terça-feira, 18 de outubro de 2016

PETIÇÃO, Mt.9.27-31.

PETIÇÃO

Mt.9.27-31


Introd.: “Certo pai estava lendo no seu gabinete, acompanhado de seu filho pequeno, que brincava no chão com locos de madeira.
                De repente, o menino disse: Pai, eu quero água, e continuou brincando com os blocos, da mesma forma que o pai continuou lendo.
                Daí a pouco, o pequeno disse outra vez: Papai, eu quero água. Mas continuou com seus blocos e o pai, com a leitura.
                Finalmente, o menino levantou-se, tocou o joelho de seu pai e pediu: Papai, eu quero mesmo um copo d´água.
                O menino chegará ao ponto de expressar o seu desejo com as mãos e, naturalmente ganhou o que queria.
                Se em nossos pedidos ao Pai celestial, tivermos uma atitude displicente, porque haverá Ele de nos responder?
                Tantas vezes estamos tão entretidos em nossos prazeres, nossos negócios e, em coisas de somenos importância, que nossos pedidos são fracos.
                Mas, quando estamos em tal necessidade que não propomos outros interesses e buscamos a Deus com afinco e transformamos em ação nossa prece, Deus sabe que estamos preparados para a resposta” – Coletânea de Ilustrações.
Nar.:      A cura dos cegos aponta para a aceitação de Jesus como o Messias enviado por Deus, para cuidar de todo o seu povo.  
Propos.:              Jesus Cristo cuida muito bem do sofrimento humano.
Trans.:                  A nossa petição deve ser direcionada [...]
1 – Somente a Deus.
                A OMS afirma que existem 39 milhões de cegos no mundo.
                Cada catástrofe alimentar acarreta uma onda de cegueira na África e 80% dos casos podem ser evitados ou curados.
                A falta de água e a fome são causas da perda da visão, especialmente entre mulheres e crianças.  
                A cegueira era e continua sendo comum em muitos lugares do mundo.
                Doenças infecciosas dos olhos são disseminadas entre o povo por falta de higiene.
                A poeira contribui para agravar a situação.
                “Jesus (era inquieto) partia (ir adiante, conduzir, guiar como o Pastor) [...]”, Mt.9.27 com a finalidade de ajudar o próximo.
                Muitas vezes a nossa inquietação é para atrapalhar e tirar o máximo proveito do próximo.
                Os “[...] dois cegos (fisicamente e espiritualmente), clamaram (a Pessoa certa: Ao) [...] Filho de Davi!”, Mt.9.27. 
                “[...] Filho de Davi [...]”, Mt.9.27 é um título dado a Jesus como o Messias de Israel, como homem da descendência de Davi.
