AGUARDE MAIS UM POUCO
Ninguém gosta de esperar. Parece que nos últimos dias a espera nas filas dos bancos diminuiu um pouco, mas ainda falta muito para o cliente chegar ao banco, ser atendido rapidamente e voltar para as suas atividades do dia a dia. Os conveniados do INSS sofrem com as marcações de consultas para meses subsequentes, e quando chega a sua vez, o médico não aparece, a data coincide com um feriado nacional ou municipal, ou então, acontece o pior, um acidente grave com a ambulância sucateada ou motoristas bêbados ziguezagueando na pista. Parece que a espera mais angustiante é quando alguma pessoa é acometida de alguma enfermidade e, ela sabe que o final é a morte. A angústia paira em seu coração. Agora, a mais bem aventurada espera, parece que muitos não estão interessados, e logo ficam estressados porque lhe falaram que ele deve aquentar um pouco mais alguma resposta vinda dos altos céus, do trono de Deus, para “[...] receber (muitas vezes até) em dobro das mãos do SENHOR [...]” (Is.40.2) alguma bênção.
Como Deus conhece muito bem o coração humano e sabe que ele não suporta esperar nada neste mundo, foi ordenado aos “[...] homens [santos] falarem da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo” (2Pe.1.21), para deixarem registrados na Palavra de Deus o verbo esperar e seus correlatos. Essa minuciosa anotação não se limitou apenas a uma, duas ou dez vezes, há mais de duzentas e vinte passagens dessa palavra anotada nas linhas bíblicas. Isto fora feito a fim de que o homem leia e repense o seu modo de esperar em Deus. Verdade é que, apesar de muitas leituras e releituras do livro sagrado, ainda assim, “o homem [...] muitas vezes repreendido (continua) endurecendo a cerviz [...]” (Pv.29). Quando o cangote fica endurecido o homem acaba por “esmorecer os (seus) olhos de tanto esperar [...] (pela) promessa (de algum livramento do perigo, do açoite, da amargura, do erro e até mesmo da salvação de alguém muito querido que venha da parte de) Deus, (talvez, por este motivo é que muitos continuam) [...] dizendo: quando me haverás de consolar?” (Sl.119.82) devido não ter recebido esta ou aquela graça no tempo presente.
Ora, “tudo (neste mundo) tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu” (Ec.3.1). É tão verdadeira essa mensagem que muitos homens nos tempos bíblicos aprenderam a esperar a resposta de Deus para os seus problemas individuais e familiares, angústias, aflições, decepções, sejam de grande ou pequena proporção, para serem resolvidos de acordo com a vontade de Deus. Abraão aguardou cerca de vinte e cinco anos a promessa que Deus lhe fizera de lhe dar “[...] Isaque, seu filho” (Gn.21.5) para ser uma bênção na terra. José do Egito esperou treze anos para ser “[...] feito autoridade sobre toda a terra do Egito” (Gn.41.41). Noemi acreditou por dez anos que “[...] voltaria [...] da terra de Moabe [...]” (Rt.1.22) para a sua pátria terrestre. “Aconteceu que [...] (os israelitas ficaram) quatrocentos e trinta anos (na terra do Egito até que) [...] todas as hostes do SENHOR saíram (dessa) [...] terra [...]” (Ex.12.41) de aflição. Em todos esses apertos que o povo de Deus teve que suportar, a palavra “[...] dita (foi sempre a mesma): "De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei” (Hb.13.5).
Esse Deus é tremendo! Para todos aqueles que continuam na dúvida entre o desejo de esperar e não esperar é bom aceitar o conselho do salmista quando este passava por dificuldades de ordem diversa entre amigos, família e trabalho. Todos, sem exceção, necessitam prestar atenção nos verbos do texto quando Davi fala que “esperou (tem que ser) confiantemente (na pessoa certa, o) [...] SENHOR [...] (daí, o) se inclinar (é do próprio Deus em seu favor para te) [...] ouvir (mas isso deve acontecer) [...] quando (você) clamar por socorro” (Sl.40.1).
Ei! Aguarde mais um pouco, seja paciente para “[...] receber bênçãos da parte de Deus” (Hb.6.7).
Rev. Salvador P. Santana
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
FAÇA ISSO E VIVERÁS
FAÇA ISSO E VIVERÁS
O povo brasileiro não é dado a leitura, por isso, tem pouco conhecimento das notícias do mundo, da história de sua cidade, da geografia, dos lugares históricos e, em especial, não tem conhecimento do próprio Deus. Esse homem não conhece nem mesmo os seus próprios problemas, as suas dificuldades e lutas que enfrenta no seu dia-a-dia. Sendo assim, a cada geração que passa, forma-se um povo sem instrução e sem perspectiva de vida próspera.
O servo de Deus precisa mudar essa história. É preciso sair do anonimato, da falta do conhecimento, principalmente, aquele conhecimento do Deus vivo e verdadeiro; pois o profeta Oséias declara que “o povo (de) Deus está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. Porque tu, sacerdote, rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos” (Os.4.6). Preste atenção que Oséias não poupa palavras. Ele não se dirige apenas a um grupo social, nem mesmo a alguma religião específica, pelo contrário, a sua palavra é dirigida ao povo de Deus. Essa verdade é bem vista quando o profeta usa o pronome possessivo “[...] o meu povo [...]”. É interessante frisar a colocação desse pronome porque não se trata apenas dos servos de Deus que viveram no tempo do profeta Oséias, mas vale até mesmo para os que vivem neste século XXI. Então, se esta palavra serve para estes dias, é bom saber que também falta conhecimento de Deus nos corações dos homens que se dizem servos. Caso persista esse desconhecimento, haverá recompensa danosa para aqueles que não têm o costume de buscar a Deus. A primeira e única recompensa negativa é a destruição. Não pense o dileto leitor que esta destruição é física ou material, pelo contrário, quem não tem conhecimento do Deus verdadeiro é destruído espiritualmente, pois ele não tem direção, não tem conhecimento de qual caminho é o verdadeiro que conduz à vida eterna. Fique sabendo que saiu dos lábios de Jesus que todo aquele que “[...] conhece a verdade [...] a verdade [...] (o) libertará” (Jo.8.32); e essa verdade não pode ser outra a não ser o próprio Deus encarnado, Jesus Cristo, que veio a este mundo para arrancar do coração humano toda cegueira espiritual. Certa vez o profeta Isaías prenunciou que Jesus viria a este mundo “para abrires os olhos aos cegos, para tirares da prisão o cativo e do cárcere, os que jazem em trevas” (Is.42.7). É provado, biblicamente, que o ser humano de fato não tem conhecimento perfeito do seu criador. O mesmo profeta declara que “o boi conhece o seu possuidor, e o jumento, o dono da sua manjedoura; mas Israel (povo de Deus) não tem conhecimento, o meu povo não entende” (Is.1.3).
