DOMINGO DA RESSURREIÇÃO
Existe um grande analfabetismo bíblico com relação à Páscoa. Caso o homem ainda não tenha o conhecimento correto do que é exatamente o significado da Páscoa, a recompensa será a destruição, porque Deus não mente e até o momento tem sido verdadeira a sua Palavra ao dizer que “O [...] povo está sendo destruído [...] (por) falta (do) conhecimento [...]”, Os. 4.6.
Percebe-se com muita nitidez a associação do ovo de chocolate com o coelho. Quando ocorre essa péssima associação, fica estabelecida a ideia de que o coelho bota ovo, coisa absurda e impossível. Outra analogia também é feita quando se diz que o coelho é símbolo da fertilidade; com respeito à vida espiritual não há correlação. É impossível confundir Páscoa com a Ressurreição de Jesus.
A Páscoa, no contexto bíblico-judaico, na verdade é a festa na qual os israelitas comemoram a libertação dos seus antepassados da escravidão no Egito. Acontecia no “[...] primeiro mês do ano”, [Ex.12.2] no dia 14 do mês de NISÃ do calendário judeu (lunar) (ou mais ou menos dia 1º de abril do calendário (gregoriano). Cada chefe de família, no dia “[...] dez deste mês, (devia) tomar para si um cordeiro [...] para cada família”, Ex.12.3. “O cordeiro será sem defeito, macho de um ano (ou) um cordeiro ou um cabrito; e o guardareis até ao décimo quarto dia deste mês, e todo o ajuntamento da congregação de Israel o imolará no crepúsculo (quando sol se põe) da tarde”, (Ex.12.5,6). Em hebraico o nome dessa festa é “Pessach”, que significa “passar por cima”, foi o que fez o anjo da morte “[...] naquela noite [...] (que) passou pela terra do Egito e feriu na terra do Egito todos os primogênitos, desde os homens até aos animais [...]”, Ex.12.12. Os judeus não foram atingidos pela mortandade porque o portal de suas casas estavam marcadas com o sangue do cordeiro tomado para o sacrifício Pascoal.
Neste período chamado de Páscoa, do ponto de vista cristão, comemora-se a ressurreição de Jesus Cristo, o Salvador do mundo, ocorrida na última Páscoa de Sua vida terrena durante a qual foi preso, julgado, morto e ressuscitado ao terceiro dia. Naquele dia, primeira quinta-feira de abril do ano 33 da era cristã, Jesus “[...] enviou dois dos seus discípulos [...] à cidade [...] (com a finalidade de preparar o) aposento (para) comer a Páscoa com os seus discípulos [...] ao cair da tarde [...]”, Mc.14.13,14,17. Foi no início da noite, “quando estavam à mesa e comiam [...] (que) Jesus [...] disse que um dentre eles, o [...] trairia”, Mc.14.18. Em meio a esta festa, antes de Jesus ir para o Getsêmani (lugar no monte das Oliveiras) para orar, Jesus institui a Santa Ceia e os doze participaram com Ele. Daí em diante começou o sofrimento de Jesus. Preso, foi levado ao sumo sacerdote, depois diante de Pilatos (governador romano da Judéia) e do rei Herodes Antipas que governou a Galiléia e a Peréia. Na sexta-feira Jesus foi entregue aos soldados, açoitado, escarnecido, cuspido, despido para depois “[...] conduzirem-no para fora, com o fim de o crucificarem”, Mc.15.20. “À hora nona (15h00), clamou Jesus em alta voz: [...] Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? (todos os pecados dos eleitos estavam sobre os ombros de Jesus)`[...] dando um grande brado, expirou”, Mc.15.34,37. Para muitos, a morte de Jesus foi o fim, pois Ele ficou na tumba três dias, mas para Deus foi a conquista da grande vitória, porque “no primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada [...] (e) Deus o ressuscitou dentre os mortos”, Jo.20.1; At.13.30. A vitória de Cristo é a vitória do seu povo.
Os primeiros cristãos comemoravam a ressurreição de Jesus em todo primeiro dia da semana [domingo], reunindo-se para o culto dominical. Este evento tão importante para a fé de muitos, permaneceu na data da sua ocorrência conforme o calendário judeu. Assim é totalmente descabido tomar como essência ou símbolo desta comemoração cristã o chocolate, o coelho ou o ovo; por belos e significantes que sejam. Ao adotar estes símbolos, o cristão adota e imita o mundo, pois este, além da prática, impõe estes elementos, tendo em vista o faturamento comercial e o faz totalmente alienado do sentido religioso que a comemoração tem.
O elemento central da comemoração é a pessoa de Jesus, que nasceu de mulher, sob a lei e tendo vivido vida perfeita, também morreu pelos pecados dos eleitos e ressuscitou para justificação destes. A essência da comemoração é a fé. Fé que é depositada em Jesus Cristo, o Filho de Deus, que garante a salvação, que alimenta a esperança, e que permanece no coração dos escolhidos, ou seja, essa fé permanecerá até a consumação dos séculos.
Chocolate é um alimento gostoso, pode e deve ser consumido, o coelho e o ovo são admiráveis criações de Deus, mas não são símbolos bíblicos da Páscoa.
Neste domingo da Ressurreição revigore a sua fé e o seu amor a Jesus num culto fervoroso que só a Ele é devido. Amém!
Rev. Salvador P. Santana
sexta-feira, 22 de abril de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
DEUS É O ÚNICO QUE ABENÇOA
DEUS É O ÚNICO QUE ABENÇOA
“[...] vai ter que dar uma raladinha antes! Vai ter que trabalhar, investir, treinar e planejar: sucesso antes do trabalho apenas no dicionário! O goleiro Rogério Ceni [...] soma-se a outros exemplos utilizados para explicar por que algumas pessoas têm sucesso e outras não! Malcolm Gladwell criou a ‘teoria das 10 mil horas”: uma pessoa só consegue ser excelente se treinar uma atividade por mais de mil horas [...] o goleiro treinava bater faltas para passar o tempo [...] chegava sempre mais cedo nos treinamentos [...] permanecia mais um pouco batendo faltas [...] a cada mês, Rogério treina 3 mil batidas de falta desde 1997, mais que 10 mil horas. Mesmo assim, alguns afirmam: tem talento, tem dom! Não é talento, mas vontade, persistência e treinamento! [...]”– Sucesso... 10 mil horas! – Alberto Consolaro – Professor Titular da USP e Colunista do Caderno Ciência do JC – Ciências – Página 15 – Jornal da Cidade, Bauru, segunda-feira, 04 de abril de 2011.
