SEM O CONCURSO DE DEUS
Havia uma propriedade rural abandonada colocada à venda pelo seu dono. Certo homem, com as economias que fizera, durante o seu tempo de trabalho, a comprou. Percebeu que o terreno prometia muitas colheitas e nas horas vagas dos seus afazeres, esforçava-se no preparo da terra, no cultivo das plantações, no refazer da cerca, no trato com o rebanho, no conserto da casa, do paiol. Enfim, a cada dia que passava, cada palmo de terra retornava às mãos do novo dono em forma de bons dividendos em ceifas e aplicações financeiras.
O vizinho, depois de observar atentamente, todos os dias, as benfeitorias aplicadas naquela terra danificada, disse: “[...] parece que o senhor e Deus realmente fizeram algum trabalho aqui [...] (o aventureiro) limpando o suor do rosto, respondeu: – É interessante que o senhor diga isso [...] mas devo dizer-lhe: o senhor devia ter visto este lugar quando Deus cuidava de tudo isto aqui sozinho! [...]” – A busca da excelência – Ted W. Engstrom – Pg. 19.
É, de fato, quando Deus cuidava deste mundo tudo era perfeitamente belo e produtivo. Isto aconteceu “no princípio (a partir do momento em que) Deus criou os céus e a terra” (Gn.1.1). Após esta bela criação, as demais coisas aconteceram automaticamente, com apenas uma palavra, a “[...] terra [...] (os) mares [...] (a) produção (da) relva, ervas que davam semente segundo a sua espécie e árvores que davam fruto, cuja semente estava nele [...]” (Gn.1.12) surgiram e perduram até os dias atuais para alimentar e propiciar o melhor deste mundo para o homem.
Não fique pensando que “[...] os sinais e maravilhas que Deus, o Altíssimo, tem feito para [...]” (Dn.4.2) com o seu povo terminaram apenas nesta pequena amostra da criação. A Trindade Santa continuou operando de forma esplêndida para o bem-estar do ser humano. O próprio Deus estabeleceu que, “para governarem o dia e a noite e fazerem separação entre a luz e as trevas [...] Ele fez os dois grandes luzeiros: o maior para governar o dia, e o menor para governar a noite; e fez também as estrelas [...]” (Gn.1.18.16). E, para contemplar esta terra cheia da graça de Deus, foram “criados [...] (ainda) os grandes animais marinhos e todos os seres viventes que rastejam, os quais povoam as águas, segundo as suas espécies; e todas as aves, segundo as suas espécies [...]os animais selváticos [...] e os animais domésticos [...] e todos os répteis da terra [...] (daí) viu Deus que isso era bom” (Gn.1.21,25).
Deus sabia que todas as coisas criadas não teriam sentido sem a presença do homem, principalmente daquele que é considerado “[...] como a menina dos (Seus) olhos” (Dt.32.10), “[...] povo que (é) santo ao SENHOR [...]” (Dt.26.19). Sim, após preparar toda criação, o eterno Pai requisitou a presença do “homem (e o) tomou [...] e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar” (Gn.2.15). Essa tomada de decisão fora importante neste mundo porque o próprio Deus se ausentou do cuidado, da proteção, para “[...] andar no jardim pela viração do dia [...] (e se encontrar com o) homem e sua mulher [...]” (Gn.3.8) para dar-lhes instruções e ouvir-lhes os muitos agradecimentos.
Sem o concurso de Deus em toda a história é impossível este mundo, ainda que imperfeito, e o homem, pecador, ser guardado, protegido, alimentado, e ainda assim continuar impressionando homens de todos os credos e de todas as raças. Por este motivo Moisés falou que “Deus viu tudo quanto fizera, e eis que era muito bom [...]” (Gn.1.31). O rei Davi declarou que não são somente os homens que ficam estupefatos com toda essa beleza, até mesmo a criação inanimada, como “os céus (que continua) proclamando a glória de Deus, e o firmamento anunciando as obras das suas mãos” (Sl.19.1). É preciso crer que, quando não havia pecado neste mundo, o “[...] jardim (que) o SENHOR Deus plantou no Éden [...]” (Gn.2.8), de fato, era o verdadeiro céu.
Como este jardim já não existe, “[...] salva-te, ó [...] tu que habitas [...]” (Zc.2.7) neste mundo pois Jesus voltará apenas para “[...] buscar e salvar o perdido” (Lc.19.10), levando-o para o céu.
Rev. Salvador P. Santana
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
sábado, 20 de agosto de 2011
PARA REGISTRAR NA MEMÓRIA
PARA REGISTRAR NA MEMÓRIA
“[...] A dinâmica e terapia do riso funciona como uma forte aliada na rotina de conquistas e sucessos, evitando a alienação, a depressão, a síndrome do pânico e tantos outros transtornos que ceifam as possibilidades de vitória para as metas estabelecidas [...] sorrir, não só alivia, nem só abre as portas: sorrir abre espaços e cativa o melhor dos outros e do mundo para suas aspirações [...] crie clima para a alegria e descubra como tudo pode ser melhor e mais bem aproveitado [...]” – Terapia do Riso, página 84 – Elzi Nascimento e Elzita Melo Quinta – Editora Harbra.
É interessante notar que para alguém sorrir só é necessário abrir os lábios disfarçadamente ou abertamente para que o outro faça o mesmo. Sorrir contagia o outro. Não é preciso pagar e muito menos fazer empréstimo financeiro para soltar o riso. Soltar umas boas gargalhadas não tem nada a ver com bons ou maus costumes. Quem aprende a sorrir mostra aos demais que a vida não “[...] fica (apenas) sobrecarregada com as [...] preocupações deste mundo [...] como (se fora) um laço” (Lc.21.34) para as tristezas do dia-a-dia e o indivíduo ficar carrancudo até que apareçam as estrelas nas noites mais escuras de sua vida. O homem que faz a opção de sorrir, não somente se distrai, mas também consegue movimentar cerca de quarenta músculos da cabeça e pescoço.
O grande aviso para todos os de sobrancelhas carregadas, rostos sisudos, lábios retraídos, olhos entreabertos fixos no infinito, pescoço enrijecido, ombros erguidos, aparência antipática, é que partiu a ideia do próprio “Deus (de) criar [...] o homem e mulher (segundo) à sua imagem [...]” (Gn.1.27). Isto quer dizer que todos quando nascem, apesar do choro, na verdade, ainda que “[...] ao anoitecer [...] (venha) o choro [...] (os pais podem ter a certeza que, se caso isso acontecer) a alegria vem pela manhã” (Sl.30.5) para contagiar os seus entes queridos. Ora, sendo assim, todos os homens devem viver neste mundo “sempre alegres no Senhor [...]” (Fp.4.4) não por causa das circunstâncias da vida como a riqueza, saúde, a boa amizade, mesmo porque, tudo isso ajuntado não traz felicidade ao coração humano. O sorriso demonstrado no rosto é para declarar para este mundo que, apesar das lutas, dificuldades, enfermidades, aflições que cada um enfrenta nesta vida serve para declarar de forma silenciosa que “O SENHOR é a (sua) rocha, a (sua) cidadela, o (seu) libertador; o (seu) Deus, o (seu) rochedo em que (recebe) refúgio; o (seu) escudo, a força da (sua) salvação, o (seu) baluarte” (Sl.18.2) que, constantemente, “[...] alegra (não somente o seu) coração [...]” (Sl.33.21), mas também “alegra a (sua) alma [...]” (Sl.86.4). Como essa alegria nasceu no coração de Deus, visto que “[...] há júbilo diante dos anjos de Deus [...]” (Lc.15.10) na Mansão Eterna, o próprio Deus deseja que seus filhos sejam sorridentes uns para com os outros neste mundo. Isto deve acontecer, conforme Elzi e Elzita, para “[...] evitar a alienação, a depressão, a síndrome do pânico e tantos outros transtornos que ceifam as possibilidades de vitória para as metas estabelecidas [...]”. Sorria! Isso faz bem para o corpo, para a alma, para os amigos e inimigos, ainda que eles odeiem perceber você se alegrando sozinho ou acompanhado.