O que deve ser feito para acabar com essa falta de conhecimento? Bem, se você tem consciência de que lhe falta conhecimento de Deus, e que o seu futuro não pode ser outro a não ser a morte espiritual, o processo se torna muito simples. Aceite o conselho dado aos reis de Israel e “[...] escreve para si um traslado (cópia) desta lei (Bíblia) num livro [...] e o terá consigo e nele lerá todos os dias da sua vida, para que aprenda a temer o SENHOR, seu Deus, a fim de guardar todas as palavras desta lei e estes estatutos, para os cumprir”, Dt.17.18,19. É sério! Você não precisa fazer uma cópia da Bíblia, elas são vendidas a preços módicos, e ainda elas duram muitos anos, isto é, se você tiver todo cuidado para manuseá-la.
Busque conhecer Aquele que pode te sustentar em todos os momentos de sua vida, mas busque somente em Sua Palavra, a Palavra de Deus para “[...] Deus [...] (não) esquecer de teus filhos” (Os.4.6) devido eles imitarem você. Faça isso e viverás!
Rev. Salvador P. Santana
O povo brasileiro não é dado a leitura, por isso, tem pouco conhecimento das notícias do mundo, da história de sua cidade, da geografia, dos lugares históricos e, em especial, não tem conhecimento do próprio Deus. Esse homem não conhece nem mesmo os seus próprios problemas, as suas dificuldades e lutas que enfrenta no seu dia-a-dia. Sendo assim, a cada geração que passa, forma-se um povo sem instrução e sem perspectiva de vida próspera.
O servo de Deus precisa mudar essa história. É preciso sair do anonimato, da falta do conhecimento, principalmente, aquele conhecimento do Deus vivo e verdadeiro; pois o profeta Oséias declara que “o povo (de) Deus está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. Porque tu, sacerdote, rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos” (Os.4.6). Preste atenção que Oséias não poupa palavras. Ele não se dirige apenas a um grupo social, nem mesmo a alguma religião específica, pelo contrário, a sua palavra é dirigida ao povo de Deus. Essa verdade é bem vista quando o profeta usa o pronome possessivo “[...] o meu povo [...]”. É interessante frisar a colocação desse pronome porque não se trata apenas dos servos de Deus que viveram no tempo do profeta Oséias, mas vale até mesmo para os que vivem neste século XXI. Então, se esta palavra serve para estes dias, é bom saber que também falta conhecimento de Deus nos corações dos homens que se dizem servos. Caso persista esse desconhecimento, haverá recompensa danosa para aqueles que não têm o costume de buscar a Deus. A primeira e única recompensa negativa é a destruição. Não pense o dileto leitor que esta destruição é física ou material, pelo contrário, quem não tem conhecimento do Deus verdadeiro é destruído espiritualmente, pois ele não tem direção, não tem conhecimento de qual caminho é o verdadeiro que conduz à vida eterna. Fique sabendo que saiu dos lábios de Jesus que todo aquele que “[...] conhece a verdade [...] a verdade [...] (o) libertará” (Jo.8.32); e essa verdade não pode ser outra a não ser o próprio Deus encarnado, Jesus Cristo, que veio a este mundo para arrancar do coração humano toda cegueira espiritual. Certa vez o profeta Isaías prenunciou que Jesus viria a este mundo “para abrires os olhos aos cegos, para tirares da prisão o cativo e do cárcere, os que jazem em trevas” (Is.42.7). É provado, biblicamente, que o ser humano de fato não tem conhecimento perfeito do seu criador. O mesmo profeta declara que “o boi conhece o seu possuidor, e o jumento, o dono da sua manjedoura; mas Israel (povo de Deus) não tem conhecimento, o meu povo não entende” (Is.1.3).
O que deve ser feito para acabar com essa falta de conhecimento? Bem, se você tem consciência de que lhe falta conhecimento de Deus, e que o seu futuro não pode ser outro a não ser a morte espiritual, o processo se torna muito simples. Aceite o conselho dado aos reis de Israel e “[...] escreve para si um traslado (cópia) desta lei (Bíblia) num livro [...] e o terá consigo e nele lerá todos os dias da sua vida, para que aprenda a temer o SENHOR, seu Deus, a fim de guardar todas as palavras desta lei e estes estatutos, para os cumprir”, Dt.17.18,19. É sério! Você não precisa fazer uma cópia da Bíblia, elas são vendidas a preços módicos, e ainda elas duram muitos anos, isto é, se você tiver todo cuidado para manuseá-la.
Busque conhecer Aquele que pode te sustentar em todos os momentos de sua vida, mas busque somente em Sua Palavra, a Palavra de Deus para “[...] Deus [...] (não) esquecer de teus filhos” (Os.4.6) devido eles imitarem você. Faça isso e viverás!
Rev. Salvador P. Santana
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
HOMEM MORTAL
HOMEM MORTAL
Uma das coisas boas maravilhosas que Deus deixou neste mundo foi a morte. É verdade que “[...] alguns há, dos que aqui se encontram, que de maneira nenhuma passarão pela morte até que vejam vir o Filho do Homem no seu reino” (Mt.16.28). Muitos crentes devem almejar não “[...] passar pela morte [...]” mas, conforme o texto, isso vai acontecer com “[...] alguns [...] [...]”. Logo, é difícil saber se é você, seu cônjuge, filho ou irmão para quem está reservada a bênção do transporte (arrebatamento) para “[...] ver vir o Filho do Homem no seu reino”. Por isso, cada um deve estar preparado para um inevitável encontro com Cristo, seja através da morte súbita ou através do subir para os ares. Você está preparado, ou você pensa que é eterno neste mundo? O homem que passou por enfermidades terríveis declara que “o homem, nascido de mulher, vive breve tempo [...]” (Jó 14:1) e o salmista fala que “os dias da nossa vida sobem a setenta anos ou, em havendo vigor, a oitenta; neste caso, o melhor deles é canseira e enfado, porque tudo passa rapidamente, e nós voamos” (Sl.90.10). Não queira pensar que somente os de maior idade é que morrem. Pelo contrário, os fetos, os recém-nascidos, as crianças, os adolescentes, os jovens, os adultos, todos, exatamente isto. Todos estão “na lista de espera” para partir deste mundo. Você, no mínimo, deve se lembrar dos seus dias passados, quando podia curtir junto aos seus pais da sua meninice; mas e hoje, com quantos anos você está? Viu como passa depressa? Talvez você já tenha atingido os seus setenta ou oitenta anos, mas conforme o texto, “[...] o melhor deles é canseira e enfado, porque tudo passa rapidamente, e nós voamos”.