Aquele que acredita que o homem não tem talento e nem dons, “[...] erra, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus” (Mt.22.29) que pode “[...] conceder dons aos homens” (Ef.4.8) e “[...] talentos [...] a cada um segundo a sua própria capacidade [...]” (Mt.25.15). Ora, parte do próprio Deus “[...] dar habilidade a todos os homens hábeis, para que [...] façam tudo o que (Deus) tem ordenado” (Ex.31.6). É a partir de então que entra o desejo do homem para se esforçar, trabalhar, fazer o máximo para crescer e se fortalecer naquilo que lhe foi dado pelo próprio Deus. É verdade que nem todos os homens descobrem nos primeiros anos de vida as suas capacidades, pode levar anos. Muitas vezes é preciso fazer testes de aptidão e ainda assim é possível errar e fazer novos cursos até chegar à medida da sua capacidade.
Não é apenas treinamento, persistência, vontade própria que conduzirá todos os homens à vitória, mas está nas mãos de “[...] Deus [...] efetuar [...] (na vida de todos os homens) tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade” (Fp.2.13). É preciso saber que “o cavalo não garante vitória; a despeito de sua grande força, a ninguém pode livrar” (Sl.33.17), logo, é preciso reconhecer que, no “[...] dia da batalha, [...] a vitória (seja ela grande ou pequena) vem do SENHOR” (Pv.21.31). Eis o motivo das chamadas zebras nos diversos jogos, maratonas e corridas automobilísticas quando aquele que não é favorito sai vitorioso para espanto de todos e sem explicações.
Ninguém “[...] poderá livrar alguém da mão (de) Deus [...] (quando a) ferida [...]” (Dt.32.39) o acometer, por este motivo, o sucesso vem através, nem tanto do esforço, do muito trabalho, mas de “[...] Deus (o qual) pertence o domínio (de tudo e de todos) e o poder [...]” (Jó 25.2) é totalmente dEle para mudar esta ou aquela situação. Não há contradição nessa afirmativa. Em lugar algum da Bíblia Deus ordena o homem ficar de braços cruzados esperando o alimento, pelo contrário, “tomou, pois, o SENHOR Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar” (Gn.2.15) e, após o pecado, através do “[...] suor do rosto (o homem passou a) comer o [...] (seu próprio) pão [...]” (Gn.3.19).
O homem nunca pode deixar de trabalhar, treinar, correr em busca de uma situação melhor para a sua vida, mas é necessário ter em mente que é somente “[...] o SENHOR (que) te abençoará [...] em toda a tua obra e em tudo o que empreenderes” (Dt.15.10) e além desta bênção ele não ultrapassa.
Rev. Salvador P. Santana
“[...] vai ter que dar uma raladinha antes! Vai ter que trabalhar, investir, treinar e planejar: sucesso antes do trabalho apenas no dicionário! O goleiro Rogério Ceni [...] soma-se a outros exemplos utilizados para explicar por que algumas pessoas têm sucesso e outras não! Malcolm Gladwell criou a ‘teoria das 10 mil horas”: uma pessoa só consegue ser excelente se treinar uma atividade por mais de mil horas [...] o goleiro treinava bater faltas para passar o tempo [...] chegava sempre mais cedo nos treinamentos [...] permanecia mais um pouco batendo faltas [...] a cada mês, Rogério treina 3 mil batidas de falta desde 1997, mais que 10 mil horas. Mesmo assim, alguns afirmam: tem talento, tem dom! Não é talento, mas vontade, persistência e treinamento! [...]”– Sucesso... 10 mil horas! – Alberto Consolaro – Professor Titular da USP e Colunista do Caderno Ciência do JC – Ciências – Página 15 – Jornal da Cidade, Bauru, segunda-feira, 04 de abril de 2011.
Aquele que acredita que o homem não tem talento e nem dons, “[...] erra, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus” (Mt.22.29) que pode “[...] conceder dons aos homens” (Ef.4.8) e “[...] talentos [...] a cada um segundo a sua própria capacidade [...]” (Mt.25.15). Ora, parte do próprio Deus “[...] dar habilidade a todos os homens hábeis, para que [...] façam tudo o que (Deus) tem ordenado” (Ex.31.6). É a partir de então que entra o desejo do homem para se esforçar, trabalhar, fazer o máximo para crescer e se fortalecer naquilo que lhe foi dado pelo próprio Deus. É verdade que nem todos os homens descobrem nos primeiros anos de vida as suas capacidades, pode levar anos. Muitas vezes é preciso fazer testes de aptidão e ainda assim é possível errar e fazer novos cursos até chegar à medida da sua capacidade.
Não é apenas treinamento, persistência, vontade própria que conduzirá todos os homens à vitória, mas está nas mãos de “[...] Deus [...] efetuar [...] (na vida de todos os homens) tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade” (Fp.2.13). É preciso saber que “o cavalo não garante vitória; a despeito de sua grande força, a ninguém pode livrar” (Sl.33.17), logo, é preciso reconhecer que, no “[...] dia da batalha, [...] a vitória (seja ela grande ou pequena) vem do SENHOR” (Pv.21.31). Eis o motivo das chamadas zebras nos diversos jogos, maratonas e corridas automobilísticas quando aquele que não é favorito sai vitorioso para espanto de todos e sem explicações.
Ninguém “[...] poderá livrar alguém da mão (de) Deus [...] (quando a) ferida [...]” (Dt.32.39) o acometer, por este motivo, o sucesso vem através, nem tanto do esforço, do muito trabalho, mas de “[...] Deus (o qual) pertence o domínio (de tudo e de todos) e o poder [...]” (Jó 25.2) é totalmente dEle para mudar esta ou aquela situação. Não há contradição nessa afirmativa. Em lugar algum da Bíblia Deus ordena o homem ficar de braços cruzados esperando o alimento, pelo contrário, “tomou, pois, o SENHOR Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar” (Gn.2.15) e, após o pecado, através do “[...] suor do rosto (o homem passou a) comer o [...] (seu próprio) pão [...]” (Gn.3.19).
