuiu a Deus falta alguma.”, Jó 1.22.
Jó sabia em seu coração que “... o SENHOR... (havia entregue) tudo quanto ele tinha... a Satanás... somente contra ele não (podia) estender a mão...”, Jó 1.12.
A riqueza de Jó era entender “... que (sobre) seus filhos e suas filhas...”, Jó 1.13 “... deram sobre eles os sabeus, e os levaram, e mataram aos servos a fio de espada...”, Jó 1.15.
Jó enriqueceu o seu coração ao compreender que veio “... fogo de Deus caiu do céu, e queimou as ovelhas e os servos, e os consumiu...”, Jó 1.16.
Jó ficou mais rico ainda ao descobrir que “... dividiram-se os caldeus em três bandos, deram sobre os camelos, os levaram e mataram aos servos a fio de espada...”, Jó 1.17.
A riqueza de Jó superabundou “... quando veio outro e disse: Estando teus filhos e tuas filhas comendo e bebendo vinho... eis que se levantou grande vento do lado do deserto e deu nos quatro cantos da casa, a qual caiu sobre eles, e morreram...” Jó 1.18, 19.
Jó perdeu toda a riqueza material, todo rebanho, todos os empregados, todos os seus filhos, perdeu a confiança da sua esposa e, pelos seus melhores amigos foi totalmente desprezado.
O único bem que Jó ainda possuía era Deus. “Então, Jó se levantou, rasgou o seu manto, rapou a cabeça e lançou-se em terra e adorou; e disse: Nu saí do ventre de minha mãe e nu voltarei; o SENHOR o deu e o SENHOR o tomou; bendito seja o nome do SENHOR!”, Jó 1.20, 21.
“Em tudo isto Jó não pecou, nem atribuiu a Deus falta alguma.”, Jó 1.22.
Onde está a sua riqueza?
Rev. Salvador P. Santana
quinta-feira, 12 de maio de 2022
2Ts.1.7 - DESCANSO
DESCANSO
2Ts.1.7
Introd.: Todos os dias reclamamos do cansaço.
Cansados da lida do dia, cansados de criar filhos, netos e de viver em família.
Ficamos cansados dos amigos, parentes, vizinhos e até mesmo dos animais de estimação.
O cansaço pode ser físico para aqueles que trabalham no serviço braçal, mental para aqueles que estudam e lidam com pessoas ou espiritual aos que vivem sobrecarregados de cobranças dos líderes espirituais.
Não é sem razão que Deus determinou que “seis dias (devemos) trabalhar, mas o sétimo será o sábado do descanso solene... nenhuma obra (podemos) fazer...”, Lv.23.3.
Enquanto estivermos neste mundo haverá trabalho e descanso, mas ao passar para a eternidade, o descanso será eterno.
Nar.: O texto fala sobre o julgamento final.
Em outra carta Paulo fala sobre quando “... o Senhor... der a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor.”, 1Ts.4.16,17.
Propos.: Para merecer esse descanso eterno é preciso ser servo de Cristo Jesus.
Trans.: Descanso...
1 – Aos atribulados.
O descanso não vale para todos, apenas ao atormentado, açoitado, que sofre por amor a Cristo.
O descanso no texto abrange os três aspectos: Físico, mental e espiritual.
No aspecto físico sabemos que cada um de nós tem o dever de “... afadigar (ficar cansado, exausto), trabalhando com as nossas próprias mãos...”, 1Co.4.12 para conseguir o pão de cada dia.
Haverá um dia em que eu e você seremos interrompidos nessa luta.
Ainda “... resta um repouso para o povo de Deus.”, Hb.4.9 que durará eternamente.
Esse repouso ou descanso, como já disse, não é para todos, mas para alguns “... outros, que são atribulados...”, 2Ts.1.7 para ser julgado, condenado, punido, açoitado, atormentado, entregue à morte por causa do evangelho.
São aqueles que defendem a causa e a honra de Cristo, persegue o amor fraternal, busca perdão e perdoa e se entrega totalmente a obra de Cristo.
Esses “... serão atribulados, e... (vai) morrer. Será odiado de todas as nações, por causa do... nome (de) Jesus.”, Mt.24.9.
Antes do descanso eterno...
2 – Haverá relaxamento.
O relaxamento é das angústias que sofremos neste mundo, das dificuldades enfrentadas no dia a dia.
É o “... alívio...”, 2Ts.1.7 de uma condição mais tolerável em cativeiro, quando mantido em confinamento.
Paulo fala que houve também “... alívio...”, 2Ts.1.7 para ele quando foi atribulado.
Em Filipos, “... Paulo e Silas (foram) ... arrastados para a praça... rasgaram-lhes as vestes... (os) açoitaram com varas... (e) os lançaram no cárcere...”, At.16.19,22,23, mas continuaram firmes na fé em Jesus.
Em toda essa tribulação, cada um de nós é “... aliviado juntamente...”, 2Ts.1.7 como Paulo e Silas por breve tempo, pois logo haverá novas angústias, aflições.