Suponha que você faz parte desses “[...] alguns [...]” que Mateus deixou registrado. Faça uma pergunta a você mesmo. Que dia será esse o qual da sua família será tomado? Está perto ou longe? O que resta é estar preparado para o dia do encontro com o Mestre Jesus, pois o homem “[...] não sabe o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa” (Tg.4.14). Na realidade o homem é apenas pó, e ele precisa depender de Deus.
Enquanto o homem estiver neste mundo, é necessário saber que sempre estará entre a incerteza de ir ou a certeza não partir subitamente, seja por morte natural ou por arrebatamento. Uma verdade que não pode deixar de ser dita é que todos terão que se apresentar diante do trono, montado para prestação de contas. A certeza é que muitos irão ficar decepcionados quando receberem a sentença de morte eterna, isto devido à não aceitação da salvação em Cristo Jesus (entenda predestinação e regeneração).
Não se sabe se é medo da morte em si ou se é medo do encontro com “[...] o Rei dos reis e Senhor dos senhores” (1Tm.6.15) que muitos tem de enfrentar. Mas a certeza é que todos vão partir, de um jeito ou de outro. Prepare-se! Quando este dia chegar, o Senhor Jesus “[...] lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram” (Ap.21.4).
A morte e o arrebatamento são os únicos meios de se adentrar ao céu, isto é, para aquele que crê unicamente no nome precioso de Cristo Jesus, caso contrário, a pena para aqueles que rejeitam aceitar a salvação em Cristo (entenda reprovação ou preordenação), o merecido é o inferno. Portanto, não fique amedrontado, tentando fugir, se esquivar dizendo que não quer morrer ou coisa parecida pois, quando Deus determinar a sua partida, quem irá impedir? Falando a respeito da morte, Moisés declara que “[...] somente [...] Deus e mais nenhum deus além de dele [...] mata e [...] faz viver [...] fere e [...] sara; e não há quem possa livrar alguém da sua mão”, Dt.32.39.
A partida deste mundo é algo certo na vida de todo e qualquer ser humano. Que cada um fique atento e vigilante com a vida espiritual, pois o que Deus deseja é que todos “sigam a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb.12.14).
Que Deus te abençoe, homem mortal!
Rev. Salvador Santana
Uma das coisas boas maravilhosas que Deus deixou neste mundo foi a morte. É verdade que “[...] alguns há, dos que aqui se encontram, que de maneira nenhuma passarão pela morte até que vejam vir o Filho do Homem no seu reino” (Mt.16.28). Muitos crentes devem almejar não “[...] passar pela morte [...]” mas, conforme o texto, isso vai acontecer com “[...] alguns [...] [...]”. Logo, é difícil saber se é você, seu cônjuge, filho ou irmão para quem está reservada a bênção do transporte (arrebatamento) para “[...] ver vir o Filho do Homem no seu reino”. Por isso, cada um deve estar preparado para um inevitável encontro com Cristo, seja através da morte súbita ou através do subir para os ares. Você está preparado, ou você pensa que é eterno neste mundo? O homem que passou por enfermidades terríveis declara que “o homem, nascido de mulher, vive breve tempo [...]” (Jó 14:1) e o salmista fala que “os dias da nossa vida sobem a setenta anos ou, em havendo vigor, a oitenta; neste caso, o melhor deles é canseira e enfado, porque tudo passa rapidamente, e nós voamos” (Sl.90.10). Não queira pensar que somente os de maior idade é que morrem. Pelo contrário, os fetos, os recém-nascidos, as crianças, os adolescentes, os jovens, os adultos, todos, exatamente isto. Todos estão “na lista de espera” para partir deste mundo. Você, no mínimo, deve se lembrar dos seus dias passados, quando podia curtir junto aos seus pais da sua meninice; mas e hoje, com quantos anos você está? Viu como passa depressa? Talvez você já tenha atingido os seus setenta ou oitenta anos, mas conforme o texto, “[...] o melhor deles é canseira e enfado, porque tudo passa rapidamente, e nós voamos”.
Suponha que você faz parte desses “[...] alguns [...]” que Mateus deixou registrado. Faça uma pergunta a você mesmo. Que dia será esse o qual da sua família será tomado? Está perto ou longe? O que resta é estar preparado para o dia do encontro com o Mestre Jesus, pois o homem “[...] não sabe o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa” (Tg.4.14). Na realidade o homem é apenas pó, e ele precisa depender de Deus.
Enquanto o homem estiver neste mundo, é necessário saber que sempre estará entre a incerteza de ir ou a certeza não partir subitamente, seja por morte natural ou por arrebatamento. Uma verdade que não pode deixar de ser dita é que todos terão que se apresentar diante do trono, montado para prestação de contas. A certeza é que muitos irão ficar decepcionados quando receberem a sentença de morte eterna, isto devido à não aceitação da salvação em Cristo Jesus (entenda predestinação e regeneração).
Não se sabe se é medo da morte em si ou se é medo do encontro com “[...] o Rei dos reis e Senhor dos senhores” (1Tm.6.15) que muitos tem de enfrentar. Mas a certeza é que todos vão partir, de um jeito ou de outro. Prepare-se! Quando este dia chegar, o Senhor Jesus “[...] lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram” (Ap.21.4).
A morte e o arrebatamento são os únicos meios de se adentrar ao céu, isto é, para aquele que crê unicamente no nome precioso de Cristo Jesus, caso contrário, a pena para aqueles que rejeitam aceitar a salvação em Cristo (entenda reprovação ou preordenação), o merecido é o inferno. Portanto, não fique amedrontado, tentando fugir, se esquivar dizendo que não quer morrer ou coisa parecida pois, quando Deus determinar a sua partida, quem irá impedir? Falando a respeito da morte, Moisés declara que “[...] somente [...] Deus e mais nenhum deus além de dele [...] mata e [...] faz viver [...] fere e [...] sara; e não há quem possa livrar alguém da sua mão”, Dt.32.39.
A partida deste mundo é algo certo na vida de todo e qualquer ser humano. Que cada um fique atento e vigilante com a vida espiritual, pois o que Deus deseja é que todos “sigam a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb.12.14).
Que Deus te abençoe, homem mortal!
Rev. Salvador Santana
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
FIM DE PAPO
FIM DE PAPO
Basta uma única pessoa marcar com o seu colega um encontro em algum botequim do bairro. Este convida outro, que convida outro e outro até que o bar esteja totalmente lotado a ponto de as mesas serem colocadas nas calçadas e debaixo das árvores. E olha que esse encontro se repete pelo menos uma vez na semana, ou se brincar, todos os dias. Basta uma das duas maiores torcidas de futebol saber que os times do Flamengo ou do Corinthians irão jogar neste ou naquele estádio, rapidamente, as torcidas organizadas, de todos os estados brasileiros, superlotam as arquibancadas. As demais atividades também são fáceis de ajuntar várias pessoas ao mesmo tempo. Opa! Vai haver excursão, estou dentro!; vou pescar. Rapidamente os colegas se reunem para arrumar o barco, linha, anzol, chumbada; um churrasco,- Pode deixar que eu levo o fósforo!; uma festa de aniversário,- É só me dizer onde fica!; um comício político, -Gosto de ouvir a opinião de todos; uma pedalada,- Me empresta uma bicicleta; caminhada, -É só colocar o tênis!; estudar,- Gosto de matemática.
