CACHOEIRA
O apelido dado para o contraventor Carlos Augusto Gomes, o Carlinhos Cachoeira, é muito propício para a atual situação em que se encontra o Brasil. Os envolvidos não são peixes miúdos, eles são graduados e bem ensinados na trapaça, na embromação, no coleguismo, na troca de favores, empreguismo, favorecimento financeiro. Bem, caso as investigações fossem mais profundas, detalhadas, melhor ouvidas e, se houvesse a quebra do sigilo bancário, o povo brasileiro ficaria escandalizado ao descobrir outros farrapos mais absurdos com um número maior de políticos envolvidos. Até o momento está sendo apontado em tais falcatruas a Construtora Delta, o senador Demóstenes Torres, o governador do DF, Agnelo Gueiros, o governador de Goiás, Marconi Perillo, estes últimos e mais alguns deputados, senadores e governadores que possam surgir, só serão formalmente investigados pelo STF ou STJ, isto é, se for requisitado oficialmente a abertura de inquérito a estes tribunais. É possível haver algum conchavo político, melhor dizendo, conluio, palavra melhor para ser usada para este meio, daí, os brasileiros irão apenas ouvir, lamentar e esperar novas tramoias por parte dos governantes do Brasil de um jeitinho bem brasileiro, e o pior, nenhum culpado será punido.
Foi escrito logo acima que o apelido de Cachoeira foi aplicado ao contraventor devido a sua lábia, poder de sedução, influência, carisma para enganar, surrupiar e levar outros à ruína. Neste caso, ou ele sai como vilão, ou como mocinho na história após o desfecho final. Certa vez, possivelmente acontecera algo terrível com o salmista, um dos filhos de Coré escreveu perguntando “[...] porque hei de andar eu lamentando sob a opressão dos meus inimigos?” (Sl.42 9). Sempre aconteceu e nunca deixará de existir a corrupção, mesmo porque, assim como nestes dias, nos tempos bíblicos muitos eram ludibriados, enganados e até mesmo “[...] o seu coração enganado o iludia, de maneira que não podia livrar a sua alma [...]” (Is 44.20). Desse modo cresce a esperteza em muitos corações e outros têm caído com muita facilidade na conversa do espertalhão.
Como Jesus ensina a todos para “não julgar (para) [...] não ser julgado [...]” (Lc 6.37), pode-se partir da premissa de que o Cachoeira é apenas um bode expiatório a fim de que os acusados não sejam punidos e as investigações fiquem prejudicadas, ou, na verdade, ele, de fato, é o que dizem as escutas telefônicas. Mas, ainda assim, neste caso, é somente “[...] o SENHOR (que) conhece (tanto) o caminho dos justos [...] (como) o caminho dos ímpios (que pode) perecer” (Sl 1.6). Sendo um ou outro o culpado, a verdade é que eles caíram em “um abismo [...]” (Sl 42.7) e para ser liberto desse “[...] abismo (que) chama outro abismo, ao fragor das tuas catadupas [...]”, apenas um tem poder para resgatar. É possível que este resgate seja dolorido, prejudicial, pois será necessário usar “[...] o [...] cajado (o qual depois de machucar pode) [...] consolar” (Sl 23.4) após o grave acidente. Todos precisam saber que “toda disciplina, com efeito, no momento não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza; depois, entretanto, produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados, fruto de justiça” (Hb 12.11), portanto, o único que age amorosamente na vida do homem desta forma não pode ser outro, é somente “o SENHOR (que) é o [...] pastor [...]” (Sl 23.1) das ovelhas perdidas.
Muitos não querem acreditar, mas até hoje “o ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; (e depois que ele alcança o seu objetivo, o homem outrora bem visto, querido no meio da sociedade, é abandonado, deixado na sarjeta sem esperança, sem nome, mas, Jesus declara que) Ele vem para que (o homem perdido em sua artimanha), tenha vida e a tenha em abundância” (Jo 10.10) e , somente “Jesus (é) [...] o bom pastor [...] (pois) o bom pastor dá a vida pelas ovelhas” (Jo 10.11) em favor daqueles que são levados pela Cachoeira onde “[...] todas as tuas ondas e vagas passaram sobre [...]” (Sl 42.7) a vida do homem “[...] sem Cristo, separados da comunidade de Israel e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança e sem Deus no mundo” (Ef 2.12) para ser tragado pelas águas.
Rev. Salvador P. Santana
sexta-feira, 27 de abril de 2012
sábado, 21 de abril de 2012
DEUS E O STF
DEUS E O STF
“O Supremo Tribunal Federal decidiu [...] por 8 votos a 2, que as mulheres têm o direito de interromper a gravidez de feto anencéfalo. Após mais de 12 horas de discussão [...] a maioria dos ministros entendeu que a anencefalia inviabiliza a vida após o parto e que a legislação brasileira criminaliza apenas o aborto de fetos que se desenvolvem sem essa anomalia [...] prevaleceu a tese de que é desproporcional proteger o feto anencefálico, que não sobreviverá, em detrimento da saúde da gestante [...]” – STF libera aborto de fetos anencéfalos – Felipe Seligman e Johanna Nublat – De Brasília – C1 – Cotidiano – Folha de São Paulo, sexta-feira, 13 de abril de 2012.
Parece pouco , os assassinos profissionais, as milícias que aterrorizam no Rio de Janeiro, os policiais que fazem justiça por conta própria, os abortos clandestinos, os pais que sufocam seus filhos até a morte, as drogas que não combinam com o trânsito e que a cada dia ceifa famílias inocentes, o número cada vez maior de armas de fogo nas mãos de bandidos, os assaltos relâmpagos que sempre terminam em morte, a proliferação do crack que vicia de crianças até adultos nas grandes, médias e pequenas cidades; agora surge o STF dizendo que “[...] interromper a gravidez nesse caso não é crime”.
De fato, a vida do homem não tem mais valor. Os alimentos e as vestes tem lugar de primazia em detrimento ao homem. Os animais de estimação tem lugar garantido dentro dos lares, enquanto muitas famílias estão desabrigadas, sem teto, sem comida, sem veste, sem proteção, sem carinho. Hoje quem é pego espancando um animal possívelmente será preso e terá que pagar fiança, mas quem atropela e mata, esquarteja e vende pedaços disfarçados em salgados, fica impune. A cada dia que passa, o homem perde o senso de dever para com o próximo, o qual deve “[...] amar o [...] próximo como a ti mesmo” (Mt 19.19). O outro absurdo é que esse mesmo homem chega ao ponto de “[...] matar um homem porque ele (o) [...] feriu; e um rapaz porque [...] (o) pisou” (Gn 4.23).
Surpreenda-se! O homem precisa entender que ainda pertence a Deus o poder de “[...] matar e [...] fazer viver [...] (de) ferir e [...] (de) sarar; e não há quem possa livrar alguém da (sua) [...] mão” (Dt 32.39). Mas, como os juízes decidiram aprovar a matança, não fique a pensar que eles são os donos da vida e que as mulheres grávidas, aliadas às clínicas, irão sair por aí tirando a vida de todos os anencéfalos ou outro que tenha alguma sequela. A resposta é um NÃO em letras garrafais. É preciso passar pelo crivo de Deus para toda essa questão de vida ou morte, mesmo que seja um acordo firmado entre o paciente e a clínica de aborto.
