quinta-feira, 15 de setembro de 2016

JESUS, REI E SERVO, Mt.21.1-11.



JESUS, REI E SERVO 
Mt.21.1-11

Introd.:           Jesus, Rei e Servo vem “[...] se aproximando de Jerusalém (hebr. Onde habita paz, o nosso coração, outrora fortaleza de inimizades, brigas, discórdias, agora cidade santa, a antiga pecadora, separada do pecado para servir a Deus) [...]”, Mt.21.1.
            É do “[...] monte das Oliveiras [...]”, Mt.21.1 que Jesus contempla por completo toda a cidade de Jerusalém (cada um de nós) como que, Ele contemplando do “alto e sublime trono”, Is.6.1 ainda hoje.
            Dessa mesma forma Jesus, Rei e Servo vem e “[...] se aproxima de (nós para nos abençoar e transformar o nosso coração) [...]”, Mt.21.1.
            Jesus, Rei e Servo vem fazer de nós o que Deus quer que sejamos, mas nunca nos esforçamos: Ser um homem de paz, uma fortaleza contra todo inimigo, um homem santo, separado de todo pecado e disposto a deixar Deus nos corrigir.
            Jesus, Rei e Sevo vem para nos tornar “a alegria de toda a terra”, Sl.48.2 de onde a misericórdia e a salvação jorrará para toda humanidade.
            Jesus, Rei e Servo vem “[...] e chega a Betfagé (aramaica – casa dos figos verdes que ainda não estão prontos para serem colhidos - vila entre Jericó destruída e) Jerusalém (que precisa de toda paz vinda de Deus a cada coração) [...]”, Mt.21.1.
            O desejo de “[...] Jesus (é que os seus) [...] discípulos [...] (sejam) enviados [...] (para aprenderem sobre a servidão e mansidão)”, Mt.21.1
            Jesus, Rei e Servo vem e [...]
1 – Pede a nossa força de trabalho.
            Jesus vem e pede a única força de trabalho da época: “[...] Uma jumenta e, com ela, um jumentinho (animal pacífico, portanto, eu e você devemos buscar a paz em todo o nosso trabalho e aceitar o alistamento para ocupações humildes e não desejar ser mais poderoso, mais visto, mais amado que Jesus Cristo) [...]”, Mt.21.2.
            Jesus vem pedir o que temos de mais precioso: O nosso pensamento, as nossas mãos, os nossos olhos e os nossos pés e, principalmente, o nosso coração.
            Jesus como Rei e Servo vem e pede a sua vida porque ela tem um valor especial – o preço de sangue.
            O nosso Rei Jesus e Servo sofredor nos fala que cada “[...] discípulo [...] (deve) fazer [...] (tudo quanto) Ele nos ordenar”, Mt.21.6 a respeito da vida espiritual.
            Jesus, o nosso exemplo de vida, como Rei e Servo nos mostra que temos sido negligentes com a Sua ordem.
            Ele fala sobre as nossas “[...] vestes, e sobre elas Jesus monta (como propiciação para nos proteger da ira de Deus sobre os nossos trajes e palavras indecorosas)”, Mt.21.7.
            Vem Jesus para entrar na fortaleza; em minha vida.
            Vem Jesus e deseja as nossas vestes: Nosso caráter, para tirar os maus costumes, nossa moral, para tornar-nos honesto no meio desta sociedade perversa, corrupta.
            É como diz: “Tomai sobre vós o meu jugo [...]”, Mt.11.29.
            E, se alguém [...] disser alguma coisa [...]”, Mt.21.3 para deixarmos de ser crente e fazer a opção errada de farrear, fumar, beber, arrumar algumas companhias indesejadas, ficar rico enganando o próximo; a “[...] resposta (do) Senhor Jesus (é) que Ele precisa (de cada um de nós) [...]”, Mt.21.3 para andar ao lado dEle, aprender como ser crente vitorioso neste mundo e ser discipulado.
            É possível que muitos dos nossos parentes, irmãos, amigos tentam nos impedir de servir a Jesus, a mando de Deus; eles “[...] logo (nos) [...] enviam”, Mt.21.3 até o Mestre Jesus, para o culto e adorá-Lo.
            Jesus vem [...]
2 – Para ser reverenciado.
            Jesus veio para ser cultuado, homenageado.
            Aquele povo encontrou um meio bem prático e costumeiro da época: “[...] Estendeu as suas vestes pelo caminho, e outros cortavam ramos de árvores, espalhando-os pela estrada”, Mt.21.8.
            Uma intenção muito boa de demonstrar o gesto de boas vindas.
            Mas, e nós, o que podemos fazer para cultuar o nosso Mestre e Senhor Jesus?
            Nossos dons – amor, alegria, paz e talentos – lecionar, cantar, tocar, evangelizar.
            Jesus veio para ser reverenciado pelas “[...] multidões, tanto as que o precediam como as que o seguiam [...]”, Mt.21.9.
            Ele veio para ouvir de nós e das “[...] multidões [...] clamarem: Hosana (heb – a salvação pertence) ao Filho de Davi! (Salve! Louvamos-te! Salve, agora! ajuda, nós te pedimos) Bendito o que vem em nome do Senhor! (Vem nos abençoar Jesus!) [...]”, Mt.21.9.
            Este deve ser o apelo de um povo oprimido, pedindo libertação do poder das trevas, do pecado.
            Mas aquele povo queria a salvação do poder e opressão dos romanos.
            Hoje muitos querem saúde e prosperidade ao invés de libertação das algemas do diabo.
            Jesus veio “e, entrando [...] em Jerusalém (eu e você), toda a cidade se alvoroçou (ficou agitada) [...]”, Mt.21.10.
            Quando Jesus entra em nosso coração a nossa vida precisa ficar desperta, virada de cabeça para baixo, mudar completamente o nosso comportamento, o nosso modo de ser e agir.
            As pessoas precisam “[...] perguntar: Quem é este”, Mt.21.10 que veio e despertou a nossa vida?
            Quem te fez parar de beber, fumar, prostituir, andar em sã consciência?
            A própria “[...] multidão (e nós também vamos responder): [...] é o profeta Jesus, de Nazaré (o que é guardião) da Galileia (outrora rejeitada)!”, Mt.21.11.
            E daí, podemos confirmar que Jesus veio e mudou a nossa vida.
            Jesus veio [...]
Conclusão:      [...] Para se cumprir o que foi dito por intermédio do profeta [...]”, Mt.21.4.
            Jesus veio para cumprir a Sua missão: Salvar.
            Jesus veio e “disse à filha de Sião (a mim e a você): Eis aí te vem o teu Rei (para reinar dentro do nosso coração) [...]”, Mt.21.5.
            Jesus veio e quer entrar em nosso coração, pois todos nós “[...] achávamos presos (nas garras de Satanás, por isso, Jesus ordenará:) Desprendei-o e trazei-o (para ser liberto, salvo)”, Mt.21.2, então, declare: Jesus, Rei e Servo, “[...] Hosana (salva-nos) nas maiores alturas!”, Mt.21.9.