Praticamente, em todos os relacionamentos sociais, basta apenas um convite para que o outro participe, mas existe um que, muitas vezes, a solicitação não funciona e o convocado se esquiva de todos os modos ao máximo que pode. Quando se trata de algum convite para participar de um culto religioso, muitas vezes, nem adianta insistir, pois se não houver, da parte de “certa [...] (pessoa convidada o desejo de ser) temente a Deus [...] (para) escutar (com atenção o convite, e se caso) [...] o Senhor (não) lhe abrir o coração para atender às coisas [...] faladas” (At.16.14) a respeito do reino dos céus; tudo isso será “[...] em vão [...]” (Sl.127.1). Caso não haja a operação do Espírito Santo de Deus na vida do homem pecador, este, de modo algum “[...] terá prazer em saber (sobre) os meus caminhos (do Senhor) [...] (nem) terá prazer em se chegar a Deus” (Is.58.2). Eis o motivo de muitos “[...] deixarem de congregar (ou até mesmo de nunca participar, e este) [...] costume [...]” (Hb.10.25) vem de épocas não recentes.
Veja bem como Deus opera desde tempos antigos no coração do homem para que este tenha disposição e “alegria quando (lhe) [...] disserem: Vamos à Casa do SENHOR” (Sl.122.1). O achegar-se a Deus, ou, simplesmente, a inteira disposição de frequentar a casa de culto “[...] não depende de quem quer ou de quem corre (melhor), mas de Deus usar a sua misericórdia” (Rm.9.16) para este ou aquele participar desta ou daquela atividade na igreja. Foi exatamente desta forma que Deus agiu na vida de Martinho Lutero em 1517. Ninguém precisou falar para o monge alemão sobre o amor de Deus. Após constantes leituras da Bíblia o próprio “[...] Deus se revela (ao jovem reformador) no evangelho [...] (que) o justo viverá por fé” (Rm.1.17) e isso foi o bastante para ele dar início à Reforma Protestante.
Com João Calvino e com todos os homens na face da terra não foi diferente . É preciso Deus tocar em cada coração assim como aconteceu no início do mundo de “[...] o SENHOR Deus chamar ao homem (Adão) [...] perguntando-lhe: Onde estás?” (Gn.3.9). Desta forma Deus fez com o jovem francês, recém formado em advocacia, levando-o à conversão a Cristo no ano de 1533 para dar continuidade, sistematizar a doutrina calvinista e expandir o protestantismo reformado em toda a Europa para depois se espalhar para todos os continentes.
Esse protestantismo espalhado por toda a face da terra é exclusividade de Deus que não falha em sua obra de “[...] conduzir (homens) [...] ao arrependimento [...]” (Rm.2.4). Note bem que se o próprio Senhor da vida não levar o homem a Cristo, jamais este mesmo homem terá condições de levar multidões à igreja como acontece com os encontros que promovem alegria passageira neste mundo. Isto acontece pelo simples motivo de “[...] muitos serem chamados (por Deus), mas (são) poucos (os) escolhidos” (Mt.20.16) e fim de papo.
Rev. Salvador P. Santana
Basta uma única pessoa marcar com o seu colega um encontro em algum botequim do bairro. Este convida outro, que convida outro e outro até que o bar esteja totalmente lotado a ponto de as mesas serem colocadas nas calçadas e debaixo das árvores. E olha que esse encontro se repete pelo menos uma vez na semana, ou se brincar, todos os dias. Basta uma das duas maiores torcidas de futebol saber que os times do Flamengo ou do Corinthians irão jogar neste ou naquele estádio, rapidamente, as torcidas organizadas, de todos os estados brasileiros, superlotam as arquibancadas. As demais atividades também são fáceis de ajuntar várias pessoas ao mesmo tempo. Opa! Vai haver excursão, estou dentro!; vou pescar. Rapidamente os colegas se reunem para arrumar o barco, linha, anzol, chumbada; um churrasco,- Pode deixar que eu levo o fósforo!; uma festa de aniversário,- É só me dizer onde fica!; um comício político, -Gosto de ouvir a opinião de todos; uma pedalada,- Me empresta uma bicicleta; caminhada, -É só colocar o tênis!; estudar,- Gosto de matemática.
Praticamente, em todos os relacionamentos sociais, basta apenas um convite para que o outro participe, mas existe um que, muitas vezes, a solicitação não funciona e o convocado se esquiva de todos os modos ao máximo que pode. Quando se trata de algum convite para participar de um culto religioso, muitas vezes, nem adianta insistir, pois se não houver, da parte de “certa [...] (pessoa convidada o desejo de ser) temente a Deus [...] (para) escutar (com atenção o convite, e se caso) [...] o Senhor (não) lhe abrir o coração para atender às coisas [...] faladas” (At.16.14) a respeito do reino dos céus; tudo isso será “[...] em vão [...]” (Sl.127.1). Caso não haja a operação do Espírito Santo de Deus na vida do homem pecador, este, de modo algum “[...] terá prazer em saber (sobre) os meus caminhos (do Senhor) [...] (nem) terá prazer em se chegar a Deus” (Is.58.2). Eis o motivo de muitos “[...] deixarem de congregar (ou até mesmo de nunca participar, e este) [...] costume [...]” (Hb.10.25) vem de épocas não recentes.
Veja bem como Deus opera desde tempos antigos no coração do homem para que este tenha disposição e “alegria quando (lhe) [...] disserem: Vamos à Casa do SENHOR” (Sl.122.1). O achegar-se a Deus, ou, simplesmente, a inteira disposição de frequentar a casa de culto “[...] não depende de quem quer ou de quem corre (melhor), mas de Deus usar a sua misericórdia” (Rm.9.16) para este ou aquele participar desta ou daquela atividade na igreja. Foi exatamente desta forma que Deus agiu na vida de Martinho Lutero em 1517. Ninguém precisou falar para o monge alemão sobre o amor de Deus. Após constantes leituras da Bíblia o próprio “[...] Deus se revela (ao jovem reformador) no evangelho [...] (que) o justo viverá por fé” (Rm.1.17) e isso foi o bastante para ele dar início à Reforma Protestante.
Com João Calvino e com todos os homens na face da terra não foi diferente . É preciso Deus tocar em cada coração assim como aconteceu no início do mundo de “[...] o SENHOR Deus chamar ao homem (Adão) [...] perguntando-lhe: Onde estás?” (Gn.3.9). Desta forma Deus fez com o jovem francês, recém formado em advocacia, levando-o à conversão a Cristo no ano de 1533 para dar continuidade, sistematizar a doutrina calvinista e expandir o protestantismo reformado em toda a Europa para depois se espalhar para todos os continentes.