Não tem conversa; “[...] os impossíveis dos homens são possíveis para Deus” (Lc 18.27) até mesmo nesta situação de anencefalia. Ora, se é o próprio Deus “[...] que por modo assombrosamente maravilhoso [...] forma [...]” (Sl 139.14) “[...] os ossos no ventre da mulher grávida [...]” (Ec 11.5), Ele pode e tem poder para conservar a vida de qualquer criança, com qualquer problema físico ou genético para, até mesmo, “[...] se manifestar (nesta criança) [...] as obras de Deus” (Jo 9.3) ainda que seja para ela continuar viva. Compreender essa ação de Deus, é somente possível “pela fé [...] (tal como é possível) entender que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem” (Hb 11.3).
É possível você não aceitar que Deus está no controle total de todas as coisas e muito menos que Ele é o autor e conservador da vida. Para o seu conhecimento, “no céu está o [...] Deus (Todo-Poderoso) e tudo faz como lhe agrada” (Sl 115.3). Caso Deus permita alguém nascer com algum problema que o homem não queira aceitar ou ,passar na mente humana que esta criança deve ser abortada, ainda assim, não há como escapar, mesmo porque, “o SENHOR faz o que quer, tanto no céu como na terra, tanto nos mares como nos oceanos profundos” (Sl 135.6 – NTLH). Na verdade, “[...] quem o pode impedir? Quem lhe dirá: Que fazes?” (Jó 9.12). O homem precisa “saber que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Rm 8.28), portanto, Deus prevalece sobre qualquer decisão do STF e ponto final.
Rev. Salvador P. Santana
“O Supremo Tribunal Federal decidiu [...] por 8 votos a 2, que as mulheres têm o direito de interromper a gravidez de feto anencéfalo. Após mais de 12 horas de discussão [...] a maioria dos ministros entendeu que a anencefalia inviabiliza a vida após o parto e que a legislação brasileira criminaliza apenas o aborto de fetos que se desenvolvem sem essa anomalia [...] prevaleceu a tese de que é desproporcional proteger o feto anencefálico, que não sobreviverá, em detrimento da saúde da gestante [...]” – STF libera aborto de fetos anencéfalos – Felipe Seligman e Johanna Nublat – De Brasília – C1 – Cotidiano – Folha de São Paulo, sexta-feira, 13 de abril de 2012.
Parece pouco , os assassinos profissionais, as milícias que aterrorizam no Rio de Janeiro, os policiais que fazem justiça por conta própria, os abortos clandestinos, os pais que sufocam seus filhos até a morte, as drogas que não combinam com o trânsito e que a cada dia ceifa famílias inocentes, o número cada vez maior de armas de fogo nas mãos de bandidos, os assaltos relâmpagos que sempre terminam em morte, a proliferação do crack que vicia de crianças até adultos nas grandes, médias e pequenas cidades; agora surge o STF dizendo que “[...] interromper a gravidez nesse caso não é crime”.
De fato, a vida do homem não tem mais valor. Os alimentos e as vestes tem lugar de primazia em detrimento ao homem. Os animais de estimação tem lugar garantido dentro dos lares, enquanto muitas famílias estão desabrigadas, sem teto, sem comida, sem veste, sem proteção, sem carinho. Hoje quem é pego espancando um animal possívelmente será preso e terá que pagar fiança, mas quem atropela e mata, esquarteja e vende pedaços disfarçados em salgados, fica impune. A cada dia que passa, o homem perde o senso de dever para com o próximo, o qual deve “[...] amar o [...] próximo como a ti mesmo” (Mt 19.19). O outro absurdo é que esse mesmo homem chega ao ponto de “[...] matar um homem porque ele (o) [...] feriu; e um rapaz porque [...] (o) pisou” (Gn 4.23).
Surpreenda-se! O homem precisa entender que ainda pertence a Deus o poder de “[...] matar e [...] fazer viver [...] (de) ferir e [...] (de) sarar; e não há quem possa livrar alguém da (sua) [...] mão” (Dt 32.39). Mas, como os juízes decidiram aprovar a matança, não fique a pensar que eles são os donos da vida e que as mulheres grávidas, aliadas às clínicas, irão sair por aí tirando a vida de todos os anencéfalos ou outro que tenha alguma sequela. A resposta é um NÃO em letras garrafais. É preciso passar pelo crivo de Deus para toda essa questão de vida ou morte, mesmo que seja um acordo firmado entre o paciente e a clínica de aborto.
Não tem conversa; “[...] os impossíveis dos homens são possíveis para Deus” (Lc 18.27) até mesmo nesta situação de anencefalia. Ora, se é o próprio Deus “[...] que por modo assombrosamente maravilhoso [...] forma [...]” (Sl 139.14) “[...] os ossos no ventre da mulher grávida [...]” (Ec 11.5), Ele pode e tem poder para conservar a vida de qualquer criança, com qualquer problema físico ou genético para, até mesmo, “[...] se manifestar (nesta criança) [...] as obras de Deus” (Jo 9.3) ainda que seja para ela continuar viva. Compreender essa ação de Deus, é somente possível “pela fé [...] (tal como é possível) entender que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem” (Hb 11.3).
É possível você não aceitar que Deus está no controle total de todas as coisas e muito menos que Ele é o autor e conservador da vida. Para o seu conhecimento, “no céu está o [...] Deus (Todo-Poderoso) e tudo faz como lhe agrada” (Sl 115.3). Caso Deus permita alguém nascer com algum problema que o homem não queira aceitar ou ,passar na mente humana que esta criança deve ser abortada, ainda assim, não há como escapar, mesmo porque, “o SENHOR faz o que quer, tanto no céu como na terra, tanto nos mares como nos oceanos profundos” (Sl 135.6 – NTLH). Na verdade, “[...] quem o pode impedir? Quem lhe dirá: Que fazes?” (Jó 9.12). O homem precisa “saber que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Rm 8.28), portanto, Deus prevalece sobre qualquer decisão do STF e ponto final.
Rev. Salvador P. Santana
sábado, 14 de abril de 2012
SOFRENDO ABUSO
SOFRENDO ABUSO
“Um juiz de Pernambuco foi condenado à aposentadoria compulsória acusado de praticar assédio moral contra seus subordinados na 7ª Vara Criminal de Recife. O relator do processo enumerou diversos atos de humilhação que teriam sido praticados pelo magistrado contra servidores [...] o magistrado intimidava servidores com uma arma sobre a mesa e os obrigava a lhe fazer companhia até às 22h, quando saía para buscar o filho na faculdade [...] um prestador de serviço era obrigado a lavar o carro do juiz diariamente. Um dos funcionários [...] tinha que comprar leite para o magistrado com o próprio dinheiro sob a justificativa de exercer cargo de confiança. O juiz também teria impedido uma funcionária de ir ao banheiro. Ela acabou urinando na calça e foi obrigada a limpar o local depois [...]” – Tribunal de PE aposenta juiz acusado de assédio moral – Daniel Carvalho – De São Paulo – A8 – Poder – Folha de São Paulo, quinta-feira, 12 de abril de 2012.