            Rev. Salvador P. Santana

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

SOB NOVA DIREÇÃO.



SOB NOVA DIREÇÃO
            Sob nova direção, geralmente, é aquele restaurante, posto de gasolina, loja de grifes ou de construção, que passam por uma boa reforma e ao abrir as portas para a clientela, o novo dono recebe os seus convidados e clientes com um largo sorriso, um coffee break e um dizer discreto ou bem aberto: – Sou o novo proprietário.
            Além da conversação com os clientes, são apresentadas as novas diretrizes para um bom funcionamento das instalações renovadas.
            No momento são apresentadas ofertas relâmpagos para os primeiros compradores. As crianças recebem atenção especial com lanches, brincadeiras com pessoas habilitadas e o mais importante: a conquista de novos clientes para faturar muito mais.
            Os homens atuais se empenham ao máximo para reformar construções prediais e, até mesmo o corpo físico. Muitos, quase nunca, se empenham para reformar a própria vida espiritual.
            O comprometimento é mais satisfatório em gastar alguns reais a mais para deixar mais belo, mais atraente o escritório, a empresa, o automóvel ,do que fazer puras amizades e se esforçar para achegar-se a Deus.
            Gastam o dia todo na oficina de eletrodomésticos, de mecânica, na construção do imóvel, sentados à porta do bar ou em frente à TV, ao invés de ter uma conversa amiga e satisfatória com a própria família ou o amigo íntimo.
            Sentam-se à frente do computador, e se esquecem com muita facilidade do assentar-se à mesa para tomar uma refeição calma com os filhos.
            O esforço é até estressante para participar de uma academia de segunda a sábado.
            Quando se fala de sair com filho e o cônjuge, a resposta é uma só e está na ponta da língua – Não vou, estou cansado.  
            Estes homens são como aqueles que “[...] não sabem governar a própria casa [...]” (1Tm 3.5), porque, na realidade, não tem um que o possa governar primeiro, o próprio Deus.
            São de fato, pessoas que, “[...] continuam de coração endurecido [...]” (Ex 8.15) no trato familiar e, “[...] que transgridem o mandado do SENHOR [...]” (Nm 14.41).
            É impossível homens desse porte se “humilharem, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que eles, em tempo oportuno, o exalte” (1Pe 5.6).
            O resultado dessa rebeldia ou falta de direção são filhos perdidos para o tráfico, entregues para a prostituição de toda espécie, enlameados nos seus próprios vícios, confiados nas amizades rebeldes e até para os chamados de “amigos íntimos”.
            Tanto os pais quanto os filhos não conseguem “[...] desembaraçar-se de todo peso e do pecado que tenazmente (os) [...] assedia [...]” (Hb 12.1).
            Na verdade, o perigo ronda seus lares, a desgraça ameaça constantemente invadir seus corações e o único meio para libertar-se de todo esse mal é achegar-se “[...] aquele que pode salvar e fazer perecer [...]” (Tg 4.12), Jesus Cristo, o Salvador da alma.
            As grandes e pequenas reformas precisam acontecer na vida de todo servo de Deus. É possível que algum homem venha a dizer que não necessita de reforma alguma, mas como todos sabem, é somente através das “[...] sagradas letras, que (o filho de Deus) pode tornar sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus” (2Tm 3.15).
            Portanto, todos estão sujeitos a “[...] cair (logo, existe a necessidade de) arrependimento e (o desejo de) voltar à prática das primeiras obras [...]” (Ap 2.5).
            É por esse motivo que tanto a obra de reforma quanto o governo futuro não pode continuar sob a direção anterior, humana ou demoníaca, pois foi “[...] estabelecido (pelo próprio) [...] SENHOR o seu trono [...] (que) o seu reino (deve) dominar sobre tudo (e todos)” ( Sl 103.19).
            Que seja feita uma boa reforma espiritual em sua vida!
Rev. Salvador P. Santana