                Em outra Escritura somos advertidos de que, “[...] tudo quanto pedirmos em [...] nome (de) Jesus, isso fará, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho. Se [...] pedirmos alguma coisa em seu nome Ele o fará”, Jo.14.13, 14.            
                Os “[...] dois cegos (não deixaram de) seguir (como discípulo a) Jesus [...]”, Mt.9.27 de forma persistente em seu propósito. 
                Aqueles “[...] cegos, clamaram: Tem compaixão de nós (misericórdia, ajuda o aflito, miserável que necessita ser orientado, transformado, aceito através da bondade de Deus) [...]”, Mt.9.27. 
                Faça a petição [...]
2 – Com fé e confiança.
                “[...] Os cegos (não desistiram, não desanimaram) aproximaram (chegaram mais perto, concordaram depender de) Jesus [...]”, Mt.9.28. 
                A fé daqueles homens superou, mesmo quando “Jesus teve (que) entrar (na) [...] casa (de Pedro) [...]”, Mt.9.28.
                Por causa da insistência, da fé e da confiança, “[...] Jesus nos pergunta (ou nos dá a resposta “[...] segundo a Sua vontade, ele nos ouve”, 1Jo.5.14) [...]”, Mt.9.28. 
                “[...] Jesus (deseja saber de cada um de nós se) cremos que ele pode fazer (o que pedimos em nossas orações) [...]”, Mt.9.28. 
                Qual é a sua resposta?
                “[...] Os cegos [...] responderam-lhe: Sim, Senhor!”, Mt.9.28.
                A sua resposta depende muito da sua fé e confiança que você tem exclusivamente em Jesus.
                Após a sua petição [...]
3 – Espere a resposta.
                Fique sabendo que Jesus pode responder o que Ele bem deseja para cada um de nós.
                Em resposta aos cegos, “[...] Jesus lhes tocou os olhos [...]”, Mt.9.29 para restabelecer a visão física e espiritual. 
                A confiança pode promover a resposta de “[...] Jesus dizendo: Faça-se conforme a nossa fé”, Mt.9.29. 
                A petição seguida de fé e confiança daqueles cegos lhes proporcionaram “[...] ser-lhes abertos os olhos (físicos e da fé em) Jesus [...]”, Mt.9.30. 
                Em qualquer petição [...]
Conclusão:         Somos advertidos.
                Todos nós somos “[...] advertidos severamente (com rigor por) Jesus [...]”, Mt.9.30 para tomar ou não alguma atitude. 
                No caso dos dois cegos, “[...] Jesus [...] disse-lhes: Acautelai-vos de que ninguém o saiba”, Mt.9.30, ou seja, fique calado, dê exemplo, mostre com as suas ações. 
                Mas aqueles homens foram desobedientes, “saíram eles, (não para ficarem calados) porém, divulgaram a fama (de) Jesus por toda aquela terra”, Mt.9.31.
                Talvez está faltando essa ousadia em nós de anunciar e proclamar que pedimos alguma bênção e Jesus nos atendeu.
                Faça como aquele menino que insistiu com o seu pai por um copo com água.


