sábado, 23 de julho de 2016

Pv.31.10 - O SEXO E A FEMINILIDADE.



O SEXO E A FEMINILIDADE, Pv.31.10.

Introd.:           O movimento feminista é agressivo e cresce cada vez mais.
            Segundo esse movimento, o mundo há muito tempo tem sido machista, de modo que as mulheres têm sofrido pressões da sociedade e das famílias para ser somente um ‘instrumento da dominação masculina’.
            Segundo elas, a mulher tem que ser dona de casa, engravidar, cuidar de filhos e do marido como imposição cultural.
            O movimento feminista descreve as mulheres como objetos sexuais em que os homens utilizam e desfrutam, e que podem ser substituídas por mulheres mais novas e mais bonitas.
            Dizem que as mulheres sofrem e continuam sofrendo por causa de atitudes machistas.
            Qual será o verdadeiro papel da mulher de Deus?
            Como as Escrituras apresentam a feminilidade projetada pelo Senhor?
            A Bíblia fala sobre [...]
1 – A importância da beleza.
            Se você tivesse condições, o que mudaria ou faria para deixar o seu corpo belo?
            O que preocupa muitas mulheres é a beleza física.
            A formosura é importante, mas como conciliá-la ao ensino da Palavra de Deus?
            A mulher não peca por ser vaidosa e cuidar do seu corpo.
            A Bíblia fala que [...]
            A – A beleza deve ser reconhecida.
            As mulheres devem ser reconhecidas pelos seus maridos como “[...] formosas [...] (e) queridas (por eles) [...]”, Ct.1.15.
            Aqui Salomão apresenta e nos encoraja a viver com uma mulher arrumada, bem vestida e bonita.
            Outro aspecto positivo que Salomão nos apresenta é sobre o desejo do marido presentear a sua esposa.
            Além de dizer as mulheres     que elas são “formosas (belas, é dever do marido comprar) [...] os seus enfeites [...] (e) os colares”, Ct.1.10.
            Para quem pode, pode ser “enfeites de ouro [...] com incrustações de prata”, Ct.1.11.
            O exemplo análogo é encontrado no relacionamento entre Cristo e sua igreja.
            Assim como Jesus “[...] apresenta a si mesmo (trazendo para perto de si) igreja gloriosa (ilustre, honrada, estimada), sem mácula (mancha, deformidade – Deus é contra violência física, verbal, psicológica, moral), nem ruga (perfeita), nem coisa semelhante, porém santa (separada) e sem defeito (espiritual – esposo é responsável)”, Ef.5.27.
            A beleza da mulher deve ser apresentada a Deus pelo seu marido como uma noiva arrumada para o dia de seu casamento.
            Essa beleza precisa ser refletida e comprometida na vida do marido.
            Há muitos casais que não se sentem mais atraídos fisicamente porque não cultivaram a beleza.
            Paulo instrui “[...] que as mulheres, (se vistam) em traje decente (conveniente, decoroso, digno, asseado), se ataviem (embelezar) com modéstia (simplicidade, sem vaidade, respeito) e bom senso (autocontrole, juízo), não com cabeleira frisada (complicado) e com ouro, ou pérolas, ou vestuário dispendioso (valor insuportável - mordomia), porém com boas obras (serviço prestado a outros como é próprio às mulheres que professam ser piedosas – reverência à Deus)”, 1Tm.2.9, 10.
            A preocupação de Paulo é que as mulheres sejam levadas pela vaidade e se esqueçam do real propósito de sua existência.
            Como a beleza deve ser reconhecida pelo marido, é preciso que “[...] a esposa não (dê valor ao) [...] adorno [...] que é exterior, como frisado (penteados) de cabelos (exagerados a ponto de o salário ser todo consumido com) [...] adereços (enfeite) de ouro, aparato (luxo) de vestuário; (se faz necessário que a mulher tenha) [...] o [...] interior do coração, unido ao incorruptível (não sujeito a corrupção) trajo de um espírito manso e tranquilo, que é de grande valor diante de Deus”, 1Pe.3.3, 4.