Conforme as escritoras da terapia do riso, cada homem precisa “[...] criar clima para a alegria e descobrir como tudo pode ser melhor e mais bem aproveitado [...]”. Por este motivo, como todos sabem que “[...] o fruto do Espírito é [...] alegria [...]” (Gl.5.22) para ser instalada em todos os corações deste mundo, neste mês de agosto o sorriso deve ser triplo dentro e fora do coração do povo presbiteriano. A razão é simples, mas muito antiga. A Igreja Presbiteriana do Brasil completou neste último dia 12 de agosto, 152 anos de implantação em solo brasileiro. A Igreja Presbiteriana de Itapuí realizou culto em agradecimento a Deus pelos seus 104 anos de fundação, neste dia 20 de agosto. A outra comemoração neste mesmo dia na IP de Itapuí, muito valiosa, foi o aniversário da Federação das Saf’s do Presbitério de São Carlos pelos 27 anos de organização na região centrooeste de São Paulo.
Que fique registrado para memória de toda posteridade do povo presbiteriano “[...] que o SENHOR [...] Deus, (até este dia) [...] abençoou [...] todas as obras que as [...] mãos (deste povo) fez” (Dt.14.29) até este dia.
Rev. Salvador P. Santana
“[...] A dinâmica e terapia do riso funciona como uma forte aliada na rotina de conquistas e sucessos, evitando a alienação, a depressão, a síndrome do pânico e tantos outros transtornos que ceifam as possibilidades de vitória para as metas estabelecidas [...] sorrir, não só alivia, nem só abre as portas: sorrir abre espaços e cativa o melhor dos outros e do mundo para suas aspirações [...] crie clima para a alegria e descubra como tudo pode ser melhor e mais bem aproveitado [...]” – Terapia do Riso, página 84 – Elzi Nascimento e Elzita Melo Quinta – Editora Harbra.
É interessante notar que para alguém sorrir só é necessário abrir os lábios disfarçadamente ou abertamente para que o outro faça o mesmo. Sorrir contagia o outro. Não é preciso pagar e muito menos fazer empréstimo financeiro para soltar o riso. Soltar umas boas gargalhadas não tem nada a ver com bons ou maus costumes. Quem aprende a sorrir mostra aos demais que a vida não “[...] fica (apenas) sobrecarregada com as [...] preocupações deste mundo [...] como (se fora) um laço” (Lc.21.34) para as tristezas do dia-a-dia e o indivíduo ficar carrancudo até que apareçam as estrelas nas noites mais escuras de sua vida. O homem que faz a opção de sorrir, não somente se distrai, mas também consegue movimentar cerca de quarenta músculos da cabeça e pescoço.
O grande aviso para todos os de sobrancelhas carregadas, rostos sisudos, lábios retraídos, olhos entreabertos fixos no infinito, pescoço enrijecido, ombros erguidos, aparência antipática, é que partiu a ideia do próprio “Deus (de) criar [...] o homem e mulher (segundo) à sua imagem [...]” (Gn.1.27). Isto quer dizer que todos quando nascem, apesar do choro, na verdade, ainda que “[...] ao anoitecer [...] (venha) o choro [...] (os pais podem ter a certeza que, se caso isso acontecer) a alegria vem pela manhã” (Sl.30.5) para contagiar os seus entes queridos. Ora, sendo assim, todos os homens devem viver neste mundo “sempre alegres no Senhor [...]” (Fp.4.4) não por causa das circunstâncias da vida como a riqueza, saúde, a boa amizade, mesmo porque, tudo isso ajuntado não traz felicidade ao coração humano. O sorriso demonstrado no rosto é para declarar para este mundo que, apesar das lutas, dificuldades, enfermidades, aflições que cada um enfrenta nesta vida serve para declarar de forma silenciosa que “O SENHOR é a (sua) rocha, a (sua) cidadela, o (seu) libertador; o (seu) Deus, o (seu) rochedo em que (recebe) refúgio; o (seu) escudo, a força da (sua) salvação, o (seu) baluarte” (Sl.18.2) que, constantemente, “[...] alegra (não somente o seu) coração [...]” (Sl.33.21), mas também “alegra a (sua) alma [...]” (Sl.86.4). Como essa alegria nasceu no coração de Deus, visto que “[...] há júbilo diante dos anjos de Deus [...]” (Lc.15.10) na Mansão Eterna, o próprio Deus deseja que seus filhos sejam sorridentes uns para com os outros neste mundo. Isto deve acontecer, conforme Elzi e Elzita, para “[...] evitar a alienação, a depressão, a síndrome do pânico e tantos outros transtornos que ceifam as possibilidades de vitória para as metas estabelecidas [...]”. Sorria! Isso faz bem para o corpo, para a alma, para os amigos e inimigos, ainda que eles odeiem perceber você se alegrando sozinho ou acompanhado.
Conforme as escritoras da terapia do riso, cada homem precisa “[...] criar clima para a alegria e descobrir como tudo pode ser melhor e mais bem aproveitado [...]”. Por este motivo, como todos sabem que “[...] o fruto do Espírito é [...] alegria [...]” (Gl.5.22) para ser instalada em todos os corações deste mundo, neste mês de agosto o sorriso deve ser triplo dentro e fora do coração do povo presbiteriano. A razão é simples, mas muito antiga. A Igreja Presbiteriana do Brasil completou neste último dia 12 de agosto, 152 anos de implantação em solo brasileiro. A Igreja Presbiteriana de Itapuí realizou culto em agradecimento a Deus pelos seus 104 anos de fundação, neste dia 20 de agosto. A outra comemoração neste mesmo dia na IP de Itapuí, muito valiosa, foi o aniversário da Federação das Saf’s do Presbitério de São Carlos pelos 27 anos de organização na região centrooeste de São Paulo.
Que fique registrado para memória de toda posteridade do povo presbiteriano “[...] que o SENHOR [...] Deus, (até este dia) [...] abençoou [...] todas as obras que as [...] mãos (deste povo) fez” (Dt.14.29) até este dia.
Rev. Salvador P. Santana
sábado, 13 de agosto de 2011
SOBREVIVÊNCIA DO LAR
SOBREVIVÊNCIA DO LAR
Todos os pais devem solicitar a presença da sua esposa e de seus filhos, hoje, após a Escola Dominical, na sala de jantar, para conversar a respeito da família. O assunto não pode ser outro e nem deve mais ser adiado, pois é preciso buscar o melhor entrosamento entre os pares do lar.
A primeira palavra deve ser dirigida àquela que dia-a-dia “[...] de bom grado trabalha com as mãos” (Pv.31.13) para deixar em ordem o quarto, a sala, a cozinha diariamente e o carinho dedicado a toda a família. Diga-lhe que Deus, pela sua graça, concedeu a você, pai, ser “[...] o cabeça da (sua) mulher [...]” (1Co.11.3) assim “[...] como também Cristo é o cabeça da igreja [...]” (Ef.5.23).