Esse protestantismo espalhado por toda a face da terra é exclusividade de Deus que não falha em sua obra de “[...] conduzir (homens) [...] ao arrependimento [...]” (Rm.2.4). Note bem que se o próprio Senhor da vida não levar o homem a Cristo, jamais este mesmo homem terá condições de levar multidões à igreja como acontece com os encontros que promovem alegria passageira neste mundo. Isto acontece pelo simples motivo de “[...] muitos serem chamados (por Deus), mas (são) poucos (os) escolhidos” (Mt.20.16) e fim de papo.
Rev. Salvador P. Santana
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
VARREDURA
VARREDURA
Limpeza total pode ser feita nas delegacias e nos presídios de segurança máxima para detectar se existem armas, drogas ou planos de fuga em massa devido o estopim, as insatisfações e a superlotação em que se encontram os presídios brasileiros.
A varredura também pode ser feita nas ruas, nos becos, nas ladeiras, nas casas humildes, nos palacetes, nos escritórios, nos palácios de governo, nas câmaras municipais, estaduais e federal por causa da grande sujidade encontrada por falta de limpeza decente, com a finalidade de deixar bem limpo e cheiroso o ambiente em que vivem os homens.
No mundo, são gastos bilhões de dólares com a varredura ou limpeza necessária para manter, pelo menos, a boa aparência obrigatória e satisfatória para que todos possam viver sem doenças, epidemias e contágios.
A varredura ou a faxina não deve e não pode ser somente nos prédios públicos, ruas e casas, mas, principalmente, na vida de cada homem, cada mulher, cada jovem, cada criança que se sinta impulsionado para expurgar tudo aquilo que não presta para a sua própria vida e que, porventura venha manchar a vida alheia.
O povo de Deus precisa, urgentemente, zelar pela limpeza espiritual de suas vidas, caso contrário, “[...] em lugar de perfume haverá podridão, e por cinta, corda; em lugar de encrespadura (tornar crespo) de cabelos, calvície; e em lugar de veste suntuosa, cilício (tecido grosseiro); e marca de fogo, em lugar de formosura” (Is.3.24). Essa purificação ou varrição se faz necessária devido à cobrança feita pelo próprio Jesus ao dizer para todos os “[...] cegos [...] (espirituais que cada um deve) limpar primeiro o interior do copo (sede da vida espiritual), para que também o seu exterior fique limpo [...]” (Mt.23.26) para que “[...] do seu interior fluam rios de água viva” (Jo.7.38).
Mas, e se houver negligência nessa área? E se, pelo menos, uma pessoa não buscar a lavagem devida? Ou se todos começarem, ao mesmo tempo, apresentar a sujidade em suas vidas? Bom, nesse caso, todos, exatamente isso, todos serão prejudicados com a sujeira apresentada na vida de quem quer que seja. Todos terão que sofrer as consequências deixadas pelas “[...] ondas bravias do mar, jogando para cima a espuma das suas ações vergonhosas [...]” (Jd.1.13). Devido a falta de observação necessária na vida espiritual, todos terão “[...] de prestar contas àquele que é competente para julgar vivos e mortos” (1Pe.4.5). Mas espera aí! Que culpa alguém tem das ações indecentes praticadas por alguém que sequer tem amizade ou conversa? Não se engane! Todos são responsáveis. Uns pelos outros. Eis a grande necessidade de cada um cobrar do outro tal como “[...] o atalaia vir que vem a espada e não tocar a trombeta, e não for avisado o povo; se a espada vier e abater uma vida dentre eles, este foi abatido na sua iniquidade, mas o seu sangue demandarei do atalaia” (Ez.33.6).
Querido leitor, saiba que a responsabilidade com a vida espiritual é pessoal e ela não pode ser transferida. A expurgação precisa acontecer, urgentemente, em sua vida. A autoanálise deve ser feita periodicamente, diuturnamente, minuto após minuto porque “aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia” (1Co.10.12). A introspecção tira aos poucos as olhadelas para a vida alheia, para que, cada um, individualmente, faça um exame completo dentro de si.
Sendo assim, é mister dar início a limpeza do mais humilde servo até chegar ao mais exaltado, competente, letrado, doutor ou alguém parecido. Isso deve acontecer “[...] tanto ao jovem como à virgem, tanto à criança de peito como ao homem encanecido” (Dt.32.25). Ninguém pode ficar de fora dessa extirpação da sujidade, até mesmo a autoridade eclesiástica, civil, militar, parlamentar, governamental. Isso deve ser rápido, pois pode acontecer de até mesmo a Palavra de Deus dizer para você em particular: “[...] Ainda quarenta dias, e [...] (você) será subvertido”, Jn.3.4 e, caso essa palavra se cumpra em você, “[...] prepara-te; porque a espada já devorou o que está ao redor de ti” (Jr.46.14).
Eis o motivo de todos, sem exceção, tomar a inteira decisão, com sinceridade de coração, com desejo ardente de mudança, de limpeza interior, através da varredura de Deus, pedir-lhe que tome a iniciativa de “lavar-me completamente da minha iniquidade e purificar-me do meu pecado [...] purificar-me com hissopo, e ficarei limpo; lavar-me, e ficarei mais alvo que a neve” (Sl.51.2,7), daí, você poderá dizer que “estou limpo, sem transgressão; puro sou e não tenho iniquidade” (Jó 33:9).
Não se deixe enganar! Todos precisam receber uma limpeza completa, caso contrário, as doenças do pecado e as epidemias da desordem espiritual atacarão sem piedade. Então, peça ao Papai do céu, através do Senhor Jesus Cristo que faça uma varredura em sua vida.
Rev. Salvador P. Santana
Limpeza total pode ser feita nas delegacias e nos presídios de segurança máxima para detectar se existem armas, drogas ou planos de fuga em massa devido o estopim, as insatisfações e a superlotação em que se encontram os presídios brasileiros.
A varredura também pode ser feita nas ruas, nos becos, nas ladeiras, nas casas humildes, nos palacetes, nos escritórios, nos palácios de governo, nas câmaras municipais, estaduais e federal por causa da grande sujidade encontrada por falta de limpeza decente, com a finalidade de deixar bem limpo e cheiroso o ambiente em que vivem os homens.
No mundo, são gastos bilhões de dólares com a varredura ou limpeza necessária para manter, pelo menos, a boa aparência obrigatória e satisfatória para que todos possam viver sem doenças, epidemias e contágios.
A varredura ou a faxina não deve e não pode ser somente nos prédios públicos, ruas e casas, mas, principalmente, na vida de cada homem, cada mulher, cada jovem, cada criança que se sinta impulsionado para expurgar tudo aquilo que não presta para a sua própria vida e que, porventura venha manchar a vida alheia.