            Talvez seja pelo motivo dos homens liderarem, que Paulo exorta “a mulher (a) aprender em silêncio, com toda a submissão (a seu marido) [...] (Paulo) não permitia que a mulher ensinasse, nem exercesse autoridade de homem [...] (que ficasse) em silêncio. (Para muitas mulheres isso é inconcebível) mas (Deus deu às mulheres) uma bênção (reservada somente à elas) [...] será preservada através de sua missão de mãe, se ela permanecer em fé, e amor, e santificação, com bom senso”, 1Tm.2.11, 12, 15.
            A importância da beleza fala que [...]
            B – A beleza é passageira.
            Até quanto você conservará a sua beleza e o que pretende fazer para mantê-la?
            A beleza física é importante, mas as Escrituras nos ensinam que ela é passageira, isto porque, “[...] todos os nossos dias se passam [...] acabam-se os nossos anos como um breve pensamento. 10 Os dias da nossa vida sobem a setenta anos ou, em havendo vigor, a oitenta; neste caso, o melhor deles é canseira e enfado, porque tudo passa rapidamente, e nós voamos”, Sl.90.9.
            É por este motivo que “não (podemos) cobiçar (em nosso) [...] coração a (nossa) [...] formosura [...]”, Pv.6.25
            Devemos saber que “enganosa é a [...] formosura, mas a mulher que teme ao Senhor, essa será louvada”, Pv.31.30.
            Por isso, a mulher casada ou solteira “não (precisa buscar apenas) [...] o adorno [...] que é exterior, como frisado (penteados) de cabelos (exagerados a ponto de o salário ser todo consumido com) [...] adereços (enfeite) de ouro [...] (e) aparato (luxo) de vestuário”, 1Pe.3.3.
            A beleza da mulher consiste em servir ao Senhor com dedicação e piedade a ponto do “[...] interior do coração [...] (seja) unido ao incorruptível (não sujeito a corrupção) trajo de um espírito manso e tranquilo, que é de grande valor diante de Deus”, 1Pe.3.4..
            A Bíblia fala sobre [...]
2 – A mulher virtuosa.
            Provérbios ensina como a mulher deve apresentar-se.
            O texto começa com as “palavras (dirigidas ao) [...] rei Lemuel [...] as quais lhe ensinou sua mãe”, Pv.31.1.
            As diretrizes dadas neste capítulo não são somente para uma mulher casada, nelas há lições preciosas para moças solteiras.
            Provérbios 31.10-31 é formado pelo acróstico das letras do alfabeto hebraico, e cada uma dessas letras afirma e celebra uma característica da mulher virtuosa.
            Pode-se dividir Pv.31.10-31 dessa forma:
            Versos de Pv.31.10-12 – A “[...] mãe (do) [...] rei Lemuel [...]”, Pv.31.1 fala sobre o valor da “mulher virtuosa, (e lhe pergunta:) quem a achará? [...]”, Pv.31.10.
            Para essa “[...] mãe (preocupada com o seu filho) [...]”, Pv.31.1 “[...] o [...] valor (dessa) mulher (deve) muito exceder o de finas joias (respeitada, honesta)”, Pv.31.10.
            [...] O [...] [...] muito exceder [...]”, Pv.31.10 fala também sobre “o coração do seu marido confiar nela (em tudo) [...]”, Pv.31.11.     Interessante notar que essa mulher irá contribuir para “[...] não haver falta de ganho (em sua casa – economia)”, Pv.31.11. 
            A escolha de uma esposa, segundo o conselho da “[...] mãe (do) [...] rei Lemuel [...]”, Pv.31.1 deve ser de uma “mulher (que) lhe faz bem e não mal, todos os dias da sua vida”, Pv.31.10-12.
            A “[...] mãe (do) [...] rei Lemuel [...]”, Pv.31.1 fala [...]
            Nos versos de Pv.31.13-27 a respeito das atividades da mulher.
            Não trabalha, não estuda, não se propõe a fazer nenhuma atividade voluntária é digno de compaixão essa pessoa.
            Você deseja um genro ou nora nestas condições de inatividade para a sua família?
            Demétrio Sena, Magé, RJ, diz que “o trabalho identifica e dignifica o homem. Não se há de confiar num homem que não trabalha, mesmo que não precise. Sobretudo, se esse homem tem cônjuge. Parasitas não têm valores essenciais ao ser humano, a exemplo da vergonha [...]” – http://www.recantodasletras.com.br/artigos/2423954.
