sexta-feira, 22 de junho de 2012

CHEIO

CHEIO!


Cheio de crente velho de igreja e velho de idade que continua com a mesma vida, com os mesmos costumes, com os mesmos vícios, bom seria se pudesse pelo menos mudar de vício para disfarçar um pouco. Cheio de crente com palavras obcenas encravadas na língua, com músicas profanas que não glorificam o nome do Santo Deus. Cheio de crente com roupas iguais às daqueles que não servem a Deus e que não condizem com o verdadeiro discipulado. Cheio de crente que ainda continua falando mal do outro, do governo, dos pais, dos irmãos, dos vizinhos. Cheio de crente que investe muito na amizade com homens e mulheres que nada tem a ver com o povo escolhido. Cheio de crente que dá preferência ao trabalho, às diversões, ao passeio do que a vida com Deus. Cheio de homens e mulheres que, dentro de casa, vivem num pé de guerra, atacando e sendo atacados a ponto de “[...] o filho desprezar o pai, a filha se levantar contra a mãe, a nora, contra a sogra; (daí) os inimigos do homem são os da sua própria casa” (Mq 7.6). Cheio de homens sem interesse pela oração, pela leitura bíblica, pelo desejo de ouvir o evangelho puro e simples sem enfeites, sem modismos. Cheio de homens despreocupados com a evangelização, com o testemunho, com a vida de retidão, com a pureza, a santificação, o jejum, a busca da paz interior, da amizade com Cristo, da vida com Deus. Cheio “[...] dos homens (que tem) o coração [...] cheio de maldade [...]” (Ec 9.3). Muitos destes agem como se fossem “[...] filho do diabo, (pois estão) cheio de todo o engano e de toda a malícia, inimigo de toda a justiça [...]” (At 13.10).

Cheio! Cheio! Cheio está Deus deste povo. Há muito que Deus “aborrece, despreza as (muitas) [...] festas e com as (muitas) [...] assembleias solenes (reunidas em toda a parte deste mundo. Deus está tão cheio com este povo que) não tem nenhum prazer” (Am 5.21) nesse ajuntamento. A maior certeza que o homem pode ter é que Deus continua cheio a tal ponto de pedir para “afastar (Dele) [...] o estrépito (das guitarras, violões, pandeiros, baterias, baixo, flautas e) dos [...] cânticos (afinados ou desafinados destes homens que superlotam os mega e pequenos templos), porque (Ele já determinou) não ouvir as melodias das tuas liras” (Am 5.23) que são tocadas nos mais belos templos de todas as denominações e em todos os recantos deste mundo. Cheio está Deus com os muitos “[...] cânticos (sem nenhuma teologia, sem vida, sem a presença do doador da vida, Jesus, e quando Ele é mencionado, é apenas um “batidão” com refrões fáceis para serem usados em “balada gospel”. Por estes e muitos outros comportamentos incoerentes à vida cristã é que o coração de Deus tem sido persistentemente ferido. Os muitos louvores, as muitas mensagens, as adorações tem sido para Deus como que sendo tocado) à toa ao som da lira e (e o pior) inventam, como Davi, instrumentos e músicas para [...] (si) mesmo” (Am 6.5) a fim de satisfazer o seu próprio ego. Do ponto de vista da satisfação, Deus encontra-se farto! Não de prazer e alegria com o comportamento humano, mas aborrecido com o culto antropocêntrico a, erroneamente, Ele prestado, quando deveria ser Cristocêntrico. Deus está cheio de tudo isso devido muitos estarem “[...] mornos e nem és quente nem frio, (logo, Deus) está a ponto de vomitar da (sua) boca” (Ap 3.16) muitos “[...] que a si mesmos se declaram (crentes) [...] e não são, sendo, antes, sinagoga de Satanás” (Ap 2.9).

Ao invés de toda essa afronta contra Deus, todo homem deve saber que a melhor opção para a vida aqui neste mundo é ficar “[...] cheio da bênção do SENHOR [...]” (Dt 33.23). Todos, sem exceção, devem buscar permanecer e se “[...] encher de sabedoria, e de entendimento, e de ciência para fazer toda obra [...]” (1Rs 7.14) que possa agradar a Deus. Urgente! É preciso “morrer em ditosa velhice, cheio de dias, riquezas e glória [...]” (1Cr 29.28 na presença de Jesus Cristo para sempre, só então, é possível “[...] estar cheio do poder do Espírito do SENHOR, cheio de juízo e de força, para declarar a (você mesmo) [...] a sua transgressão e [...] o seu pecado” (Mq 3.8). Fique “[...] cheio de fé e do Espírito Santo [...]” (At 6.5) para deixar de ser cheio de vida sem Deus no coração. É a partir desse momento que o homem de Deus pode ter um “[...] comportamento honesto cheio de temor” (1Pe 3.2).