Não é de hoje a arrogância e prepotência dos juízes da terra. Um dos casos que repercutiu nos tempos bíblicos de um juiz prepotente, sujo, mal falado, desrespeitoso, foi “Acabe [...] rei sobre Israel [...]” (1Rs 16.29). Parece, de acordo com a reportagem da Folha, que este juiz de Pernambuco perdeu feio para Acabe. Acabe chegou a “[...] se vender para fazer o que era mau perante o SENHOR, porque Jezabel, sua mulher, o instigava” (1Rs 21.25) a ponto de permitir que “[...] viessem dois homens malignos, sentar-se defronte (de) Nabote (dono da vinha que Acabe desejava) [...] e testemunharem contra ele [...] perante o povo, dizendo: Nabote blasfemou contra Deus e contra o rei. E o levaram para fora da cidade e o apedrejaram, e morreu” (1Rs 21.13). A crueldade imperava no reino do norte nessa época. Como estava nas mãos dos reis ordenar e desordenar qualquer assunto de ordem pública ou privada, a única oportunidade dos súditos era obedecer, caso contrário, eram presos ou mortos. Hoje não é diferente. Os abusos de autoridades por parte de muitos juízes continuam. Eles dão ordem de prisão, dirigem alcoolizados, não pagam fiança e chegam até ao absurdo de matar, se possível for. Não vai muito longe esse desmando, logo acaba, é passageiro, pois “[...] toda a sua glória [...] (é) como a flor da erva; seca-se a erva, e cai a sua flor” (1Pe 1.24).
Em todo tempo o povo sofre de tais abusos. Há “[...] juízes vendendo o justo por dinheiro e condenando o necessitado por causa de um par de sandálias” (Am 2.6). Não é precisa ir muito além para descobrir histórias bizarras como essa em solo brasileiro. As refinarias brasileiras tem contribuído para o desgaste, desmate, matança de seres aquáticos e terrestres desde seu início e nenhum dos seus mandatários ou diretores são punidos, mas quando um cidadão de bem transgride qualquer lei, seja ela leve ou pesada, daí sim, a lei é aplicada com rigor e sem dó. Os magistrados precisam saber que “dois pesos e duas medidas, uns e outras são abomináveis (rejeitado, reprovado, nojento) ao SENHOR” (Pv 20.10). Nenhum cidadão tem o direito de “[...] cometer (qualquer) injustiça no juízo, nem na vara, nem no peso, nem na medida” (Lv 19.35). Tem que começar desde o mais poderoso, o mais inteligente, a maior autoridade, o exemplo para não “[...] ter gana contra o necessitado e (nem o interesse de) destruir os miseráveis da terra” (Am 8.4) com o intuito de levar vantagem. Deus jamais aprova tais atos.
Uma palavra para todos os homens investidos de autoridade e que são injustos, é vinda dos próprios lábios do “[...] REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES” (Ap 19.16), Jesus Cristo. A orientação ao mesmo tempo é dada para todos aqueles que esperam e confiam em Deus por todos os dias de sua vida. Ainda que este homem pense que os céus não estão atentos a todas as coisas injustas que acontecem neste mundo, a certeza que o servo do Mestre pode ter é que Jesus tem “dito que, depressa, lhes fará justiça [...]” (Lc 18.8), portanto, basta esperar.
Rev. Salvador P. Santana
“Um juiz de Pernambuco foi condenado à aposentadoria compulsória acusado de praticar assédio moral contra seus subordinados na 7ª Vara Criminal de Recife. O relator do processo enumerou diversos atos de humilhação que teriam sido praticados pelo magistrado contra servidores [...] o magistrado intimidava servidores com uma arma sobre a mesa e os obrigava a lhe fazer companhia até às 22h, quando saía para buscar o filho na faculdade [...] um prestador de serviço era obrigado a lavar o carro do juiz diariamente. Um dos funcionários [...] tinha que comprar leite para o magistrado com o próprio dinheiro sob a justificativa de exercer cargo de confiança. O juiz também teria impedido uma funcionária de ir ao banheiro. Ela acabou urinando na calça e foi obrigada a limpar o local depois [...]” – Tribunal de PE aposenta juiz acusado de assédio moral – Daniel Carvalho – De São Paulo – A8 – Poder – Folha de São Paulo, quinta-feira, 12 de abril de 2012.
Não é de hoje a arrogância e prepotência dos juízes da terra. Um dos casos que repercutiu nos tempos bíblicos de um juiz prepotente, sujo, mal falado, desrespeitoso, foi “Acabe [...] rei sobre Israel [...]” (1Rs 16.29). Parece, de acordo com a reportagem da Folha, que este juiz de Pernambuco perdeu feio para Acabe. Acabe chegou a “[...] se vender para fazer o que era mau perante o SENHOR, porque Jezabel, sua mulher, o instigava” (1Rs 21.25) a ponto de permitir que “[...] viessem dois homens malignos, sentar-se defronte (de) Nabote (dono da vinha que Acabe desejava) [...] e testemunharem contra ele [...] perante o povo, dizendo: Nabote blasfemou contra Deus e contra o rei. E o levaram para fora da cidade e o apedrejaram, e morreu” (1Rs 21.13). A crueldade imperava no reino do norte nessa época. Como estava nas mãos dos reis ordenar e desordenar qualquer assunto de ordem pública ou privada, a única oportunidade dos súditos era obedecer, caso contrário, eram presos ou mortos. Hoje não é diferente. Os abusos de autoridades por parte de muitos juízes continuam. Eles dão ordem de prisão, dirigem alcoolizados, não pagam fiança e chegam até ao absurdo de matar, se possível for. Não vai muito longe esse desmando, logo acaba, é passageiro, pois “[...] toda a sua glória [...] (é) como a flor da erva; seca-se a erva, e cai a sua flor” (1Pe 1.24).
Em todo tempo o povo sofre de tais abusos. Há “[...] juízes vendendo o justo por dinheiro e condenando o necessitado por causa de um par de sandálias” (Am 2.6). Não é precisa ir muito além para descobrir histórias bizarras como essa em solo brasileiro. As refinarias brasileiras tem contribuído para o desgaste, desmate, matança de seres aquáticos e terrestres desde seu início e nenhum dos seus mandatários ou diretores são punidos, mas quando um cidadão de bem transgride qualquer lei, seja ela leve ou pesada, daí sim, a lei é aplicada com rigor e sem dó. Os magistrados precisam saber que “dois pesos e duas medidas, uns e outras são abomináveis (rejeitado, reprovado, nojento) ao SENHOR” (Pv 20.10). Nenhum cidadão tem o direito de “[...] cometer (qualquer) injustiça no juízo, nem na vara, nem no peso, nem na medida” (Lv 19.35). Tem que começar desde o mais poderoso, o mais inteligente, a maior autoridade, o exemplo para não “[...] ter gana contra o necessitado e (nem o interesse de) destruir os miseráveis da terra” (Am 8.4) com o intuito de levar vantagem. Deus jamais aprova tais atos.