Devido essa autoridade colocada sobre os seus ombros, tenta se esforçar o máximo possível para falar bem de sua esposa para os seus amigos. Deixa bem claro para ela que o seu comentário no trabalho e na rua é de que ela é “[...] virtuosa [...] (e de que) o seu valor muito excede o de finas jóias” (Pv.31.10). É preciso dizer não somente para os de fora, mas também para ela que “o (seu) coração [...] confia nela [...]” (Pv.31.11). Ah! Não se esqueça de falar que ela é trabalhadora, honesta, sincera, exigente, delicada, e que por tudo isso, você “[...] é estimado entre os juízes, quando se assenta com os anciãos da terra” (Pv.31.23) ouvindo tecer elogios da sua amada.
Do fundo do seu coração, queira desejar a sobrevivência do seu lar. Comece agora com a sua esposa, pois os dois precisam dar exemplo para os filhos. Faça de tudo para alcançar a velhice juntos e que os dois “vejam os filhos de teus filhos [...] (buscando a) paz sobre [...]” (Sl.128.6) sobre si e alcance “[...] até mil gerações [...]” (Ex.20.6). Pense na possibilidade de, quando estiverem com mais idade, sozinhos em casa, se preparando para receber a visita dos filhos, netos e bisnetos, estes irão dar continuidade na posteridade abençoada. Essa atitude será um grande testemunho para toda a vizinhança. Lembre sempre que o início da conversa foi com o desejo da sobrevivência do lar até que a morte os “[...] separe [...]” (Mt.19.6). Não importa o que venha acontecer, mesmo que haja brigas, discórdias, adultério entre os dois. O importante é que se esforcem para viverem juntos e mantenham vivo o seu lar.
Você, cabeça do lar, faça um esforço para se lembrar das palavras proferidas pelo ministro do evangélho no dia do seu matrimônio. Naquele dia fora dito para você repetir que “recebia a jovem que tinha pela mão, por sua legítima mulher, com o propósito de amar, honrar e defender, sustentar, cuidar dela e ser-lhe fiel em todas as coisas, por todo o tempo em que Deus for servido conservar-los ambos com vida”. Tenha a pretensão de realizar essa promessa de acordo com o conselho do apóstolo Paulo quando disse que os “[...] maridos [...] (devem) amar (a sua) [...] esposa [...]” (Ef.5.25). Busque logo a sobrevivência do seu lar.
É preciso que os pais não deixem os filhos de fora dessa conversa. Fale constantemente que você os ama muito e que eles são muito especiais para você e que por este motivo, eles são os melhores filhos do mundo. Sim, é possível falar desse modo porque você nunca recebeu uma intimação policial, jamais os viu bêbados nem drogados. Fale que você não tem sentido cheiro de perfume de mulheres estranhas, não sente o mau cheiro do cigarro, do vinho, da cerveja ou da cachaça. Aprenda a dar graças a Deus pela vida que seus filhos tem levado. Caso tenha acontecido algo de errado com algum deles, que não seja motivo para brigas, discussões, separações. Você pode ajudá-lo a sair dessa para ver o seu lar sobrevivendo na esperança de que Deus “[...] desde o céu [...] abençoa o (seu) povo [...]” (Dt.26.15), a sua família para viver bem e feliz. Por tudo isso, fique alegre por não usar até este momento daquela ordem do estadista Moisés que dissera aos pais que, “se (caso) alguém tiver um filho contumaz e rebelde, que não obedece à voz de seu pai e à de sua mãe e, ainda castigado, não lhes dá ouvidos, seu pai e sua mãe o pegarão, e o levarão aos anciãos da cidade, à sua porta [...] então, todos os homens da sua cidade o apedrejarão até que morra [...]”, Dt.21.18,19,21.
A fim de que você, pai, junto com sua família chegue ao ponto de viver bem, é necessário ter que caminhar juntos, sofrer juntos, chorar juntos, comer juntos, dormir juntos, mesmo quando em discórdia. E que daqui para frente todas as coisas melhorem e que a sua família sobreviva em meio a tanta desordem familiar neste mundo. E ainda, peça a sua esposa e filhos sugestões para melhorar algo, se isso for necessário.
Pais, vocês têm muito mais o que conversar com esposa e filhos. Faça isso logo e que Deus os abençoe!
Rev. Salvador P. Santana
Todos os pais devem solicitar a presença da sua esposa e de seus filhos, hoje, após a Escola Dominical, na sala de jantar, para conversar a respeito da família. O assunto não pode ser outro e nem deve mais ser adiado, pois é preciso buscar o melhor entrosamento entre os pares do lar.
A primeira palavra deve ser dirigida àquela que dia-a-dia “[...] de bom grado trabalha com as mãos” (Pv.31.13) para deixar em ordem o quarto, a sala, a cozinha diariamente e o carinho dedicado a toda a família. Diga-lhe que Deus, pela sua graça, concedeu a você, pai, ser “[...] o cabeça da (sua) mulher [...]” (1Co.11.3) assim “[...] como também Cristo é o cabeça da igreja [...]” (Ef.5.23).
Devido essa autoridade colocada sobre os seus ombros, tenta se esforçar o máximo possível para falar bem de sua esposa para os seus amigos. Deixa bem claro para ela que o seu comentário no trabalho e na rua é de que ela é “[...] virtuosa [...] (e de que) o seu valor muito excede o de finas jóias” (Pv.31.10). É preciso dizer não somente para os de fora, mas também para ela que “o (seu) coração [...] confia nela [...]” (Pv.31.11). Ah! Não se esqueça de falar que ela é trabalhadora, honesta, sincera, exigente, delicada, e que por tudo isso, você “[...] é estimado entre os juízes, quando se assenta com os anciãos da terra” (Pv.31.23) ouvindo tecer elogios da sua amada.
Do fundo do seu coração, queira desejar a sobrevivência do seu lar. Comece agora com a sua esposa, pois os dois precisam dar exemplo para os filhos. Faça de tudo para alcançar a velhice juntos e que os dois “vejam os filhos de teus filhos [...] (buscando a) paz sobre [...]” (Sl.128.6) sobre si e alcance “[...] até mil gerações [...]” (Ex.20.6). Pense na possibilidade de, quando estiverem com mais idade, sozinhos em casa, se preparando para receber a visita dos filhos, netos e bisnetos, estes irão dar continuidade na posteridade abençoada. Essa atitude será um grande testemunho para toda a vizinhança. Lembre sempre que o início da conversa foi com o desejo da sobrevivência do lar até que a morte os “[...] separe [...]” (Mt.19.6). Não importa o que venha acontecer, mesmo que haja brigas, discórdias, adultério entre os dois. O importante é que se esforcem para viverem juntos e mantenham vivo o seu lar.
Você, cabeça do lar, faça um esforço para se lembrar das palavras proferidas pelo ministro do evangélho no dia do seu matrimônio. Naquele dia fora dito para você repetir que “recebia a jovem que tinha pela mão, por sua legítima mulher, com o propósito de amar, honrar e defender, sustentar, cuidar dela e ser-lhe fiel em todas as coisas, por todo o tempo em que Deus for servido conservar-los ambos com vida”. Tenha a pretensão de realizar essa promessa de acordo com o conselho do apóstolo Paulo quando disse que os “[...] maridos [...] (devem) amar (a sua) [...] esposa [...]” (Ef.5.25). Busque logo a sobrevivência do seu lar.