Rev. Salvador P. Santana

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

RECOMPENSA, Mt.5.43-48.

RECOMPENSA
Mt.5.43-48

Introd.:           Geralmente se ouve anúncios de recompensas por pessoas ou animais de estimação que desapareceram.
            Nesta vida também somos recompensados por Deus.
Nar.:    Quando Jesus fala: “Ouvistes que foi dito: [...] odiarás o teu inimigo”, Mt.5.43, “[...] o texto citado se baseia em Lv. 19.18. Isso não se encontra na Lei de Moisés, mas parece que era a forma popular de citar o mandamento. Jesus mostra qual é a verdadeira vontade de Deus em questões que dizem respeito ao ódio [...] vingança e amor aos inimigos [...]” – Glow.
Propos.:           Esforça-te para buscar a recompensa.
Trans.:             O desejo pela recompensa [...]
1 – Abre o relacionamento horizontal.
            Os nossos relacionamentos são horizontais – relacionamento humano e, vertical – relacionamento com Deus.
            Era costume, nos tempos de Jesus, “ouvir que foi dito: [...] (você precisa) odiar o seu inimigo”, Mt.5.43.
            Você pode procurar em todo o V.T. que não vai encontrar.
            Jesus não leva em consideração a tradição dos judeus, mas Ele aplica a lei do amor.
            Ora, se não está na lei “[...] odiar o seu inimigo (então, fica a sentença pronunciada por Cristo:) Ame o seu próximo [...]”, Mt.5.43.
            Os feitos com “[...] amor (ao) [...] próximo [...]”, Mt.5.43 são como um investimento garantido com juros – galardão.
            O “[...] amor [...]”, Mt.5.43 abre as fronteiras do relacionamento entre corações feridos, destroçados, arrebentados quando se tornam arrependidos.
            As relações humanas devem ser gratuitas à semelhança do Pai celestial.
            “Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem”, Mt.5.44.
            É bem visível a contradição do “[...] que foi dito (aos antigos pelos judeus): [...] odiar o seu inimigo”, Mt.5.43 com as palavras de Jesus: “Eu, porém, vos digo: amai [...]”, Mt.5.44.
            As palavras de “Jesus (devem prevalecer em) amar os nossos inimigos (sem se importar com a sua etnia, posição social, gênero e pessoal) [...]”, Mt.5.44.
            Esse dever não é somente o de “[...] amar [...] (mas também) orar pelos que nos perseguem (e desejam a nossa desgraça)”, Mt.5.44.
            “[...] Amar [...] e orar [...]”, Mt.5.44 principia a entrada no Reino dos céus e melhora o relacionamento humano.
            Essa ação de “[...] amar [...] e orar [...]”, Mt.5.44 pode converter inimigo em amigo.
            A recompensa [...]
2 – Restaura a filiação com o Pai celeste.
            A restauração não depende apenas de Deus.
            A fim de restaurar a filiação com Deus, depende de cada um de nós “[...] amar o [...] próximo [...]”, Mt.5.43 “[...] os nossos inimigos e orar pelos que nos perseguem”, Mt.5.44.
            Somos convidados a demonstrar um comportamento que demonstre ser filho de Deus.
            “[...] Amar [...]”, Mt.5.43 “[...] e orar [...]”, Mt.5.44 serve “para que nos tornemos filhos do nosso Pai celeste [...]”, Mt.5.45.
            “[...] Nos tornar filhos [...]”, Mt.5.45 aponta para o testemunho, o desenvolvimento espiritual com Deus.
            Ora, Deus é bom “[...] porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos”, Mt.5.45, então, Ele deseja o mesmo de nós.
            Jesus faz algumas perguntas retóricas para sermos recompensados.
            Você não precisa responder, apenas faça uma avaliação.
            “Porque, se amardes os que nos amam, que recompensa temos? [...]”, Mt.5.46.
            Pode ser que essa pessoa se derreta de amores por nós ou aconteça o contrário.
            “[...] Que recompensa terá [...]”, Mt.5.46 de ser amado ou odiado?
            “[...] Não fazem os publicanos (cobradores de impostos) também o mesmo (com o desejo de ganhar a nossa confiança)?”, Mt.5.46.
            “[...] Que recompensa terá?”, Mt.5.46.
            “E, se saudamos somente os nossos irmãos, que fazemos de mais? [...]”, Mt.5.47.
            “[...] Não fazem os gentios também o mesmo (com aqueles que lhes fazem o bem)?”, Mt.5.47.
            Caso a nossa resposta for positiva; que recompensa você terá?
            “[...] Amando a [...] (quem nos interessa não agradará a Deus) [...]”, Mt.5.43.
            A recompensa maior ser a nossa [...]
Conclusão:      Perfeição.  
            Precisamos gravar em nosso coração que nenhum homem poderá “[...] ser [...] perfeito como perfeito é o nosso Pai celeste”, Mt.5.48.
            Para “[...] sermos [...] perfeitos como perfeito é o nosso Pai celeste”, Mt.5.48 devemos aguardar o Dia em que Cristo voltará para resgatar a sua igreja.
            Desse dia em diante, “[...] seremos [...] perfeitos como perfeito é o nosso Pai celeste”, Mt.5.48.
            Lute com todas as forças para amar o próximo, busque a filiação com o Pai celeste e faça de tudo para alcançar a perfeição.


            Rev. Salvador P. Santana

VIVA MELHOR.