O povo de Deus precisa, urgentemente, zelar pela limpeza espiritual de suas vidas, caso contrário, “[...] em lugar de perfume haverá podridão, e por cinta, corda; em lugar de encrespadura (tornar crespo) de cabelos, calvície; e em lugar de veste suntuosa, cilício (tecido grosseiro); e marca de fogo, em lugar de formosura” (Is.3.24). Essa purificação ou varrição se faz necessária devido à cobrança feita pelo próprio Jesus ao dizer para todos os “[...] cegos [...] (espirituais que cada um deve) limpar primeiro o interior do copo (sede da vida espiritual), para que também o seu exterior fique limpo [...]” (Mt.23.26) para que “[...] do seu interior fluam rios de água viva” (Jo.7.38).
Mas, e se houver negligência nessa área? E se, pelo menos, uma pessoa não buscar a lavagem devida? Ou se todos começarem, ao mesmo tempo, apresentar a sujidade em suas vidas? Bom, nesse caso, todos, exatamente isso, todos serão prejudicados com a sujeira apresentada na vida de quem quer que seja. Todos terão que sofrer as consequências deixadas pelas “[...] ondas bravias do mar, jogando para cima a espuma das suas ações vergonhosas [...]” (Jd.1.13). Devido a falta de observação necessária na vida espiritual, todos terão “[...] de prestar contas àquele que é competente para julgar vivos e mortos” (1Pe.4.5). Mas espera aí! Que culpa alguém tem das ações indecentes praticadas por alguém que sequer tem amizade ou conversa? Não se engane! Todos são responsáveis. Uns pelos outros. Eis a grande necessidade de cada um cobrar do outro tal como “[...] o atalaia vir que vem a espada e não tocar a trombeta, e não for avisado o povo; se a espada vier e abater uma vida dentre eles, este foi abatido na sua iniquidade, mas o seu sangue demandarei do atalaia” (Ez.33.6).
Querido leitor, saiba que a responsabilidade com a vida espiritual é pessoal e ela não pode ser transferida. A expurgação precisa acontecer, urgentemente, em sua vida. A autoanálise deve ser feita periodicamente, diuturnamente, minuto após minuto porque “aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia” (1Co.10.12). A introspecção tira aos poucos as olhadelas para a vida alheia, para que, cada um, individualmente, faça um exame completo dentro de si.
Sendo assim, é mister dar início a limpeza do mais humilde servo até chegar ao mais exaltado, competente, letrado, doutor ou alguém parecido. Isso deve acontecer “[...] tanto ao jovem como à virgem, tanto à criança de peito como ao homem encanecido” (Dt.32.25). Ninguém pode ficar de fora dessa extirpação da sujidade, até mesmo a autoridade eclesiástica, civil, militar, parlamentar, governamental. Isso deve ser rápido, pois pode acontecer de até mesmo a Palavra de Deus dizer para você em particular: “[...] Ainda quarenta dias, e [...] (você) será subvertido”, Jn.3.4 e, caso essa palavra se cumpra em você, “[...] prepara-te; porque a espada já devorou o que está ao redor de ti” (Jr.46.14).
Eis o motivo de todos, sem exceção, tomar a inteira decisão, com sinceridade de coração, com desejo ardente de mudança, de limpeza interior, através da varredura de Deus, pedir-lhe que tome a iniciativa de “lavar-me completamente da minha iniquidade e purificar-me do meu pecado [...] purificar-me com hissopo, e ficarei limpo; lavar-me, e ficarei mais alvo que a neve” (Sl.51.2,7), daí, você poderá dizer que “estou limpo, sem transgressão; puro sou e não tenho iniquidade” (Jó 33:9).
Não se deixe enganar! Todos precisam receber uma limpeza completa, caso contrário, as doenças do pecado e as epidemias da desordem espiritual atacarão sem piedade. Então, peça ao Papai do céu, através do Senhor Jesus Cristo que faça uma varredura em sua vida.
Rev. Salvador P. Santana
sábado, 15 de outubro de 2011
APRENDER
APRENDER
Não importa que o dia das crianças já tenha passado. Verdadeiramente, elas são especiais e criativas. Ser criança é uma das coisas mais agradáveis neste mundo. Criança sabe sorrir quando tudo parece mal, brincar nos momentos em que se encontra alegre, e também nos dias de tristezas. Elas cantam qualquer canção inocente, pulam quando enfrentam dificuldades na vida, conquistam aquilo que parece perdido. Criança é demais, pois ela sabe amar aquele que não a ama, perdoar quem a ofendeu, compartilhar um lance, dividir o seu tempo, somar vitórias na vida, multiplicar as amizades, adicionar uma palavra de carinho àquele que não deseja a sua companhia.
Certa vez Jesus falou para os seus discípulos que “[...] quem não receber o reino de Deus como uma criança de maneira alguma entrará nele” (Lc.18.17). Por mais que alguém queira ser uma criança, é impossível. Até mesmo para aqueles que alcançaram a pré-adolescência, pode ser coisa de dias, horas ou minutos, não dá para voltar a ser criança. A única coisa que o adolescente ou o adulto tem condição de fazer é “pensar nos dias de outrora, trazer à lembrança os anos de passados tempos” (Sl.77.5). Esse pensar pode voltar até mesmo no dia em que ele era um bebe, e daí para trás, as suas imaginações não tem mais valor.
O desejo de Jesus é que não somente o pré-adolescente, mas também “[...] o jovem [...] como o homem encanecido” (Dt.32.25) por vontade própria ou devido a natureza ter esbranquiçado os seus cabelos, que cada um se torne “[...] como uma criança [...]” (Lc.18.17). A finalidade podia ser das mais diversas possíveis. Como muitos são saudosistas, é possível que ele deseje ter saúde para poder voltar a correr, rever os erros cometidos, reavaliar a escolha do cônjuge que lhe faz companhia, melhorar o rendimento escolar, trabalhista e familiar, mas é preciso saber que tudo isso faz parte do passado e não tem como regredir na idade ou nos planos traçados correta ou irreverentemente.
O desejo “[...] de Deus (para que o homem se torne) como uma criança [...]” (Lc.18.17) tem várias vertentes espirituais. Sabe-se que após a criança deixar de ser criança, ela começa querer ser dona do seu próprio nariz. É a partir desse momento que Jesus requer e insiste para que cada um seja “[...]como uma criança [...]” (Lc.18.17) no seu modo de agir para com o seu próximo. Como em todas as épocas aconteceu do “[...] filho desprezar o pai, a filha se levantar contra a mãe, a nora, contra a sogra [...]” (Mq.7.6), Jesus, então, conclama a todos os homens a terem um trato diferente para com o seu semelhante, ou seja, ser “[...] como uma criança [...]” (Lc.18.17) na humildade, simplicidade, carinho, dedicação, companheirismo, ajuda mútua.