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

MUITOS PERDIDOS E POUCOS SALVOS, Mt.7.13, 14 .


MUITOS PERDIDOS E POUCOS SALVOS

Mt.7.13,14



Introd.:           O mundo está cheio de “[...] salvos pela graça do Senhor Jesus [...]”, At.15.11, mas existem muitos “[...] destinados [...] (para) a perdição [...]”, Fp.3.19.

            Quantos salvos e quantos perdidos não sabemos, mas temos a certeza que “[...] muitos são chamados, mas poucos, escolhidos”, Mt.22.14.

            E neste aspecto não podemos discutir, pois não “[...] há injustiça da parte de Deus [...] pois ele [...] tem misericórdia de quem O aprouver (agradar) ter misericórdia [...]”, Rm.9.14,15.

            E outra, “nós estávamos mortos nos nossos delitos (deslize ou desvio da verdade) e pecados (e) Jesus nos deu vida”, Ef.2.1.

            Por este motivo, se você está salvo, “[...] creia [...] (você) foi salvo pela graça do Senhor Jesus [...]”, At.15.11.

Nar.:    O texto da nossa meditação está inserido entre o dever do servo de Deus orar e os falsos profetas que enganam com muita facilidade.

            O “esforçar-se por entrar pela porta estreita [...]”, Lc.13.24 é porque “[...] o dono da casa [...] (vai) levantar e fechar a porta, e [...] (os que estiverem) do lado de fora, começam a bater, dizendo: Senhor, abre-nos a porta, ele [...] responderá: Não sei donde sois”, Lc.13.25.

            Neste momento “[...] haverá choro e ranger de dentes [...]”, Lc.13.28 devido muitos terem apenas experimentado, transitado, feito um passeio dentro da igreja e se foram para não mais voltar ao Reino de Deus.

            Salvos e perdidos.

Propos.:           Jesus deseja que o seu povo trilhe pelo caminho que conduza à vida eterna.

Trans.:             Muitos perdidos [...]

1 – Andam pelo caminho largo.

            “[...] (A porta larga (entrada para o estado de sonolência, morte espiritual, a prisão eterna no inferno) [...]”, Mt.7.13b não tem perigo do visitante se acotovelar, machucar, correr o risco de ser atropelado, ficar de fora; tem espaço para muitos entrarem e a boca dessa porta está escancarada.  

            Ao entrar nessa “[...] (porta larga [...] o caminho (modo de pensar, sentir, decidir, fica) espaçoso (com várias vertentes e oportunidades para a vida de pecados contra o homem e contra Deus) [...]”. Mt.7.13b.

            O sábio Salomão alerta sobre “o (homem) que anda em caminhos tortuosos, esse despreza ao SENHOR [...]”, Pv.14.2.