VIVA MELHOR
            Muitas empresas têm comprovado que é possível viver em harmonia, companheirismo e dedicação uns para com os outros. Em algumas delas, quando esse objetivo não é alcançado, os negligentes são advertidos. O alvo é que todos precisam trabalhar em conjunto à fim de que o trabalho seja concluído com sucesso.
            A igreja cristã tem tudo para viver melhor. A comunidade formada por Jesus Cristo deve ser “[...] gloriosa (de grande estima, de alta reputação, livre de pecado), sem mácula (mancha, deformidade moral), nem ruga (no sentido de ser resgatada, libertada), [...] santa (separada do mundo para o serviço a Deus) e sem defeito (que não pode ser acusada de nenhuma falta)” (Ef 5.27).
            Caso a grei tente pelo menos seguir esses conselhos, o fim dela será a perfeição completa, porque “o senhor lhe dirá: Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor” (Mt 25.23). 
            É possível você dizer: Nunca, em toda a história do povo de Deus se ouviu falar que eles tenham conseguido viver em comunhão (associação com uma pessoa, envolvendo amizade com ela e incluindo participação nos seus sentimentos, nas suas experiências e na sua vivência).
            Após a assunção (subida) de Jesus, os discípulos começaram a se reunir “[...] todos os dias, no templo e de casa em casa [...] (com a finalidade) de ensinar e de pregar Jesus, o Cristo” (At 5.42).
            Você sabe muito bem que quando os encontros se tornam rotineiros é bem mais fácil acontecer com frequência discórdias, brigas, intrigas. E, no caso destes seguidores de Jesus, não foi nada diferente.
            O evangelista Lucas diz que “[...] naqueles dias, multiplicando-se o número dos discípulos, houve murmuração (desprazer secreto não declarado abertamente) dos helenistas (Judeus nascidos em terras estrangeiras de fala grega) contra os hebreus, porque as viúvas deles estavam sendo esquecidas na distribuição diária” (At 6.1).
            Note bem que somente por falta da distribuição de alimento é que houve desentendimento entre esses irmãos. Mas, o interessante é termos a certeza que tudo pode ser resolvido e o melhor, sem brigas.
            Não existe problema neste mundo que não possa ter um desfecho sem machucar e ferir algum coração. No caso citado, após a eleição dos diáconos, tudo ficou em paz.
            Outro caso aconteceu com a dupla de missionários Paulo e Barnabé quando em sua primeira viagem missionária levaram “[...] João Marcos como auxiliar” (At 13.5). Ao chegarem em Perge, sem nenhuma razão aparente, “[...] João [...] apartou-se deles, voltou para Jerusalém” (At 13.13).
            Na segunda viagem missionária, Paulo chamou Barnabé para percorrerem novamente as cidades, as quais eles tinham anunciado o evangelho, mas “[...] Barnabé queria levar também a João [...] Paulo não achava justo levarem aquele que se afastara [...] não os acompanhando no trabalho [...] houve entre eles tal desavença, que vieram a separar-se [...]” (At 15.37-39).
            Será que essa discordância perdurou até a morte? Não. Eles procuraram se acertar. Tempos depois, quando Paulo estava preso, mandou uma “saudação - incluía longa troca de informações sobre familiares – (para) Marcos, primo de Barnabé (dizendo: [...] se ele for ter convosco, acolhei-o)” (Cl 4.10).
            Todos sabem que quando existem rixas, intrigas e discussões, o inimigo nem sequer fala o nome do seu agressor. Paulo agiu totalmente diferente. Tanto é que certa vez ele disse: “Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós” (Cl 3.13). O apóstolo não podia ficar fora dessa ordem expressa do seu Deus, Jesus Cristo; ela foi cumprida à risca.
            Não é fácil viver em perfeita paz com todos os homens, mas o apóstolo dos gentios adverte nestes termos: “Se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens” (Rm 12.18).
            Eis alguns conselhos básicos à fim de que os remidos do Senhor possam caminhar bem neste mundo. São recomendações simples, mas de grande valor espiritual.
            O que não se deve fazer? “Falar com falsidade uns aos outros, falar com lábios bajuladores (adular) e coração fingido” (Sl 12.2); “[...] te meter com quem muito abre os lábios” (Pv 20.19); “[...] vingar-se [...] guardar ira contra os filhos do teu povo [...]” (Lv 19.18); “[...] julgar [...]”, Mt 7.1); e, “[...] falar mal uns dos outros (porque o) que fala mal do irmão ou julga a seu irmão fala mal da lei e julga a lei [...]” (Tg 4.11).
            As indicações a seguir o ajudarão a viver de modo digno diante de Deus a fim de você saber lidar com todas as situações: “[...] Ame o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento; e: Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Lc 10.27); seja quem for, inimigo ou não, Jesus ensina a “[...] não resistir (colocar-se contra) o perverso [...]” (Mt 5.39); “[...] e orai uns pelos outros, para serdes curados [...]” (Tg 5.16).
            É possível viver de forma alegre, contente e curtindo a amizade dentro da igreja, basta você querer e buscar.

