terça-feira, 19 de julho de 2011

DENTRO E FORA DE CASA

DENTRO E FORA DE CASA


A Brahma deseja que todos os homens e mulheres frequentem quiosques, bares, restaurantes e seus similares ao invés de ficarem em casa no aconchego da família. Diz o comercial que a copa America no bar tem mais sabor. Essa ideia é mostrada no comercial “bar x casa 2”. A festança corre à solta mostrando homens e mulheres assistindo a copa America. Uns estão bebendo no bar e outros quatro amigos dentro do apartamento. O sindico telefona dizendo que a vizinha de baixo está reclamando e logo aparece ela batendo no teto com o cabo da vassoura. Chegam mais moças no bar, enquanto no apartamento dos rapazes chega o síndico, a vizinha com o policial batendo o cassetete na mão. – http://www.brahma.com.br/sabor/2011/07/copa-america-fica-ainda-melhor-no-bar/#post-content.

Nestes últimos dias a apologia dos maus costumes, da desordem, da maconha, da falsa religião, das bebidas chamadas lícitas, do cigarro, do homossexualismo tem crescido assustadoramente. Não bastasse todo esse tipo de indução, a propaganda da cervejaria Brahma lança em rede nacional a apologia dos homens e mulheres fora de casa, fora da família, fora do convívio entre os seus, fora da mesa de jantar, fora da cama de dormir, fora do carinho. Estes preferem o relento, o canto escuro do bar, as esquinas e calçadas tomadas de cadeiras, os companheiros que se dizem amigos enquanto o outro pague a conta.

Já não existe mais aquela ideia de homem no trabalho e mulher cuidando da casa. Nos dias atuais tanto o homem quanto a mulher têm direitos iguais. Por este motivo um número maior de mulheres é visto à roda de uma mesa de bar bebendo largamente e muitas estão aprendendo dentro de casa. Diante de tanta ausência no lar, ficam os filhos menores e maiores, os pais, os avôs solitários trancafiados dentro de suas casas. Conforme as estatísticas, “[...] o álcool é a droga preferida dos brasileiros (68,7%) [...] é preciso saber que o álcool é a porta de entrada das drogas (chamadas ilícitas)” – http://www.ufrrj.br/institutos/it/de/acidentes/etanol5.htm. O pior é que os filhos de pais alcoólatras têm até quatro vezes chances de tornarem dependentes.

Diante de tanta apologia e liberdade muitos “filhos (estão) ficando órfãos [...] e (muitas) esposas/os viúvas/os [...]” (Sl.109.9). Calma! Não precisa necessariamente existir a morte física para tirar um ou outro de dentro de casa. Geralmente, no final de expediente do trabalho, os bares ficam lotados até que as portas sejam baixadas, até que o cansaço se acomode em seu corpo, até que o dinheiro acabe, que a briga comece para dar início da volta definitiva, naquela noite, para casa. Nesse meio tempo os filhos ficam sozinhos, com os avôs, com os vizinhos, com os empregados, daí, somente Deus é quem pode “[...] guardar a sua alma da cova e a sua vida de passar pela espada” (Jó 33.18). Mas, muitos poderão dizer que isso nunca vai acontecer consigo mesmo, até o dia em que “[...] for tomada [...] e apanhada de surpresa [...] (daí) se tornará [...] objeto de espanto entre [...]” (Jr.51.41) os familiares e companheiros de bebida.

Ao escolher entre ir para o bar ou ficar em casa, fique em casa para contrariar a propaganda, para reduzir ao máximo a venda de bebida alcoólica, para evitar a compra de um caixão, para evitar acidentes, para não ser mais um na lista dos acidentados, dos encarcerados, para não ser contado entre os que “[...] bebem o vinho das violências” (Pv.4.17), a fim de que “o vinho (não seja o seu) [...] escarnecedor, e a bebida forte, alvoroçadora (no sentido de chorar e ser perturbado a ponto de abandonar a) sabedoria” (Pv.20.1) de Deus.