            Jesus então faz o alerta a “[...] todo aquele que dentre (nós) [...] não renuncia a tudo quanto tem (os prazeres do mundo) não pode ser (seu) [...] discípulo”, Lc.14.33.

            Muitos, através da “[...] (porta larga [...] e espaçoso [...] o caminho (é) que (são) conduzidos (levados à força) [...]”, Mt.7.13b para “[...] a soberba, a arrogância, o mau caminho e a boca perversa [...]”, Pv.8.13.

            Aqueles que “[...] entram para a perdição [...]”, Mt.7.13b “[...] não sabem que ali estão os mortos, que os seus convidados estão nas profundezas do inferno”, Pv.9.18 e que jamais sairão dali.

            Não adianta, ninguém pode tentar enganar a Deus, mesmo porque Ele sabe que “[...] são muitos os que entram por (esta) (porta larga)”, Mt.7.13b.

            “A parte que cabe (aos perdidos) será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte [...] (Deus mandou inscrever nesta lista os) covardes [...] incrédulos [...] abomináveis [...] assassinos [...] impuros [...] feiticeiros [...] idólatras [...] mentirosos [...] impuros [...] prostitutos [...] lascivos (imoralidade sexual) [...] inimigos [...] ciumentos [...] irados [...] invejosos [...] bêbados [...] glutões [...]”, Ap.21.8; 22.15; Gl.5.19-21.

            Urgente! Alie-se aos poucos e [...]

2 – Entre pela porta estreita,

            Note bem que ao falar sobre a “porta [...] (Jesus dá uma ordem) entrai [...]”, Mt.7.13a.

            “[...] Entrai [...]”, Mt.7.13ª para participar do Reino de Deus, desfrutar das bênçãos eternas.

            Essa ordem é feita para aquele que aceita o convite do “vinde a mim [...]”, Mt.11.28.

            Jesus não convida multidões, convida um de cada vez para entrar “pela porta porque é estreita (aperto financeiro, espiritual, conjugal, familiar, físico, trabalhista) [...]”, Mt.7.13, 14.

            A “[...] porta [...] estreita [...]”, Mt.7.13, 14 fala sobre dificuldade para entrar, integridade, fidelidade, honestidade, companheirismo e viver debaixo da graça de Deus.

            É por este motivo que a “[...] ovelha ouve a voz (de) Jesus; Ele as conhece, e elas O seguem”, Jo.10.27 com dedicação.

            Todos são advertidos de que “[...] o caminho (é) apertado [...]”, Mt.7.14 com muitas dificuldades que enfrentaremos para seguir a Jesus.

            Em outro texto o evangelista declara que, quando decidimos servir a Cristo, devemos “[...] negar a nós mesmos (os prazeres da vida), tomar a nossa cruz (sofrimento) e seguir (a) Jesus”, Mt.16.24 com dedicação.

            Todos quantos aceitam esse convite e sofre as consequências de seguir a Cristo, tem a recompensa de ser “[...] conduzido para a vida (eterna) [...]”, Mt.7.14 em plena abundância a começar enquanto estiver neste mundo.

            Qual é o seu grupo?

Conclusão:      Muitos perdidos ou poucos salvos?

            Jesus faz o alerta de que “[...] são poucos os que acertam com a vida”, Mt.7.14 de paz e alegria, de eternidade, para sempre com Jesus.
Rev. Salvador P. Santana

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

NOVO GOVERNO


NOVO GOVERNO
            Desde quarta-feira, dia 31 de agosto de 2016, todo o Brasil já pode contar com um novo governo que deixa de ser interino.

            É verdade! Às 15h05min, deste mesmo dia, Dilma Vana Rousseff, assina o recebimento da notificação oficial do Senado Federal sobre a resolução do Senado sobre a aprovação do processo de Impeachment da mesma.

            Outra verdade é que logo após a assinatura de despedida da ex-presidente Dilma, às 15h30min, Michel Miguel Elias Temer Lulia assinou a notificação sobre o processo de impeachment aprovada pelo Senado Federal sobre o afastamento definitivo de Dilma Rousseff do cargo de presidente do Brasil.

            Ou seja, o Brasil já tem um governo definitivo após a posse no Congresso Nacional.

            O que você pode esperar desse futuro governo? Nada. Não se pode esperar nada dele. O Brasil não está nas mãos de qualquer partido político ou do Presidente interino empossado Presidente até 2018.

            Oxalá (queira Deus) que todo o povo confie, creia e diga de pulmões abertos que todo o Brasil, está nas mãos do Todo Poderoso Deus. Por isso, você não precisa ficar alarmado, angustiado ou perplexo quanto ao futuro deste belo país.