O homem nunca pode deixar de trabalhar, treinar, correr em busca de uma situação melhor para a sua vida, mas é necessário ter em mente que é somente “[...] o SENHOR (que) te abençoará [...] em toda a tua obra e em tudo o que empreenderes” (Dt.15.10) e além desta bênção ele não ultrapassa.
Rev. Salvador P. Santana
sexta-feira, 1 de abril de 2011
MORTE
MORTE
Nem todos irão passar pela morte. O próprio Jesus já sabia disso ao dizer que “[...] alguns há, dos que aqui se encontram, que de maneira nenhuma passarão pela morte até que vejam vir o Filho do Homem no seu reino” (Mt.16.28). Muitos crentes devem almejar este dia, mas conforme diz o texto, somente “[...] alguns [...]” (Mt.16.280 não irão passar pela morte. Logo é difícil saber se a você está reservado a bênção do transporte (arrebatamento) para o Reino dos céus. Por isso amados, cada um deve estar preparado para um inevitável encontro com Cristo, seja através de uma morte súbita ou através do arrebatamento. Você está preparado, ou você pensa que é eterno neste mundo?
Um dos escritores bíblicos declarou que “o homem, nascido de mulher, vive breve tempo [...]” (Jó 14.1) e o salmista fala que “os dias da nossa vida sobem a setenta anos ou, em havendo vigor, a oitenta; neste caso, o melhor deles é canseira e enfado, porque tudo passa rapidamente, e nós voamos” (Sl.90.10). Não fique a pensar que somente os de mais idade é que morrem. Os fetos, os recém-nascidos, as crianças, os adolescentes, os jovens, os adultos, todos, exatamente, todos passam pela morte. Estão, como assim dizendo, “na lista de espera” para partir deste mundo. Você no mínimo deve se lembrar dos seus dias passados quando podia curtir junto a seus pais sua meninice, mas hoje “os seus dias são mais velozes do que a lançadeira do tecelão e se findam sem esperança” (Jó 7.6). Fale para você mesmo, bem baixinho, os anos de vida completados neste dia. O tempo passou rápido demais e é possível que “os dias da (sua) [...] vida subam a setenta anos ou, em havendo vigor, a oitenta; neste caso, o melhor deles é canseira e enfado, porque tudo passa rapidamente, e nós voamos” (Sl.90.10).
Suponha que você faça parte desses “[...] alguns [...]” (Mt.16.28) relatado no livro de Mateus. O dia em que você será tomado é impossível saber. O que convém é que cada um fique preparado para o dia do encontro com o Mestre Jesus, pois ninguém “[...] sabe o que sucederá amanhã [...] a [...] vida [...] (é) como neblina que aparece por instante e logo se dissipa” (Tg.4.14). Na realidade o homem nada vale, “pois Deus conhece a (sua) [...] estrutura e sabe que (você é apenas) [...] pó” (Sl.103.14), logo, todos necessitam ser dependentes de Deus. Estando neste mundo é preciso saber que ao homem sempre restará a incerteza e a certeza, ou seja, a incerteza se você irá ou não partir subitamente, seja por morte natural ou por arrebatamento. A certeza de que todos terão que se apresentar; “[...] os mortos, os grandes e os pequenos, postos em pé diante do trono [...] e [...] (serão) julgados, segundo as suas obras, conforme o que se acha escrito nos livros” (Ap.20.12). Tenha a certeza, muitos irão ficar decepcionados quando receberem a sentença de morte eterna, isto devido a não aceitação da salvação em Cristo Jesus (entenda Regeneração).
Não se sabe se é medo da morte em si ou se é medo do encontro com o “[...] bendito e único Soberano, o Rei dos reis e Senhor dos senhores” (1Tm.6.15) que muitos tem demonstrado. Mas de uma coisa cada um precisa ter a plena certeza; todos irão partir, de um jeito ou de outro. Prepare-se! Quando este dia chegar, o Senhor Jesus “[...] lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram” (Ap.21.4). A morte, o arrebatamento são os meios de se adentrar ao céu, isto é, caso você creia unicamente no nome precioso de Cristo Jesus. Caso contrário, a pena para aqueles que rejeitam aceitar a salvação em Cristo (entenda reprovação ou preordenação) o merecido é o inferno. Portanto, não fique amedrontado, tentando fugir, se esquivar dizendo que não quer morrer ou coisa parecida, pois quando Deus determinar a sua partida quem irá impedir?
A partida deste mundo é algo certo na vida de todo e qualquer ser humano. Faz-se necessário que cada um fique atento e vigilante com a vida espiritual, pois o que Deus mais aprecia é que cada um tenha o desejo de “seguir a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb.12.14). E mais, “[...] alguns há, dos que aqui se encontram, que de maneira nenhuma passarão pela morte até que vejam vir o Filho do Homem no seu reino” (Mt.16.28). Não tenha medo da morte!
Rev. Salvador P. Santana
Nem todos irão passar pela morte. O próprio Jesus já sabia disso ao dizer que “[...] alguns há, dos que aqui se encontram, que de maneira nenhuma passarão pela morte até que vejam vir o Filho do Homem no seu reino” (Mt.16.28). Muitos crentes devem almejar este dia, mas conforme diz o texto, somente “[...] alguns [...]” (Mt.16.280 não irão passar pela morte. Logo é difícil saber se a você está reservado a bênção do transporte (arrebatamento) para o Reino dos céus. Por isso amados, cada um deve estar preparado para um inevitável encontro com Cristo, seja através de uma morte súbita ou através do arrebatamento. Você está preparado, ou você pensa que é eterno neste mundo?