Rev. Salvador P. Santana

domingo, 9 de outubro de 2016

NÃO INVESTIR NO ISOPOR.

NÃO INVESTIR NO ISOPOR
            É muito interessante observar algumas invenções humanas. Entre muitas, existe o isopor. Ele é leve, poluente, leva em média 500 anos para se decompor e, praticamente, não é reciclável devido o seu baixo peso e o desinteresse para reaproveitá-lo.
            Este produto, derivado do petróleo, conforme o tamanho , é difícil de ser carregado, mas para onde o vento o queira levar ele vai cambaleante, sem direção e, é possível que, até mesmo uma criança consiga segurá-lo devido a sua leveza.
            Muito diferente do isopor está o homem. Ele pode e deve ser reciclado e “[...] o criador de todas as coisas [...]” (Jr 51.19) tem grande e total interesse nisso, principalmente que comece muito cedo, desde o ventre materno ou ainda criança.
            É por esse motivo que dentre muitas criações de Deus apenas uma é muito especial, “[...] o homem (criado) à [...] imagem,conforme a [...] semelhança (de) Deus [...]” (Gn 1.26).
            Apesar dessa criação perfeita, dele ser criado para “[...] louvor da glória (de) Deus [...]” (Ef 1.12), e ainda que “[...] reconheça (que) a soma dos seus dias (tem) fim [...] (portanto, ele é) frágil” (Sl 39.4), é preciso que este homem, desde muito cedo, ainda criança, se coloque nas mãos daquele que tem “[...] poder [...] de até subordinar a si todas as coisas” (Fp 3.21) a fim de ser completamente mudado, renovado pelo poder do alto, para tão somente ter uma vida transformada e capacitada por ordem do “[...] SENHOR dos Exércitos [...]” (Jr 10.16). Somente Deus é capaz de segurar o homem quando vier o vendaval da destruição.
            Muitas vezes o homem se exalta dizendo que pode mudar a si mesmo. Ora, nada existe neste mundo que tenha total controle sobre si, e, nem mesmo pode transformar o  próprio comportamento.
            A fim de mostrar que o homem é nada sem Deus, certa vez o “[...] SENHOR disse a Jeremias (que) [...] descesse à casa do oleiro [...] (para reparar a) obra (que o oleiro) estava entregue sobre as rodas” (Jr 18.1-3).
            É possível que alguma pessoa pense com apenas uma pequena parte da consciência que, aquele que cria algum objeto tem poder sobre ele, e então, ele pode aceitar toda mudança vinda das mãos poderosas de Deus.
            Através do trabalho do oleiro, Deus mostra para o seu povo que é possível mudança total, ou seja, reciclagem completa do homem perdido.
            Para demonstrar essa mudança radical, Deus mostrou para o profeta Jeremias que “[...] o vaso que o oleiro fazia de barro se lhe estragou na mão, (daí, foi possível) tornar a fazer dele outro vaso, segundo bem lhe pareceu” (Jr 18.4), e neste caso, mais bonito, mais voltado para a perfeição, mais parecido com a obra do seu criador para tão somente, satisfazer “[...] o [...] conselho (da vontade do seu possuidor, pois essa) vontade permanece de pé [...]” (Is 46.10) para “[...] todo aquele que [...] o SENHOR prometeu; e [...] o [...] chamou” (Jl 2.32) para toda a eternidade.
            Faça a opção por não investir no isopor, mesmo porque, ele vai permanecer neste mundo por 500 anos e degradá-lo muito mais ainda.
            Invista na transformação do homem antes mesmo dele vir ao mundo. Isto porque, “os dias da sua vida (pode) subir a setenta anos ou, em havendo vigor, a oitenta [...] (mas é preciso saber que) tudo passa rapidamente [...]” (Sl 90.10), então, a melhor atitude é deixar “[...] o SENHOR fazer de você como fez (o) [...] oleiro [...] (com) o barro na mão [...] (pois desta forma) são [...] (todos) na mão (do) SENHOR [...]” (Jr 18.6) “[...] libertados do pecado (para não poluir), transformados em servos de Deus (para preservar este mundo e), tendo o [...] fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna” (Rm 6.22) para habitar para todo sempre com Jesus Cristo.
            Você ainda pode ser transformado. Adote uma criança para colocá-la nos braços do Senhor para que ela seja totalmente reciclada.  