            A Palavra de Deus é clara ao declarar que “o coração do homem traça o seu caminho, mas o SENHOR lhe dirige os passos” (Pv 16.9). Assim também acontecerá com todos os passos e propósitos dos homens brasileiros.

            O escritor desse Provérbio foi o rei mais sábio em toda a face da terra. Foi o próprio Deus que “[...] deu (a Salomão) coração sábio e inteligente, de maneira que antes de (dele) [...] não houve seu igual, nem depois (dele) [...] o haverá” (1Rs 3.12).

            Diante do exposto, de que o Soberano Senhor dirige os passos do homem, o que afinal este homem pode temer? Nada! Sabe-se que Deus está no total controle da situação brasileira, logo, é preciso confiar muito mais em Deus do que em qualquer governo humano que se levantar para governar esta nação.

            Algumas lições devem ser aprendidas: O governo brasileiro está nas mãos de Deus, portanto, qualquer plano de governo para este país precisa passar pelo crivo (peneira) do governo de Deus, mesmo porque, “o [...] homem traça (qualquer plano) [...] mas o SENHOR lhe dirige (a todo instante) [...]” (Pv 16.9).

            Que você fique sabendo que qualquer direção que for tomada em relação ao povo brasileiro, à economia ou qualquer outro assunto, com certeza é “[...] o SENHOR [...] (quem) lhe dirige os passos” (Pv 16.9).

            É neste momento que cada servo de Deus precisa dobrar os joelhos para pedir a Deus um “[...] coração sábio e inteligente [...]” (1Rs 3.12) para o novo Presidente da República, para os mesmos senadores e deputados do vasto Brasil.

            Na certeza de que o Brasil não depende deste ou daquele governante, mas do Governo de Deus, só resta agradecer-Lhe pelas decisões tomadas desde o mês de maio deste ano com muitos transtornos.

            Então, clame: “Ó SENHOR, dá vitória ao rei (governo); responde-nos, quando clamarmos” (Sl 20.9) e abençoa esta nação brasileira. 

Rev. Salvador P. Santana

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

EVANGELIZAÇÃO, Mt.9.9-13.


EVANGELIZAÇÃO


Mt.9.9-13




Introd.:           O N.T. mostra que o evangelho se espalhou, principalmente, por meio dos relacionamentos.

            “André (ouviu falar de Jesus) achou primeiro o seu próprio irmão, Simão, a quem disse: Achamos o Messias (que quer dizer Cristo)”, Jo.1.41.

            “Filipe encontrou a Natanael e disse-lhe: Achamos aquele de quem Moisés escreveu na lei, e a quem se referiram os profetas: Jesus, o Nazareno [...]”, Jo.1.45.

Nar.:    O texto apresenta Mateus ou Levi, o cobrador de imposto em Cafarnaum oferecendo um jantar evangelístico em sua casa para os seus amigos.

Propos.:           A evangelização se faz com a força de todos os membros da igreja.

Trans.: É preciso evangelizar [...]

1 – Os doentes.

            Não se engane, Deus aceita até mesmo o desprezado “[...] coletor [...]” Mt.9.9 de impostos – desonesto, violento para extorquir, roubar pobres e viúvas.

            Deus tinha um plano eterno para o “[...] homem chamado Mateus (ou Levi, filho de Alfeu) [...]” Mt.9.9.

            “Jesus (pensava em descansar, mas teve que) partir (da sua cidade) [...]” Mt.9.9 para encontrar-se com Mateus “[...] sentado na coletoria [...]” Mt.9.9 – Jesus sempre chama pessoas ocupadas.

            Note bem que “Jesus [...] viu (percebeu, enxergou que) [...] Mateus (necessitava ser curado da alma) [...]” Mt.9.9.

            Para os judeus, publicanos e pecadores não podiam estar ao lado de um mestre, mas “[...] Jesus (quebra esse paradigma) e disse (a) Mateus: Segue-me! [...]” Mt.9.9.

            Como Mateus era um ladrão igual a muitos dos nossos políticos, então, o “[...] seguir (a Jesus) [...]” Mt.9.9 fala sobre uma nova postura de vida, um novo olhar para o futuro, um novo pensar sobre o dia de hoje e amanhã.

            Deus retirou “[...] Mateus [...] (do meio de homens perversos, gananciosos para) se levantar e seguir (a) Jesus” Mt.9.9 para ter uma nova vida, para olhar em favor do pobre, da viúva e dos mais necessitados.

            “[...] Jesus (convida Mateus, eu e você para) ouvir (atentamente a sua voz e sair da doença do pecado que afeta a nossa alma porque) os sãos (que se consideram justos, que continuam em seus pecados) não precisam de médico [...]” Mt.9.12.