Não deixe Deus ficar cheio de você, fique “[...] cheio do Espírito Santo [...]” (At 13.9). Que Deus te abençoe rica e poderosamente!

Rev. Salvador P. Santana

sábado, 16 de junho de 2012

INCONFUNDÍVEL, RECONHECÍVEL E ETERNO

INCONFUNDÍVEL, RECONHECÍVEL E ETERNO


A obra da “[...] graça de Deus (que) se manifestou salvadora a todos os homens” (Tt 2.11) é de uma maneira inconfundível, reconhecível e de duração eterna. Caso Deus não tivera, no conselho eterno, decidido “[...] ter misericórdia de quem (lhe) aprouve ter misericórdia e compadecer de quem (lhe) aprouve ter compaixão” (Rm 9.15). Não havendo da parte do próprio Deus o desejo de levar tais homens ao verdadeiro “[...] arrependimento [...] (a) afirmação (de) Jesus (é de que) [...] todos igualmente perecerão” (Lc 13.3).

Veja bem, a Palavra de Deus é bem clara ao declarar que “todos (os homens) [...] andavam desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho [...]” (Is 53.6) da injustiça, da maldade, da perdição a ponto “[...] andar outrora, segundo as inclinações da [...] carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e era, por natureza, filhos da ira, como também os demais” (Ef 2.3). A situação do homem sem Cristo é tão humilhante que “todos se extraviaram e juntamente se corromperam; (e o pior) não há quem faça o bem, não há nem um sequer” (Sl 14.3).

Para o homem sair dessa desastrosa situação só lhe resta uma única saída, a qual é por meio da “conversão [...] (para) àquele (Deus) de quem tanto [...] (o homem pecador tem se) afastado” (Is 31.6). Mas, esta conversão não se dá através de métodos humanos ou por meio de alguma instituição religiosa, ela acontece, somente, quando, “o bendito Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórdia [...] regenerar (o pecador) para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos” (1Pe 1.3).

Esta graça da salvação operada na vida daquele “[...] filho (que) estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado [...]” (Lc 15.24) é inconfundível somente pelo motivo de que “ninguém pode (ir) a Jesus se o Pai, que enviou Jesus, não o trouxer; (daí, para ser completo) [...] Jesus o ressuscitará no último dia” (Jo 6.44). Deve-se entender que esta “[...] escolha (aconteceu em) Jesus antes da fundação do mundo [...]” (Ef 1.4), escolha conhecida como predestinação. A partir de então, no momento certo, “[...] depois [...] (de) ouvir a palavra da verdade, o evangelho da [...] salvação, tendo também crido (em) Jesus, (o homem outrora perdido é) [...] selado com o Santo Espírito da promessa” (Ef 1.13).

A partir de então, este homem que “[...] estava (outrora) desgarrado como ovelha; agora, porém [...] convertido ao Pastor e Bispo da sua alma” (1Pe 2.25), passa a ser reconhecido, em toda parte, “[...] para com Deus (como) o bom perfume de Cristo, tanto nos que são salvos como nos que se perdem” (2Co 2.15). Como ele fora salvo de graça, portanto, nada precisa pagar, mas, conforme Paulo, assim como ele “[...] em nada considera a vida preciosa para ele mesmo, contanto que complete a sua carreira e o ministério que recebera do Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus” (At 20.24), este homem deve, também, testemunhar o que Deus fez em sua vida, não por obrigação, mas por amor a Cristo.

Logo após a salvação oferecida ao homem sem “[...] esperança e sem Deus no mundo” (Ef 2.12), lembrar que essa oferta acontece no conselho eterno de Deus, “todo aquele que o Pai dá (para) Jesus, esse (irá) [...] a Ele; e o que vai a Ele, de modo nenhum o lançará fora” (Jo 6.37) do céu. Essa declaração reafirma a duração eterna da salvação. Ora, como Jesus é “[...] o Autor da salvação eterna para todos os que lhe obedecem” (Hb 5.9) e, sabendo que, “também a Glória de Israel não mente, nem se arrepende, porquanto não é homem, para que se arrependa” (1Sm 15.29), o servo de Cristo, “[...] predestinado [...] chamado [...] justificado [...] (é mais do que certo que será) também glorificado” (Rm 8.30).