Uma palavra para todos os homens investidos de autoridade e que são injustos, é vinda dos próprios lábios do “[...] REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES” (Ap 19.16), Jesus Cristo. A orientação ao mesmo tempo é dada para todos aqueles que esperam e confiam em Deus por todos os dias de sua vida. Ainda que este homem pense que os céus não estão atentos a todas as coisas injustas que acontecem neste mundo, a certeza que o servo do Mestre pode ter é que Jesus tem “dito que, depressa, lhes fará justiça [...]” (Lc 18.8), portanto, basta esperar.
Rev. Salvador P. Santana
sábado, 7 de abril de 2012
RESSURREIÇÃO
RESSURREIÇÃO
A explicação absurda de que Jesus não ressuscitou vem desde os dias apostólicos. Uns diziam que os apóstolos enganaram o povo, outros diziam que Jesus não morreu, apenas desmaiou. E ainda, o mais absurdo de todos: Diziam que os apóstolos e as mulheres estavam num estado de instabilidade emocional e viram apenas visões de Jesus.
Segundo estatísticas, de cada sete habitantes do mundo, cinco não creem na ressurreição de Jesus. Aos olhos humanos é um número assustador e ao mesmo tempo preocupante. Assustador porque não se vê decréscimo no número dos descrentes e muito menos acréscimo no número daqueles que creem na ressurreição de Cristo. Preocupante devido a falta de interesse mundial pela evangelização de todos os povos em cumprimento ao “ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”, Mt.28.19.
Ao deixar de evangelizar os povos, o povo de Deus está deixando de anunciar que Jesus foi por “[...] Deus ressuscitado, rompendo os grilhões da morte; porquanto não era possível fosse ele retido por ela” (At 2.24). Aleluia! A ressurreição de Jesus proporciona ao homem a vida no lugar da morte; mesmo porque, a morte não pode reinar mais na vida do homem com Cristo.
Que bom! A grande verdade é que a garantia do homem de Deus, da vida eterna, está completa em Jesus ressurreto, pois o poder de “[...] Deus (O) ressuscitou [...]”. Veja bem que a ação de ressuscitar a Jesus coube a Deus, sendo assim, a garantia do servo de Jesus Cristo reside no trono da graça – Pai, Filho e Espírito Santo.
Outra verdade é que o próprio “[...] Deus [...,] (que) rompeu os grilhões da morte [...]”, ou seja, o Deus bondoso, não permitiu que Jesus fosse retido pela morte, e nem poderia ficar, “[...] porquanto não era possível fosse ele retido por ela”, pois o próprio Senhor, quando do seu ministério terreno, avisou que “desde (o) [...] tempo (entre o seu povo), começou Jesus Cristo a mostrar a seus discípulos que lhe era necessário seguir para Jerusalém e sofrer muitas coisas dos anciãos, dos principais sacerdotes e dos escribas, ser morto e ressuscitado no terceiro dia” (Mt 16.21). Sendo assim, todos quantos creem em Jesus Cristo ressuscitado dentro os mortos, terão a garantia que, “de fato, a vontade (do) [...] Pai é que todo homem que vir o Filho e nele crer tenha a vida eterna; e Jesus o ressuscitará no último dia” (Jo 6.40).
A negação da ressurreição, mesmo que seja pela maioria da população mundial, não importa e ao mesmo tempo causa muita preocupação para aqueles que se empenham na evangelização deste mundo, e , ao mesmo tempo se torna incentivo ainda maior para o povo de Deus crer e defender essa grande verdade.
A negação da ressurreição por parte de muitos neste mundo, precisa impulsionar a que cada um tenha o interesse de investigar, não por meios científicos, mas na fonte, na Palavra de Deus, para tirar toda e qualquer dúvida que possa existir sobre a mente cauterizada.
A negação da ressurreição chama todo o povo de Deus à responsabilidade para avisar com insistência a todos que Jesus ressurgiu dos mortos.
Agora, só resta desmentir todo e qualquer boato absurdo de que Jesus Cristo não ressuscitou. Insista e desminta de que os apóstolos enganaram o povo, de que Jesus não morreu, apenas desmaiou. Invista e busque na Palavra de Deus provas de que os apóstolos e as mulheres não estavam com o estado emocional instável.
Creia! JESUS RESSUSCITOU DOS MORTOS!
Rev. Salvador P. Santana
A explicação absurda de que Jesus não ressuscitou vem desde os dias apostólicos. Uns diziam que os apóstolos enganaram o povo, outros diziam que Jesus não morreu, apenas desmaiou. E ainda, o mais absurdo de todos: Diziam que os apóstolos e as mulheres estavam num estado de instabilidade emocional e viram apenas visões de Jesus.
Segundo estatísticas, de cada sete habitantes do mundo, cinco não creem na ressurreição de Jesus. Aos olhos humanos é um número assustador e ao mesmo tempo preocupante. Assustador porque não se vê decréscimo no número dos descrentes e muito menos acréscimo no número daqueles que creem na ressurreição de Cristo. Preocupante devido a falta de interesse mundial pela evangelização de todos os povos em cumprimento ao “ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”, Mt.28.19.
Ao deixar de evangelizar os povos, o povo de Deus está deixando de anunciar que Jesus foi por “[...] Deus ressuscitado, rompendo os grilhões da morte; porquanto não era possível fosse ele retido por ela” (At 2.24). Aleluia! A ressurreição de Jesus proporciona ao homem a vida no lugar da morte; mesmo porque, a morte não pode reinar mais na vida do homem com Cristo.
Que bom! A grande verdade é que a garantia do homem de Deus, da vida eterna, está completa em Jesus ressurreto, pois o poder de “[...] Deus (O) ressuscitou [...]”. Veja bem que a ação de ressuscitar a Jesus coube a Deus, sendo assim, a garantia do servo de Jesus Cristo reside no trono da graça – Pai, Filho e Espírito Santo.
Outra verdade é que o próprio “[...] Deus [...,] (que) rompeu os grilhões da morte [...]”, ou seja, o Deus bondoso, não permitiu que Jesus fosse retido pela morte, e nem poderia ficar, “[...] porquanto não era possível fosse ele retido por ela”, pois o próprio Senhor, quando do seu ministério terreno, avisou que “desde (o) [...] tempo (entre o seu povo), começou Jesus Cristo a mostrar a seus discípulos que lhe era necessário seguir para Jerusalém e sofrer muitas coisas dos anciãos, dos principais sacerdotes e dos escribas, ser morto e ressuscitado no terceiro dia” (Mt 16.21). Sendo assim, todos quantos creem em Jesus Cristo ressuscitado dentro os mortos, terão a garantia que, “de fato, a vontade (do) [...] Pai é que todo homem que vir o Filho e nele crer tenha a vida eterna; e Jesus o ressuscitará no último dia” (Jo 6.40).
A negação da ressurreição, mesmo que seja pela maioria da população mundial, não importa e ao mesmo tempo causa muita preocupação para aqueles que se empenham na evangelização deste mundo, e , ao mesmo tempo se torna incentivo ainda maior para o povo de Deus crer e defender essa grande verdade.