            “[...] Jesus (sempre) fala: (que é o único) [...] médico [...]” Mt.9.12 da nossa alma.

            “[...] Jesus [...] (é o) médico [...] (dos) doentes (físicos e espirituais)” Mt.9.12, então, cumpre a cada um de nós levar esta mensagem.

            Evangelize [...]

2 – Tornando Jesus conhecido.

            Vários métodos podem ser tomados para fazer Jesus conhecido: Bíblia, folhetos, testemunho, ou, como “[...] Mateus [...] oferecendo um grande banquete em sua casa [...]”, Lc.5.29.

            “[...] Mateus (abriu não somente a porta da sua) casa (coração para Jesus entrar, mas também ofereceu) [...] a mesa [...] (convidando) muitos publicanos (seus colegas e parceiros na cobrança de taxas ou impostos, classe detestada pelos judeus, tanto por causa de sua crueldade, avareza, e engano, usados para realizar sua tarefa) [...]”, Mt.9.10.

            “[...] Mateus (convida também para estar à mesa com Jesus os) [...] pecadores (entregues a todo tipo de pecados ocultos e notórios) [...]”, Mt.9.10.

            Pecador para os judeus era aquele que não frequentava a sinagoga.

            Por isso da “[...] pergunta (dos) fariseus aos discípulos: Por que come o vosso Mestre com os publicanos e pecadores?” Mt.9.11.

            A ideia dos fariseus é que Jesus junto aos “[...] publicanos e pecadores [...]” Mt.9.10 se tornaria como um deles.

            Jesus convidou e convida todos os homens que andam no caminho contrário à salvação para mudarem de vida, de rumo, de propósito, caso contrário, Ele se afasta.

            Quando os “[...] publicanos e pecadores vieram e tomaram lugares com Jesus e seus discípulos” Mt.9.10, Mateus marca um divisor da vida de pecados para a vida com Cristo.

            Mateus resolve em seu coração não roubar mais, não enganar, não viver uma vida de falsidade.

            Mateus faz a opção por servir a Cristo Jesus.

            Leve Jesus até os seus amigos com o seguinte recado [...]

Conclusão:      Venha ser um discípulo.

            Discipular é ensinar, aprender, apontar as instruções deixadas por Cristo Jesus em Sua Palavra. 

            Jesus fala que é preciso eu e você “ir, porém (até Ele), e aprender (em Sua Palavra) [...]” Mt.9.13 para ser transmitido o que temos recebido a outros.

            Mas afinal, o que temos recebido nesse ensino através da Palavra de Deus? Tudo ou nada?

            Jesus fala sobre “[...] o que significa [...] misericórdia (boa vontade ao miserável e aflito, sentimento fraterno diante da miséria. Principalmente sobre a miséria e fraqueza espiritual) [...]” Mt.9.13.

            “[...] Misericórdia (é o que Jesus) quer [...]” Mt.9.13 perceber em cada coração e não a maldade.

            Jesus jamais deseja “[...] holocaustos (sacrifícios de animais oferecidos no templo na expectativa de mostrar que tem mais poder, mais dinheiro e que é mais importante que o outro ofertante) [...]” Mt.9.13.

            É por este motivo que Jesus fala que “[...] não veio chamar justos (que observa apenas as leis de Deus), e sim pecadores [ao arrependimento (que busca mudança de atitude, mente, propósito a fim de evangelizar outros que precisam da graça de Deus)]” Mt.9.13.



            Rev. Salvador P. Santana

sábado, 27 de agosto de 2016

MANIFESTAÇÕES DECENTES.


MANIFESTAÇÕES DECENTES

            O que é cultura? “Cultura é o conjunto de manifestações artísticas, sociais, linguísticas e comportamentais de um povo ou civilização. Portanto, fazem parte da cultura de um povo as seguintes atividades e manifestações: música, teatro, rituais religiosos, língua falada e escrita, mitos, hábitos alimentares, danças, arquitetura, invenções, pensamentos, formas de organização social, etc. Uma das capacidades que diferenciam o ser humano dos animais irracionais é a capacidade de produção de cultura” – http://www.suapesquisa.com/o_que_e_cultura.htm.

            Geralmente se tem dito que o homem, quando foi amaldiçoado, alguns pecados em sua vida passaram a ser hereditários, ou seja, passam de avô para pai e de pai para filho. A ideia é a seguinte: O avô é alcoólatra, o pai será um bêbado, o filho vai cair na sarjeta e este quando gerar um descendente será igual ou pior que os três. Devido a sua cachaça, este irá roubar e matar.