Ei! Não fique pensando que só pelo fato de ficar em casa você pode fazer o que bem entende. Dentro de casa os bebês ouvem e escutam com mais perfeição que os adultos. É ali que muitos aprendem matar, roubar, espancar, adulterar, levantar falso testemunho, mentir, enganar, beber em excesso até cair para depois ensinar a próxima geração. Não faça apologia do que não presta. Não fique pensando que essa irresponsabilidade dentro e fora de casa ficará impune. Chegará um “[...] dia em que Deus, por meio de Cristo Jesus, julgará os segredos dos homens, de conformidade com o [...] evangelho” (Rm.2.16). Por causa de tanto erro e maldade existentes no mundo, “[...] cuida de ti mesmo e da doutrina [...] porque, fazendo assim, salvarás tanto a ti mesmo como aos teus ouvintes” (1Tm.4.16).

Rev. Salvador P. Santana

sexta-feira, 8 de julho de 2011

PROVAR A SINCERIDADE

PROVAR A SINCERIDADE


“[...] Ruth Graham, diz que, se ela e seu marido, Billy, sempre concordassem em tudo, um dos dois seria desnecessário. Se os homens e mulheres fossem idênticos nos seus pensamentos e sentimentos, na maneira de encarar o mundo ou realizar as suas tarefas e na sua contribuição para o casamento, o próprio casamento seria desnecessário. O casamento não é um concurso nem deve ser um campo de batalha, e, sim, duas partes que trabalham juntas, suprindo uma falta aqui, contribuindo com sabedoria ou qualidade ali, recebendo impressões diferentes de uma situação e compartilhando-as, para chegarem a uma conclusão [...]” – O que toda mulher deve saber – Mildred Cooper e Martha Fanning – página 53 - Juerp.

É interessante notar como “[...] Deus [...] permite [...]” (Ex.21.13) cada cônjuge, cada filho, cada habitante neste mundo atuar em certas situações. É bem verdade que cada um é único em seus problemas, dificuldades e alegrias e ninguém, absolutamente ninguém é igual ao outro. Nenhum homem é comparado ao outro na medida da dor, da tristeza, do choro, da riqueza, da pobreza, da compostura, do odor, do ódio, da vingança. Todos, sem exceção “[...] sonha [...] o seu sonho [...] cada sonho com a sua própria significação [...]” (Gn.40.5). Pensando bem, “[...] cada um faz o que acha mais reto” (Jz.21.25) e, é neste aspecto que muitos “[...] caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição” (1Tm.6.9).

Veja bem como acontecem todas as coisas debaixo da infinita “[...] sabedoria (de) Deus, o SENHOR [...] (que) pesa todos os feitos na balança” (1Sm.2.3). É o próprio Deus quem permite as diferenças tal como a que aconteceu com “a mulher (Eva que pôde) ver que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu e deu também ao marido, e ele comeu” (Gn.3.6). Nada de querer observar se é a mulher ou o homem que é mais propenso ao erro ou as faltas mais desgastantes na face da terra. Os dois são “[...] raça de homens pecadores [...]” (Nm.32.14) e nenhum escapa aos deslizes e manifestações de desagrado diante de Deus.

Essas diferenças, ou, esses pecados diversos que cada um comete, embora nem todos da mesma família sejam propensos aos mesmos erros, são evidências de que um ao outro se complementam. Isto não quer dizer que existe pecado benéfico para alimentar um relacionamento, mesmo “porque o pecado não (pode) ter domínio sobre [...]” (Rm.6.14) o servo de Deus. Ainda mais porque existe “[...] pecado não para morte [...] (e) há pecado para morte [...]” (1Jo.5.16), eis a razão mais contundente para abandonar todo erro e é neste aspecto que um pode ajudar o outro para não seguir no erro ou regularizar o relacionamento.

