sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Fp.2.2 - VIVER UNIDOS.



VIVER UNIDOS 
Fp.2.2

Introd.:           Viver unidos não é fácil, principalmente quando se fala a respeito de duas pessoas que se amam.
            É preciso insistir, amadurecer, reconciliar, dedicar-se, renegar, saber perder, colocar-se no lugar do outro, dar a vez.
            Vocês precisam viver unidos para lutar em favor da moral, da dignidade, da felicidade, para serem fortes, corajosos e para protegerem o lar.
Nar.:    Este texto não fala sobre casamento, mas vocês o escolheram e o colocaram no convite de casamento.
            Ao escrever, Paulo desejava que a igreja de Filipos fosse unida em sua diversidade e complexidade para prevalecer em tempos de dificuldades.
            Assim também, você, Gabriele e, você Guilherme, precisam se unir para vencer em tempos de crises financeiras, sexuais, familiares, espirituais.
Propos.:           Creio eu que, o desejo de todos neste salão é que vocês aprendam a viver unidos.             
Trans.:             Suponha que todos nós, à uma só mão, enviássemos esse texto a você, Gabriele e a você, Guilherme dizendo: “Completai a nossa alegria [...]”, Fp.2.2. 
            Então, “completem a nossa alegria [...]”, Fp.2.2.           
1 – Pensando juntos.
            Para “completar a nossa alegria [...] (não quer dizer que vocês não possam) [...] pensar (de forma diferente a respeito de coisas grandes ou pequenas da vida) [...]”, Fp.2.2. 
            Sim, vocês irão discordar da arrumação da mesa, das visitas recebidas, dos objetos, do modo de sentar-se à mesa.
            Mas por favor, “completem a nossa alegria, de modo que (vocês) pensem a mesma coisa [...]”, Fp.2.2 depois da discussão, de sanadas as dúvidas, de colocar em ordem a relação e voltar a se entender.
            Completem a nossa alegria [...]”, Fp.2.2.
2 – Amando um ao outro.
            Completem a nossa alegria [...] tendo o mesmo amor [...]”, Fp.2.2.       
            [...] Ter (é como um controle, uma possessão, segurar com firmeza esse seu) amor [...]”, Fp.2.2 da Gabriele em favor do Guilherme e do Guilherme em favor da Gabriela.        
            Esse “[...] mesmo amor (é para se dedicar ao máximo pelo outro) [...]”, Fp.2.2.
            Completem a nossa alegria [...]”, Fp.2.2.
Conclusão:      Com o mesmo sentimento.
            Gabriele e Guilherme, “completem a nossa alegria [...] tendo o mesmo sentimento”, Fp.2.2        alegrando [...] (quando um) se alegrar e chorando (quando o outro) [...] chorar”, Rm.12.15.


Bênção
            A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós”, 2Co.13.13.


            Rev. Salvador P. Santana

Mt.8.23-27 - TEMPESTADE.