Caso, você ainda, não tem esta salvação para a vida eterna, pergunte ao Papai do céu, através de Jesus Cristo, se “[...] haverá esperança [...]” (Jó 11.18) para a sua vida após a morte.

Rev. Salvador P. Santana

sexta-feira, 8 de junho de 2012

DESEJAM NAMORAR

DESEJAM NAMORAR


A Palavra de Deus não relata nenhum tipo de namoro. O que existe são paqueras entre os jovens. Quando aconteceu de “[...] Isaque abençoar a Jacó e o enviar a Padã-Arã, para tomar de lá esposa para si [...]” (Gn 28.6), ao chegar perto da cidade “[...] Jacó beijou a Raquel [...]” (Gn 29.11) a sua futura esposa. É possível que este beijo tenha acontecido porque, “[...] Raquel pastora (de) ovelhas (estando no campo, longe de seu pai) [...] filha de Labão, irmão de sua mãe [...] (permitiu este beijo e, devido Jacó ter) removido a pedra da boca do poço [...] (para) dar de beber ao rebanho [...]” (Gn 29.9,10).

Naquela época, e até hoje, em alguns países do Oriente Médio, fica sob a responsabilidade dos pais arrumarem casamento para os seus filhos. Geralmente, o pai do rapaz, procura uma moça da mesma família. Como aconteceu com Abraão, Isaque, Jacó que se casou com a sua prima por parte de sua mãe Rebeca. Esses casamentos arrumados, no caso desse povo escolhido por Deus, através de Abraão, serviam para manter a mesma “[...] linhagem [...] (com o objetivo de) se apartarem de todos os estranhos [...]” (Ne 9.2) e que, ao mesmo tempo, pudessem “[...] confessar o [...] nome (do) SENHOR, e se converter dos seus pecados [...]” (1Rs 8.35).

Como os filhos estavam iniciando um novo lar, os pais desejavam que este casal mantivesse o mesmo “[...] zelo (que os seus progenitores tiveram) para com o SENHOR [...] (e) zelassem (também pela) [...] casa (de) Deus (a ponto de os) [...] consumir (queimar, alimentar de amor) [...]” (2Rs 10.16; Sl 69.9). A partir desse momento na vida do casal, como os pais precisavam se esforçar para não dar mais palpite que cabiam somente ao jovem casal, “[...] o homem (devia) deixar pai e mãe e se unir à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne” (Gn 2.24). Daí em diante, os afazeres domésticos aprendidos com a sua mãe, estavam totalmente entregues a jovem esposa, e as demais responsabilidades de um jovem casado, que recebera a instrução sob a tutela do pai, ele teria que assumir.

Houve alguns casos que fugiram à regra do casamento organizado pelos pais do povo de Israel. Após a fuga de Moisés para a terra de Midiã, “Moisés consentiu em morar com [...] (o sacerdote) Jetro; e ele deu a Moisés sua filha Zípora” (Ex 2.21). No dia em que “[...] os midianitas venderam José no Egito a Potifar [...]” (Gn 37.36), como ele estava longe do aconchego dos seus pais, coube a “[...] Faraó [...] lhe dá por mulher a Asenate, filha de Potífera, sacerdote de Om [...]” (Gn 41.45) por esposa.

Apesar de não haver namoro entre os jovens nos tempos bíblicos, esse povo aceitava como que vindo de “[...] Deus (o) ajuntamento (essa palavra fala sobre o laço do matrimônio entre um homem e uma mulher, daí o motivo de) [...] o homem não (poder) separar” (Mt 19.6). Caso houvesse alguma desavença entre o casal, e “[...] se, porém [...] viesse a separar-se, que não se casasse ou que se reconciliasse [...]” (1Co 7.11) para os dois terem condições de manter a casa, criar os filhos e chegarem juntos na velhice. O único meio mais aceitável diante de Deus para a dissolução de um casamento era “[...] se [...] (um ou outro) morresse, (daí sim) desobrigados ficariam da lei conjugal” (Rm 7.2).