É preciso que os pais não deixem os filhos de fora dessa conversa. Fale constantemente que você os ama muito e que eles são muito especiais para você e que por este motivo, eles são os melhores filhos do mundo. Sim, é possível falar desse modo porque você nunca recebeu uma intimação policial, jamais os viu bêbados nem drogados. Fale que você não tem sentido cheiro de perfume de mulheres estranhas, não sente o mau cheiro do cigarro, do vinho, da cerveja ou da cachaça. Aprenda a dar graças a Deus pela vida que seus filhos tem levado. Caso tenha acontecido algo de errado com algum deles, que não seja motivo para brigas, discussões, separações. Você pode ajudá-lo a sair dessa para ver o seu lar sobrevivendo na esperança de que Deus “[...] desde o céu [...] abençoa o (seu) povo [...]” (Dt.26.15), a sua família para viver bem e feliz. Por tudo isso, fique alegre por não usar até este momento daquela ordem do estadista Moisés que dissera aos pais que, “se (caso) alguém tiver um filho contumaz e rebelde, que não obedece à voz de seu pai e à de sua mãe e, ainda castigado, não lhes dá ouvidos, seu pai e sua mãe o pegarão, e o levarão aos anciãos da cidade, à sua porta [...] então, todos os homens da sua cidade o apedrejarão até que morra [...]”, Dt.21.18,19,21.
A fim de que você, pai, junto com sua família chegue ao ponto de viver bem, é necessário ter que caminhar juntos, sofrer juntos, chorar juntos, comer juntos, dormir juntos, mesmo quando em discórdia. E que daqui para frente todas as coisas melhorem e que a sua família sobreviva em meio a tanta desordem familiar neste mundo. E ainda, peça a sua esposa e filhos sugestões para melhorar algo, se isso for necessário.
Pais, vocês têm muito mais o que conversar com esposa e filhos. Faça isso logo e que Deus os abençoe!
Rev. Salvador P. Santana
terça-feira, 19 de julho de 2011
DENTRO E FORA DE CASA
DENTRO E FORA DE CASA
A Brahma deseja que todos os homens e mulheres frequentem quiosques, bares, restaurantes e seus similares ao invés de ficarem em casa no aconchego da família. Diz o comercial que a copa America no bar tem mais sabor. Essa ideia é mostrada no comercial “bar x casa 2”. A festança corre à solta mostrando homens e mulheres assistindo a copa America. Uns estão bebendo no bar e outros quatro amigos dentro do apartamento. O sindico telefona dizendo que a vizinha de baixo está reclamando e logo aparece ela batendo no teto com o cabo da vassoura. Chegam mais moças no bar, enquanto no apartamento dos rapazes chega o síndico, a vizinha com o policial batendo o cassetete na mão. – http://www.brahma.com.br/sabor/2011/07/copa-america-fica-ainda-melhor-no-bar/#post-content.
Nestes últimos dias a apologia dos maus costumes, da desordem, da maconha, da falsa religião, das bebidas chamadas lícitas, do cigarro, do homossexualismo tem crescido assustadoramente. Não bastasse todo esse tipo de indução, a propaganda da cervejaria Brahma lança em rede nacional a apologia dos homens e mulheres fora de casa, fora da família, fora do convívio entre os seus, fora da mesa de jantar, fora da cama de dormir, fora do carinho. Estes preferem o relento, o canto escuro do bar, as esquinas e calçadas tomadas de cadeiras, os companheiros que se dizem amigos enquanto o outro pague a conta.
Já não existe mais aquela ideia de homem no trabalho e mulher cuidando da casa. Nos dias atuais tanto o homem quanto a mulher têm direitos iguais. Por este motivo um número maior de mulheres é visto à roda de uma mesa de bar bebendo largamente e muitas estão aprendendo dentro de casa. Diante de tanta ausência no lar, ficam os filhos menores e maiores, os pais, os avôs solitários trancafiados dentro de suas casas. Conforme as estatísticas, “[...] o álcool é a droga preferida dos brasileiros (68,7%) [...] é preciso saber que o álcool é a porta de entrada das drogas (chamadas ilícitas)” – http://www.ufrrj.br/institutos/it/de/acidentes/etanol5.htm. O pior é que os filhos de pais alcoólatras têm até quatro vezes chances de tornarem dependentes.
Diante de tanta apologia e liberdade muitos “filhos (estão) ficando órfãos [...] e (muitas) esposas/os viúvas/os [...]” (Sl.109.9). Calma! Não precisa necessariamente existir a morte física para tirar um ou outro de dentro de casa. Geralmente, no final de expediente do trabalho, os bares ficam lotados até que as portas sejam baixadas, até que o cansaço se acomode em seu corpo, até que o dinheiro acabe, que a briga comece para dar início da volta definitiva, naquela noite, para casa. Nesse meio tempo os filhos ficam sozinhos, com os avôs, com os vizinhos, com os empregados, daí, somente Deus é quem pode “[...] guardar a sua alma da cova e a sua vida de passar pela espada” (Jó 33.18). Mas, muitos poderão dizer que isso nunca vai acontecer consigo mesmo, até o dia em que “[...] for tomada [...] e apanhada de surpresa [...] (daí) se tornará [...] objeto de espanto entre [...]” (Jr.51.41) os familiares e companheiros de bebida.
Ao escolher entre ir para o bar ou ficar em casa, fique em casa para contrariar a propaganda, para reduzir ao máximo a venda de bebida alcoólica, para evitar a compra de um caixão, para evitar acidentes, para não ser mais um na lista dos acidentados, dos encarcerados, para não ser contado entre os que “[...] bebem o vinho das violências” (Pv.4.17), a fim de que “o vinho (não seja o seu) [...] escarnecedor, e a bebida forte, alvoroçadora (no sentido de chorar e ser perturbado a ponto de abandonar a) sabedoria” (Pv.20.1) de Deus.
Ei! Não fique pensando que só pelo fato de ficar em casa você pode fazer o que bem entende. Dentro de casa os bebês ouvem e escutam com mais perfeição que os adultos. É ali que muitos aprendem matar, roubar, espancar, adulterar, levantar falso testemunho, mentir, enganar, beber em excesso até cair para depois ensinar a próxima geração. Não faça apologia do que não presta. Não fique pensando que essa irresponsabilidade dentro e fora de casa ficará impune. Chegará um “[...] dia em que Deus, por meio de Cristo Jesus, julgará os segredos dos homens, de conformidade com o [...] evangelho” (Rm.2.16). Por causa de tanto erro e maldade existentes no mundo, “[...] cuida de ti mesmo e da doutrina [...] porque, fazendo assim, salvarás tanto a ti mesmo como aos teus ouvintes” (1Tm.4.16).
Rev. Salvador P. Santana
A Brahma deseja que todos os homens e mulheres frequentem quiosques, bares, restaurantes e seus similares ao invés de ficarem em casa no aconchego da família. Diz o comercial que a copa America no bar tem mais sabor. Essa ideia é mostrada no comercial “bar x casa 2”. A festança corre à solta mostrando homens e mulheres assistindo a copa America. Uns estão bebendo no bar e outros quatro amigos dentro do apartamento. O sindico telefona dizendo que a vizinha de baixo está reclamando e logo aparece ela batendo no teto com o cabo da vassoura. Chegam mais moças no bar, enquanto no apartamento dos rapazes chega o síndico, a vizinha com o policial batendo o cassetete na mão. – http://www.brahma.com.br/sabor/2011/07/copa-america-fica-ainda-melhor-no-bar/#post-content.