TEMPESTADE
Mt.8.23-27

Introd.:           A nossa vida é rodeada de várias tribulações.
            Há um ano, o Brasil viveu seu pior desastre ambiental.
            Rejeitos de mineração da Samarco, se romperam, lançando avalanche de lama sobre Bento Rodrigues, em Mariana, M.G., matando 19 pessoas.
            O curso da lama saiu do Rio Doce em direção ao Espírito Santo e se espalhou pelo mar.
            Muitas vezes é isso que acontece com cada um de nós: A lama da tempestade vem sobre nós e chega a ponto de quase nos destruir.
Nar.:    O intuito do autor é ilustrar o tremendo poder de Jesus.
            Nada é difícil demais para Jesus, então, podemos confiar Nele como Salvador e Senhor.
            O texto ensina também o poder da fé, pois até nas circunstâncias mais adversas, Jesus pode trazer o sucesso em meio a miséria.
Propos.:           Jesus pode livrar o seu povo de qualquer tempestade.
Trans.:             A tempestade pode trazer [...]
1 – Perigo.
            Existe uma ideia errada de que ao aceitar Jesus Cristo como Senhor e Salvador, seus problemas serão dissipados ou solucionados.
            Ora, “[...] Jesus entrou no barco [...] (com) seus discípulos [...]”, Mt.8.23, “e eis que sobreveio (como de um assalto, algo inexplicável, inesperado, com muitos problemas para serem enfrentados) [...]”, Mt.8.24.
            O local da tormenta aconteceu “[...] no mar (a nossa vida, o nosso lar, o nosso trabalho e em nossos estudos e que, em muitos casos, não temos condições de dominar) [...]”, Mt.8.24.
            As dificuldades da vida podem vir como “[...] uma grande tempestade (angústia, enfermidade, desastres naturais, físicos, financeiros, familiares, espirituais que precisam ser enfrentados com fé e ousadia aguardando a decisão de Cristo sobre cada situação) [...]”, Mt.8.24.
            É bom lembrar que, como “[...] discípulos (de) Jesus (ao) segui-Lo (ainda assim estamos sendo expostos aos perigos da vida)”, Mt.8.23.
            Pode acontecer “[...] de [...] o barco (a nossa vida, os nossos bens, a nossa família, serem) [...] varridos (cobrindo-nos) pelas ondas (das angústias, aflições, perturbações, desesperos que nos assolam a cada dia) [...]”, Mt.8.24.
            Diante de tantos perigos, desgraças, não se desespere, fique sabendo que, “[...] entretanto, Jesus dorme (tranquilo, pois é Ele quem controla todas as coisas, mesmo quando está repousando)”, Mt.8.24.
            Quando enfrentamos as tempestades da vida, só nos resta [...]
2 – Gritar.
            O grito pode ser de alerta, perigo, desespero a fim de que sejamos atendidos.
            Aqueles “[...] discípulos (estavam em perigo. Nenhum de nós é diferente. Todos enfrentam algum tipo de dificuldade) [...]”, Mt.8.25.
            A primeira decisão dos “[...] discípulos (deve ser de) vir (até Jesus para pedir socorro [...]”, Mt.8.25.
            Esse desejo, nascido em cada coração, deve ser no intuito de “[...] acordar Jesus (é bom lembrar que Jesus quando esteve neste mundo era 100% humano como nós, portanto, tinha os mesmos sentimentos e necessidades que nós) [...]”, Mt.8.25.
            Ande, “[...] vá [...] (até) Jesus clamar (gritar, implorar para ser socorrido, auxiliado, ajudado, resgatado) [...]”, Mt.8.25.
            [...] Clame [...] (pelo) Senhor (dos senhores, Rei dos reis, Médico dos médicos, Aquele que pode ajudar) [...]”, Mt.8.25.
            É preciso lembrar que a nossa maior necessidade é de sermos “[...] salvos (das dificuldades, tempestades, do pecado, do mal, da tentação, do Diabo e do inferno) [...]”, Mt.8.25.
            Esse grito é porque todos nós, em algum momento da vida, podemos “[...] perecer (perdido, arruinado, destruído, logo, necessitamos de Jesus) [...]”, Mt.8.25.
            A tempestade pode ser [...]
3 – Acalmada.
            Jesus (continua insistindo com a sua) pergunta (para cada um de nós) [...]”, Mt.8.26.
            Jesus não desistiu de você.
            A razão é porque “[...] somos tímidos (medrosos com os acontecimentos naturais, com o nosso futuro, as nossas enfermidades e preocupações) [...]”, Mt.8.26.
            O maior problema é que somos “[...] homens de pequena fé (pouca confiança, entrega superficial, espera desesperada na expectativa de resolver o nosso problema) [...]”, Mt.8.26.
            A única solução é esperar “[...] Jesus se levantar (para nos acudir) [...]”, Mt.8.26.
            Pode deixar por conta de “[...] Jesus (pois ele irá) repreender os ventos (tempestades da vida) e o mar (os problemas que enfrentamos, as angústias dentro do lar, o desespero no trabalho, a desordem nos estudos) [...]”, Mt.8.26.
            O resultado não pode ser outro; a calmaria na tempestade, pode “[...] fazer grande bonança (tranquilidade para a nossa vida)”, Mt.8.26.
            A tempestade aponta para as [...]
Conclusão:      Maravilhas operadas.
            Ora, “[...] se (aqueles) homens (ficaram) maravilhados (admirados, surpreendidos, nós também podemos) [...]”, Mt.8.27.
            Abra a sua boca e “[...] diz (bem alto e de bom som): Quem é este Jesus que até os ventos (que pode causar as tempestades em minha vida física, material e espiritual) e o mar (de lama de dificuldades das mais simples até as mais complexas)? [...]”, Mt.8.27.
            Não se preocupe! Todas as nossas adversidades “[...] obedecem (a) Jesus [...]”, Mt.8.27.