            Ao pensar dessa forma o filho matador e roubador, pelo visto, não terá nenhuma culpabilidade, porque o culpado de tudo é o seu bisavô. Para início de conversa é preciso acabar de uma vez por todas com essa maluquice.

            Esse pensar fere não somente a mente, mas também os ensinos bíblicos quando diz que “[...] cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus” (Rm 14.12). É cada um por si. Não vai existir ninguém para você colocar a culpa, mesmo porque; “a alma que pecar, essa morrerá; o filho não levará a iniquidade do pai, nem o pai, a iniquidade do filho; a justiça do justo ficará sobre ele, e a perversidade do perverso cairá sobre este” (Ez 18.20).  

            De volta à cultura, para entender o motivo de filhos imitarem seus antepassados em erros grotescos, é preciso saber que ela se manifesta de forma mais acentuada dentro do convívio familiar. Você pode chamar de minicultura ou cultura doméstica. É no convívio familiar que os filhos aprendem hábitos saudáveis e comportamentos desnecessários.

            Os progenitores, ainda que não queiram, mesmo que usem disfarces, tentem esconder, ainda assim o “[...] filho gerado [...] vê todos os pecados que seu pai faz, e, vendo-os [...]” (Ez 18.14) ele tem a capacidade de fazer a opção de praticar ou abandonar tais atos.

            E este quando faz a opção certa de “[...] andar nos estatutos (vontade divina revelada ao homem) de Deus, o tal não morrerá pela iniquidade de seu pai; certamente, viverá” (Ez 18.14,17). Sendo assim, está desfeita a ideia maluca de que existem pecados hereditários.  

            Isso traz à lembrança que você é o único culpado, caso, a sua cultura seja de repetição de atos pecaminosos dos seus ancestrais. Então, vale a pena relatar que as festas que você participa, as bebidas que você tem ingerido, as palavras indecorosas, os atos de brutalidade, a má fama de caloteiro, os seus gestos, o seu jeito de olhar, de como tratar as pessoas, o modo de se dirigir a uma autoridade, o estilo que você trata seus pais, tudo isso pode influenciar os seus, porque é a sua própria cultura.

            Pode acontecer de “as misericórdias do SENHOR ser a causa de (você) não ser consumido (pelo pecado, desordem, má influência), porque as [...] misericórdias (de) Deus não têm fim” (Lm 3.22).

            Ainda há alguns resquícios de festas juninas. Cuidado com elas! Procure na cultura brasileira manifestações decentes para engrandecer o nome do Senhor Jesus, você e toda a sua família.
Rev. Salvador P. Santana

CLAMOR, Mt.15.21-28.


CLAMOR

Mt.15.21-28



Introd.:           Não perca a oportunidade! Clame, grite, implore.

            Vivemos em meio a tantas dificuldades, mas não clamamos Àquele que pode resolver os nossos problemas.

            Estamos sempre à procura de soluções imediatas, mas não aguentamos esperar o desenrolar da situação.

Nar.:    Jesus se retira do território dos Judeus.

            Ele era espionado pelas autoridades vindas de Jerusalém, que o acusou de transgredir a tradição dos anciãos e que Ele e seus discípulos eram imundos e profanos.

            Jesus lhes mostra que essa má condição é da alma, do homem interior, e não dependia simplesmente de lavar apenas as mãos.

            Além das acusações, os Judeus queriam matá-lo; por esse motivo Jesus saiu da Galileia.

Propos.:           Clamando, declaro que sou dependente de Cristo Jesus.

Trans.: Não perca a oportunidade! Clame [...]

1 – Quando Jesus chegar.

            O mundo Judaico se fechara para Jesus.

            Essa atitude é bem parecida com aqueles corações endurecidos e rebeldes que rejeitam a permanência de Cristo em seus corações.

            Não tem outra atitude, Jesus “parte [...] dali [...]”, Mt.15.21.

            Jesus “veio para o que era seu, e os seus não o receberam”, Jo.1.11.

            Com essa teimosia, o único desejo de Jesus é “[...] retirar-se para os lados de Tiro e Sidom”, Mt.15.21.

            Tiro – No heb. Rocha. Sidom – No heb. Fortificada.

            Jesus chegou para entrar em meu coração que é duro como uma rocha.

            Não perca a oportunidade! Clame!

            Jesus chegou para destruir a fortaleza em nossa vida. Clame! Grite! Implore!

            “Jesus quer entrar, hoje, em teu coração!”.

            Jesus “[...] retirou-se para entrar (em minha vida) Tiro e Sidom”, Mt.15.21.

            Clame! Jesus está passando.