Bom seria se os jovens solteiros, casados, desquitados, brigados, por algum motivo, neste dia dos namorados pensassem um pouco melhor a respeito da vida a dois. É preciso que cada um aprenda a “viver, acima de tudo, por modo digno do evangelho de Cristo [...]” (Fp 1.27) para tentar compreender o outro e superar as dificuldades. Melhor se os dois buscassem viver “[...] o amor, que é o vínculo da perfeição” (Cl 3.14), mesmo porque, os seus pais não fazem mais a escolha e sim os dois que têm condições e maturidade para escolher a quem desejam namorar e tentar conhecer melhor para contrair o matrimônio.

Rev. Salvador P. Santana



sexta-feira, 1 de junho de 2012

JESUS PODE TE LIVRAR

JESUS PODE TE LIVRAR


Os problemas da vida são tantos que parece que o mundo todo vai desabar sobre a cabeça daquele que está enrolado em muitas encrencas. A inadimplência das famílias está crescente devido às muitas facilidades encontradas para comprar, através de financiamentos, automóveis e eletrodomésticos. A saúde pública deteriorada conduz os enfermos para os grandes centros em busca de soluções para as suas consultas, internações e cirurgias, mas essa corrida se torna em vão. Os problemas familiares crescem assustadoramente no meio daqueles que estão envolvidos com drogas de toda espécie. O pensamento que vem à mente é que “[...] não há ninguém que [...] (o) livre [...]” (1Sm 11.3) das suas preocupações, dificuldades, angústias.

De fato, o salmista inspirado pelo Espírito Santo acertou quando declarou que “o cavalo não garante vitória; a despeito de sua grande força, a ninguém pode livrar” (Sl 33.17). Ora, se o cavalo que tem força natural não pode dar proteção, segurança, também o homem nada pode fazer em favor do outro. Existe apenas um que pode e é capaz de ajudar em toda e qualquer situação, pois “são muitas, SENHOR, Deus [...] as maravilhas que tens operado e também os teus desígnios para com (todos); ninguém há que se possa igualar contigo. [...] (É possível alguém) querer anunciá-los e deles falar, mas são mais do que se pode contar” (Sl 40.5) sobre o “[...] que comer [...] (o) que beber [...] ou: com que [...] (se) vestir [...]” (Mt 6.31).

É bem verdade que “Deus é [...] refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações” (Sl 46.1). É no momento da dor, da dificuldade, da falta de refúgio “[...] que [...] Deus, [...] (pelo qual alguns) esperam [...] (que) [...] salvará [...] (da tribulação. E quando essa salvação acontecer, o que resta ao homem é somente) exultar e [...] (se) alegrar” (Is 25.9), porque Ele é muito bom. Mas com todos os maus acontecimentos, você pode estar impaciente. O conselho é que você fique calmo, pois como Davi soube “esperar confiantemente pelo SENHOR; (no momento certo) Deus se inclinou para (o jovem ruivo) [...] e (o) ouviu quando clamou por socorro” (Sl 40.1). Faça o mesmo, não custa nada para você!

Em meio a tantas bênçãos recebidas, todo homem pode dizer como “[...] Moisés [...] que [...] (não) há ninguém como o SENHOR [...] Deus” (Ex 8.10). Outro escritor bíblico declarou também que “[...] não há Deus como (o) SENHOR [...] (mesmo porque não existe) Deus [...] (nem) nos céus e (nem) na terra [...] que guarda a aliança e a misericórdia a (todos os) [...] servos que de todo o coração andam diante (Dele) [...]” (2Cr 6.14). É maravilhoso rever essas verdades porque ainda nestes dias o “SENHOR Deus, porém, és sempre o mesmo, e os (seus) [...] anos jamais terão fim” (Sl 102.27) e, por Ele não ficar velho e nunca deixar este mundo, além das “[...] misericórdias do SENHOR ser a causa (do homem) não ser consumido, porque as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã [...]” (Lm3.22,23), a respeito das “[...] bênçãos (sempre será) o SENHOR (que vai) [...] aumentar [...] mais e mais, sobre (você) [...] e sobre (os seus) [...] filhos” (Sl 115.14).