A negação da ressurreição por parte de muitos neste mundo, precisa impulsionar a que cada um tenha o interesse de investigar, não por meios científicos, mas na fonte, na Palavra de Deus, para tirar toda e qualquer dúvida que possa existir sobre a mente cauterizada.
A negação da ressurreição chama todo o povo de Deus à responsabilidade para avisar com insistência a todos que Jesus ressurgiu dos mortos.
Agora, só resta desmentir todo e qualquer boato absurdo de que Jesus Cristo não ressuscitou. Insista e desminta de que os apóstolos enganaram o povo, de que Jesus não morreu, apenas desmaiou. Invista e busque na Palavra de Deus provas de que os apóstolos e as mulheres não estavam com o estado emocional instável.
Creia! JESUS RESSUSCITOU DOS MORTOS!
Rev. Salvador P. Santana
sábado, 31 de março de 2012
QUALQUER TIPO DE CARNE
QUALQUER TIPO DE CARNE
“Bacalhau [...] de onde vem este costume? Não se sabe muito bem como o bacalhau virou o prato oficial da Semana Santa, já que a Igreja permite o consumo de qualquer tipo de peixe. A maioria dos pesquisadores acredita que isto ocorreu por se tratar de um alimento que se conserva por mais tempo. Por isso, era possível transportá-lo para regiões mais distantes. E ainda há a versão de que na época em que a Igreja cismou de decretar que, em reconhecimento ao sofrimento de Cristo, os fiéis não poderiam consumir carnes vermelhas durante a Quaresma. Poucos sabiam que o Vaticano era proprietário da maior frota bacalhoeira. Seus armazéns ficavam abarrotados e era preciso escoar a mercadoria antes do vencimento dos prazos de validade (afinal, peixe salgado também estraga porque o sal se desfaz a baixas temperaturas durante o inverno). Não deu outra: as vendas de bacalhau explodiram, já que o alimento era apreciado nas camadas populares europeias por ser nutritivo e barato” – Curiosidades sobre a quaresma – Heloiza Helena C. Zanzotti – Revisão de texto – Tradição – Página 26 – Revista Energia, Ano 3 – edição 19 – Jaú, março de 2012.
O homem jamais pode ficar preso a costumes, tradições, ritos, instituições, organizações, igrejas. É impossível obedecer a qualquer determinação de ordem religiosa ou humana para deixar de comer isto ou aquilo .Nem mesmo dentro dos presídios isso pode acontecer, ainda que o infrator tenha cometido o crime mais bárbaro na face da terra. Todo homem está livre para “comer de tudo o que se vende no mercado, sem nada perguntardes por motivo de consciência” (1Co 10.25). Essa autorização divina é para todos os 365 dias de cada ano, e melhor, para todos os alimentos de cada época; nada pode ser excluído. Não tem nenhuma razão o homem deixar de saborear qualquer tipo de comida, mesmo porque, “[...] tudo que Deus criou é bom, e, recebido com ações de graças, nada é recusável” (1Tm 4.4). Pode acontecer deste homem ser impedido por alguma restrição médica, daí sim, deve deixar por completo, caso lhe prejudique , ou, ele pode saborear este ou aquele alimento, esporadicamente, para que não seja arruinada a sua saúde e não venha querer culpar o seu médico pelo sua degradação física, mental ou social.
Ora, é preciso entender que todas as frutas, verduras, vegetais, carnes, pescados, cereais, quando foram criados por “[...] Deus viu (que) tudo quanto fizera [...] eis que era muito bom [...]” (Gn 1.31), logo, faz bem ao organismo. O que está proibido ao servo de Jesus Cristo são todas as “[...] coisas sacrificadas a ídolos, (a ordem é para) não comer, por causa daquele (amigo, parente, vizinho, irmão) que [...] (o) advertiu e por causa da consciência; consciência, digo, não a tua propriamente, mas a do outro. Pois por que há de ser julgada a minha liberdade pela consciência alheia?” (1Co 10.28,29). Mas é preciso saber que Paulo declara que “no tocante à comida sacrificada a ídolos, sabe-se que o ídolo, de si mesmo, nada é no mundo e que não há senão um só Deus” (1Co 8.4), verdadeiro, criador, sustentador, e esse “[...] Deus (deve ser) amado de todo o coração e de todo o entendimento e de toda a força [...]” (Mc 12.33). Por este motivo é que Paulo reforça o texto ao dizer que “[...] quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, (deveis) fazer tudo para a glória de Deus” (1Co 10.31).
Mas, afinal, na semana em que Jesus foi levado à cruz, o que aconteceu? Jesus esteve em Betânia e levou uma vida normal como nos demais dias. Visitou os seus . Houve uma mulher [...] (que) trouxe um vaso de alabastro cheio de precioso bálsamo, que lhe derramou sobre a cabeça, estando ele à mesa” (Mt 26.7). Todos sabem que na hora da refeição Jesus não dispensava nenhuma iguaria posta à mesa. Tanto é verdade que “[...] Jesus [...] ordenara (a seus discípulos) [...] (que) preparassem a Páscoa” (Mt 26.19). E, para final de conversa, na Páscoa, “desta maneira (devia-se) [...] comer: lombos cingidos, sandálias nos pés e cajado na mão; comê-lo-eis à pressa; é a Páscoa do SENHOR” (Ex 12.11).
Por este motivo não deve haver a necessidade de se comer apenas peixe, bacalhau, sardinha, em forma de sacrifício devido o sofrimento de Cristo na cruz do calvário. Comendo qualquer tipo de carne não haverá nenhuma reprimenda da parte de Deus e nem mesmo castigo. Fique à vontade quanto a este assunto!
Rev. Salvador P. Santana
“Bacalhau [...] de onde vem este costume? Não se sabe muito bem como o bacalhau virou o prato oficial da Semana Santa, já que a Igreja permite o consumo de qualquer tipo de peixe. A maioria dos pesquisadores acredita que isto ocorreu por se tratar de um alimento que se conserva por mais tempo. Por isso, era possível transportá-lo para regiões mais distantes. E ainda há a versão de que na época em que a Igreja cismou de decretar que, em reconhecimento ao sofrimento de Cristo, os fiéis não poderiam consumir carnes vermelhas durante a Quaresma. Poucos sabiam que o Vaticano era proprietário da maior frota bacalhoeira. Seus armazéns ficavam abarrotados e era preciso escoar a mercadoria antes do vencimento dos prazos de validade (afinal, peixe salgado também estraga porque o sal se desfaz a baixas temperaturas durante o inverno). Não deu outra: as vendas de bacalhau explodiram, já que o alimento era apreciado nas camadas populares europeias por ser nutritivo e barato” – Curiosidades sobre a quaresma – Heloiza Helena C. Zanzotti – Revisão de texto – Tradição – Página 26 – Revista Energia, Ano 3 – edição 19 – Jaú, março de 2012.