Nestes últimos dias a apologia dos maus costumes, da desordem, da maconha, da falsa religião, das bebidas chamadas lícitas, do cigarro, do homossexualismo tem crescido assustadoramente. Não bastasse todo esse tipo de indução, a propaganda da cervejaria Brahma lança em rede nacional a apologia dos homens e mulheres fora de casa, fora da família, fora do convívio entre os seus, fora da mesa de jantar, fora da cama de dormir, fora do carinho. Estes preferem o relento, o canto escuro do bar, as esquinas e calçadas tomadas de cadeiras, os companheiros que se dizem amigos enquanto o outro pague a conta.
Já não existe mais aquela ideia de homem no trabalho e mulher cuidando da casa. Nos dias atuais tanto o homem quanto a mulher têm direitos iguais. Por este motivo um número maior de mulheres é visto à roda de uma mesa de bar bebendo largamente e muitas estão aprendendo dentro de casa. Diante de tanta ausência no lar, ficam os filhos menores e maiores, os pais, os avôs solitários trancafiados dentro de suas casas. Conforme as estatísticas, “[...] o álcool é a droga preferida dos brasileiros (68,7%) [...] é preciso saber que o álcool é a porta de entrada das drogas (chamadas ilícitas)” – http://www.ufrrj.br/institutos/it/de/acidentes/etanol5.htm. O pior é que os filhos de pais alcoólatras têm até quatro vezes chances de tornarem dependentes.
Diante de tanta apologia e liberdade muitos “filhos (estão) ficando órfãos [...] e (muitas) esposas/os viúvas/os [...]” (Sl.109.9). Calma! Não precisa necessariamente existir a morte física para tirar um ou outro de dentro de casa. Geralmente, no final de expediente do trabalho, os bares ficam lotados até que as portas sejam baixadas, até que o cansaço se acomode em seu corpo, até que o dinheiro acabe, que a briga comece para dar início da volta definitiva, naquela noite, para casa. Nesse meio tempo os filhos ficam sozinhos, com os avôs, com os vizinhos, com os empregados, daí, somente Deus é quem pode “[...] guardar a sua alma da cova e a sua vida de passar pela espada” (Jó 33.18). Mas, muitos poderão dizer que isso nunca vai acontecer consigo mesmo, até o dia em que “[...] for tomada [...] e apanhada de surpresa [...] (daí) se tornará [...] objeto de espanto entre [...]” (Jr.51.41) os familiares e companheiros de bebida.
Ao escolher entre ir para o bar ou ficar em casa, fique em casa para contrariar a propaganda, para reduzir ao máximo a venda de bebida alcoólica, para evitar a compra de um caixão, para evitar acidentes, para não ser mais um na lista dos acidentados, dos encarcerados, para não ser contado entre os que “[...] bebem o vinho das violências” (Pv.4.17), a fim de que “o vinho (não seja o seu) [...] escarnecedor, e a bebida forte, alvoroçadora (no sentido de chorar e ser perturbado a ponto de abandonar a) sabedoria” (Pv.20.1) de Deus.
Ei! Não fique pensando que só pelo fato de ficar em casa você pode fazer o que bem entende. Dentro de casa os bebês ouvem e escutam com mais perfeição que os adultos. É ali que muitos aprendem matar, roubar, espancar, adulterar, levantar falso testemunho, mentir, enganar, beber em excesso até cair para depois ensinar a próxima geração. Não faça apologia do que não presta. Não fique pensando que essa irresponsabilidade dentro e fora de casa ficará impune. Chegará um “[...] dia em que Deus, por meio de Cristo Jesus, julgará os segredos dos homens, de conformidade com o [...] evangelho” (Rm.2.16). Por causa de tanto erro e maldade existentes no mundo, “[...] cuida de ti mesmo e da doutrina [...] porque, fazendo assim, salvarás tanto a ti mesmo como aos teus ouvintes” (1Tm.4.16).
Rev. Salvador P. Santana
sexta-feira, 8 de julho de 2011
PROVAR A SINCERIDADE
PROVAR A SINCERIDADE
“[...] Ruth Graham, diz que, se ela e seu marido, Billy, sempre concordassem em tudo, um dos dois seria desnecessário. Se os homens e mulheres fossem idênticos nos seus pensamentos e sentimentos, na maneira de encarar o mundo ou realizar as suas tarefas e na sua contribuição para o casamento, o próprio casamento seria desnecessário. O casamento não é um concurso nem deve ser um campo de batalha, e, sim, duas partes que trabalham juntas, suprindo uma falta aqui, contribuindo com sabedoria ou qualidade ali, recebendo impressões diferentes de uma situação e compartilhando-as, para chegarem a uma conclusão [...]” – O que toda mulher deve saber – Mildred Cooper e Martha Fanning – página 53 - Juerp.
É interessante notar como “[...] Deus [...] permite [...]” (Ex.21.13) cada cônjuge, cada filho, cada habitante neste mundo atuar em certas situações. É bem verdade que cada um é único em seus problemas, dificuldades e alegrias e ninguém, absolutamente ninguém é igual ao outro. Nenhum homem é comparado ao outro na medida da dor, da tristeza, do choro, da riqueza, da pobreza, da compostura, do odor, do ódio, da vingança. Todos, sem exceção “[...] sonha [...] o seu sonho [...] cada sonho com a sua própria significação [...]” (Gn.40.5). Pensando bem, “[...] cada um faz o que acha mais reto” (Jz.21.25) e, é neste aspecto que muitos “[...] caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição” (1Tm.6.9).
Veja bem como acontecem todas as coisas debaixo da infinita “[...] sabedoria (de) Deus, o SENHOR [...] (que) pesa todos os feitos na balança” (1Sm.2.3). É o próprio Deus quem permite as diferenças tal como a que aconteceu com “a mulher (Eva que pôde) ver que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu e deu também ao marido, e ele comeu” (Gn.3.6). Nada de querer observar se é a mulher ou o homem que é mais propenso ao erro ou as faltas mais desgastantes na face da terra. Os dois são “[...] raça de homens pecadores [...]” (Nm.32.14) e nenhum escapa aos deslizes e manifestações de desagrado diante de Deus.
Essas diferenças, ou, esses pecados diversos que cada um comete, embora nem todos da mesma família sejam propensos aos mesmos erros, são evidências de que um ao outro se complementam. Isto não quer dizer que existe pecado benéfico para alimentar um relacionamento, mesmo “porque o pecado não (pode) ter domínio sobre [...]” (Rm.6.14) o servo de Deus. Ainda mais porque existe “[...] pecado não para morte [...] (e) há pecado para morte [...]” (1Jo.5.16), eis a razão mais contundente para abandonar todo erro e é neste aspecto que um pode ajudar o outro para não seguir no erro ou regularizar o relacionamento.
Caso Deus fechasse os olhos para o relacionamento humano, todos estariam em total desespero e, rapidamente, cada um eliminaria o outro. Mas, como “[...] o SENHOR [...] atenta para (o seu povo) [...] e cumpre [...] (com) a (sua) boa palavra [...]” (Jr.29.10) para abençoar, tal como Deus faz no casamento, permitindo que homens e mulheres não idênticos se relacionem para que um aprenda a cobrar e às vezes exigir do outro mudança, e desta forma, aprenderem a viver melhor neste mundo, Ele faz que homens de costumes diferentes, com pecados diversos, com manias sem fim, com palavras abusivas, com temperamentos agressivos vivam “todos [...] juntos [...]” (At.2.44) a fim de esbarrar ou esmerilar um ao outro para “[...] obter a perfeição [...] (através de) Cristo Jesus” (Fp.3.12).