Note bem que o interesse de Jesus em que cada homem se torne “[...] como uma criança (é para que ele) [...] receba o reino de Deus [...] (e tenha condições de) entrar nele” (Lc.18.17) para viver eternamente. Mas para que isso de fato ocorra, todos os homens precisam ter a humildade de depender exclusivamente de Deus para todas as coisas, principalmente para a salvação. Cada um deve aprender a ser inocente nas coisas mais horrorosas que possam existir neste mundo, mas sem se deixar contaminar por nenhuma delas. O seu coração deve ter o mesmo “[...] amor que há em Cristo Jesus” (1Tm.1.14) para aprender amar todas as pessoas, não importando se ela é boa ou má. Uma coisa que não pode deixar de ter na mente e no coração deste homem é o interesse “[...] para que possa dedicar-se à Lei do SENHOR” (2Cr.31.4) em qualquer hora e lugar. E, para que tenha uma vida saudável neste mundo, todos os homens necessitam do verdadeiro amigo, Cristo Jesus, a fim de que ele tenha forças para ajudar a todos os necessitados.
Você deseja “[...] entrar (no) reino de Deus (? Aprenda a ser) como uma criança [...]” (Lc.18.17).
Rev. Salvador P. Santana
Não importa que o dia das crianças já tenha passado. Verdadeiramente, elas são especiais e criativas. Ser criança é uma das coisas mais agradáveis neste mundo. Criança sabe sorrir quando tudo parece mal, brincar nos momentos em que se encontra alegre, e também nos dias de tristezas. Elas cantam qualquer canção inocente, pulam quando enfrentam dificuldades na vida, conquistam aquilo que parece perdido. Criança é demais, pois ela sabe amar aquele que não a ama, perdoar quem a ofendeu, compartilhar um lance, dividir o seu tempo, somar vitórias na vida, multiplicar as amizades, adicionar uma palavra de carinho àquele que não deseja a sua companhia.
Certa vez Jesus falou para os seus discípulos que “[...] quem não receber o reino de Deus como uma criança de maneira alguma entrará nele” (Lc.18.17). Por mais que alguém queira ser uma criança, é impossível. Até mesmo para aqueles que alcançaram a pré-adolescência, pode ser coisa de dias, horas ou minutos, não dá para voltar a ser criança. A única coisa que o adolescente ou o adulto tem condição de fazer é “pensar nos dias de outrora, trazer à lembrança os anos de passados tempos” (Sl.77.5). Esse pensar pode voltar até mesmo no dia em que ele era um bebe, e daí para trás, as suas imaginações não tem mais valor.
O desejo de Jesus é que não somente o pré-adolescente, mas também “[...] o jovem [...] como o homem encanecido” (Dt.32.25) por vontade própria ou devido a natureza ter esbranquiçado os seus cabelos, que cada um se torne “[...] como uma criança [...]” (Lc.18.17). A finalidade podia ser das mais diversas possíveis. Como muitos são saudosistas, é possível que ele deseje ter saúde para poder voltar a correr, rever os erros cometidos, reavaliar a escolha do cônjuge que lhe faz companhia, melhorar o rendimento escolar, trabalhista e familiar, mas é preciso saber que tudo isso faz parte do passado e não tem como regredir na idade ou nos planos traçados correta ou irreverentemente.
O desejo “[...] de Deus (para que o homem se torne) como uma criança [...]” (Lc.18.17) tem várias vertentes espirituais. Sabe-se que após a criança deixar de ser criança, ela começa querer ser dona do seu próprio nariz. É a partir desse momento que Jesus requer e insiste para que cada um seja “[...]como uma criança [...]” (Lc.18.17) no seu modo de agir para com o seu próximo. Como em todas as épocas aconteceu do “[...] filho desprezar o pai, a filha se levantar contra a mãe, a nora, contra a sogra [...]” (Mq.7.6), Jesus, então, conclama a todos os homens a terem um trato diferente para com o seu semelhante, ou seja, ser “[...] como uma criança [...]” (Lc.18.17) na humildade, simplicidade, carinho, dedicação, companheirismo, ajuda mútua.
Note bem que o interesse de Jesus em que cada homem se torne “[...] como uma criança (é para que ele) [...] receba o reino de Deus [...] (e tenha condições de) entrar nele” (Lc.18.17) para viver eternamente. Mas para que isso de fato ocorra, todos os homens precisam ter a humildade de depender exclusivamente de Deus para todas as coisas, principalmente para a salvação. Cada um deve aprender a ser inocente nas coisas mais horrorosas que possam existir neste mundo, mas sem se deixar contaminar por nenhuma delas. O seu coração deve ter o mesmo “[...] amor que há em Cristo Jesus” (1Tm.1.14) para aprender amar todas as pessoas, não importando se ela é boa ou má. Uma coisa que não pode deixar de ter na mente e no coração deste homem é o interesse “[...] para que possa dedicar-se à Lei do SENHOR” (2Cr.31.4) em qualquer hora e lugar. E, para que tenha uma vida saudável neste mundo, todos os homens necessitam do verdadeiro amigo, Cristo Jesus, a fim de que ele tenha forças para ajudar a todos os necessitados.
Você deseja “[...] entrar (no) reino de Deus (? Aprenda a ser) como uma criança [...]” (Lc.18.17).
Rev. Salvador P. Santana
terça-feira, 11 de outubro de 2011
BUSCANDO MUDANÇA
BUSCANDO MUDANÇA
Este mundo está continuamente em mudança. Prova disto são as estações do ano. No outono acontecem as colheitas, o inverno traz o frio intenso, a primavera concede beleza aos campos e o verão fala de praia, férias, descanso para muitos. Tudo isto é proporcionado pelo próprio Deus ao declarar que “enquanto durar a terra, não deixará de haver sementeira e ceifa, frio e calor, verão e inverno, dia e noite” (Gn.8.22) e Ele tem cumprido fielmente com a Sua palavra e “[...] nada lhe escapa” (Jl.2.3) ao controle.
Este mundo só continua belo, florido, produzindo “[...] porque [...] a mão de Deus [...]” (1Sm.5.11) “[...] está (ainda) estendida sobre todas as nações” (Is.14.26) para abençoar. Nada de pensar que é esta ou aquela nação, este ou aquele homem que foi o grande organizador, abençoador ou protetor dos homens e da natureza. Quando se fala em abençoar, só pode vir das mãos de quem realmente pode fazer isso perfeitamente, “[...] o SENHOR, criador do céu e da terra!” (Sl.134.3). Também é preciso saber que sempre que “[...] o SENHOR [...] abençoa [...] (Ele abençoa) por amor de (alguém que viveu no passado ou no presente por ter sido) [...] servo (do) SENHOR” (Gn.26.24).