            Essa foi a atitude da “[...] mulher cananeia, que viera daquelas regiões (Tiro-Rocha e Sidom-Fortaleza) [...]” , Mt.15.22 onde ninguém podia entrar.

            Essa mulher era Grega, gentia, separada de Deus.

            Isso indica a não aceitação da pessoa e obra de Cristo.

            Ei! Não importa qual é a sua religião, faça como essa mulher; clame! “E eis que uma mulher Cananeia [...] clamava: Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de mim! [...]”, Mt.15.22.

            Olá meu irmão! Não importa qual é o seu problema. Insista, clame, grite.

            Por qual motivo ela se mostra tão insistente?

            [...] Senhor, Filho de Davi! Minha filha está horrivelmente endemoninhada (enfermidades corporais e mentais)”, Mt.15.22.

            Clame! Jesus chegou. A sua oração precisa ser perseverante e eficaz.

            Grite! Apresentando o seu filho, a sua família a Cristo.

            Os pais têm sido negligentes neste aspecto.

            Os pais crentes não são tão insistentes em trazer seus filhos a Cristo.

            Essa mulher amava a sua filha e não desistiu.

            Clame! Insista! [...]

2 – Quando todos parecem estar contra você.

            Debruçamos em oração e temos a sensação de que tudo e todos estão contra nós.

            Muitas vezes “(Jesus), porém, não lhe responde palavra (nenhuma) [...].”, Mt.15.23.

            Por Jesus não responder, tudo bem, é a prova da nossa fé.

            Mas, e quando “[...] os seus discípulos, (os pastores, os presbíteros, os diáconos e os demais membros) aproximam-se, (de Jesus e pede): Despede-a, (mande-a embora) pois vem clamando atrás de nós”, Mt.15.23.

            Não pare! Continue clamando! Se precisar, enfrente até mesmo a rejeição dos discípulos.

            Clame! Ainda que a recusa se torne mais forte.

            Insista! Ainda que você escute dos lábios de Jesus: “[...] Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel”, Mt.15.24.

            Não se deixe enganar! O silêncio de Jesus, a repulsa dos discípulos, só serve para testar e provar a nossa perseverança.

            Seja humilde meu irmão!

            Faça como essa mulher Cananeia, não desanime, “ela, porém, veio [...]”, Mt.15.25 até Jesus.

            O seu sofrimento vinha se prolongando.

            Somente a presença de Jesus lhe dava esperança de vida.

            Qual deve ser a decisão? “Ela [...] o adorou [...]”, Mt.15.25.

            Aquela mulher clamou: “[...] Dizendo: Senhor, socorre-me!”, Mt.15.25.

            O seu grito, o seu clamor, se intensificou ainda mais.

            Ela não abriu mão da libertação de sua filha.

            Mas, parece que as coisas continuam indo de mau a pior, vou desistir; muitos pensam.

            Primeiro Jesus se cala, depois os discípulos interferem para mandar embora, agora “[...] Jesus, respondendo, diz: Não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos”, Mt.15.26.

            Se para Jesus os filhos têm primazia, o que estou esperando?

            Existe uma luz; Jesus ainda é a solução.

            O que eu receber é da graça e misericórdia de Jesus.

            Nem tudo está perdido.

            Preciso clamar humildemente e dizer: “[...] Sim, Senhor, porém os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos”, Mt.15.27.

            Os cachorrinhos participam dos benefícios da abundância da casa.

            Glória a Deus! A mulher se contentou em receber somente algumas migalhas que caiam da mesa.

            Todos estão contra você? Clame! Não perca o controle, não se irrite.

            Você tem uma causa a defender.

            Você não pode ir de mãos vazias para casa.

            Clame! Grite! Implore!

Conclusão:      Que Jesus irá dizer para você: “[...] Ó (homem de Deus) [...]”, Mt.15.28.

            A sua fé precisa se assemelhar a um rio, que aumenta ao encontrar diques que se lhe opõem à correnteza, até que finalmente domina tudo.

            Você é um “[...] (homem/mulher de Deus) [...]”? Mt.15.28.

            [...] A tua fé é grande [...]”? Mt.15.28.

            A resposta de Jesus é esta: “[...] Faça-se contigo como queres [...]”, Mt.15.28.

            O problema de seu filho é problema de Jesus.

            O seu problema é problema de Jesus.

            Jesus está passando, suporte as adversidades.

            Clame! Clame! Clame para que Jesus resolva o seu problema e “[...] desde aquele momento, sua filha ficou sã”, Mt.15.28; daí, o seu problema será resolvido conforme a vontade de Jesus.





            Rev. Salvador P. Santana