Rev. Salvador P. Santana

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Mt.6.16-18 - MOTIVOS SECRETOS DA VIDA.



MOTIVOS SECRETOS DA VIDA
Mt.6.16-18

Introd.:                 Existem vários motivos secretos em nossa vida e, um deles, é o jejum.
                O jejum é uma experiência pessoal e intransferível que nos leva a um relacionamento espiritual com Deus.
                O jejum bíblico significa passar algum tempo sem ingerir alimento sólido ou líquido, e não necessariamente evitar certos alimentos.  
Nar.:      A partir do verso 1 deste capítulo, Jesus ensina aos seus seguidores sobre o que devem praticar a respeito dos deveres religiosos: Mt.16.1 – Os deveres religiosos; Mt.16.2-4 – A caridade; Mt.16.5-15 – a oração; Mt.16.16-18 –  o jejum.
                Esses deveres tem a finalidade de levar cada discípulo a servir a Deus e aos outros e não para ser visto e elogiado.
Propos.:              Ao fazer o jejum, façamo-lo exclusivamente para Deus e não para nos tornar admiráveis aos olhos dos homens.
Trans.:                  O motivo secreto fala sobre a necessidade de [...]
1 – Não buscar o louvor dos homens.
                Havia um único dia de jejum anual em Israel, “[...] o Dia da Expiação [...] (cada um tinha o dever de) afligir a sua alma [...]”, Lv.23.27.
                Os Fariseus, para se promoverem, acrescentaram mais dois jejuns semanais – às segundas e quintas-feiras com o desejo de exibição.
                Jesus não instituiu jejuns a seus discípulos.
                O jejum de Jesus foi espontâneo por Ele se preocupar com a Sua vida espiritual.
                Existem algum tipo de “[...] casta (espécie, tipo de demônio que) não se expele senão por meio de oração e jejum.]”, Mt.17.21.
                Então, devemos estar preparados espiritualmente.
                Quando (eu e você) jejuar [...]”, Mt.6.16, não podemos buscar a nossa grandeza.
                Quando jejuarmos [...]”, Mt.6.16, se não for para o nosso crescimento espiritual, não convém fazer.
                Quando jejuarmos [...]”, Mt.6.16 devemos nos privar de algo imediato e necessário a fim de vermos perspectivas mais amplas na vida espiritual.
                É por este motivo que “[...] não (podemos) nos mostrar contristados (expressão facial triste, abalado, desanimado, fraco) [...]”, Mt.6.16.
                Aquele que gosta se se mostrar dessa forma são “[...] os hipócritas (ator, impostor, aquele que sabe fazer teatro para enganar) [...]”, Mt.6.16.
                Esse “[...] mostrar contristado (triste) como [...]”, Mt.6.16 é a ideia de querer agradar a outros ou que o outro sinta piedade daquele que faz jejum.
                Esse tipo de       [...] jejum [...]”, Mt.6.16 acontece no meio Mulçumano; todos são obrigados participar do Ramadã – ser ardente – nono mês. Um dos cinco pilares da fé Islâmica – entre o nascer e o pôr do sol.
                O problema desse tipo de jejum, explica Jesus, é “[...] porque desfiguram (destituir do brilho) o rosto [...]”, Mt.6.16.