O homem jamais pode ficar preso a costumes, tradições, ritos, instituições, organizações, igrejas. É impossível obedecer a qualquer determinação de ordem religiosa ou humana para deixar de comer isto ou aquilo .Nem mesmo dentro dos presídios isso pode acontecer, ainda que o infrator tenha cometido o crime mais bárbaro na face da terra. Todo homem está livre para “comer de tudo o que se vende no mercado, sem nada perguntardes por motivo de consciência” (1Co 10.25). Essa autorização divina é para todos os 365 dias de cada ano, e melhor, para todos os alimentos de cada época; nada pode ser excluído. Não tem nenhuma razão o homem deixar de saborear qualquer tipo de comida, mesmo porque, “[...] tudo que Deus criou é bom, e, recebido com ações de graças, nada é recusável” (1Tm 4.4). Pode acontecer deste homem ser impedido por alguma restrição médica, daí sim, deve deixar por completo, caso lhe prejudique , ou, ele pode saborear este ou aquele alimento, esporadicamente, para que não seja arruinada a sua saúde e não venha querer culpar o seu médico pelo sua degradação física, mental ou social.
Ora, é preciso entender que todas as frutas, verduras, vegetais, carnes, pescados, cereais, quando foram criados por “[...] Deus viu (que) tudo quanto fizera [...] eis que era muito bom [...]” (Gn 1.31), logo, faz bem ao organismo. O que está proibido ao servo de Jesus Cristo são todas as “[...] coisas sacrificadas a ídolos, (a ordem é para) não comer, por causa daquele (amigo, parente, vizinho, irmão) que [...] (o) advertiu e por causa da consciência; consciência, digo, não a tua propriamente, mas a do outro. Pois por que há de ser julgada a minha liberdade pela consciência alheia?” (1Co 10.28,29). Mas é preciso saber que Paulo declara que “no tocante à comida sacrificada a ídolos, sabe-se que o ídolo, de si mesmo, nada é no mundo e que não há senão um só Deus” (1Co 8.4), verdadeiro, criador, sustentador, e esse “[...] Deus (deve ser) amado de todo o coração e de todo o entendimento e de toda a força [...]” (Mc 12.33). Por este motivo é que Paulo reforça o texto ao dizer que “[...] quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, (deveis) fazer tudo para a glória de Deus” (1Co 10.31).
Mas, afinal, na semana em que Jesus foi levado à cruz, o que aconteceu? Jesus esteve em Betânia e levou uma vida normal como nos demais dias. Visitou os seus . Houve uma mulher [...] (que) trouxe um vaso de alabastro cheio de precioso bálsamo, que lhe derramou sobre a cabeça, estando ele à mesa” (Mt 26.7). Todos sabem que na hora da refeição Jesus não dispensava nenhuma iguaria posta à mesa. Tanto é verdade que “[...] Jesus [...] ordenara (a seus discípulos) [...] (que) preparassem a Páscoa” (Mt 26.19). E, para final de conversa, na Páscoa, “desta maneira (devia-se) [...] comer: lombos cingidos, sandálias nos pés e cajado na mão; comê-lo-eis à pressa; é a Páscoa do SENHOR” (Ex 12.11).
Por este motivo não deve haver a necessidade de se comer apenas peixe, bacalhau, sardinha, em forma de sacrifício devido o sofrimento de Cristo na cruz do calvário. Comendo qualquer tipo de carne não haverá nenhuma reprimenda da parte de Deus e nem mesmo castigo. Fique à vontade quanto a este assunto!
Rev. Salvador P. Santana
QUALQUER TIPO DE CARNE
QUALQUER TIPO DE CARNE
“Bacalhau [...] de onde vem este costume? Não se sabe muito bem como o bacalhau virou o prato oficial da Semana Santa, já que a Igreja permite o consumo de qualquer tipo de peixe. A maioria dos pesquisadores acredita que isto ocorreu por se tratar de um alimento que se conserva por mais tempo. Por isso, era possível transportá-lo para regiões mais distantes. E ainda há a versão de que na época em que a Igreja cismou de decretar que, em reconhecimento ao sofrimento de Cristo, os fiéis não poderiam consumir carnes vermelhas durante a Quaresma. Poucos sabiam que o Vaticano era proprietário da maior frota bacalhoeira. Seus armazéns ficavam abarrotados e era preciso escoar a mercadoria antes do vencimento dos prazos de validade (afinal, peixe salgado também estraga porque o sal se desfaz a baixas temperaturas durante o inverno). Não deu outra: as vendas de bacalhau explodiram, já que o alimento era apreciado nas camadas populares europeias por ser nutritivo e barato” – Curiosidades sobre a quaresma – Heloiza Helena C. Zanzotti – Revisão de texto – Tradição – Página 26 – Revista Energia, Ano 3 – edição 19 – Jaú, março de 2012.
O homem jamais pode ficar preso a costumes, tradições, ritos, instituições, organizações, igrejas. É impossível obedecer a qualquer determinação de ordem religiosa ou humana para deixar de comer isto ou aquilo .Nem mesmo dentro dos presídios isso pode acontecer, ainda que o infrator tenha cometido o crime mais bárbaro na face da terra. Todo homem está livre para “comer de tudo o que se vende no mercado, sem nada perguntardes por motivo de consciência” (1Co 10.25). Essa autorização divina é para todos os 365 dias de cada ano, e melhor, para todos os alimentos de cada época; nada pode ser excluído. Não tem nenhuma razão o homem deixar de saborear qualquer tipo de comida, mesmo porque, “[...] tudo que Deus criou é bom, e, recebido com ações de graças, nada é recusável” (1Tm 4.4). Pode acontecer deste homem ser impedido por alguma restrição médica, daí sim, deve deixar por completo, caso lhe prejudique , ou, ele pode saborear este ou aquele alimento, esporadicamente, para que não seja arruinada a sua saúde e não venha querer culpar o seu médico pelo sua degradação física, mental ou social.
Ora, é preciso entender que todas as frutas, verduras, vegetais, carnes, pescados, cereais, quando foram criados por “[...] Deus viu (que) tudo quanto fizera [...] eis que era muito bom [...]” (Gn 1.31), logo, faz bem ao organismo. O que está proibido ao servo de Jesus Cristo são todas as “[...] coisas sacrificadas a ídolos, (a ordem é para) não comer, por causa daquele (amigo, parente, vizinho, irmão) que [...] (o) advertiu e por causa da consciência; consciência, digo, não a tua propriamente, mas a do outro. Pois por que há de ser julgada a minha liberdade pela consciência alheia?” (1Co 10.28,29). Mas é preciso saber que Paulo declara que “no tocante à comida sacrificada a ídolos, sabe-se que o ídolo, de si mesmo, nada é no mundo e que não há senão um só Deus” (1Co 8.4), verdadeiro, criador, sustentador, e esse “[...] Deus (deve ser) amado de todo o coração e de todo o entendimento e de toda a força [...]” (Mc 12.33). Por este motivo é que Paulo reforça o texto ao dizer que “[...] quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, (deveis) fazer tudo para a glória de Deus” (1Co 10.31).