            No Brasil 60% dos cangurus são homens que voltam para a casa dos pais. Homens e mulheres estabilizados que não precisam passar e lavar roupa, cozinhar, limpar a casa. Não paga água, luz, telefone e ainda sobra dinheiro para passear.
            A “[...] mãe (do) [...] rei [...]”, Pv.31.1 aconselha o filho que faça de tudo para encontrar uma esposa que dê o duro, que goste de trabalhar, estudar, que seja responsável em todas as suas atividades domésticas e empresariais.
            A “[...] mãe (do) [...] rei [...]”, Pv.31.1 instrui o seu filho a enamorar uma mulher que saiba “buscar (investigar, procurar com cuidado o próprio Deus e os melhores preços de) lã (cobrir do frio, símbolo de pureza e santidade diante de Deus) e linho (vestes finas para se apresentar diante da sociedade e não uma mulambenta, mal arrumada, veste aos farrapos) [...]”, Pv.31.13.
            A “[...] mãe (do) [...] rei [...]”, Pv.31.1 insiste que o filho busque uma esposa que tenha coragem para “[...] trabalhar (e não viver às custas de alguém, por isso, tem que ser) com as mãos (e) de bom grado (deleite, prazer e não empurrada, mandada a força) [...]”, Pv.31.13.
            Essa mulher “é (comparada) como o navio (frota, encontrar uma oportunidade para ancorar, firmar, fixar mesmo em grande tempestade a fim de despachar a) mercadoria (lícita que) [...] de longe traz o seu pão (para alimentar a sua família e, portanto, não fica esperando o sustento do marido, dos pais, vizinhos, igreja, CRAS)”, Pv.31.14.
            A “[...] mãe (do) [...] rei [...]”, Pv.31.1 devia conhecer moças de sua época que ficava dormindo até meio dia.
            É por este motivo que, no modo de entender da “[...] mãe (do) [...] rei [...]”, Pv.31.1, a mulher que for escolhida para ser esposa do seu filho, “[...] já se levanta ainda noite (madruga para) [...] dá mantimento à sua casa (ela mesma faz ou sob às suas ordens manda fazer distribuindo) [...] a tarefa (para ensinar tem que saber ensinar) às suas servas”, Pv.31.15.
            A futura sogra deseja para o seu filho uma mulher que sabe “examinar (propor negócio) uma propriedade e adquiri-la; plantar uma vinha com as rendas do seu trabalho (que se mostrar disposta a crescer profissionalmente)”, Pv.31.16.
            A mulher não pode ser pacata. Ela precisa “cingir os lombos de força (trabalhar com dedicação, esforço) e fortalecer os braços (para o trabalho)”, Pv.31.17.
            Certas mulheres “[...] percebem que o seu ganho é bom; a sua lâmpada não se apaga de noite (jornada dupla)”, Pv.31.18.
            As atividades dessa mulher tão sonhada pela “[...] mãe (do) [...] rei [...]”, Pv.31.1 é que ela aprenda a “estender as mãos ao fuso (peça roliça a qual se enrola o fio que será tecido), mãos que pegam na roca (bastão se enrola a rama da lã a fim de adquirir o seu próprio sustento)”, Pv.31.19.
            Como essa mulher tem condições de passar as suas próprias dificuldades, ela consegue “abrir a mão ao aflito; e ainda a estende ao necessitado”, Pv.31.20.
            E, “no tocante à sua casa (bem cuidada), não teme a neve, pois todos andam vestidos de lã escarlate”, Pv.31.21.
            É uma mulher que sabe “fazer para si cobertas (aquecer), veste-se de linho fino (elegante) e de púrpura (se esforça para ficar em posição social elevada)”, Pv.31.22 quando “ela (se esforça para) fazer roupas de linho fino (para andar alinhada), e vende-as [...] aos mercadores (a fim de enriquecer)”, Pv.31.24.
            De tanta beleza e dedicação que ela tem, o “seu marido é estimado (conhecido) entre os juízes, quando se assenta com os anciãos da terra (para tratar de algum negócio)”, Pv.31.23.