Caso Deus fechasse os olhos para o relacionamento humano, todos estariam em total desespero e, rapidamente, cada um eliminaria o outro. Mas, como “[...] o SENHOR [...] atenta para (o seu povo) [...] e cumpre [...] (com) a (sua) boa palavra [...]” (Jr.29.10) para abençoar, tal como Deus faz no casamento, permitindo que homens e mulheres não idênticos se relacionem para que um aprenda a cobrar e às vezes exigir do outro mudança, e desta forma, aprenderem a viver melhor neste mundo, Ele faz que homens de costumes diferentes, com pecados diversos, com manias sem fim, com palavras abusivas, com temperamentos agressivos vivam “todos [...] juntos [...]” (At.2.44) a fim de esbarrar ou esmerilar um ao outro para “[...] obter a perfeição [...] (através de) Cristo Jesus” (Fp.3.12).

No lugar onde Deus colocou você há um propósito, pois todos “sabem que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus [...] segundo o propósito dEle” (Rm.8.28). A pessoa que está ao seu lado, um parente mais chegado ou distante, amigo, companheiro de viagem, de trabalho, que comunga a mesma fé, pode ela ser chata, intrigante, briguenta, mexeriqueira, maldizente, revolta, violenta. Ela foi colocada ao seu lado “[...] para provar [...] a sinceridade do (seu) [...] amor” (2Co.8.8), que só é possível “[...] por meio de Jesus Cristo que derramou (o seu sangue) sobre (a cruz em favor do seu povo) [...]” (Tt.3.6).

Rev. Salvador P. Santana

sábado, 2 de julho de 2011

EM BUSCA DE UM LAR

EM BUSCA DE UM LAR


A cada dia que passa, são encontrados jogados nos orfanatos, espalhados pelo território brasileiro, um número cada vez maior, de meninos e meninas abandonados pela falta de responsabilidade de seus pais e da péssima distribuição de renda vergonhosa do país. Essas crianças ficam desesperadas em busca de um lar para receberem carinho, conforto e companheirismo de seus pais adotivos. Ainda, esperam receber pelo menos um prato de comida diariamente, uma peça do vestuário e um teto para abrigá-los adequadamente. Mas que pena! Os escolhidos são aqueles que têm menos idade e de cor clara. Sendo assim, os mais velhos e de cor negra e parda, ficam tentando e buscando um lar para serem acolhidos, quem sabe, primeiro por um europeu, segundo por um asiático e por último, um latino-americano. Que vergonha! Os números nacionais não mentem, pois “[...] grande parte das pessoas desejam adotar só um filho (99%), menor de três anos (83%) e de cor branca (49%), a maioria dos abrigados é de cor negra ou parda (52%), maior de três anos (87%) e possui um ou mais irmãos (56%). São crianças que ninguém quer [...]” - http://www.gaasp.org.br/adocao/adocao_12.html.

É muito difícil apontar o responsável como causador de um filho à procura de um lar. Seriam responsáveis os orfanatos ou os órfãos? Quem sabe não é a situação econômica brasileira. É possível que o sistema burocratizado da justiça que avalia se este ou aquele é a pessoa adequada para ser o pai adotivo. Que nada! Os únicos responsáveis que devem buscar um lar para o seu filho, são os pais. Isto acontece até mesmo entre os mais brutos e ignorantes.

A busca de um lar é vista na vida de Noemi em favor de sua nora Rute. Logo após a morte de seu marido e filho, “[...] Noemi, sua sogra [...] (fez de tudo para) buscar um lar, para (que Rute fosse) [...] feliz [...]” (Rt.3.1). Essa atitude é de grande valor, exemplo e incentivo para os pais biológicos buscarem um lar para seus filhos. A busca do lar para o seu filho não significa deixá-los sair por aí a procura de um namorado (a) que seja bonito (a), rico (a), simpático (a) ou conquistador (a), é preciso muito mais que essas qualidades.

Na busca de um lar para os filhos é preciso que os pais tenham interesse em ver o bem de seus filhos. É necessário que ao olhar para o futuro do filho, você contemple um lar melhor que o seu e mais abençoado. Um lar onde ele tenha condições de conversar com o filho sem gritaria, sem murmurações e que tenha a plena certeza de que o filho vai retornar para os seus braços.