Um dos escritores bíblicos declarou que “o homem, nascido de mulher, vive breve tempo [...]” (Jó 14.1) e o salmista fala que “os dias da nossa vida sobem a setenta anos ou, em havendo vigor, a oitenta; neste caso, o melhor deles é canseira e enfado, porque tudo passa rapidamente, e nós voamos” (Sl.90.10). Não fique a pensar que somente os de mais idade é que morrem. Os fetos, os recém-nascidos, as crianças, os adolescentes, os jovens, os adultos, todos, exatamente, todos passam pela morte. Estão, como assim dizendo, “na lista de espera” para partir deste mundo. Você no mínimo deve se lembrar dos seus dias passados quando podia curtir junto a seus pais sua meninice, mas hoje “os seus dias são mais velozes do que a lançadeira do tecelão e se findam sem esperança” (Jó 7.6). Fale para você mesmo, bem baixinho, os anos de vida completados neste dia. O tempo passou rápido demais e é possível que “os dias da (sua) [...] vida subam a setenta anos ou, em havendo vigor, a oitenta; neste caso, o melhor deles é canseira e enfado, porque tudo passa rapidamente, e nós voamos” (Sl.90.10).
Suponha que você faça parte desses “[...] alguns [...]” (Mt.16.28) relatado no livro de Mateus. O dia em que você será tomado é impossível saber. O que convém é que cada um fique preparado para o dia do encontro com o Mestre Jesus, pois ninguém “[...] sabe o que sucederá amanhã [...] a [...] vida [...] (é) como neblina que aparece por instante e logo se dissipa” (Tg.4.14). Na realidade o homem nada vale, “pois Deus conhece a (sua) [...] estrutura e sabe que (você é apenas) [...] pó” (Sl.103.14), logo, todos necessitam ser dependentes de Deus. Estando neste mundo é preciso saber que ao homem sempre restará a incerteza e a certeza, ou seja, a incerteza se você irá ou não partir subitamente, seja por morte natural ou por arrebatamento. A certeza de que todos terão que se apresentar; “[...] os mortos, os grandes e os pequenos, postos em pé diante do trono [...] e [...] (serão) julgados, segundo as suas obras, conforme o que se acha escrito nos livros” (Ap.20.12). Tenha a certeza, muitos irão ficar decepcionados quando receberem a sentença de morte eterna, isto devido a não aceitação da salvação em Cristo Jesus (entenda Regeneração).
Não se sabe se é medo da morte em si ou se é medo do encontro com o “[...] bendito e único Soberano, o Rei dos reis e Senhor dos senhores” (1Tm.6.15) que muitos tem demonstrado. Mas de uma coisa cada um precisa ter a plena certeza; todos irão partir, de um jeito ou de outro. Prepare-se! Quando este dia chegar, o Senhor Jesus “[...] lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram” (Ap.21.4). A morte, o arrebatamento são os meios de se adentrar ao céu, isto é, caso você creia unicamente no nome precioso de Cristo Jesus. Caso contrário, a pena para aqueles que rejeitam aceitar a salvação em Cristo (entenda reprovação ou preordenação) o merecido é o inferno. Portanto, não fique amedrontado, tentando fugir, se esquivar dizendo que não quer morrer ou coisa parecida, pois quando Deus determinar a sua partida quem irá impedir?
A partida deste mundo é algo certo na vida de todo e qualquer ser humano. Faz-se necessário que cada um fique atento e vigilante com a vida espiritual, pois o que Deus mais aprecia é que cada um tenha o desejo de “seguir a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb.12.14). E mais, “[...] alguns há, dos que aqui se encontram, que de maneira nenhuma passarão pela morte até que vejam vir o Filho do Homem no seu reino” (Mt.16.28). Não tenha medo da morte!
Rev. Salvador P. Santana
quarta-feira, 30 de março de 2011
APROXIMAR-SE DE DEUS
APROXIMAR-SE DE DEUS
As aflições da vida levam muitos homens a se aproximarem de Deus. Dependendo do sofrimento, leve, passageiro, sem muita gravidade é possível “[...] que muitas vezes (ele seja) repreendido (mas continua) endurecendo a cerviz (não dura muito tempo para) ser quebrantado de repente sem que haja cura” (Pv.29.1). Desse momento em diante a única solução encontrada pelo sofredor é pedir ao “SENHOR [...] (que) ouça (a sua voz. Que em seu favor Deus) [...] tenha compaixão [...] (reconhecendo que somente o) [...] SENHOR [...] (é) o seu auxílio” (Sl.30.10).
Um dos servos de Deus no passado passou por esse tipo de experiência. Na verdade nem todos enfrentam os mesmos problemas, cada um é diverso do outro. Alguns poucos ou muitos, dependendo da região, “foram apedrejados, provados, serrados pelo meio, mortos a fio de espada; andaram peregrinos, vestidos de peles de ovelhas e de cabras, necessitados, afligidos, maltratados” (Hb.11.37). Ainda existem muitas histórias parecidas com essas mencionadas, mas houve uma, em especial, que nenhum outro homem experimentou; pelo menos a história geral não relata outra igual, tal como a de “[...] Jonas, (que) do ventre do peixe, orou ao SENHOR, seu Deus” (Jn.2.1).
A amarga prova que Jonas passou ficou registrada para o resto de sua vida. Tudo porque “Jonas se dispôs [...] para fugir [...] para longe da presença do SENHOR” (Jn.1.3). Como é do conhecimento de todos, também o profeta sabia que era impossível “[...] se ausentar do Espírito (de) Deus [...] (impraticável) fugir da face (de) Deus [...] (mesmo porque) se (algum homem) sobe aos céus, lá estás; se faz a sua cama no mais profundo abismo, lá estás também; se toma as asas da alvorada e se detêm nos confins dos mares, ainda lá a mão (do SENHOR) [...] haverá de guiar [...] (qualquer homem e em todo lugar) [...] a destra (de) Deus (o) [...] susterá” (Sl.139.7-9,10), e Jonas não foi diferente e por este motivo não pôde “[...] fugir da presença do SENHOR [...]” (Jn.1.3).