            A força (material, física, social ou política dessa futura esposa) e a dignidade (honra, majestade) são os seus vestidos (como que um manto em suas vidas), e, quanto ao dia de amanhã, não tem preocupações (a respeito da sua prosperidade)”, Pv.31.25.
            Não basta apenas saber administrar a casa ou a empresa, essa mulher precisa “falar com sabedoria, e a instrução da bondade (em favor dos empregados deve) estar na sua língua”, Pv.31.26.
            É por este motivo que essa mulher “atenderá ao bom andamento da sua casa e não comerá o pão da preguiça (porque ela tem disposição)”, Pv.31.27.
            A “[...] mãe (do) [...] rei Lemuel [...]”, Pv.31.1 sustenta que a mulher que segue os conselhos bíblicos [...]
            Versos 28-31 – Será elogiada.
            O texto é bem claro ao declarar que “[...] a mulher que teme ao SENHOR, essa será louvada (elogiada, bem falada diante de Deus e da sociedade)”, Pv.31.30.
            Esse elogio acontece porque a mulher fez a opção de saber que “é enganosa a graça (a soma das bênçãos recebidas desaparecem), e vã, a formosura (beleza física acaba, então, ela não deposita o seu coração em coisas supérfluas) [...]”, Pv.31.30.
            Elogio também vem de dentro de sua casa quando “levantam-se seus filhos e lhe chamam ditosa (respeito, lhe traz felicidade em seus atos) [...]”, Pv.31.28.
            É preciso saber que o “[...] seu marido a louva (enaltecendo, engrandecendo, elogiando e lhe faz bem em todos os momentos dentro de casa) [...]”, Pv.31.28.
            Esse “[...] marido (não guarda para si o elogio, mas) diz (para os seus amigos e parentes que)”, Pv.31.28 “muitas mulheres procedem virtuosamente (força, habilidade, fartura, eficiência), mas a (sua esposa) sobrepujas (elevada, superior, melhor que) todas”, Pv.31.29.
            As mulheres devem ganhar muito mais pelo trabalho.
            Provérbios foi escrito entre os anos de 950 – 700 a.C. e naquela época Deus colocou no coração da “[...] mãe (do) [...] rei Lemuel [...]”, Pv.31.1 o desejo de lutar em favor dos direitos da mulher.
            O livro mais antigo, escrito 1.440 a.C., Deus dá voz à mulher quando “[...] disse [...] (Adão): Esta, afinal, é osso dos meus ossos e carne da minha carne; chamar-se-á varoa, porquanto do varão foi tomada”, Gn.2.23.
            A palavra de incentivo tanto para as mulheres quanto para os homens é que deve “dar-lhe do fruto das suas mãos [...]”, Pv.31.31.
            A BLH expressa dessa forma: “Deem a ela o que merece por tudo o que faz [...]”, Pv.31.31.
            O que você tem oferecido à sua esposa ou mãe?
            Quando a mulher é valorizada dentro de casa, ela “[...] será elogiada (valorizada de público) por todos (na sociedade, pois cabe ao marido e filhos valorizar primeiro e falar para seus amigos que ela tem valor)”, Pv.31.31.
            Quando a mulher é elogiada dentro de casa, como resposta, ela abençoa a sua casa a ponto de “[...] o marido incrédulo (ser) [...] santificado no convívio da esposa (crente) [...]”, 1Co.7.14.
            O próprio Deus desejo que os homens [...]
Conclusão:      Façam elogios às mulheres!
            A Bíblia estabelece a importância da beleza para as mulheres solteiras e casadas. 
            As mulheres precisam se preocupar com a aparência física, mas o principal é que elas se valorizem e que “[...] o seu valor muito exceda o de finas joias (respeitada, honesta, bem vista diante da sociedade)”, Pv.31.10.
Aplicação:       Quais pressões você tem sofrido para rejeitar a feminilidade bíblica?
            Qual a importância da aparência física em sua vida?
            Você luta para ser bela ou ser virtuosa em todos os seus caminhos?



            Adaptado pelo Rev. Salvador P. Santana para ED – Nossa Fé – O Deus do sexo – Como a espiritualidade define a sua sexualidade - CCC – Rev. André Scordamaglio.