Rute havia deixado para trás o marido morto, o pai, a mãe, os irmãos, daí, a sua sogra Noemi, preocupada com um novo lar, em sua fala declara: “[...] não hei de eu buscar-te um lar [...] ?”. O pronome na primeira pessoa indica uma interferência sábia, sadia e inteligente dos pais no namoro, noivado e casamento a fim de que o seu filho “[...] seja feliz [...]” na busca de um lar. É certo que ao interferir, os pais não irão ditar as regras com o propósito de desfazer o namoro, noivado e casamento de seu filho, mas irão alertá-lo devido a experiência que você tem obtido no decorrer dos anos quanto ao modo de vida daquele (a) que seu filho está prestes a se envolver para buscar um lar. Grave bem! Caso o seu filho insista em namorar, noivar e casar com uma pessoa que você, pai, desaprova, tenha a certeza, ele irá sofrer sérias consequências num futuro bem próximo.

É muito triste saber que muitos pais não estão nem aí com a felicidade de seus filhos. Não se importam e nem procuram saber com quem seus filhos estão se relacionando, se são pessoas de bem, de família, se tem vícios ou não, se servem ao único Deus verdadeiro, se são trabalhadores, estudiosos, responsáveis, respeitadores. Isso prova a falta de cuidado e zelo para com a sua posteridade, pois dentro em breve, “desaparecerá a sua posteridade, e na seguinte geração se extinguirá o seu nome” (Sl.109.13), tudo, porque os pais não se preocuparam em buscar um lar para o seu filho.

Ainda dá tempo para você buscar um lar “[...] feliz [...]” para o seu filho, a fim de não vê-lo abandonado nos orfanatos da vida, desprotegido do carinho dos pais e sem esperança. Queira um lar cheio de alegria e felicidade em Jesus, porque aos pais está ordenado “ensinar a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele” (Pv.22.6). Não tenha vergonha de pedir ao Papai do céu, em nome de Jesus, que abençoe toda a sua família e que os seus filhos busquem um “[...] lar feliz [...]”.

Rev. Salvador P. Santana

sábado, 25 de junho de 2011

CONVIVA COM ELE

CONVIVA COM ELE


“Aprendemos a voar como pássaros e a nadar como

peixes, mas não aprendemos a conviver como irmãos” – Martin Luther King. O pensamento muitas vezes volta-se para os dias atuais: – ninguém consegue conviver com o outro devido a muita correria, ao desperdício do tempo, ao sucesso profissional, a falta de habilidade de se comunicar, ou, a falta de um momento porque ele se entrega e cuida muito bem do seu bicho de estimação. Neste caso os valores da vida estão cada vez mais invertidos. O animal é amado, cuidado, coberto, bem tratado a ponto de dormir na própria cama do dono, mas o homem, bem, este é tratado como animal irracional para ser apenas estimado, rejeitado, jogado na primeira esquina para ver se algum outro o adota e o leva para casa. Eis o motivo de muitas separações conjugais e filhos desaparecidos das salas de jantar, dos quartos, da companhia dos pais.

A realidade é que, desde que, “[...] por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens [...]” (Rm.5.12). É preciso saber que sem Cristo nenhum homem teve mais sossego neste mundo porque todos “[...] estão debaixo do pecado” (Rm.3.9) e, por isso, “[...] nem (ele) mesmo compreende o (seu) próprio modo de agir, pois não faz o que prefere, e sim o que detesta” (Rm.7.15). É por este motivo que muitos “[...] filhos desprezam o pai, a filha se levanta contra a mãe, a nora, contra a sogra; (daí, o resultado é que) os inimigos do homem são os da sua própria casa” (Mq.7.6).

Como todos sabem o problema do pecado não é de hoje e nem dos tempos da colonização dos EUA. Cerca de 2000 a.C. houve uma separação porque os homens não souberam viver juntos. Aconteceu de “haver contenda entre os pastores do gado de Abrão e os pastores do gado de Ló [...]” (Gn.13.7). A solução encontrada por Abrão foi sugerir a seu sobrinho “[...] ir para a esquerda [...] (ou) ir para a direita [...]” (Gn.13.9) e, para que não houvesse mais divisão, discussão, brigas entre pastores, tio e sobrinho, Abrão toma o caminho contrário, permitindo o melhor caminho para ver o seu parente feliz e abençoado. Essa decisão do patriarca é para dar um tapa com luvas de pelica no rosto de muitos homens que insistem em “[...] viver a contender [...]”(2Tm.2.24).