Parece que alguns homens têm estacionado o seu crescimento espiritual. Certa vez Jeremias falou algo estarrecedor, mas muitos de sua época não deram ouvidos. O profeta declarou que “até a cegonha no céu conhece as suas estações; a rola, a andorinha e o grou observam o tempo da sua arribação (mudança de clima); mas o meu povo não conhece o juízo do SENHOR” (Jr.8.7). Em outra ocasião ele foi mais profundo ao falar abertamente que “deveras, o povo (de) Deus está louco, já não conhece Deus; são filhos néscios e não inteligentes; são sábios para o mal e não sabem fazer o bem” (Jr.4.22). Por tantos outros motivos e “[...] por falta de entendimento (da Palavra) [...] o povo (de) Deus (foi) [...] levado cativo [...]” (Is.5.13).
Deus não ficou satisfeito com essa degradação. Assim como aconteceu naqueles dias de o povo de Deus “[...] não (dar) ouvidos (à sua voz) [...] a [...] alma (de) Deus chorou em segredo por causa da [...] soberba (do povo); chorou os seus olhos amargamente e se desfez em lágrimas, porquanto o rebanho do SENHOR foi levado cativo” (Jr.13.17). Em pleno século XXI Deus continua chorando devido “o seu povo (continuar sendo) [...] enganado (por) um espírito de prostituição, eles, prostituindo-se, abandonam o seu Deus” (Os.4.12), ficando assim cativos. Além dessa prostituição onde o servo de Deus se declara adorador de outros deuses, outras, como as “[...] riquezas (são elevadas acima da) [...] servidão a Deus [...]” (Mt.6.24) machucam o coração de Deus. Ainda existem aquelas onde os homens se tornam mais “[...] amigos do mundo (daí, por este motivo) constituem-se inimigos de Deus” (Tg.4.4).
Como o mundo está sempre em mudança, assim o homem de Deus precisa buscar mudança espiritual. Na verdade Deus está no controle de todas as coisas, mas cada homem é responsável por buscar vida espiritual agradável a Ele. Haverá um dia, após todos os homens terem se “alegrado [...] na (sua) juventude, e recreado o (seu) coração nos dias da (sua) mocidade; andado pelos caminhos que satisfazem ao (seu) coração e agradaram aos (seus) olhos; (eles devem) saber, porém, que de todas estas coisas Deus [...] pedirá contas” (Ec.11.9). Neste grande dia “muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, (os vivos também terão que comparecer diante do trono, daí) uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno” (Dn.12.2; 1Ts.4.17; 1Pe.4.5).
O que resta é saber se todos estão “[...] preparados [...] para [...] encontrar com o (seu) Deus” (Am.4.12), ou então, buscar mudança para a sua vida espiritual.
Rev. Salvador P. Santana
Este mundo está continuamente em mudança. Prova disto são as estações do ano. No outono acontecem as colheitas, o inverno traz o frio intenso, a primavera concede beleza aos campos e o verão fala de praia, férias, descanso para muitos. Tudo isto é proporcionado pelo próprio Deus ao declarar que “enquanto durar a terra, não deixará de haver sementeira e ceifa, frio e calor, verão e inverno, dia e noite” (Gn.8.22) e Ele tem cumprido fielmente com a Sua palavra e “[...] nada lhe escapa” (Jl.2.3) ao controle.
Este mundo só continua belo, florido, produzindo “[...] porque [...] a mão de Deus [...]” (1Sm.5.11) “[...] está (ainda) estendida sobre todas as nações” (Is.14.26) para abençoar. Nada de pensar que é esta ou aquela nação, este ou aquele homem que foi o grande organizador, abençoador ou protetor dos homens e da natureza. Quando se fala em abençoar, só pode vir das mãos de quem realmente pode fazer isso perfeitamente, “[...] o SENHOR, criador do céu e da terra!” (Sl.134.3). Também é preciso saber que sempre que “[...] o SENHOR [...] abençoa [...] (Ele abençoa) por amor de (alguém que viveu no passado ou no presente por ter sido) [...] servo (do) SENHOR” (Gn.26.24).
Parece que alguns homens têm estacionado o seu crescimento espiritual. Certa vez Jeremias falou algo estarrecedor, mas muitos de sua época não deram ouvidos. O profeta declarou que “até a cegonha no céu conhece as suas estações; a rola, a andorinha e o grou observam o tempo da sua arribação (mudança de clima); mas o meu povo não conhece o juízo do SENHOR” (Jr.8.7). Em outra ocasião ele foi mais profundo ao falar abertamente que “deveras, o povo (de) Deus está louco, já não conhece Deus; são filhos néscios e não inteligentes; são sábios para o mal e não sabem fazer o bem” (Jr.4.22). Por tantos outros motivos e “[...] por falta de entendimento (da Palavra) [...] o povo (de) Deus (foi) [...] levado cativo [...]” (Is.5.13).
Deus não ficou satisfeito com essa degradação. Assim como aconteceu naqueles dias de o povo de Deus “[...] não (dar) ouvidos (à sua voz) [...] a [...] alma (de) Deus chorou em segredo por causa da [...] soberba (do povo); chorou os seus olhos amargamente e se desfez em lágrimas, porquanto o rebanho do SENHOR foi levado cativo” (Jr.13.17). Em pleno século XXI Deus continua chorando devido “o seu povo (continuar sendo) [...] enganado (por) um espírito de prostituição, eles, prostituindo-se, abandonam o seu Deus” (Os.4.12), ficando assim cativos. Além dessa prostituição onde o servo de Deus se declara adorador de outros deuses, outras, como as “[...] riquezas (são elevadas acima da) [...] servidão a Deus [...]” (Mt.6.24) machucam o coração de Deus. Ainda existem aquelas onde os homens se tornam mais “[...] amigos do mundo (daí, por este motivo) constituem-se inimigos de Deus” (Tg.4.4).
Como o mundo está sempre em mudança, assim o homem de Deus precisa buscar mudança espiritual. Na verdade Deus está no controle de todas as coisas, mas cada homem é responsável por buscar vida espiritual agradável a Ele. Haverá um dia, após todos os homens terem se “alegrado [...] na (sua) juventude, e recreado o (seu) coração nos dias da (sua) mocidade; andado pelos caminhos que satisfazem ao (seu) coração e agradaram aos (seus) olhos; (eles devem) saber, porém, que de todas estas coisas Deus [...] pedirá contas” (Ec.11.9). Neste grande dia “muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, (os vivos também terão que comparecer diante do trono, daí) uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno” (Dn.12.2; 1Ts.4.17; 1Pe.4.5).
O que resta é saber se todos estão “[...] preparados [...] para [...] encontrar com o (seu) Deus” (Am.4.12), ou então, buscar mudança para a sua vida espiritual.
Rev. Salvador P. Santana
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