No lugar onde Deus colocou você há um propósito, pois todos “sabem que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus [...] segundo o propósito dEle” (Rm.8.28). A pessoa que está ao seu lado, um parente mais chegado ou distante, amigo, companheiro de viagem, de trabalho, que comunga a mesma fé, pode ela ser chata, intrigante, briguenta, mexeriqueira, maldizente, revolta, violenta. Ela foi colocada ao seu lado “[...] para provar [...] a sinceridade do (seu) [...] amor” (2Co.8.8), que só é possível “[...] por meio de Jesus Cristo que derramou (o seu sangue) sobre (a cruz em favor do seu povo) [...]” (Tt.3.6).
Rev. Salvador P. Santana
“[...] Ruth Graham, diz que, se ela e seu marido, Billy, sempre concordassem em tudo, um dos dois seria desnecessário. Se os homens e mulheres fossem idênticos nos seus pensamentos e sentimentos, na maneira de encarar o mundo ou realizar as suas tarefas e na sua contribuição para o casamento, o próprio casamento seria desnecessário. O casamento não é um concurso nem deve ser um campo de batalha, e, sim, duas partes que trabalham juntas, suprindo uma falta aqui, contribuindo com sabedoria ou qualidade ali, recebendo impressões diferentes de uma situação e compartilhando-as, para chegarem a uma conclusão [...]” – O que toda mulher deve saber – Mildred Cooper e Martha Fanning – página 53 - Juerp.
É interessante notar como “[...] Deus [...] permite [...]” (Ex.21.13) cada cônjuge, cada filho, cada habitante neste mundo atuar em certas situações. É bem verdade que cada um é único em seus problemas, dificuldades e alegrias e ninguém, absolutamente ninguém é igual ao outro. Nenhum homem é comparado ao outro na medida da dor, da tristeza, do choro, da riqueza, da pobreza, da compostura, do odor, do ódio, da vingança. Todos, sem exceção “[...] sonha [...] o seu sonho [...] cada sonho com a sua própria significação [...]” (Gn.40.5). Pensando bem, “[...] cada um faz o que acha mais reto” (Jz.21.25) e, é neste aspecto que muitos “[...] caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição” (1Tm.6.9).
Veja bem como acontecem todas as coisas debaixo da infinita “[...] sabedoria (de) Deus, o SENHOR [...] (que) pesa todos os feitos na balança” (1Sm.2.3). É o próprio Deus quem permite as diferenças tal como a que aconteceu com “a mulher (Eva que pôde) ver que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu e deu também ao marido, e ele comeu” (Gn.3.6). Nada de querer observar se é a mulher ou o homem que é mais propenso ao erro ou as faltas mais desgastantes na face da terra. Os dois são “[...] raça de homens pecadores [...]” (Nm.32.14) e nenhum escapa aos deslizes e manifestações de desagrado diante de Deus.
Essas diferenças, ou, esses pecados diversos que cada um comete, embora nem todos da mesma família sejam propensos aos mesmos erros, são evidências de que um ao outro se complementam. Isto não quer dizer que existe pecado benéfico para alimentar um relacionamento, mesmo “porque o pecado não (pode) ter domínio sobre [...]” (Rm.6.14) o servo de Deus. Ainda mais porque existe “[...] pecado não para morte [...] (e) há pecado para morte [...]” (1Jo.5.16), eis a razão mais contundente para abandonar todo erro e é neste aspecto que um pode ajudar o outro para não seguir no erro ou regularizar o relacionamento.
Caso Deus fechasse os olhos para o relacionamento humano, todos estariam em total desespero e, rapidamente, cada um eliminaria o outro. Mas, como “[...] o SENHOR [...] atenta para (o seu povo) [...] e cumpre [...] (com) a (sua) boa palavra [...]” (Jr.29.10) para abençoar, tal como Deus faz no casamento, permitindo que homens e mulheres não idênticos se relacionem para que um aprenda a cobrar e às vezes exigir do outro mudança, e desta forma, aprenderem a viver melhor neste mundo, Ele faz que homens de costumes diferentes, com pecados diversos, com manias sem fim, com palavras abusivas, com temperamentos agressivos vivam “todos [...] juntos [...]” (At.2.44) a fim de esbarrar ou esmerilar um ao outro para “[...] obter a perfeição [...] (através de) Cristo Jesus” (Fp.3.12).
No lugar onde Deus colocou você há um propósito, pois todos “sabem que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus [...] segundo o propósito dEle” (Rm.8.28). A pessoa que está ao seu lado, um parente mais chegado ou distante, amigo, companheiro de viagem, de trabalho, que comunga a mesma fé, pode ela ser chata, intrigante, briguenta, mexeriqueira, maldizente, revolta, violenta. Ela foi colocada ao seu lado “[...] para provar [...] a sinceridade do (seu) [...] amor” (2Co.8.8), que só é possível “[...] por meio de Jesus Cristo que derramou (o seu sangue) sobre (a cruz em favor do seu povo) [...]” (Tt.3.6).
Rev. Salvador P. Santana
sábado, 2 de julho de 2011
EM BUSCA DE UM LAR
EM BUSCA DE UM LAR
A cada dia que passa, são encontrados jogados nos orfanatos, espalhados pelo território brasileiro, um número cada vez maior, de meninos e meninas abandonados pela falta de responsabilidade de seus pais e da péssima distribuição de renda vergonhosa do país. Essas crianças ficam desesperadas em busca de um lar para receberem carinho, conforto e companheirismo de seus pais adotivos. Ainda, esperam receber pelo menos um prato de comida diariamente, uma peça do vestuário e um teto para abrigá-los adequadamente. Mas que pena! Os escolhidos são aqueles que têm menos idade e de cor clara. Sendo assim, os mais velhos e de cor negra e parda, ficam tentando e buscando um lar para serem acolhidos, quem sabe, primeiro por um europeu, segundo por um asiático e por último, um latino-americano. Que vergonha! Os números nacionais não mentem, pois “[...] grande parte das pessoas desejam adotar só um filho (99%), menor de três anos (83%) e de cor branca (49%), a maioria dos abrigados é de cor negra ou parda (52%), maior de três anos (87%) e possui um ou mais irmãos (56%). São crianças que ninguém quer [...]” - http://www.gaasp.org.br/adocao/adocao_12.html.
É muito difícil apontar o responsável como causador de um filho à procura de um lar. Seriam responsáveis os orfanatos ou os órfãos? Quem sabe não é a situação econômica brasileira. É possível que o sistema burocratizado da justiça que avalia se este ou aquele é a pessoa adequada para ser o pai adotivo. Que nada! Os únicos responsáveis que devem buscar um lar para o seu filho, são os pais. Isto acontece até mesmo entre os mais brutos e ignorantes.
A busca de um lar é vista na vida de Noemi em favor de sua nora Rute. Logo após a morte de seu marido e filho, “[...] Noemi, sua sogra [...] (fez de tudo para) buscar um lar, para (que Rute fosse) [...] feliz [...]” (Rt.3.1). Essa atitude é de grande valor, exemplo e incentivo para os pais biológicos buscarem um lar para seus filhos. A busca do lar para o seu filho não significa deixá-los sair por aí a procura de um namorado (a) que seja bonito (a), rico (a), simpático (a) ou conquistador (a), é preciso muito mais que essas qualidades.
Na busca de um lar para os filhos é preciso que os pais tenham interesse em ver o bem de seus filhos. É necessário que ao olhar para o futuro do filho, você contemple um lar melhor que o seu e mais abençoado. Um lar onde ele tenha condições de conversar com o filho sem gritaria, sem murmurações e que tenha a plena certeza de que o filho vai retornar para os seus braços.