É interessante notar que na época de Jesus todos os homens, exceto o Mestre, não aprenderam a conviver como irmãos. Isto dito “[...] porque os judeus não se davam com os samaritanos [...]” (Jo.4.9). Esse desentendimento acontecia apenas pelo fato destes defenderem de que Deus devia ser “[...] adorado (no) [...] monte (Gerizim, mas os Judeus) [...] diziam que em Jerusalém (era) [...] o lugar onde se devia adorar” (Jo.4.20). Este fato era motivo para desencadear uma série de discussões não somente a respeito da adoração, mas também do próprio relacionamento interpessoal. Não é à toa que Jesus fala para toda a sua igreja de que “[...] quando estiverem orando, se tem alguma coisa contra alguém, (é dever de todos os crentes) perdoarem, para que vosso Pai celeste vos perdoem as vossas ofensas” (Mc.11.25). Mais sério ainda é o caso de algum irmão tendo alguém que o “[...] odeia [...] (por obrigação ele deve) amar (ainda que seja o seu) [...] inimigo [...]” (Lc.6.27).

Quando Martin falou que os pássaros, os peixes são imitados com maestria, ele estava falando para uma nação que havia sido colonizada por homens que diziam que buscavam a Deus na mais perfeita pureza, dedicação, e que estavam fugindo da intolerância religiosa, no entanto, os negros e índios americanos foram massacrados, explorados e rejeitados. Eis a grande revolta de Deus “em chama de fogo, tomando vingança contra [...] os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus (para estes só resta aguardar) [...] quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos [...]” (2Ts.1.8,7) “[...] para retribuir a cada um segundo as suas obras” (Ap.22.12).

Que fique bem lembrado que o homem, ainda que não sirva a Deus, vale mais que qualquer outra criatura. Conviva com ele o máximo que puder!