Mas, afinal, na semana em que Jesus foi levado à cruz, o que aconteceu? Jesus esteve em Betânia e levou uma vida normal como nos demais dias. Visitou os seus . Houve uma mulher [...] (que) trouxe um vaso de alabastro cheio de precioso bálsamo, que lhe derramou sobre a cabeça, estando ele à mesa” (Mt 26.7). Todos sabem que na hora da refeição Jesus não dispensava nenhuma iguaria posta à mesa. Tanto é verdade que “[...] Jesus [...] ordenara (a seus discípulos) [...] (que) preparassem a Páscoa” (Mt 26.19). E, para final de conversa, na Páscoa, “desta maneira (devia-se) [...] comer: lombos cingidos, sandálias nos pés e cajado na mão; comê-lo-eis à pressa; é a Páscoa do SENHOR” (Ex 12.11).
Por este motivo não deve haver a necessidade de se comer apenas peixe, bacalhau, sardinha, em forma de sacrifício devido o sofrimento de Cristo na cruz do calvário. Comendo qualquer tipo de carne não haverá nenhuma reprimenda da parte de Deus e nem mesmo castigo. Fique à vontade quanto a este assunto!
Rev. Salvador P. Santana
“Bacalhau [...] de onde vem este costume? Não se sabe muito bem como o bacalhau virou o prato oficial da Semana Santa, já que a Igreja permite o consumo de qualquer tipo de peixe. A maioria dos pesquisadores acredita que isto ocorreu por se tratar de um alimento que se conserva por mais tempo. Por isso, era possível transportá-lo para regiões mais distantes. E ainda há a versão de que na época em que a Igreja cismou de decretar que, em reconhecimento ao sofrimento de Cristo, os fiéis não poderiam consumir carnes vermelhas durante a Quaresma. Poucos sabiam que o Vaticano era proprietário da maior frota bacalhoeira. Seus armazéns ficavam abarrotados e era preciso escoar a mercadoria antes do vencimento dos prazos de validade (afinal, peixe salgado também estraga porque o sal se desfaz a baixas temperaturas durante o inverno). Não deu outra: as vendas de bacalhau explodiram, já que o alimento era apreciado nas camadas populares europeias por ser nutritivo e barato” – Curiosidades sobre a quaresma – Heloiza Helena C. Zanzotti – Revisão de texto – Tradição – Página 26 – Revista Energia, Ano 3 – edição 19 – Jaú, março de 2012.
O homem jamais pode ficar preso a costumes, tradições, ritos, instituições, organizações, igrejas. É impossível obedecer a qualquer determinação de ordem religiosa ou humana para deixar de comer isto ou aquilo .Nem mesmo dentro dos presídios isso pode acontecer, ainda que o infrator tenha cometido o crime mais bárbaro na face da terra. Todo homem está livre para “comer de tudo o que se vende no mercado, sem nada perguntardes por motivo de consciência” (1Co 10.25). Essa autorização divina é para todos os 365 dias de cada ano, e melhor, para todos os alimentos de cada época; nada pode ser excluído. Não tem nenhuma razão o homem deixar de saborear qualquer tipo de comida, mesmo porque, “[...] tudo que Deus criou é bom, e, recebido com ações de graças, nada é recusável” (1Tm 4.4). Pode acontecer deste homem ser impedido por alguma restrição médica, daí sim, deve deixar por completo, caso lhe prejudique , ou, ele pode saborear este ou aquele alimento, esporadicamente, para que não seja arruinada a sua saúde e não venha querer culpar o seu médico pelo sua degradação física, mental ou social.
Ora, é preciso entender que todas as frutas, verduras, vegetais, carnes, pescados, cereais, quando foram criados por “[...] Deus viu (que) tudo quanto fizera [...] eis que era muito bom [...]” (Gn 1.31), logo, faz bem ao organismo. O que está proibido ao servo de Jesus Cristo são todas as “[...] coisas sacrificadas a ídolos, (a ordem é para) não comer, por causa daquele (amigo, parente, vizinho, irmão) que [...] (o) advertiu e por causa da consciência; consciência, digo, não a tua propriamente, mas a do outro. Pois por que há de ser julgada a minha liberdade pela consciência alheia?” (1Co 10.28,29). Mas é preciso saber que Paulo declara que “no tocante à comida sacrificada a ídolos, sabe-se que o ídolo, de si mesmo, nada é no mundo e que não há senão um só Deus” (1Co 8.4), verdadeiro, criador, sustentador, e esse “[...] Deus (deve ser) amado de todo o coração e de todo o entendimento e de toda a força [...]” (Mc 12.33). Por este motivo é que Paulo reforça o texto ao dizer que “[...] quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, (deveis) fazer tudo para a glória de Deus” (1Co 10.31).
Mas, afinal, na semana em que Jesus foi levado à cruz, o que aconteceu? Jesus esteve em Betânia e levou uma vida normal como nos demais dias. Visitou os seus . Houve uma mulher [...] (que) trouxe um vaso de alabastro cheio de precioso bálsamo, que lhe derramou sobre a cabeça, estando ele à mesa” (Mt 26.7). Todos sabem que na hora da refeição Jesus não dispensava nenhuma iguaria posta à mesa. Tanto é verdade que “[...] Jesus [...] ordenara (a seus discípulos) [...] (que) preparassem a Páscoa” (Mt 26.19). E, para final de conversa, na Páscoa, “desta maneira (devia-se) [...] comer: lombos cingidos, sandálias nos pés e cajado na mão; comê-lo-eis à pressa; é a Páscoa do SENHOR” (Ex 12.11).
Por este motivo não deve haver a necessidade de se comer apenas peixe, bacalhau, sardinha, em forma de sacrifício devido o sofrimento de Cristo na cruz do calvário. Comendo qualquer tipo de carne não haverá nenhuma reprimenda da parte de Deus e nem mesmo castigo. Fique à vontade quanto a este assunto!
Rev. Salvador P. Santana
sexta-feira, 23 de março de 2012
QUARESMA E SACRIFÍCIO
QUARESMA E SACRIFÍCIO
“Quaresma, do latim quadragésima, é o período de 40 dias que antecede a festa ápice do cristianismo: a ressurreição de Cristo, comemorada no domingo de Páscoa. E o jejum na quaresma? A verdadeira quaresma, com 40 dias de jejum e abstinência de carne, data do início do século IV. A igreja propôs o jejum como forma de sacrifício e ainda é costume jejuar na quaresma. Os sacrifícios podem ser escolhidos e são, geralmente, baseados em privação de algo que se goste muito – não comer doces, não fumar, não consumir bebidas alcoólicas – ou em atitudes de caridade, como visitar um asilo ou destinar tempo para algum projeto beneficente” – Curiosidades sobre a quaresma – Heloiza Helena C. Zanzotti – Revisão de texto – Tradição – Página 26 – Revista Energia, Ano 3 – edição 19 – Jaú, março de 2012.