                Jesus não aconselha esse tipo de jejum.
                O pior é que, com “[...] o rosto desfigurado [...] o fim (desses supostos servos de Deus é) de parecer (tornar claro, ter a impressão) aos homens que jejuam [...]”, Mt.6.16, ou seja, é uma farsa.
                A respeito dessa “[...] verdade (ensinada por Jesus é que os) hipócritas [...] já receberam a recompensa”, Mt.6.16 de serem vistos, bajulados, reverenciados pelos homens.
                O jejum não é para louvor dos homens e sim para a glória de Deus.
                O motivo secreto mostra que precisa haver [...]
2 – Tristeza em cada coração.
                [...] A tristeza (em cada coração deve ser) segundo Deus produzindo arrependimento para a salvação, que a ninguém traz pesar; mas a tristeza do mundo produz morte”, 2Co.7.10.
                Jesus falou que são “[...] os hipócritas (que se) mostram contristados [...]”, Mt.6.16, porém, “nós, (os seus discípulos) porém (devemos agir diferente) [...]”, Mt.6.17 e não ficar com o rosto entristecido para demonstrar aos homens.
                [...] Quando jejuamos [...]”, Mt.6.17 devemos trazer para dentro do coração a tristeza pelos pecados cometidos e também por causa do jejum que quebranta a alma.
                O “[...] ungir a cabeça (pentear-se) [...]”, Mt.6.17 nos fala para não dar a aparência de sofrimento, desleixo, abatimento ao homem.
                Ao “[...] jejuar, [...] lava o rosto”, Mt.6.17 com a finalidade de se mostrar alegre aos homens por servirmos a Deus.
                Precisamos “[...] não atentar para a nossa aparência (e querer mostrar aos homens que estamos jejuando) [...] porque o SENHOR não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o SENHOR, o coração”, 1Sm.16.7.
                Apresente “[...] a Deus [...] (um) espírito quebrantado; coração compungido e contrito [...]”, Sl.51.17.  
                O jejum pode parecer horrível e tormentoso, mas ao final haverá [...]
3 – Recompensa presente e futura.
                Uma das recompensas presente é “com o fim de não parecer aos homens que jejuamos [...]”, Mt.6.18.
                Isto quer dizer que não buscamos recompensa humana, não desejamos ser reconhecidos pelos nossos feitos, não queremos disputar com a glória de Deus.
                Outro prêmio é “com o fim de [...] parecer (mostrar) [...] ao nosso Pai (celeste) [...]”, Mt.6.18 que a nossa intenção é o crescimento espiritual, aproximar-se de Deus cada vez mais e negar a nós mesmos.
                Somos abençoados internamente porque o “[...] Pai [...] (está) em secreto [...]”, Mt.6.18, o qual entende e conhece o nosso coração.
                Esse mesmo “[...] Pai, que vê em secreto (o nosso interesse, desejo, anseios, angústias, desilusões), nos recompensará”, Mt.6.18 não publicamente, mas para todo o sempre e em cada coração.
                Motivos secretos da vida [...]
Conclusão:         Nos levará a praticar o jejum no momento certo, secreto e que seja agradável a Deus.
               