Rev. Salvador P. Santana

segunda-feira, 20 de junho de 2011

MARAVILHAS DO CORPO


MARAVILHAS DO CORPO
            “Pedimos a um grupo de estudantes que escrevessem uma lista do que eles pensavam ser “as sete maravilhas do mundo” dos nossos dias. Houve algumas diferenças, mas seguem, os que tiveram o maior número de votos: 1 – As Grandes Pirâmides do Egito; 2 – O Taj Mahal; 3 – O Grande Canyon; 4 – O Canal de Panamá; 5 – O Empire State Building; 6 – A Basílica St. Pierre; 7 A Grande Muralha da China. Enquanto se contavam os votos, a professora nota que um estudante ainda não tinha entregue o seu papel. Então ela pergunta ao jovem se estava tendo dificuldade em fazer a sua lista. Ele respondeu, “sim, um pouco. É difícil de escolher porque existem tantas!” A professora diz-lhe, “Diz o que você já escreveu, talvez eu possa ajudar”. O jovem hesitou, mas depois disse: “Eu penso que as sete maravilhas do mundo são: “1 – Ver; 2 – Ouvir; 3 – Tocar; 4 – Provar; 5 – Sentir; 6 – Rir; 7 – e Amar”. Toda a turma ficou em silêncio absoluto. Estas coisas são de tal maneira simples e corriqueiras que nos esquecemos até que ponto são maravilhosas!” – Autor Desconhecido.
            As sete maravilhas do mundo mudam de acordo com o voto popular. De tempos em tempos aparecem novas maravilhas para serem apreciadas através do turismo ou pelos olhares atentos aos sites e fotos. O interessante é que nunca permanece a mesma maravilha por longos anos, sempre haverá uma que seja mais bela. Dentre todas as “[...] variedades obras (do) [...] SENHOR, (com toda a certeza) [...] todas (foram) [...] feitas com sabedoria; (por este motivo) a terra está cheia das riquezas (de) Deus” (Sl.104.24). Logo, os monumentos esculpidos pelo próprio Deus, como “os altos montes [...] e as rochas [...]” (Sl.104.18), a “[...] imensidade das águas” (Sl.107.23), “os grandes animais marinhos criados [...] (por) Deus e todos os seres viventes que rastejam [...] e todas as aves (cada uma com a sua beleza extraordinária) [...]” (Gn.1.21) tudo isso é incomparável diante de todos monumentos erguidos pelos homens dos séculos passados e atuais.
            Ao olhar para o corpo humano, a maravilha dentre todas as maravilhas que “[...] o SENHOR Deus (havia) formado [...] do pó da terra [...] o homem passou a ser alma vivente” (Gn.2.7) para ser admirado, pesquisado em todos os seus detalhes e ainda assim, é necessário fazer muitos estudos minuciosos para tentar compreender esse mecanismo perfeitamente “[...] que (Deus) criou para (Sua) [...] glória [...]” (Is.43.7), o qual trabalha dia e noite sem descanso, pois assim Deus determina. De fato, “[...] visto que por modo assombrosamente maravilhoso (Deus) formou (o homem é preciso) [...] admirar as obras (do) SENHOR [...]” (Sl.139.14) e agradecer-Lhe por esta maravilha que é o corpo.
            O autor desconhecido tecendo sobre as maravilhas existentes neste mundo declara que “[...] ver, ouvir, tocar, provar, sentir, rir e amar [...]” se tornam incomparáveis a todas aquelas que já foram apresentadas até estes dias. Um emaranhado, mas muito bem traçado de neurônios, veias, artérias, nervos, tendões e outros meios de comunicação com o cérebro que responde milimetricamente e em questão de milésimo de segundos, a fim de que o homem veja não só as maravilhas deste mundo, mas também “[...] verá (com seus próprios) olhos Jesus (vindo) com as nuvens [...]” (Ap.1.7). O mesmo processo acontece para fazer o ouvido “[...] ouvir a palavra de Deus” (At.13.44). É incrível como Deus determinou que o sentido do toque abençoasse o homem, por este motivo, com apenas um “[...] toque na orla da veste (de Jesus) [...] os que tocaram ficaram sãos” (Mt.14.36) de suas enfermidades. Foi o próprio Deus quem formou o homem, logo, Ele não deixou de abençoar o paladar de cada homem para sentir com todas as propriedades, através da “[...] língua [...] o que é doce e o que é amargoso” (Tg.3.6,11). Também estabeleceu Deus para o homem até mesmo o “[...] tempo de rir [...] (para) saltar de alegria” (Ec.3.4) das coisas boas da vida.
            Todas essas maravilhas alojadas no corpo humano, muitas vezes esquecidas, uma das mais excelentes, visto que existem muito mais, é o dever de todo homem “[...] amar a Deus de todo o (seu) coração e de todo o (seu) entendimento e de toda a (sua) força, e amar ao próximo como a si mesmo (para) exceder a todos os holocaustos e sacrifícios” (Mc.12.33) que alguém possa fazer.
            Muito obrigado Pai Celeste por estas maravilhas!
Rev. Salvador P. Santana

sexta-feira, 10 de junho de 2011

AO LADO DE QUEM DEUS SEPAROU

AO LADO DE QUEM DEUS SEPAROU


A conversa de um galanteador afiança em primeira instância, à sua pretendente, o céu, as estrelas, a terra, o mar, a casa mobiliada, as joias, as vestimentas. E outros mais espertos, com o desejo de ficarem um pouco mais dentro de casa, com a desculpa de que eles precisam estar presentes, oferecem um carrinho de cachorro quente para ela trabalhar e sustentá-los pelo resto da vida. Nesse aspecto, até parece que a vida dos “pombinhos” irá durar por toda a eternidade. A que está sendo ludibriada, a donzela, por sua vez, mescla história real com fantasias, esperando que histórias como a da “Gata Borralheira, da “Cinderela”, do “Príncipe Encantado”, da “Bela Adormecida”, de “Branca de Neve” se tornem reais, na esperança de “viverem felizes para sempre”, ou, “até que a morte os separe”.