POUPE O SEU DINHEIRO.

POUPE O SEU DINHEIRO
            Uma pesquisa realizada pelo "Centro Universitário Cesumar (Unicesumar), de Maringá, no norte do Paraná, demonstrou que muita gente pode estar gastando R$ 10 mil (R$ 11.680,00 (valor atualizado – média de R$ 8,00 cada maço de cigarros) por ano somente com a compra de cigarros. Ou seja, uma média de quatro maços de cigarros por dia. O levantamento reforça um estudo internacional feito em 20 países, incluindo o Brasil, que revelou que o brasileiro fumante consome, em média, 17 cigarros por dia” – http://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/2015/07/pesquisa-mostra-que-fumante-gasta-r-10-mil-por-mes-com-cigarros.html.
            É uma pena, mas parece que, a maioria dos fumantes não sabe matemática. A fim de que o fumante tenha um incentivo maior para deixar de fumar é preciso fazer cálculos. O homem que consome um maço de cigarros por dia terá um gasto anual no valor de R$ 2.920,00.
            Caso esse indivíduo tenha começado a fumar com os seus quinze anos, esta é a média de idade daqueles que investem nesse vicio, e que hoje ele tenha completados os seus cinquenta anos, isto quer dizer que ele já queimou, em trinta e cinco anos de vício, o equivalente a R$ 102.200,00.
            Caso todo esse montante estivesse sendo depositado na poupança, com rendimento mensal de 0,7146%, o poupador ao invés de gastador, neste caso o fumante, teria, por ano, o rendimento de 9% sobre o valor de R$ 2.920,00 que daria aproximadamente R$ 263,00, e isto sem contar os juros acumulados que a cada mês seriam acrescidos.
            Sendo assim, no final dos trinta e cinco anos de poupança ele ajuntaria mais ou menos o montante de R$ 111.485,00. Com esse valor poderia comprar, conforme as promoções: lavadora, fogão, notebook, câmera digital, TV 49´´, smartphone samsung, refrigerador, micro-ondas, sofá, cama casal, com a pechincha de R$ 12.549,00. Sobraria ainda R$ 98.936,00. Dá para sentir quanto o fumante tem jogado fora?
            Urgente! Pare de gastar à toa e aceite a reprimenda do profeta Isaías quando falou ao povo de Israel: “Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão? [...] ouvi-me atentamente, comei o que é bom [...]” (Is 55.2).
            É possível querido leitor, que você tenha deixado de mobiliar a sua casa, tenha regrado na alimentação, economizado no vestuário por conta do vício do cigarro ou de outro tipo de droga.
            Talvez você ainda não tenha acordado desse entorpecimento, para saber que todo o dinheiro gasto com a fumaça não tem trazido nenhum bem a você e a sua família; pelo contrário, apenas males.
            Pode ser que o seu corpo físico ainda não apresentou cansaço, não está manchado, nem enrugado por causa das baforadas deixadas para trás, mas por dentro, ainda que sejam feitos vários exames médicos, é bem provável que você está “sentindo abatida dentro de você a sua alma [...]” (Sl 42.6) devido a esse pecado que tem tomado conta não somente do seu corpo, mas também do seu espírito que tem impedido a sua comunhão com Deus.
            Eis o motivo de Isaías te convidar para “[...] gastar o dinheiro naquilo que [...] é pão [...] (a fim de que você possa) [...] comer o que é bom [...]” (Is 55.2).
            Onde está todo esse montante financeiro? Não é possível que esteja todo queimado. Fique atento já! Não jogue fora o seu dinheiro! Por amor a você e a sua família; poupe o seu salário!
Rev. Salvador P. Santana

sexta-feira, 22 de julho de 2016

RECOMPENSA, Mt.20.1-16.



RECOMPENSA
Mt.20.1-16

Introd.:           No comércio se fala muito sobre recompensa.
            Caso o vendedor atingir níveis de resultados em 10% superior ao mês passado, ele será recompensado com um salário maior, algum brinde ou horas acumuladas de folga.
            A recompensa o faz se esforçar a vender mais e mais.
            Esse vendedor será reconhecido pelo seu próprio mérito, não de outro seu igual.