Rute havia deixado para trás o marido morto, o pai, a mãe, os irmãos, daí, a sua sogra Noemi, preocupada com um novo lar, em sua fala declara: “[...] não hei de eu buscar-te um lar [...] ?”. O pronome na primeira pessoa indica uma interferência sábia, sadia e inteligente dos pais no namoro, noivado e casamento a fim de que o seu filho “[...] seja feliz [...]” na busca de um lar. É certo que ao interferir, os pais não irão ditar as regras com o propósito de desfazer o namoro, noivado e casamento de seu filho, mas irão alertá-lo devido a experiência que você tem obtido no decorrer dos anos quanto ao modo de vida daquele (a) que seu filho está prestes a se envolver para buscar um lar. Grave bem! Caso o seu filho insista em namorar, noivar e casar com uma pessoa que você, pai, desaprova, tenha a certeza, ele irá sofrer sérias consequências num futuro bem próximo.
É muito triste saber que muitos pais não estão nem aí com a felicidade de seus filhos. Não se importam e nem procuram saber com quem seus filhos estão se relacionando, se são pessoas de bem, de família, se tem vícios ou não, se servem ao único Deus verdadeiro, se são trabalhadores, estudiosos, responsáveis, respeitadores. Isso prova a falta de cuidado e zelo para com a sua posteridade, pois dentro em breve, “desaparecerá a sua posteridade, e na seguinte geração se extinguirá o seu nome” (Sl.109.13), tudo, porque os pais não se preocuparam em buscar um lar para o seu filho.
Ainda dá tempo para você buscar um lar “[...] feliz [...]” para o seu filho, a fim de não vê-lo abandonado nos orfanatos da vida, desprotegido do carinho dos pais e sem esperança. Queira um lar cheio de alegria e felicidade em Jesus, porque aos pais está ordenado “ensinar a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele” (Pv.22.6). Não tenha vergonha de pedir ao Papai do céu, em nome de Jesus, que abençoe toda a sua família e que os seus filhos busquem um “[...] lar feliz [...]”.
Rev. Salvador P. Santana
A cada dia que passa, são encontrados jogados nos orfanatos, espalhados pelo território brasileiro, um número cada vez maior, de meninos e meninas abandonados pela falta de responsabilidade de seus pais e da péssima distribuição de renda vergonhosa do país. Essas crianças ficam desesperadas em busca de um lar para receberem carinho, conforto e companheirismo de seus pais adotivos. Ainda, esperam receber pelo menos um prato de comida diariamente, uma peça do vestuário e um teto para abrigá-los adequadamente. Mas que pena! Os escolhidos são aqueles que têm menos idade e de cor clara. Sendo assim, os mais velhos e de cor negra e parda, ficam tentando e buscando um lar para serem acolhidos, quem sabe, primeiro por um europeu, segundo por um asiático e por último, um latino-americano. Que vergonha! Os números nacionais não mentem, pois “[...] grande parte das pessoas desejam adotar só um filho (99%), menor de três anos (83%) e de cor branca (49%), a maioria dos abrigados é de cor negra ou parda (52%), maior de três anos (87%) e possui um ou mais irmãos (56%). São crianças que ninguém quer [...]” - http://www.gaasp.org.br/adocao/adocao_12.html.
É muito difícil apontar o responsável como causador de um filho à procura de um lar. Seriam responsáveis os orfanatos ou os órfãos? Quem sabe não é a situação econômica brasileira. É possível que o sistema burocratizado da justiça que avalia se este ou aquele é a pessoa adequada para ser o pai adotivo. Que nada! Os únicos responsáveis que devem buscar um lar para o seu filho, são os pais. Isto acontece até mesmo entre os mais brutos e ignorantes.
A busca de um lar é vista na vida de Noemi em favor de sua nora Rute. Logo após a morte de seu marido e filho, “[...] Noemi, sua sogra [...] (fez de tudo para) buscar um lar, para (que Rute fosse) [...] feliz [...]” (Rt.3.1). Essa atitude é de grande valor, exemplo e incentivo para os pais biológicos buscarem um lar para seus filhos. A busca do lar para o seu filho não significa deixá-los sair por aí a procura de um namorado (a) que seja bonito (a), rico (a), simpático (a) ou conquistador (a), é preciso muito mais que essas qualidades.
Na busca de um lar para os filhos é preciso que os pais tenham interesse em ver o bem de seus filhos. É necessário que ao olhar para o futuro do filho, você contemple um lar melhor que o seu e mais abençoado. Um lar onde ele tenha condições de conversar com o filho sem gritaria, sem murmurações e que tenha a plena certeza de que o filho vai retornar para os seus braços.
Rute havia deixado para trás o marido morto, o pai, a mãe, os irmãos, daí, a sua sogra Noemi, preocupada com um novo lar, em sua fala declara: “[...] não hei de eu buscar-te um lar [...] ?”. O pronome na primeira pessoa indica uma interferência sábia, sadia e inteligente dos pais no namoro, noivado e casamento a fim de que o seu filho “[...] seja feliz [...]” na busca de um lar. É certo que ao interferir, os pais não irão ditar as regras com o propósito de desfazer o namoro, noivado e casamento de seu filho, mas irão alertá-lo devido a experiência que você tem obtido no decorrer dos anos quanto ao modo de vida daquele (a) que seu filho está prestes a se envolver para buscar um lar. Grave bem! Caso o seu filho insista em namorar, noivar e casar com uma pessoa que você, pai, desaprova, tenha a certeza, ele irá sofrer sérias consequências num futuro bem próximo.
É muito triste saber que muitos pais não estão nem aí com a felicidade de seus filhos. Não se importam e nem procuram saber com quem seus filhos estão se relacionando, se são pessoas de bem, de família, se tem vícios ou não, se servem ao único Deus verdadeiro, se são trabalhadores, estudiosos, responsáveis, respeitadores. Isso prova a falta de cuidado e zelo para com a sua posteridade, pois dentro em breve, “desaparecerá a sua posteridade, e na seguinte geração se extinguirá o seu nome” (Sl.109.13), tudo, porque os pais não se preocuparam em buscar um lar para o seu filho.
Ainda dá tempo para você buscar um lar “[...] feliz [...]” para o seu filho, a fim de não vê-lo abandonado nos orfanatos da vida, desprotegido do carinho dos pais e sem esperança. Queira um lar cheio de alegria e felicidade em Jesus, porque aos pais está ordenado “ensinar a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele” (Pv.22.6). Não tenha vergonha de pedir ao Papai do céu, em nome de Jesus, que abençoe toda a sua família e que os seus filhos busquem um “[...] lar feliz [...]”.
Rev. Salvador P. Santana
sábado, 25 de junho de 2011
CONVIVA COM ELE
CONVIVA COM ELE
“Aprendemos a voar como pássaros e a nadar como
peixes, mas não aprendemos a conviver como irmãos” – Martin Luther King. O pensamento muitas vezes volta-se para os dias atuais: – ninguém consegue conviver com o outro devido a muita correria, ao desperdício do tempo, ao sucesso profissional, a falta de habilidade de se comunicar, ou, a falta de um momento porque ele se entrega e cuida muito bem do seu bicho de estimação. Neste caso os valores da vida estão cada vez mais invertidos. O animal é amado, cuidado, coberto, bem tratado a ponto de dormir na própria cama do dono, mas o homem, bem, este é tratado como animal irracional para ser apenas estimado, rejeitado, jogado na primeira esquina para ver se algum outro o adota e o leva para casa. Eis o motivo de muitas separações conjugais e filhos desaparecidos das salas de jantar, dos quartos, da companhia dos pais.