Jovens e donzelas querem viver ao lado de quem Deus separou, mas para que isso aconteça se faz necessário que sejam esquecidas e deixadas para trás as histórias infantis. Já estão crescidos demais para voltarem à infância. É preciso abandonar os ataques de raiva, o ciúme doentio, os beliscões no abdômen, as palavras ferinas, os choros sem motivo, o falar mal da família, os safanões. Para viver ao lado de quem Deus separou é preciso procurar como se procura agulha em palheiro, é difícil encontrar um pretendente que canta na mesma cartilha espiritual, na mesma Confissão de Fé, que frequenta a mesma igreja evangélica, ou seja, é impossível o jovem se “[...] por em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas?” (2Co.6.14). Faça uma análise completa das ofensas não perdoadas, da negação e rejeição por completo dos “entre tapas e beijos” que têm acontecido nestes últimos dias e que se repete constantemente. Tudo isso precisa ser revisto com carinho, moderação para que no futuro os “maridos, (aprendam a) amar a esposa e não a tratar com amargura” (Cl.3,19), sim, para que esse amor de viver ao lado de quem Deus separou seja “[...] como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela” (Ef.5.25) a fim de que “[...] as jovens recém-casadas [...] amem ao marido e a seus filhos” (Tt.2.4). Esses conselhos devem ser observados com carinho por aquele que deseja viver ao lado de quem Deus separou para haver um bom relacionamento no presente e no futuro.

Quem procura e investe viver ao lado de quem Deus separou sairá vencedor. Ele pode até sentir o cheiro das frustrações, a proximidade das adversidades, o querer provar das derrotas, o abeirar das discussões, a falta de um carinho e da presença física do outro. Se você pretende viver ao lado de quem Deus separou é possível que você nunca vá ouvir o balbuciar dos lábios do outro dizendo “eu te amo, me perdoe, estou errado, vou tentar novamente, vamos conversar, quero fazer as pazes”. Para esses ouvidos atentos às reclamações do seu namorado (a) parece não existir nenhum tipo de vitória. O que dá a entender é que não existe meio de mudança, de modificação moral, de um adocicar das palavras, de um melhoramento no relacionamento. Para esse pensar negativo só existe uma palavra de consolo para “[...] o [...] justo viver pela fé [...] (caso) retroceder [...] (Deus) não se compraz (satisfaz) nele [...] (por este motivo) [...] não [...] retroceda para a perdição [...] (seja e faça parte daquele que tem) fé, para a conservação da alma” (Hb.10.38,39). Leu com atenção o grifo? Não retroceda, não dê o braço a torcer, não desista de procurar o melhor para a sua vida, não entregue os pontos para a desilusão, a desconfiança, as mazelas, as rixas, os desentendimentos, pelo contrário, esforça-te para viver bem ao lado de quem Deus separou para ser o seu/a namorado/a, para noivar e casar com você.

Preste atenção! Ninguém consegue vitória com as próprias mãos. Talvez você esteja procurando um psicólogo, um psiquiatra, um terapeuta sexual para revolver o seu problema. É possível que muitos destes confundam a sua cabeça, então, o melhor a fazer é dobrar os seus joelhos em constante oração, clamar a Deus por mudanças em seu namoro, noivado e casamento. Creia! Deus pode resolver o seu problema, mesmo porque, “[...] a vitória vem do SENHOR” (Pv.21.31). Assim você viverá ao lado de quem Deus separou quando você se dispôs “[...] achar (uma pessoa) virtuosa (habilidosa, eficiente. Ao encontrar essa pessoa você vai perceber que) [...] o seu valor muito excede o de finas joias” (Pv.31.10). Caia fora de todo galanteador que faz mil promessas.

Rev. Salvador P. Santana

sábado, 28 de maio de 2011

A DESCULPA NÃO ANULA O DEVER

A DESCULPA NÃO ANULA O DEVER


"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo [...] mas, posso fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso" – Autor desconhecido.