Deus não está interessado em homens que tenham coragem de fazer algum tipo de sacrifício. Desde o século IV a história se repete. Hoje é possível buscar um lenço, supostamente, milagroso em alguns dos templos espelhados por este Brasil. Em outras igrejas pode se achegar ao balcão das bênçãos de Deus para uma saúde plena. Outros tantos querem a todo custo a prosperidade material tão sonhada para toda a família. Milhares investem alguns poucos ou muitos trocados, joias, imóveis, móveis com a finalidade de receber aqui e agora, em dobro, triplo, e porque não, cêntuplo, de tudo quanto dera como se o Reino de Deus fosse vivido aqui para todo o sempre. É enganoso o coração deixar-se levar por essas artimanhas, pelo motivo de “[...] o reino de Deus não (ser) [...] comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo” (Rm 14.17). Tudo isso acontece sem contar com as fogueiras santas, muralhas derrubadas, o alho e o sal grosso que muitos acreditam serem poderosos para espantar olho gordo ou coisa do gênero.
Desde o passado Deus tem zelado pelo bem-estar de todo o seu povo. Ele jamais deixou de abençoar e dar o melhor para os seus filhos. Em meio a todo esse cuidado é verdade que “[...] nunca deixará de haver pobres na terra [...]” (Dt 15.11). É verdade também que muitas vezes Jesus “[...] não faz [...] muitos milagres [...] (na vida do homem) por causa da incredulidade deles” (Mt 13.58). Outras vezes o próprio Deus permite, tal como aconteceu com “[...]Trófimo [...] (que ficou) doente em Mileto” 2Tm 4.20) e para Paulo, a graça foi o suficiente em sua vida. Devido a essas intervenções de Deus na vida de todos os homens, os que procuram bênçãos materiais ou curas físicas, acabam por ficar desiludidos e começam a cair na vida espiritual, primeiro na frequência, depois na leitura bíblica e por fim no exercício da oração. Que pena!
Deus não se agrada de tais sacrifícios. É tão verdade que muitos doentes, necessitados, servos de Deus, através de Jesus Cristo, em toda a história da cristandade, nunca precisaram fazer este ou aquele tipo de sacrifício para obter vantagem financeira, espiritual ou alguma restauração da saúde física. Basta apenas o carente “pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e, a quem bate, abrir-se-lhe-á” (Mt 7.7,8). Apesar de saber que esta graça de Deus é maravilhosa, desde o século IV o homem procura escolher o seu tipo de sacrifício, mas sem validade diante de Deus. Isto é tão certo que certa vez, o rei Saul, saiu para uma investida de guerra contra os amalequitas. Ele não obedeceu ao que Samuel lhe falara a mando do Senhor Deus, o rei preferiu “[...] poupar o melhor das ovelhas e dos bois, (com a desculpa de) [...] os sacrificar ao SENHOR [...]” (1Sm.15.15). Para o fim da conversa é bom saber que “[...] o SENHOR (não tem) tanto prazer em holocaustos e sacrifícios (o desejo dEle é) [...] em que se obedeça à sua palavra [...] (pois) o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender, melhor do que a gordura de carneiros” (1Sm 15.22).
Somente isto é o suficiente para todos quantos amam e adoram a Jesus Cristo como Senhor e Salvador de suas vidas.
Rev. Salvador P. Santana
“Quaresma, do latim quadragésima, é o período de 40 dias que antecede a festa ápice do cristianismo: a ressurreição de Cristo, comemorada no domingo de Páscoa. E o jejum na quaresma? A verdadeira quaresma, com 40 dias de jejum e abstinência de carne, data do início do século IV. A igreja propôs o jejum como forma de sacrifício e ainda é costume jejuar na quaresma. Os sacrifícios podem ser escolhidos e são, geralmente, baseados em privação de algo que se goste muito – não comer doces, não fumar, não consumir bebidas alcoólicas – ou em atitudes de caridade, como visitar um asilo ou destinar tempo para algum projeto beneficente” – Curiosidades sobre a quaresma – Heloiza Helena C. Zanzotti – Revisão de texto – Tradição – Página 26 – Revista Energia, Ano 3 – edição 19 – Jaú, março de 2012.
Deus não está interessado em homens que tenham coragem de fazer algum tipo de sacrifício. Desde o século IV a história se repete. Hoje é possível buscar um lenço, supostamente, milagroso em alguns dos templos espelhados por este Brasil. Em outras igrejas pode se achegar ao balcão das bênçãos de Deus para uma saúde plena. Outros tantos querem a todo custo a prosperidade material tão sonhada para toda a família. Milhares investem alguns poucos ou muitos trocados, joias, imóveis, móveis com a finalidade de receber aqui e agora, em dobro, triplo, e porque não, cêntuplo, de tudo quanto dera como se o Reino de Deus fosse vivido aqui para todo o sempre. É enganoso o coração deixar-se levar por essas artimanhas, pelo motivo de “[...] o reino de Deus não (ser) [...] comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo” (Rm 14.17). Tudo isso acontece sem contar com as fogueiras santas, muralhas derrubadas, o alho e o sal grosso que muitos acreditam serem poderosos para espantar olho gordo ou coisa do gênero.
Desde o passado Deus tem zelado pelo bem-estar de todo o seu povo. Ele jamais deixou de abençoar e dar o melhor para os seus filhos. Em meio a todo esse cuidado é verdade que “[...] nunca deixará de haver pobres na terra [...]” (Dt 15.11). É verdade também que muitas vezes Jesus “[...] não faz [...] muitos milagres [...] (na vida do homem) por causa da incredulidade deles” (Mt 13.58). Outras vezes o próprio Deus permite, tal como aconteceu com “[...]Trófimo [...] (que ficou) doente em Mileto” 2Tm 4.20) e para Paulo, a graça foi o suficiente em sua vida. Devido a essas intervenções de Deus na vida de todos os homens, os que procuram bênçãos materiais ou curas físicas, acabam por ficar desiludidos e começam a cair na vida espiritual, primeiro na frequência, depois na leitura bíblica e por fim no exercício da oração. Que pena!
Deus não se agrada de tais sacrifícios. É tão verdade que muitos doentes, necessitados, servos de Deus, através de Jesus Cristo, em toda a história da cristandade, nunca precisaram fazer este ou aquele tipo de sacrifício para obter vantagem financeira, espiritual ou alguma restauração da saúde física. Basta apenas o carente “pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e, a quem bate, abrir-se-lhe-á” (Mt 7.7,8). Apesar de saber que esta graça de Deus é maravilhosa, desde o século IV o homem procura escolher o seu tipo de sacrifício, mas sem validade diante de Deus. Isto é tão certo que certa vez, o rei Saul, saiu para uma investida de guerra contra os amalequitas. Ele não obedeceu ao que Samuel lhe falara a mando do Senhor Deus, o rei preferiu “[...] poupar o melhor das ovelhas e dos bois, (com a desculpa de) [...] os sacrificar ao SENHOR [...]” (1Sm.15.15). Para o fim da conversa é bom saber que “[...] o SENHOR (não tem) tanto prazer em holocaustos e sacrifícios (o desejo dEle é) [...] em que se obedeça à sua palavra [...] (pois) o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender, melhor do que a gordura de carneiros” (1Sm 15.22).
Somente isto é o suficiente para todos quantos amam e adoram a Jesus Cristo como Senhor e Salvador de suas vidas.
Rev. Salvador P. Santana
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