Nar.:    Esta parábola nos mostra que Deus é livre e soberano, e a sua bondade não é medida com critérios humanos.
Propos.:           Seremos recompensados pela bondade e misericórdia de Deus.     
Trans.:             A recompensa [...]
1 – Depende da graça de Deus.
            Jesus faz uma analogia entre “[...] o reino dos céus [...] (e) um dono de casa [...]”, Mt.20.1.
            A mensagem é que “[...] o [...] dono de casa [...]”, Mt.20.1 comanda, dá ordens, distribui tarefas, determina, disciplina, admoesta, dá exemplo, ensina.
            Sendo assim, é preciso saber “porque o reino dos céus [...]”, Mt.20.1 comanda todas as coisas neste mundo.
            Assim como “[...] o [...] dono de casa [...] saiu de madrugada [...]”, Mt.20.1 para cuidar dos afazeres diários, o nosso Deus age dia e noite; Ele não dorme; Ele age em nosso favor.
            Como é dever do “[...] dono de casa [...] assalariar (dar emprego, contratar) trabalhadores [...] (é) semelhante [...]”, Mt.20.1 o nosso Pai celeste quando nos capacita para o trabalho, para as lutas e para todas as dificuldades diárias.
            A nossa dependência é tanta que precisamos reconhecer que “[...] a [...] vinha”, Mt.20.1 é de Deus, Is.5.7.
            É graça de Deus [...]  
            A – Chamar o homem para o trabalho.
            O profeta Isaías declara que “[...] a vinha do SENHOR dos Exércitos é a casa de Israel (eu e você) [...]”, Is.5.7.
            Somente o Senhor é poderoso para “[...] mandar-nos para a vinha (plantação de Deus)”, Mt.20.2b.
            Parece incoerente dizer que somos a vinha e ao mesmo tempo somos chamados para trabalhar na vinha.
            Ora, ninguém vai ao céu sem a permissão ou chamado do Pai.
            É por este motivo que “[...] o [...] dono de casa [...]”, Mt.20.1 nos “[...] diz (constantemente): Ide (você) [...] também para a vinha [...] eles foram”, Mt.20.4a, c, 7b nós também e outros ainda serão chamados.
            Dê ouvidos a Jesus quando “[...] (Ele) lhe disser: Ide também vós para a vinha”, Mt.20.7b.
            É graça de Deus recompensar os [...]
            B – Assalariados.
            Ao ser chamado para pertencer a parreira de Deus, todos os “[...] trabalhadores (são) assalariados (contratados, empregados) para a [...] vinha”, Mt.20.1b do Senhor.
            O texto fala que esse “[...] ajuste com os trabalhadores (eu e você é no valor de) [...] um denário por dia (abençoados por Deus constantemente) [...]”, Mt.20.2a.
            A outros Deus determina que lhes “[...] dará o que for justo (necessário para a sobrevivência não deixando passar necessidade) [...]”, Mt.20.4b.
            A graça de Deus fala sobre a [...]
            C – Busca de todos os necessitados.
            Precisamos reconhecer que todos necessitam de Deus.
            Não podemos pensar que, só porque “[...] o [...] dono de casa [...] saiu de madrugada [...]”, Mt.20.1 e nos contratou é que temos mais privilégios.
            Os demais também carecem do cuidado de Deus.
            É por isso que “[...] o [...] dono de casa [...]”, Mt.20.1 “saiu pela terceira hora (09h00), viu, na praça, outros que estavam desocupados (sem pertencer a vinha)”, Mt.20.3 e os convidou ao trabalho.
            Interessante notar que “tendo saído outra vez, perto da hora sexta (12h00) e da nona (15h00), procedeu da mesma forma”, Mt.20.5, mostrando assim que não importa quem chegou primeiro ou por último, o mais importante é o convite lançado a cada um de nós pelo próprio Deus.
            Muitas vezes pensamos que já chegou o fim para os convidados, pelo contrário, “e, saindo (o dono de casa) por volta da hora undécima (17h00), encontrou outros que estavam desocupados (preguiçoso, evitando o trabalho que deve realizar) e perguntou-lhes: Por que estivestes aqui desocupados o dia todo?”, Mt.20.6.