A desculpa de muitos quando são incumbidos de alguma atividade é que não dá, não tem condições, a tarefa é muito difícil, é impossível atingir a meta seja ela de pequeno ou grande porte. Da pequenina obrigação até as maiores e mais difíceis de serem executadas que o homem possa imaginar é preciso que todos os homens se dediquem ao máximo, ainda que seja para “[...] fazer o pouco que pode”. Caso um e outro deixem de cumprir com o seu dever, alguns poucos ficarão sobrecarregados das cargas dos outros, não é naquele sentido que Paulo fala de “levar as cargas uns dos outros e, assim, cumprir a lei de Cristo” (Gl.6.2). Esta carga que o apóstolo se refere fala da opressão, do peso e da preocupação que o outro não dá conta de levar, pois ele precisa da sua oração, do seu apoio, do seu ombro para conseguir vencer. A obrigação que muitos têm deixado de fazer são os afazeres diários para “atender ao bom andamento da sua casa [...]” (Pv.31.27), do seu trabalho secular e da congregação dos eleitos de Deus.

Nem o déspota Herodes, o indumeu, nos dias de Cristo, administrou tantos homens como o rei Salomão. Quando Herodes, o Grande, levantou o terceiro templo, contratou cerca de 10 a 18 mil homens para trabalharem. O rei Salomão, dentre todos os homens bíblicos, foi agraciado por Deus e provavelmente tenha sido o homem mais capacitado para administrar 183.300 trabalhadores na obra do primeiro templo. A história bíblica conta que para este governante não fazer nada sozinho, “ele formou [...] uma leva de trabalhadores dentre todo o Israel, e se compunha de trinta mil homens [...] (estes trabalhavam) alternadamente, dez mil por mês; um mês estavam no Líbano, e dois meses, cada um em sua casa; e Adonirão dirigia a leva”, 1Rs.5.13. A intenção do rei era que cada homem pudesse desenvolver o seu próprio trabalho de modo prático, eficiente, mas que, ao mesmo tempo, pudesse depender um do outro, por este motivo, ajustou com mais “[...] setenta mil que levavam as cargas e oitenta mil que talhavam pedra nas montanhas, afora os chefes-oficiais de Salomão, em número de três mil e trezentos, que dirigiam a obra e davam ordens ao povo que a executava” (1Rs.5.15,16). A “[...] intenção (principal em) edificar uma casa (tão magnífica, não podia ser outra, que fosse dedicada unicamente) ao nome do SENHOR, (o) seu Deus [...]” (1Rs.5.5), e outra, Salomão “[...] não podia fazer tudo [...]” sozinho – autor desconhecido, logo, recrutou esse grande exército de trabalhadores para o ajudarem nesta grande obra de construção do templo.

Ao buscar “[...] fazer o pouco que pode”, o trabalhador consciente irá fazer apenas o que lhe “[...] fora ordenado [...] faz apenas o que deve fazer” (Lc.17.10) para não cair no erro de entrar em repartição alheia e querer executar o serviço que não lhe fora devidamente autorizado. Esta ordem está expressa quando Deus, através de Moisés, determinou aos levitas que “fizessem o serviço que lhes [...] (era) devido para (com o sumo sacerdote) [...] e para com a tenda; porém não (deviam) se aproximar dos utensílios do santuário, nem do altar, para que não morressem [...]” (Nm.18.3). O problema maior nestes dias é que, ao deixarem de executar o serviço acertado, alguns sem sabedoria, querem fazer o trabalho dos outros, daí, nem um e nem o outro trabalho fica bem feito.

Ao falar sobre o dever da evangelização, visitação, aconselhamento, oração, leitura bíblica, frequência aos cultos, tocar, cantar, lecionar, assistência social e outros deveres na igreja do Senhor Jesus Cristo, cada membro da família de Deus deve saber que ele é "[...] um só [...] (é impossível) fazer tudo (sozinho, e) [...] por não poder fazer tudo, (então) não [...] recuse [...] fazer o pouco que pode" – Autor desconhecido “[...] conforme as tuas forças, porque no além, para onde tu vais, não há obra, nem projetos, nem conhecimento, nem sabedoria alguma” (Ec.9.10).

Rev. Salvador P. Santana