Todos os homens passam por problemas diversos neste mundo, tais como: enfermidade, aperto financeiro, problema com a família, no trabalho, nos estudos, mas é preciso saber que assim como o sol “principia numa extremidade dos céus, e até à outra vai o seu percurso; e nada refoge ao seu calor” (Sl 19.6), de igual modo “[...] Jesus está com (você) todos os dias até à consumação do século” (Mt 28.20) para te livrar no momento da dificuldade.

Rev. Salvador P. Santana

sábado, 26 de maio de 2012

MORTE DOS JUSTOS

MORTE DOS JUSTOS


A morte física é algo inexplicável para muitos. É de se admirar que alguns não aceitem que está nas mãos do “[...] SENHOR [...] fazer este (ou aquele) morrer” (Gn 38.10). O que muitos não entendem ainda é que “[...] assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram” (Rm 5.12). Não importa se a pessoa é rica ou pobre, negra, parda, branca ou índio. Não importa se está sendo “[...] tecida no seio de (sua) [...] mãe” (Sl 139.13), criança de peito, jovem ou ancião. Para todos estes a morte sempre “[...] será [...] (o) rei dos terrores” (Jó 18.14) para ele e para toda a sua família.

Nem sempre haverá na porta da sala de sua casa esses “[...] dizeres: Assim diz o SENHOR: Põe em ordem a tua casa, porque morrerás e não viverás” (2Rs 20.1). Mas, caso aconteça o absurdo de você se deparar com esse letreiro horrendo, ele pode ser mudado por Aquele que mandou o recado tal como aconteceu com o rei Ezequias. O profeta Isaías teve que “voltar e dizer a Ezequias [...]: Assim diz o SENHOR [...]: Ouvi a tua oração e vi as tuas lágrimas; eis que eu te curarei [...] acrescentarei aos teus dias quinze anos [...]” (2Rs 20.5,6). Esta ação de Deus pode acontecer, não quer dizer que Deus é obrigado a fazer.

Mas, e se caso “[...] esta noite te pedirem a tua alma [...] o que tens preparado, para quem será?” (Lc 12.20). Caso a preparação para a morte fosse feita de bens móveis, imóveis, joias, muito dinheiro, saúde, educação física, os demais estariam perdidos. Traga à sua mente a vida dos pobres, desempregados, mendigos, os menos afortunados, os refugiados em vários países da África, os delinquentes, os sem-terra, os recém-nascidos, os inválidos. Todos estes, além de serem rejeitados, massacrados pelos homens maus, eles seriam mais uma vez esquecidos e jogados ao léu, não teriam com o que pagar a morte.

Já passou pela sua mente que você pode estar na lista de espera da morte? Sabe qual é a sua posição nesta fila? Imaginou “[...] de que gênero de morte está para morrer (?)” (Jo 12.33) ou “porventura, te foram reveladas as portas da morte ou viste essas portas da região tenebrosa?” (Jó 38.17). É certo que muitos não tem se preocupado com esse assunto. Pensam que vão ficar para todo o sempre neste mundo e que nunca irão “[...] prestar contas [...] aos olhos daquele a quem estão descobertas e patentes (todas as coisas) [...]” (Hb 4.13). “Eia [...] (preste atenção) quer (você) ouça quer deixe de ouvir, (é preciso) falar com (você sobre a morte que é iminente) [...] assim diz o SENHOR Deus” (Ez 3.11). Fique esperto!

Uma morte precisa ser antecipada para o mais breve possível. Deve acontecer para dizer com todas as letras que você “[...] já pode morrer [...]” (Gn 46.30) em paz. Calma! Isto não é uma apologia à morte física, pelo contrário, é em defesa, “[...] para que (você) tenha vida e a tenha em abundância” (Jo 10.10). Para que o homem pecador obtenha esta vida plena é preciso que se “[...] considere morto para o pecado, mas vivo para Deus, em Cristo Jesus [...]” (Rm 6.11). Esta morte precisa advir a fim de que “[...] o (seu) coração [...] (não sofra com os) terrores (da) morte [...] (te) salteando” (Sl 55.4), te conduzindo para a “terra de negridão, de profunda escuridade, terra da sombra da morte e do caos, onde a própria luz é tenebrosa” (Jó 10.22).

Que cada um aprenda a “[...] morrer a morte dos justos [...]” (Nm 23.10).