            Essa pergunta nos leva a pensar que ainda existem muitos outros necessitados de Jesus neste mundo.
            Na recompensa oferecida por Deus [...]       
2 – Não existe mérito humano.
            A “resposta [...]”, Mt.20.7 deve partir de dentro do nosso coração que realmente somos nada sem Deus.
            O reconhecimento de que “[...] ninguém nos contratou [...]”, Mt.20.7 aponta para a nossa insignificância.
            Fala que se Deus não nos contratar, não nos capacitar, nada seremos.
            A recompensa [...]
3 – Consiste em Deus galardoar a quem Ele deseja.
            Todos os homens serão recompensados – uns mais outros menos.
            Neste texto, o acerto para serem galardoados acontece “ao cair da tarde (pela lei judaica tinha que ser feito até o pôr do sol – 18h00) [...]”, Mt.20.8.
            A responsabilidade do acerto recai sobre “[...] o [...] administrador (anjos bons que galardoará cada um conforme as suas obras) [...]”, Mt.20.8.
            É preciso saber que a ordem parte do “[...] senhor da vinha (o próprio Jesus) [...]”, Mt.20.8.
            Cada um é recompensado, então Jesus “[...] chama os trabalhadores (preste atenção!) Os trabalhadores (e não os desocupados) [...]”, Mt.20.8.
            O “[...] pagamento (do) [...] salário [...] começa pelos últimos (a fim de que) indo até aos primeiros (testemunhem que muitos ainda se dedicam ao trabalho da Seara para evitar falatórios que somente ele sabe fazer)”, Mt.20.8.
            Os trabalhadores que “vieram (primeiro para o ajuste de contas são) os da hora undécima (17h00 – trabalharam apenas 1h), recebeu cada um deles um denário (um dia de trabalho)”, Mt.20.9.
            Ao chegarem os primeiros, pensaram (assim como nós) que (devemos) receber mais (temos mais valor, devemos ser mais recompensados, mas a decepção veio quando); estes, porém também receberam um denário cada um”, Mt.20.10.
            É aqui que uns são mais recompensados que outros; nas horas trabalhadas.
            Ao final do dia, “tome o que é seu e vai (sem reclamar e trabalhe um pouco mais para ser recompensado) [...]”, Mt.20.14.
            Fique sabendo “[...] que [...] (Jesus) quer dar a este último tanto quanto a (cada um de) nós”, Mt.20.14.
            Quando somos recompensados, aparecem os [...]
            A – Invejosos.
            Muitas vezes invejamos o outro mesmo “[...] tendo recebido (o mesmo salário, a melhor veste, a melhor alimentação, o cuidado e daí), murmuramos (resmungamos, queixamos com descontentamento) contra o dono da casa (Jesus)”, Mt.20.11.
            Invejamos “dizendo (que os) [...] últimos (novos convertidos) trabalham apenas uma hora [...]”, Mt.20.12 e que, portanto, devemos receber mais.
            A nossa reclamação é que os demais foram “[...] igualados a nós, que suportamos a fadiga (opressão, peso) e o calor do dia”, Mt.20.12, então, merecemos muito mais recompensa.
            Pare de reclamar e receba a sua recompensa [...]
Conclusão:      Conforme o combinado.
            É bom lembrar que “[...] o proprietário [...] o dono de casa [...] (Jesus que, ao) [...] responder, diz a (cada) um (de nós que) [...] combinou conosco um denário (ou seja, todos os dias trabalhamos sem ser explorados) [...]”, Mt.20.1, 13.
            É por este motivo que “[...] o proprietário [...] diz (que) não nos faz injustiça (agir de forma perversa como um criminoso para nos levar a pecar) (e, a fim de provar a sua lealdade, ele nos chama de) [...] amigo [...]”, Mt.20.13.
            O combinado não sai caro porque “[...] é lícito Jesus fazer o que quer do que é dEle  [...]”, Mt.20.15.
            Não aceitar o combinado mostra que “[...] são maus (de natureza, aborrecidos) os nossos olhos porque [...] Jesus é bom (por natureza, amável, honesto) [...]”, Mt.20.15.