            Rev. Salvador P. Santana

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

ATITUDE CERTA.



ATITUDE CERTA
            “Perdoar (pecados) [...] quando (você) estiver orando (ou fazendo outra atividade qualquer) [...] (caso) tenha alguma coisa contra alguém, para que [...] (o) Pai celestial [...] perdoe as suas ofensas” (Mc 11.25) não é tão simples como muitos ensinam.
            Não basta apenas o ofendido se encontrar com o ofensor. Muitos julgam que só pelo fato dos dois, depois de dizerem, pensam eles, algumas palavras mágicas, tais como: “tudo bem, eu errei, me perdoa; não leve a mal o que te fiz; me perdoa, te perdoo”, ainda assim, não está tudo encerrado.
            Ainda que os dois marquem um encontro no local de culto, no escritório pastoral, na residência de um dos acusados, no banco da praça, ou até mesmo um encontro casual em qualquer estabelecimento da cidade ou fora dela, é preciso muito mais do que esse simples encontro.
            Suponha que depois de todo esse palavrório, de encontros e reencontros, grandes e pequenos desentendimentos, eles consigam se abraçar, beijar e cada um dar um tapinha nas costas, mais uma vez se cumprimentarem e irem embora para suas próprias casas; é possível que a falta de perdão ainda continue.
            Para ser perdoado de fato é preciso tomar algumas atitudes. Esforça-te para não comentar com seus amigos e parentes antes ou depois do assunto ser resolvido. A não ser que tenha necessidade de um interventor humano, falho como você mesmo.
            Uma das grandes tentações que o homem pecador tem é de confidenciar para um suposto amigo o mau relacionamento que ele teve ou tem com outras pessoas. É possível que este auricular não guarde segredo. Pode acontecer desse seu confidente ou algum “[...] mexeriqueiro (que fala mal, difama) desvendar o (seu) segredo [...]” (Pv 11.13) para outras pessoas.
            Neste caso, ao invés de haver perdão, reconciliação, pode surgir brigas, pancadarias e inimizades para o resto da vida. Meça as suas palavras quando encontrares com algum homem, mesmo porque “não é bom proceder sem refletir (pensar, meditar) [...]” (Pv 19.2).
            Renegue tocar no assunto para você mesmo ou para o seu ofensor depois de confessado e perdoado. É verdade que sai de dentro do coração um desejo muito forte de ficar remoendo, pensando, trazendo à mente do ofendido/ofensor o caso ocorrido.
            Quanto mais falar no assunto, mais angustiado ficará o coração, mais indisposição terá para ficar ao lado do acusado/acusador. Ao trazer o tema da discussão ou discórdia à tona de qualquer conversa, um ou outro ficará vermelho, envergonhado, irado, inquieto, insatisfeito.
            Ora, se já aconteceu a reconciliação, não existe razão para voltar atrás, mesmo porque, cada um deve se esforçar para “[...] fazer uma coisa: esquecer (lembrar sem sentir a dor) das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de você estão” (Fp 3.13). Experimente agir dessa forma; você só tem a ganhar.
            Basta confessar apenas uma vez para Deus. Infelizmente, intermináveis confissões são feitas todos os dias devido o mesmo delito/pecado ser cometido insistentemente.
            Muitos cristãos ficam desesperados, sem saber se Deus de fato os perdoou, por isso, dizem eles: “Ainda martela em minha mente a culpabilidade”. Esse tipo de confissão está totalmente desalinhado com o ensino bíblico, a não ser que você tenha a tendência de praticar o mesmo delito todos os dias, voltando às mesmas práticas pecaminosas.
            Nesse caso, deve haver confissão seguida de um verdadeiro “arrependimento (a fim de que aconteça a) [...] conversão (volta para Deus) para serem cancelados os seus pecados” (At 3.19).
            Quando o pecado é confessado, deixado e, o pecador começa a “produzir [...] frutos dignos de arrependimento” (Mt 3.8), a resposta do Deus Todo Poderoso não pode ser outra, porque somente “Ele [...] mesmo, é o que apaga as suas transgressões por amor dEle e dos seus pecados não se lembra” (Is 43.25).
            Tome a atitude certa para você ficar satisfeito com o perdão concedido por Deus.
Rev. Salvador P. Santana