As dificuldades vêm, mas logo passam. É assim que acontece com todas as pessoas. Pode acontecer do “[...] SENHOR lançar sobre o mar um forte vento, e fazer-se no mar uma grande tempestade, e o navio estando a ponto de se despedaçar” (Jn.1.4) por causa da sua desobediência, ou, para o seu crescimento espiritual. De fato, é de se ficar desesperado e sem saber o que fazer, mas o profeta fujão “[...] tomou (uma atitude radical pedindo que o) [...] lançasse ao mar [...] porque ele sabia que, por sua causa [...] sobreveio [...] (a) grande tempestade” (Jn.1.12). É possível, caro leitor, que você esteja passando por situação de maior ou menor intensidade; a palavra dirigida a você é para “[...] não temer, porque o SENHOR é contigo [...] (para te) abençoar [...]” (Gn.26.24).
Ah! Neste momento de luta não existe outra solução a não ser clamar, pedir por livramento. A princípio Jonas ficou inerte, mas quando os seus companheiros de viagem “[...] clamaram ao SENHOR e disseram: Ah! SENHOR! Rogamos-te que não pereçamos [...]” (Jn.1.14), Jonas se pôs a “[...] dizer: Na minha angústia, clamei ao SENHOR, e ele me respondeu; do ventre do abismo, gritei, e tu me ouviste a voz” (Jn.2.2).
Clame e verá que de fato o Senhor vai atender as suas orações e como recompensa você se aproximará muito mais de Deus.
Rev. Salvador P. Santana
As aflições da vida levam muitos homens a se aproximarem de Deus. Dependendo do sofrimento, leve, passageiro, sem muita gravidade é possível “[...] que muitas vezes (ele seja) repreendido (mas continua) endurecendo a cerviz (não dura muito tempo para) ser quebrantado de repente sem que haja cura” (Pv.29.1). Desse momento em diante a única solução encontrada pelo sofredor é pedir ao “SENHOR [...] (que) ouça (a sua voz. Que em seu favor Deus) [...] tenha compaixão [...] (reconhecendo que somente o) [...] SENHOR [...] (é) o seu auxílio” (Sl.30.10).
Um dos servos de Deus no passado passou por esse tipo de experiência. Na verdade nem todos enfrentam os mesmos problemas, cada um é diverso do outro. Alguns poucos ou muitos, dependendo da região, “foram apedrejados, provados, serrados pelo meio, mortos a fio de espada; andaram peregrinos, vestidos de peles de ovelhas e de cabras, necessitados, afligidos, maltratados” (Hb.11.37). Ainda existem muitas histórias parecidas com essas mencionadas, mas houve uma, em especial, que nenhum outro homem experimentou; pelo menos a história geral não relata outra igual, tal como a de “[...] Jonas, (que) do ventre do peixe, orou ao SENHOR, seu Deus” (Jn.2.1).
A amarga prova que Jonas passou ficou registrada para o resto de sua vida. Tudo porque “Jonas se dispôs [...] para fugir [...] para longe da presença do SENHOR” (Jn.1.3). Como é do conhecimento de todos, também o profeta sabia que era impossível “[...] se ausentar do Espírito (de) Deus [...] (impraticável) fugir da face (de) Deus [...] (mesmo porque) se (algum homem) sobe aos céus, lá estás; se faz a sua cama no mais profundo abismo, lá estás também; se toma as asas da alvorada e se detêm nos confins dos mares, ainda lá a mão (do SENHOR) [...] haverá de guiar [...] (qualquer homem e em todo lugar) [...] a destra (de) Deus (o) [...] susterá” (Sl.139.7-9,10), e Jonas não foi diferente e por este motivo não pôde “[...] fugir da presença do SENHOR [...]” (Jn.1.3).
As dificuldades vêm, mas logo passam. É assim que acontece com todas as pessoas. Pode acontecer do “[...] SENHOR lançar sobre o mar um forte vento, e fazer-se no mar uma grande tempestade, e o navio estando a ponto de se despedaçar” (Jn.1.4) por causa da sua desobediência, ou, para o seu crescimento espiritual. De fato, é de se ficar desesperado e sem saber o que fazer, mas o profeta fujão “[...] tomou (uma atitude radical pedindo que o) [...] lançasse ao mar [...] porque ele sabia que, por sua causa [...] sobreveio [...] (a) grande tempestade” (Jn.1.12). É possível, caro leitor, que você esteja passando por situação de maior ou menor intensidade; a palavra dirigida a você é para “[...] não temer, porque o SENHOR é contigo [...] (para te) abençoar [...]” (Gn.26.24).
Ah! Neste momento de luta não existe outra solução a não ser clamar, pedir por livramento. A princípio Jonas ficou inerte, mas quando os seus companheiros de viagem “[...] clamaram ao SENHOR e disseram: Ah! SENHOR! Rogamos-te que não pereçamos [...]” (Jn.1.14), Jonas se pôs a “[...] dizer: Na minha angústia, clamei ao SENHOR, e ele me respondeu; do ventre do abismo, gritei, e tu me ouviste a voz” (Jn.2.2).
Clame e verá que de fato o Senhor vai atender as suas orações e como recompensa você se aproximará muito mais de Deus.
Rev. Salvador P. Santana
domingo, 13 de março de 2011
AS DUAS JANELAS
AS DUAS JANELAS
Ao olhar pela janela da casa, do apartamento, da cabana ou do carro, você pode deslumbrar tanto a doçura quanto a amargura. É possível que alguma janela dê de frente para algum córrego mal cheiroso, algum lixão exposto, alguma sujeira jogada propositalmente ou um local deserto, morto, sem vida, o que nos faz perder o desejo de querer abrir a janela. Outra janela pode ser aberta para um jardim de lindas flores, com pássaros voando e cantarolando, lindas borboletas, um caudaloso rio límpido, um edifício imponente com vitrais decorativos. Ao fazer a escolha de qual janela abrir, muitos irão optar pela mais bela, atrativa, enquanto que a outra, bem, a outra permanecerá sempre fechada com tranca de ouro, e a chave será jogada pela fresta do lado da sujeira para nunca mais ser aberta.