                Rev. Salvador P. Santana

domingo, 2 de outubro de 2016

ELEIÇÕES


ELEIÇÕES

            Durante todo o período de campanha para as eleições municipais, o povo teve a oportunidade de assistir e presenciar a olho nu, provocações acirradas, falcatruas, intrigas, feitiçarias, acusações com o intuito de derrotar, nem que fosse à ponta de faca, o adversário. E, lastimavelmente, aconteceram mortes de vários candidatos.

            O povo de Deus pode e deve dar graças Àquele que sonda os corações. Até o momento, segundo a ordem baixada pelo governo federal, em especial pelo TSE, acabou neste sábado pp., e pelo que tudo indica, sem nenhuma ocorrência grave por parte de qualquer político Itapuiense.

            Ufa! Ainda bem que terminaram os comícios, as pesquisas, as promessas impossíveis, as passeatas, as carreatas, os autofalantes estridentes no ouvido. Ainda há as panfletagens; que causam  sujeira nas ruas. É possível que hoje à noite e amanhã pela manhã o vencedor faça ainda um pouco de barulho para comemorar a sua vitória e claro; mais sujeira nas ruas.  

            É bom saber que acabaram as cestas básicas, os botijões de gás, as contas de água, luz e telefone pagos (será que, na surdina alguém tem conhecimento dessa atitude mesquinha por parte de qualquer político de Itapuí?) mesmo porque, tudo isso indica compra de voto fácil para ganhar as eleições municipais.

            Epa! Neste aspecto, faltando pagamento de coisas básicas para a sobrevivência do povo, não é bom. Isso não quer dizer que o escritor defende a compra de voto. Mas, devido a falta de emprego em todo o país, coisa que todos os políticos deviam se preocupar, é sempre bem-vindo um dinheiro extra.

            Ao olhar para a povo brasileiro que vive a depender de um salário de R$ 880,00 ou nada, é grande vantagem encontrar pessoas que se disponham a pagar algumas contas pendentes na porta da geladeira. Quem não gostaria de receber tal oferta na porta de casa?

            Enquanto perdurou a campanha política deste ano de 2016 foi possível ver na face de milhões de brasileiros um pequeno sorriso por saber que ele e sua família teriam pelos menos alguns trocados no final do dia ou de semana, ganhos como homem-placa, panfletista, bandeirista , para levar um pouco de alimento para  casa.

            Que pena! Essa falta de emprego que tanto é usada pelos candidatos para angariar votos, é possível que continue piorando a cada dia que passa caso Deus não tenha misericórdia desse povo tão sofrido. Ore nesse sentido!

            Neste domingo todo o povo brasileiro, em especial o povo de Itapuí está ansioso por saber quem irá vencer as eleições municipais. Todos aguardam, em especial cada partido político, a resposta do TRE de quem irá governar pelos longos quatro anos Bica de Pedra. Pode ser uma bênção ou uma perdição para este município. Essa decisão em parte depende de cada eleitor.

            Nessas eleições haverá apenas um ganhador para ocupar o cargo de Prefeito de Itapuí e nove ganhadores para sentar-se numa das cadeiras da Câmara de Vereadores. Estes, em suas atribuições irão fiscalizar o poder executivo.

            Ao soar nos ouvidos ou ver no telão do cartório eleitoral os resultados, haverá muito choro, muita gritaria, muitos fogos de artifícios, muita decepção, muito dinheiro jogado fora e muitos planos mudados de última hora para enfrentar as dificuldades que irão surgir nos próximos quatro anos.

            Os perdedores decepcionados irão tentar caçar a todo custo os culpados pela sua derrota. Esses, sem saber, irão cortar amizades de longa data com parentes, vizinhos, colegas de trabalho por julgar que este ou aquele não votou nele.

            Esses tais irão deixar de frequentar clubes, igrejas, salões sociais, residências e praças públicas por culpa da totalidade de votos não alcançados para se elegerem a Câmara ou à Prefeitura.

            Ganhadores e perdedores não devem de modo algum se vangloriar de ter ou deixado de obter vitória, mesmo porque, “[...] a vitória vem do SENHOR” (Pv 21.31), e “[...] nenhuma autoridade (você) terá [...] se de cima não te for dada (por Deus) [...]” (Jo 19.11).

            Tanto um como o outro jamais deve usurpar do trono com tirania pensando que, por ele ter sido eleito, poderá fazer o que bem entende com essa população tão sofrida, porque somente “Deus é o juiz; a um abate, a outro exalta” (Sl 75.7), e quando Deus quiser, Ele o tirará do seu trono, eis a razão principal de que a decisão do pleito depende em parte do povo de Itapuí, e no todo, “[...] não depende de quem quer ou de quem corre, mas de usar Deus a sua misericórdia” (Rm 9.16).

            Senhor Deus, abençoe as eleições da cidade de Itapuí!
Rev. Salvador P. Santana