Rev. Salvador P. Santana

domingo, 20 de maio de 2012

JOVEM PRESBITERIANO

JOVEM PRESBITERIANO


É maravilhoso perceber como a Bíblia fala a respeito do jovem. Alguns, na verdade, “ajuntaram-se a [...] gente vadia, homens malignos [...] e (muitas vezes) indeciso [...]” (2Cr 13.7), mas ainda assim, lhes é dada a oportunidade de “[...] buscar a Deus nos dias [...] (da sua rebeldia, e quando isso acontece) nos dias em que busca ao SENHOR, Deus o faz prosperar” (2Cr 26.5) junto com a sua família, nos estudos, no trabalho e no meio desta sociedade corrompida.

Ora, se é na busca do Senhor que o jovem será abençoado, então, todo jovem precisa aprender a servir a Deus neste “[...] mundo de (muitos) ímpios” (2Pe 2.5). Sabe-se que estes procuram a todo custo influenciar para o mal os servos de Jesus Cristo. Alguns jovens entendem, através das Escrituras, que o serviço prestado a Deus não pode ser de aparência, deve ser tal como o de “José (que era) [...] um ramo frutífero (para sua família. Não somente isto, mas também de ser um), ramo frutífero junto à fonte (que pode dar a vida eterna); (levando) seus galhos (a) se estenderem sobre o muro” (Gn 49.22) para alcançar muitos homens perdidos para viverem para Deus.

Conta-se a história de certa mãe que acertou quando levou o seu filho de volta “[...] como devolvido ao SENHOR, por todos os dias que vivesse; pois do SENHOR (ela) o (tinha) pedido [...]” (1Sm 1.28). Esta é Ana. Ela considerou que Samuel não lhe pertencia. A determinação em seu coração era que este jovem pertenceria ao Senhor que a tinha agraciado com a bênção da gravidez. Veja bem como esta mulher fora apoiada, abençoada e compreendida pelo seu “[...] marido, Elcana [...] (ao lhe dizer) que (fizesse o) melhor [...] (que lhe) agradasse [...]” (1Sm 1.23) no intuito de não ter o jovem para si, mas que o próprio Deus pudesse dar direção ao jovem profeta.

Isto não significa que apenas por uma ou outra oração, superficialmente ou esporadicamente, a entrega dos jovens será perfeita nas mãos de Deus. Haverá tempos específicos na caminhada cristã em que toda a família precisará se reunir para “[...] comparecer à [...] presença (de) Deus, para interceder pelo [...] bem-estar (de seus filhos), para desviar deles a [...] indignação” (Jr 18.20) que vem dos altos céus devido a falta de comprometimento com o reino de Deus. É preciso que toda a família fique empenhada com “[...] o dever de orar sempre e nunca esmorecer” (Lc 18.1) pelo restabelecimento do filho que muitas vezes está perdido.

Ao olhar mais especificamente para a vida do “[...] jovem Samuel (nota-se com muita propriedade que ele) crescia (não somente) em estatura (mas, principalmente) [...] no favor do SENHOR e dos homens” (1Sm 2.26). Isto quer dizer que não houve nenhuma reprovação nem de Deus e nem dos homens. Ele não transgrediu diante de Deus, não fez nenhum serviço mal prestado à sociedade ou algum desvio de recurso financeiro para o seu bolso. Para este jovem Samuel foi muito bom servir ao seu país, mas principalmente, foi muito mais agradável “[...] servir a Deus [...] cuidando em guardar os [...] preceitos [...] diante do SENHOR dos Exércitos” (Ml 3.14).

Este jovem soube aproveitar a vida ao lado do seu criador. Na sua velhice, quando as forças já não lhe permitiam mais dirigir o povo de Israel, ele toma como “[...] testemunha contra (ele mesmo) [...] perante o SENHOR e perante o seu (rei, perguntando) [...] de quem tomei o boi? De quem tomei o jumento? A quem defraudei? A quem oprimi? E das mãos de quem aceitei suborno para encobrir com ele os meus olhos? E vo-lo restituirei” (1Sm 12.3). Deve ser por este motivo que o jovem e rei Salomão escreveu dizendo que “melhor é o jovem pobre e sábio do que o rei velho e insensato, que já não se deixa admoestar” (Ec 4.13).

Diante do exposto, cada jovem presbiteriano precisa perguntar para si mesmo: “de que maneira poderá o jovem guardar puro o seu caminho? Observando-o segundo a palavra (de) Deus” (Sl.119.9) e isto é o que importa para o jovem progredir.