A realidade é que, desde que, “[...] por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens [...]” (Rm.5.12). É preciso saber que sem Cristo nenhum homem teve mais sossego neste mundo porque todos “[...] estão debaixo do pecado” (Rm.3.9) e, por isso, “[...] nem (ele) mesmo compreende o (seu) próprio modo de agir, pois não faz o que prefere, e sim o que detesta” (Rm.7.15). É por este motivo que muitos “[...] filhos desprezam o pai, a filha se levanta contra a mãe, a nora, contra a sogra; (daí, o resultado é que) os inimigos do homem são os da sua própria casa” (Mq.7.6).
Como todos sabem o problema do pecado não é de hoje e nem dos tempos da colonização dos EUA. Cerca de 2000 a.C. houve uma separação porque os homens não souberam viver juntos. Aconteceu de “haver contenda entre os pastores do gado de Abrão e os pastores do gado de Ló [...]” (Gn.13.7). A solução encontrada por Abrão foi sugerir a seu sobrinho “[...] ir para a esquerda [...] (ou) ir para a direita [...]” (Gn.13.9) e, para que não houvesse mais divisão, discussão, brigas entre pastores, tio e sobrinho, Abrão toma o caminho contrário, permitindo o melhor caminho para ver o seu parente feliz e abençoado. Essa decisão do patriarca é para dar um tapa com luvas de pelica no rosto de muitos homens que insistem em “[...] viver a contender [...]”(2Tm.2.24).
É interessante notar que na época de Jesus todos os homens, exceto o Mestre, não aprenderam a conviver como irmãos. Isto dito “[...] porque os judeus não se davam com os samaritanos [...]” (Jo.4.9). Esse desentendimento acontecia apenas pelo fato destes defenderem de que Deus devia ser “[...] adorado (no) [...] monte (Gerizim, mas os Judeus) [...] diziam que em Jerusalém (era) [...] o lugar onde se devia adorar” (Jo.4.20). Este fato era motivo para desencadear uma série de discussões não somente a respeito da adoração, mas também do próprio relacionamento interpessoal. Não é à toa que Jesus fala para toda a sua igreja de que “[...] quando estiverem orando, se tem alguma coisa contra alguém, (é dever de todos os crentes) perdoarem, para que vosso Pai celeste vos perdoem as vossas ofensas” (Mc.11.25). Mais sério ainda é o caso de algum irmão tendo alguém que o “[...] odeia [...] (por obrigação ele deve) amar (ainda que seja o seu) [...] inimigo [...]” (Lc.6.27).
Quando Martin falou que os pássaros, os peixes são imitados com maestria, ele estava falando para uma nação que havia sido colonizada por homens que diziam que buscavam a Deus na mais perfeita pureza, dedicação, e que estavam fugindo da intolerância religiosa, no entanto, os negros e índios americanos foram massacrados, explorados e rejeitados. Eis a grande revolta de Deus “em chama de fogo, tomando vingança contra [...] os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus (para estes só resta aguardar) [...] quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos [...]” (2Ts.1.8,7) “[...] para retribuir a cada um segundo as suas obras” (Ap.22.12).
Que fique bem lembrado que o homem, ainda que não sirva a Deus, vale mais que qualquer outra criatura. Conviva com ele o máximo que puder!
Rev. Salvador P. Santana
“Aprendemos a voar como pássaros e a nadar como
peixes, mas não aprendemos a conviver como irmãos” – Martin Luther King. O pensamento muitas vezes volta-se para os dias atuais: – ninguém consegue conviver com o outro devido a muita correria, ao desperdício do tempo, ao sucesso profissional, a falta de habilidade de se comunicar, ou, a falta de um momento porque ele se entrega e cuida muito bem do seu bicho de estimação. Neste caso os valores da vida estão cada vez mais invertidos. O animal é amado, cuidado, coberto, bem tratado a ponto de dormir na própria cama do dono, mas o homem, bem, este é tratado como animal irracional para ser apenas estimado, rejeitado, jogado na primeira esquina para ver se algum outro o adota e o leva para casa. Eis o motivo de muitas separações conjugais e filhos desaparecidos das salas de jantar, dos quartos, da companhia dos pais.
A realidade é que, desde que, “[...] por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens [...]” (Rm.5.12). É preciso saber que sem Cristo nenhum homem teve mais sossego neste mundo porque todos “[...] estão debaixo do pecado” (Rm.3.9) e, por isso, “[...] nem (ele) mesmo compreende o (seu) próprio modo de agir, pois não faz o que prefere, e sim o que detesta” (Rm.7.15). É por este motivo que muitos “[...] filhos desprezam o pai, a filha se levanta contra a mãe, a nora, contra a sogra; (daí, o resultado é que) os inimigos do homem são os da sua própria casa” (Mq.7.6).
Como todos sabem o problema do pecado não é de hoje e nem dos tempos da colonização dos EUA. Cerca de 2000 a.C. houve uma separação porque os homens não souberam viver juntos. Aconteceu de “haver contenda entre os pastores do gado de Abrão e os pastores do gado de Ló [...]” (Gn.13.7). A solução encontrada por Abrão foi sugerir a seu sobrinho “[...] ir para a esquerda [...] (ou) ir para a direita [...]” (Gn.13.9) e, para que não houvesse mais divisão, discussão, brigas entre pastores, tio e sobrinho, Abrão toma o caminho contrário, permitindo o melhor caminho para ver o seu parente feliz e abençoado. Essa decisão do patriarca é para dar um tapa com luvas de pelica no rosto de muitos homens que insistem em “[...] viver a contender [...]”(2Tm.2.24).
É interessante notar que na época de Jesus todos os homens, exceto o Mestre, não aprenderam a conviver como irmãos. Isto dito “[...] porque os judeus não se davam com os samaritanos [...]” (Jo.4.9). Esse desentendimento acontecia apenas pelo fato destes defenderem de que Deus devia ser “[...] adorado (no) [...] monte (Gerizim, mas os Judeus) [...] diziam que em Jerusalém (era) [...] o lugar onde se devia adorar” (Jo.4.20). Este fato era motivo para desencadear uma série de discussões não somente a respeito da adoração, mas também do próprio relacionamento interpessoal. Não é à toa que Jesus fala para toda a sua igreja de que “[...] quando estiverem orando, se tem alguma coisa contra alguém, (é dever de todos os crentes) perdoarem, para que vosso Pai celeste vos perdoem as vossas ofensas” (Mc.11.25). Mais sério ainda é o caso de algum irmão tendo alguém que o “[...] odeia [...] (por obrigação ele deve) amar (ainda que seja o seu) [...] inimigo [...]” (Lc.6.27).
Quando Martin falou que os pássaros, os peixes são imitados com maestria, ele estava falando para uma nação que havia sido colonizada por homens que diziam que buscavam a Deus na mais perfeita pureza, dedicação, e que estavam fugindo da intolerância religiosa, no entanto, os negros e índios americanos foram massacrados, explorados e rejeitados. Eis a grande revolta de Deus “em chama de fogo, tomando vingança contra [...] os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus (para estes só resta aguardar) [...] quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos [...]” (2Ts.1.8,7) “[...] para retribuir a cada um segundo as suas obras” (Ap.22.12).
Que fique bem lembrado que o homem, ainda que não sirva a Deus, vale mais que qualquer outra criatura. Conviva com ele o máximo que puder!
Rev. Salvador P. Santana
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