Parece que existe um mal imposto no coração do homem que a todo custo não deseja abrir a janela da imundícia. Ela sempre será rejeitada, maltratada para não perceber a sujidade que está exposta do outro lado. Interessante é que o dono da janela faz de tudo para tentar esconder essa podridão, aparentemente escondida dos amigos e parentes. Não adianta, quem está de fora da janela, enxerga com muita clareza porque a sua visão não está embaçada, e o sol brilha muito mais forte do lado de fora. Muitos destes, como que sendo os mais perfeitos sobre a face da terra, a todo instante reclamam: “como ele deixou chegar a esse ponto?”, “será que ele não se interessa em fazer uma limpeza total?”, “ah! se essa janela fosse a minha, não estaria tão desprezada assim!”, “estou a ponto de avisar-lhe que esse lixo está incomodando a todos e já não existe possibilidade de suportar tanto desprezo!”, “de fato, esse desprezo é uma afronta a natureza criada por Deus”.
Ao olhar para o interior do homem, percebe-se a existência dessas duas janelas, uma fechada e outra bem aberta. Embora sendo invisível, uma é sobreposta à outra a ponto do proprietário “[...] nem mesmo compreender o seu próprio modo de agir, pois não faz o que prefere, e sim o que detesta” (Rm.7.15). As duas aberturas devem ser bem observadas a fim de que os reparos sejam feitos periodicamente para perceber claramente que “[...] na (sua) carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem [...] (deseja); não, porém, o efetuá-lo” (Rm.7.18). Tanto uma quanto a outra necessitam dos cuidados diários para que o próprio “[...] Deus sondar [...] e conhecer o seu coração, provar e conhecer os seus pensamentos” (Sl.139.23) a fim de que haja limpeza completa e verdadeira do quintal, ou porque não dizer, do coração.
Escancare bem as janelas para entrar claridade, “a saber, a verdadeira luz, que, vinda ao mundo, ilumina a todo homem” (Jo.1.9) para que a parte de fora da outra janela seja contaminada pela beleza e doçura da que isso oferece.
Rev. Salvador P. Santana
Ao olhar pela janela da casa, do apartamento, da cabana ou do carro, você pode deslumbrar tanto a doçura quanto a amargura. É possível que alguma janela dê de frente para algum córrego mal cheiroso, algum lixão exposto, alguma sujeira jogada propositalmente ou um local deserto, morto, sem vida, o que nos faz perder o desejo de querer abrir a janela. Outra janela pode ser aberta para um jardim de lindas flores, com pássaros voando e cantarolando, lindas borboletas, um caudaloso rio límpido, um edifício imponente com vitrais decorativos. Ao fazer a escolha de qual janela abrir, muitos irão optar pela mais bela, atrativa, enquanto que a outra, bem, a outra permanecerá sempre fechada com tranca de ouro, e a chave será jogada pela fresta do lado da sujeira para nunca mais ser aberta.
Parece que existe um mal imposto no coração do homem que a todo custo não deseja abrir a janela da imundícia. Ela sempre será rejeitada, maltratada para não perceber a sujidade que está exposta do outro lado. Interessante é que o dono da janela faz de tudo para tentar esconder essa podridão, aparentemente escondida dos amigos e parentes. Não adianta, quem está de fora da janela, enxerga com muita clareza porque a sua visão não está embaçada, e o sol brilha muito mais forte do lado de fora. Muitos destes, como que sendo os mais perfeitos sobre a face da terra, a todo instante reclamam: “como ele deixou chegar a esse ponto?”, “será que ele não se interessa em fazer uma limpeza total?”, “ah! se essa janela fosse a minha, não estaria tão desprezada assim!”, “estou a ponto de avisar-lhe que esse lixo está incomodando a todos e já não existe possibilidade de suportar tanto desprezo!”, “de fato, esse desprezo é uma afronta a natureza criada por Deus”.
Ao olhar para o interior do homem, percebe-se a existência dessas duas janelas, uma fechada e outra bem aberta. Embora sendo invisível, uma é sobreposta à outra a ponto do proprietário “[...] nem mesmo compreender o seu próprio modo de agir, pois não faz o que prefere, e sim o que detesta” (Rm.7.15). As duas aberturas devem ser bem observadas a fim de que os reparos sejam feitos periodicamente para perceber claramente que “[...] na (sua) carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem [...] (deseja); não, porém, o efetuá-lo” (Rm.7.18). Tanto uma quanto a outra necessitam dos cuidados diários para que o próprio “[...] Deus sondar [...] e conhecer o seu coração, provar e conhecer os seus pensamentos” (Sl.139.23) a fim de que haja limpeza completa e verdadeira do quintal, ou porque não dizer, do coração.
Escancare bem as janelas para entrar claridade, “a saber, a verdadeira luz, que, vinda ao mundo, ilumina a todo homem” (Jo.1.9) para que a parte de fora da outra janela seja contaminada pela beleza e doçura da que isso oferece.
Rev. Salvador P. Santana
sábado, 5 de março de 2011
DIREITO ADQUIRIDO DA MULHER
DIREITO ADQUIRIDO DA MULHER
O Dia Internacional da Mulher é comemorado todos os anos para trazer à memória o movimento feminista e a dignidade que elas adquiriram. Alguns historiadores datam essa reivindicação no dia 08 de março de 1857, precisamente, em Nova York, com 129 tecelãs, na fábrica de tecidos Cotton. Dizem que a partir desta data, gradativamente, as mulheres começaram a ser valorizadas. Existem controvérsias entre muitos escritores, mas existe um que fala verdadeiramente sobre o valor da mulher.
Muitos homens julgam que a mulher lhe pertence como qualquer outro objeto, alguns dando muito ou pouco valor. Outros pensam que por elas terem os dotes domésticos, jamais precisam sair de casa, ficando isoladas da sociedade, presas aos deveres do dia-a-dia, negando-lhes liberdade, cuidado e beleza consigo mesma. Esse trato brutal não está de acordo com a posição que Deus deu às mulheres. Para mostrar aos homens que a mulher é valorizada tanto quanto, “[...] o SENHOR Deus tomou a costela ao homem, transformou-a numa mulher e lha trouxe” (Gn.2.22). Ela não foi criada para ser um objeto de uso descartável, mas para ser “[...] uma auxiliadora que lhe seja idônea” (Gn.2.18).