            A recompensa pode ser oferecida tanto para “[...] os últimos (que) serão primeiros, e os primeiros (que) serão últimos (ordem de chagada para servir a Deus) [...]”, Mt.20.16.
            Faça como o trabalhador do comércio que se esforça pela recompensa, mesmo não sabendo se ele será ou não despedido, mas que fique bem claro: “[...] [Porque muitos são chamados (para a salvação), mas poucos escolhidos]”, Mt.20.16.

            Rev. Salvador P. Santana

sábado, 16 de julho de 2016

DECISÃO RADICAL.



DECISÃO RADICAL
            Em todos os tempos o homem tem passado por pequenos, médios e longos sofrimentos. Muitos não suportam, e por falta de um apoio, um ombro amigo ou por não terem liberdade de se achegar para conversar com Jesus que “[...] é poderoso para socorrer os que são tentados” (Hb 2.18), ficam desesperados e chegam até mesmo a intentar contra a própria vida.
            O fim para muitos desses homens, quando não chegam ao óbito, são as sequelas profundas para o resto da vida. Esses que não foram tomados desta vida, devido “as misericórdias do SENHOR (que) são a causa de (os homens) não serem consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim” (Lm 3.22) estão sem se locomover, sem falar, sem enxergar, sem ouvir, sem o parente que amavam, sem amigos que sempre estavam por perto.
            Muitos deles ficam anos lamentando o ocorrido e tentam a todo custo achar um culpado. Alguns desses socorridos pela mão protetora de Deus acham o grande vilão da história trágica; toda espécie de drogas, mas a principal dentre muitas são as bebidas alcoólicas.
            Esse vício maldito tem invadido lares e destruído não somente o corpo físico, mas também a alma, a reputação e o bem estar de todos os seus queridos. Sendo o culpado as drogas, parece então, que está fácil de ser resolvido. Que se faça apreensão de todas elas para que ninguém possa fazer uso e nem abuso.
            É verdade; é impossível essa apreensão acontecer em qualquer parte do mundo. Logo, só existe uma solução, diga-se amigável, ou seja, você precisa desejar que não aconteça nada mais de trágico com você e com todos seus.
            Urgentemente você precisa tomar uma decisão radical e dizer: – “[...] Uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão” (Fp 3.13). Você está disposto a fazer isso? O passo é simples, mas doloroso.
            O apóstolo Paulo aconselha a todo servo de Deus “[...] esquecer das coisas que para trás ficam [...]” (Fp 3.13). Isso não quer dizer que vão sair da sua mente de uma vez por todas as lembranças das noitadas, das baforadas, das agulhadas, dos tombos, dos acidentes e de todos os usos ofensivos que você tenha praticado contra o seu próprio corpo.
            Lembranças do passado sempre vão existir, mas uma coisa você pode e deve fazer: “Não (deixar) o seu coração se desviar para os caminhos dele (a) [...] porque a muitos feriu e derribou [...]” (Pv 7.25, 26).
            Melhor, mude as suas amizades, procure outros ambientes para você frequentar, nem mencione entrar dentro de qualquer botequim, sentar-se à roda de amigos beberrões, fumantes, drogados, senão caso contrário, “[...] o (seu) último estado [...] tornar-se-á pior do que o primeiro [...]” (Mt 12.45) e o fim desse caminho você já deve saber, “[...] é caminho para a sepultura e desce para as câmaras da morte” (Pv 7.27).
            E pelo jeito, você não está nenhum pouco interessado em passar desta vida para outra; não é verdade? Então, aceite o outro conselho do apóstolo: “[...] Avança para as que diante de mim estão” (Fp 3.13). Siga em frente para conquistar tudo àquilo que você já perdeu por causa do vício, tais como: família, bens, nome, saúde, trabalho, amigos, parentes, e o principal, a recompensa eterna.
            Fique sabendo que Jesus afirma que “[...] todo aquele que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe [ou mulher], ou filhos, ou campos, por causa do seu nome, receberá muitas vezes mais e herdará a vida eterna” (Mt 19.29).
            Não danifique a sua vida. Aceite o que “[...] Jesus (está) dizendo (para você): [...] Faze isto e viverás” (Lc 10.28) e que Deus abençoe esta sua jornada.
Rev. Salvador P. Santana