Rev. Salvador P. Santana

quinta-feira, 3 de maio de 2012

A MÃE PRECISA SER VALORIZADA

A MÃE PRECISA SER VALORIZADA


É comprovadamente verídico que enquanto as mães, conseguem cuidar do recém-nascido, lavar, passar, cozinhar, arrumar a casa e ainda, atender aos chamados do marido que está esparramado no sofá; ele , por sua vez , não consegue fazer duas coisas ao mesmo tempo. Vergonhoso! É fácil ser mãe? Será que os homens fazem esse tipo de pergunta? Quando as mães deixam seus filhos aos cuidados dos pais por alguns minutos ou horas, é possível que eles entrem num colapso. Muitas vezes nem é preciso essa entrega . Só de pensar em fraldas, banho, mamadeira, passeio e outros cuidados, imediatamente, os grandalhões procuram uma atividade física para fazer ou saem à procura de jogos com uma única finalidade: fugir da responsabilidade, diga-se, maternal. Sendo assim, não assumem responsabilidades maternais, e, nem sequer uma ajuda no momento do aperto. Espera-se que pelo menos os grandalhões reconheçam e façam uma singela homenagem a essas mulheres corajosas. É difícil ser mãe? O que se passa na mente das crianças e adolescentes quando se deparam com a situação de ser mãe antes do tempo? Pode ser que no dia em que uma criança ou adolescente trocar a boneca por um bebê, a casinha de brincar por responsabilidades do lar, o corre-corre no quintal por tarefas diárias, descobrirá que de fato, a tarefa de ser mãe não é das mais fáceis. Faz-se necessário que pais alertem seus filhos e netos para não assumirem esse tipo de responsabilidade antes do tempo.

Para mostrar aos homens que a todo instante eles precisam supervalorizar as mães, textos bíblicos exaltam-nas com esse intuito. E para mostrar que assim deve acontecer, Deus fez que “[...] homens [santos] (que) falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo” (2Pe 1.21) escrevessem sobre o valor que as mães têm na Bíblia. Um destes escritos saiu das penas do rei Salomão ao perguntar: “mulher virtuosa (habilidosa, eficiente), quem a achará? (a sua resposta é única e maravilhosa) o seu valor muito excede o de finas joias” (Pv 31.10). Note bem que o escritor eleva a posição da mãe de seus filhos ao dizer que ela é “[...] virtuosa [...] (tem) valor [...] (e) excede o valor de finas joias”, portanto, cai por terra aquela ideia de que mulher era desprezada, rejeitada na época dos tempos bíblicos. Pode ser que alguns poucos daquela época, assim como alguns pais dos tempos atuais, não tenham dado o devido valor às mães. Fica o alerta para aqueles que sempre se esquivaram e nunca ajudaram em casa na tão abençoada tarefa de cuidar de filhos. Pai, faça alguma coisa; só assim você irá dizer sem abrir os lábios que a sua esposa é uma mãe “[...] virtuosa [...] (que) o seu valor muito excede o de finas joias”.

Ao lançar os olhos na sequência de Provérbios 31 você perceberá que essa mulher foi tratada dignamente como mãe, não somente por ter dado a luz aos filhos, mas também por reconhecer que é uma mulher capaz de gerenciar a casa a ponto de “[...] não haver falta de ganho” (Pv 31.11) dentro de casa. Percebe que ela não fica ociosa, “[...] trabalha com as mãos” (Pv 31.13) por isso, “[...] que o seu ganho é bom [...]” (Pv 31.18) o “[...] aflito [...] e [...] o necessitado” (Pv 31.20) são atendidos, a família é bem vestida e de sobra, “seu marido é estimado (conhecido) entre os juízes [...]” (Pv 31.23). Não é à toa que o “[...] seu marido a louva (elogia), dizendo: Muitas mulheres procedem virtuosamente, mas tu a todas sobrepujas” (Pv 31.28,29).

Mãe! Caso seu esposo, filho, genro ou outro qualquer não elogie você neste dia ou não tenha disposição para te ajudar, receba o elogio da Igreja Presbiteriana de Itapuí. Parabéns por essa sua responsabilidade de ser mãe! Deus te abençoe hoje e sempre!

Rev. Salvador P. Santana