Caso esse relato não seja o bastante para muitos marmanjos valorizarem as mulheres, é bom que cada um procure minuciosamente, nas páginas bíblicas, o quanto “[...] a mulher que teme ao SENHOR [...] (deve) ser louvada (elogiada)” (Pv.31.30). Sim, os homens de Deus sempre valorizaram as mulheres dentro e fora de casa e os do século XXI precisam agir de igual modo com todas as mulheres pelo simples motivo da “[...] mulher (ser considerada) como parte mais frágil, (pois foi Deus quem determinou que elas sejam) tratadas com dignidade (respeito) [...]” (1Pe.3.7), não importando qual é a sua raça ou religião.
A fim de que fique bem gravado na mente e no coração dos homens o dever de tratar bem as mulheres, seja ela, esposa, mãe, irmã, namorada, esposa, colega de trabalho ou estudo, de pouca ou muita idade, o livro de provérbios de Salomão teceu alguns comentários a respeito das mulheres. Ele fala bem da “[...] mulher graciosa (elegante que) alcança honra (respeito, homenagem) [...]” (Pv.11.16) daqueles que estão ao seu redor, declara que “a mulher virtuosa (habilidosa) é a coroa do seu marido [...]” (Pv.12.4) que é vista e respeitada por todos os seus amigos. Para o rei, essa “[...] mulher sábia (aprendeu com as melhores amigas e, principalmente com a sua mãe a) edificar a sua casa [...]” (Pv.14.1). Devido esses dotes aprendidos e repassados, “[...] O seu valor muito excede o de finas jóias” (Pv.31.10).
Mulher, o seu dia internacional já fora implantado por Deus desde a fundação do mundo. Os seus direitos são iguais aos dos homens, só que muitos não querem reconhecer esse direito adquirido. Continue insistindo e pedindo forças a Deus para você suportar toda e qualquer adversidade, e creia que você, “em todas [...] (as) coisas [...] (é) mais que vencedora, por meio (de) Jesus que (te) [...] amou” (Rm.8.37).
Pelo seu dia, receba pelo menos o beijo de quem te ama; Jesus Cristo!
Rev. Salvador P. Santana
O Dia Internacional da Mulher é comemorado todos os anos para trazer à memória o movimento feminista e a dignidade que elas adquiriram. Alguns historiadores datam essa reivindicação no dia 08 de março de 1857, precisamente, em Nova York, com 129 tecelãs, na fábrica de tecidos Cotton. Dizem que a partir desta data, gradativamente, as mulheres começaram a ser valorizadas. Existem controvérsias entre muitos escritores, mas existe um que fala verdadeiramente sobre o valor da mulher.
Muitos homens julgam que a mulher lhe pertence como qualquer outro objeto, alguns dando muito ou pouco valor. Outros pensam que por elas terem os dotes domésticos, jamais precisam sair de casa, ficando isoladas da sociedade, presas aos deveres do dia-a-dia, negando-lhes liberdade, cuidado e beleza consigo mesma. Esse trato brutal não está de acordo com a posição que Deus deu às mulheres. Para mostrar aos homens que a mulher é valorizada tanto quanto, “[...] o SENHOR Deus tomou a costela ao homem, transformou-a numa mulher e lha trouxe” (Gn.2.22). Ela não foi criada para ser um objeto de uso descartável, mas para ser “[...] uma auxiliadora que lhe seja idônea” (Gn.2.18).
Caso esse relato não seja o bastante para muitos marmanjos valorizarem as mulheres, é bom que cada um procure minuciosamente, nas páginas bíblicas, o quanto “[...] a mulher que teme ao SENHOR [...] (deve) ser louvada (elogiada)” (Pv.31.30). Sim, os homens de Deus sempre valorizaram as mulheres dentro e fora de casa e os do século XXI precisam agir de igual modo com todas as mulheres pelo simples motivo da “[...] mulher (ser considerada) como parte mais frágil, (pois foi Deus quem determinou que elas sejam) tratadas com dignidade (respeito) [...]” (1Pe.3.7), não importando qual é a sua raça ou religião.
A fim de que fique bem gravado na mente e no coração dos homens o dever de tratar bem as mulheres, seja ela, esposa, mãe, irmã, namorada, esposa, colega de trabalho ou estudo, de pouca ou muita idade, o livro de provérbios de Salomão teceu alguns comentários a respeito das mulheres. Ele fala bem da “[...] mulher graciosa (elegante que) alcança honra (respeito, homenagem) [...]” (Pv.11.16) daqueles que estão ao seu redor, declara que “a mulher virtuosa (habilidosa) é a coroa do seu marido [...]” (Pv.12.4) que é vista e respeitada por todos os seus amigos. Para o rei, essa “[...] mulher sábia (aprendeu com as melhores amigas e, principalmente com a sua mãe a) edificar a sua casa [...]” (Pv.14.1). Devido esses dotes aprendidos e repassados, “[...] O seu valor muito excede o de finas jóias” (Pv.31.10).
Mulher, o seu dia internacional já fora implantado por Deus desde a fundação do mundo. Os seus direitos são iguais aos dos homens, só que muitos não querem reconhecer esse direito adquirido. Continue insistindo e pedindo forças a Deus para você suportar toda e qualquer adversidade, e creia que você, “em todas [...] (as) coisas [...] (é) mais que vencedora, por meio (de) Jesus que (te) [...] amou” (Rm.8.37).
Pelo seu dia, receba pelo menos o beijo de quem te ama; Jesus Cristo!
Rev. Salvador P. Santana
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
FAÇA UM ENSAIO
FAÇA UM ENSAIO
Engana-se quem pensa que o preparo para os ensaios dos blocos carnavalescos começaram nestes dias. No meio deles isso acontece desde a saída dos sambódromos no ano anterior para, no ano seguinte, saírem em alegres festejos passageiros por apenas quatro noites. Verdade é que alguns grupos estendem-se por mais dias, mas ainda assim, continua sendo uma alegria momentânea que termina após as muitas bebidas, as mulheres, as folias, as amizades conquistadas naqueles dias. É possível dizer que logo após essa festança haverá muita decepção, remorso, choro, angústia, desejo de voltar atrás. Mas, para a maior parte deles será tarde demais, e muitos não retornam para casa.