É por este motivo que o nosso descanso deve ser...
Conclusão: Breve.
Esse breve para os homens “... escolhidos, que a Deus clama dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los...”, Lc.18.7 pode acontecer o mais cedo possível.
Todos quantos são de Cristo irão descansar “... quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos do seu poder,”, 2Ts.1.7 para nos resgatar para viver para sempre com o Senhor.
É neste dia que Deus “... enxugará dos (nossos) olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram.”, Ap.21.4.
Você está preparado para descansar eternamente?
Rev. Salvador P. Santana
CRIAR RAÍZES
CRIAR RAÍZES
Todas as plantas têm suas raízes profundas ou rasas. Quanto maior a árvore é possível que mais dependa de suas raízes mais profundas ou espaço para sustentar o balançar do vento em sua copa.
As plantas menores talvez não tenham problemas com a ventania, mas o cuidado deve ser redobrado com os pés dos transeuntes que pisam sem olhar para o chão, com os animais de estimação que demarcam território e muitos escavam para podar suas unhas. Também há algumas pessoas com as suas mãos ávidas para destruir o que está plantado.
Dependendo do tipo de plantas existentes neste mundo, cada uma precisa fincar raízes conforme a sua necessidade a fim de sobreviver às intempéries desta vida que as assola para fortificar ou para serem arrancadas.
Todos os homens passam por problemas diversos neste mundo. Alguns conseguem suportar e vencer as batalhas. Outros por vezes tem sucumbido e desfalecido diante das lutas e problemas que enfrentam, daí, caem abruptamente para não mais levantar.
Pense em quantas vezes você esteve à beira do abismo e quase foi à pique, ficou desestruturado, debilitado, angustiado indo da desistência ao recomeço para voltar as atividades normais da vida.
José do Egito “... passou por várias provações,” (Tg 1.2). Mas, em todas elas ele conseguiu “... exultar, embora, no presente, por breve tempo...” (1Pe 1.6) para se levantar e conseguir galgar uma vitória a cada recaída até o topo final.
A princípio, para “... Jacó (quando) José tinha dezessete anos, apascentando os rebanhos com seus irmãos... (era possível olhar para um futuro cheio de prosperidade para o seu filho, mas) José trazia más notícias (de seus) irmãos... a seu pai.” (Gn 37.2). Com essa atitude e também porque “... o pai o amava mais que a todos os outros filhos, (esses irmãos passaram a) odiar José e já não lhe podiam falar pacificamente.” (Gn 37.4).
A confusão estava armada e complicada para o filho querido de Jacó que estava no topo e começava a perder a estabilidade. Quando seus irmãos “de longe o viram e, antes que chegasse, conspiraram contra ele para o matar.” (Gn 37.18), mas ainda não estava concretizado o ardil de seus corações.
Assim que os irmãos de José tiveram a oportunidade de ficar frente a frente decidiram “... mata-lo e lançando-o numa... cisterna; e (para esconder um crime premeditado resolveram) dizer (ao pai): Um animal selvagem o comeu...” (Gn 37.20).
A mudança de planos resultou em dividendos, não para José, mas para seus irmãos quando resolveram de comum acordo “... o vender por vinte siclos de prata aos ismaelitas...” (Gn 37.28) para logo depois ser vendido“... no Egito a Potifar, oficial de Faraó, comandante da guarda.” (Gn 37.36).
Em meio as lutas desse adolescente que foi “... vendido como escravo; cujos pés apertaram com grilhões e a quem puseram em ferros, até cumprir-se a profecia a respeito dele, e tê-lo provado a palavra do SENHOR.” (Sl 105.17-19), em todo sofrimento “o SENHOR era com José, que veio a ser homem próspero; e estava na casa de seu senhor egípcio.” (Gn 39.2).
Quando Deus envia as bênçãos depois de uma avalanche de problemas e dificuldades, elas são para valer a pena esperar. A partir desse momento José subiu degraus ainda mais altos porque “viu Potifar que o SENHOR era com ele e que tudo o que ele fazia o SENHOR prosperava em suas mãos,” (Gn 39.3).
José ficou debaixo do jugo por treze anos com muito sofrimento. Ao completar a “... idade de trinta anos quando se apresentou a Faraó, rei do Egito... Faraó... (e) seus oficiais... (não tiveram condições de) achar... (outro) homem como José, em quem havia o Espírito de Deus... (por isso, subiu ao topo da hierarquia egípcia) administrando a... casa (de) Faraó, e (após José sair humilhado da casa do seu pai) a sua palavra... (se tornou lei para) todo o... povo egípcio; somente no trono Faraó... (era) maior do que José.” (Gn 41.46, 38, 40).
Assim como “José... (você pode ser) um ramo frutífero, ramo frutífero junto à fonte (Jesus); seus galhos se estendem sobre o muro.” (Gn 49.22) para ser aceito e visto por todos quantos estão zombando e rebaixando você.
Rev. Salvador P. Santana
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