É possível que muitos leitores vão rebater dizendo que isso não é verdade. Dirão que, essas palavras não o incomodam, mesmo porque, a Palavra de Deus é um livro antigo, ultrapassado, sem valia para os dias atuais, escrita por homens pecadores. Para estes a Bíblia precisa ser reescrita para moldar-se aos novos costumes do século XXI. Outros ainda, mais ousados, falam que o que fora escrito não pode ser traduzido literalmente, tendo, portanto, algumas divergências, necessitando de alguns acréscimos e modificações. Rápido! Reveja os seus conceitos, “porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens [santos] falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo” (2Pe.1.21) e isto é o bastante para “[...] todo aquele que crê em Jesus (para) não permanecer nas trevas” (Jo.12.46).
O carnaval não é de agora, data de tempos antigos, mais precisamente nos dias de “[...] Moisés (quando) o SENHOR [...] (o mandou) subir [...] ao monte [...] (para) dar-lhe tábuas de pedra, e a lei, e os mandamentos escritos (pelo) SENHOR, para (serem) [...] ensinados” (Ex.24.12) ao povo recém liberto da escravidão do Egito. O estopim para dar início aquela grande festa despertou quando “[...] o povo viu que Moisés tardava em descer do monte, acercou-se de Arão e lhe disse: Levanta-te, faze-nos deuses que vão adiante de nós; pois, quanto a este Moisés, o homem que nos tirou do Egito, não sabemos o que lhe terá sucedido” (Ex.32.1). Desde esse dia os homens não se contentam em buscar prazer na presença de Deus, aliam-se a outros deuses para satisfazer o intento do seu coração.
Após o interesse pelo desconhecido, sim, pelos deuses estranhos, o povo procura satisfazer os desejos da carne. Naquele “[...] dia seguinte, (o povo) madrugou, e ofereceu holocausto, e (se empenharam em) trazer ofertas pacíficas (com o desejo de serem abençoados não pelo SENHOR dos céus, mas pelo bezerro de ouro que tomaram como seus deuses); e o povo assentou-se para comer e beber e levantou-se para divertir-se” (Ex.32.6). Este fora o grande erro desse povo “[...] comer e beber e [...] divertir-se” (Ex.32.6) tal como fazem os homens destes dias atuais com seus enfeites, suas carrancas, seus deuses sustentados pelos carros alegóricos onde estão não somente essas peças valiosas para eles, mas também os artistas devidamente adorados pela multidão.
Seja diferente! Faço um ensaio desde já para você “apresentar-se diante do SENHOR com cântico, (e) servir (ao) SENHOR com alegria” (Sl.100.2) todos os dias de sua vida.
Rev. Salvador P. Santana
Engana-se quem pensa que o preparo para os ensaios dos blocos carnavalescos começaram nestes dias. No meio deles isso acontece desde a saída dos sambódromos no ano anterior para, no ano seguinte, saírem em alegres festejos passageiros por apenas quatro noites. Verdade é que alguns grupos estendem-se por mais dias, mas ainda assim, continua sendo uma alegria momentânea que termina após as muitas bebidas, as mulheres, as folias, as amizades conquistadas naqueles dias. É possível dizer que logo após essa festança haverá muita decepção, remorso, choro, angústia, desejo de voltar atrás. Mas, para a maior parte deles será tarde demais, e muitos não retornam para casa.
É possível que muitos leitores vão rebater dizendo que isso não é verdade. Dirão que, essas palavras não o incomodam, mesmo porque, a Palavra de Deus é um livro antigo, ultrapassado, sem valia para os dias atuais, escrita por homens pecadores. Para estes a Bíblia precisa ser reescrita para moldar-se aos novos costumes do século XXI. Outros ainda, mais ousados, falam que o que fora escrito não pode ser traduzido literalmente, tendo, portanto, algumas divergências, necessitando de alguns acréscimos e modificações. Rápido! Reveja os seus conceitos, “porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens [santos] falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo” (2Pe.1.21) e isto é o bastante para “[...] todo aquele que crê em Jesus (para) não permanecer nas trevas” (Jo.12.46).
O carnaval não é de agora, data de tempos antigos, mais precisamente nos dias de “[...] Moisés (quando) o SENHOR [...] (o mandou) subir [...] ao monte [...] (para) dar-lhe tábuas de pedra, e a lei, e os mandamentos escritos (pelo) SENHOR, para (serem) [...] ensinados” (Ex.24.12) ao povo recém liberto da escravidão do Egito. O estopim para dar início aquela grande festa despertou quando “[...] o povo viu que Moisés tardava em descer do monte, acercou-se de Arão e lhe disse: Levanta-te, faze-nos deuses que vão adiante de nós; pois, quanto a este Moisés, o homem que nos tirou do Egito, não sabemos o que lhe terá sucedido” (Ex.32.1). Desde esse dia os homens não se contentam em buscar prazer na presença de Deus, aliam-se a outros deuses para satisfazer o intento do seu coração.
Após o interesse pelo desconhecido, sim, pelos deuses estranhos, o povo procura satisfazer os desejos da carne. Naquele “[...] dia seguinte, (o povo) madrugou, e ofereceu holocausto, e (se empenharam em) trazer ofertas pacíficas (com o desejo de serem abençoados não pelo SENHOR dos céus, mas pelo bezerro de ouro que tomaram como seus deuses); e o povo assentou-se para comer e beber e levantou-se para divertir-se” (Ex.32.6). Este fora o grande erro desse povo “[...] comer e beber e [...] divertir-se” (Ex.32.6) tal como fazem os homens destes dias atuais com seus enfeites, suas carrancas, seus deuses sustentados pelos carros alegóricos onde estão não somente essas peças valiosas para eles, mas também os artistas devidamente adorados pela multidão.
Seja diferente! Faço um ensaio desde já para você “apresentar-se diante do SENHOR com cântico, (e) servir (ao) SENHOR com alegria” (Sl.100.2) todos os dias de sua vida.
Rev. Salvador P. Santana
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