sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

1Ts.5.23, 24 - O DEUS DA PAZ.


O DEUS DA PAZ
1Ts.5.23, 24

Introd.:           Devemos reafirmar que Deus sempre esteve no comando de todas as coisas.
            “No princípio, Criou Deus os céus e a terra”, Gn.1.1.
            Foi o próprio “[...] SENHOR Deus [...] (que) lançou fora do jardim do Éden [...]”, Gn.3.23 Adão e Eva.
            A ordem partiu de Deus de “[...] fazer chover sobre a terra durante quarenta dias e quarenta noites [...]”, Gn.7.4.
            Partiu do próprio “[...] Deus enviar o anjo Gabriel [...] para uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, a uma virgem desposada com certo homem da casa de Davi, cujo nome era José; a virgem chamava-se Maria”, Lc.1.26,27.
            Por determinação de Deus, “[...] nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor”, Lc.2.11 e sem Jesus, todos nós estaríamos perdidos.
Nar.:   Ao tratar sobre a segunda vinda de Jesus, Paulo reafirma a soberania de Deus sobre todas as coisas.
Propos.:          O nosso crescimento depende exclusivamente de Deus.
Trans.:           O Deus da paz [...]
1 – Nos santifica.
            A “[...] santificação (fala de separar para a obra de Deus, e neste aspecto somente) [...] o Deus da paz [...]”, 1Ts.5.23 é quem pode operar em nosso coração.
            A “[...] santificação [...]”, 1Ts.5.23 fala que as coisas do mundo passaram e já não fazem mais sentido para mim.
            Note bem que a “[...] santificação (deve ser) em tudo [...]”, 1Ts.5.23 no aspecto moral e espiritual.
            Caso não houver a atuação e mover de “[...] Deus (em minha vida, não serei) [...] santificado [...]”, 1Ts.5.23.
            O mesmo Deus da paz é quem pode [...]
2 – Conservar.
            Quando falamos sobre conserva, pensamos logo em guardar por dias, meses ou anos algum mantimento, mas muitos deles podem estragar.
            Veja que para Deus existe uma ordem crescente a respeito da nossa vida espiritual.
            Primeiro: “O [...] Deus (que nos oferece a) paz nos santifica em tudo [...]”, 1Ts.5.23 a fim de servi-Lo com todo o nosso coração.
            Certa vez “[...] Jesus (deixou registrado que devemos) amar o Senhor, nosso Deus, de todo o nosso coração, de toda a nossa alma e de todo o nosso entendimento”, Mt.22.37.
            Mas essa disposição só acontece com a intervenção de Deus através da “[...] santificação [...]”, 1Ts.5.23.
            É por este motivo que “[...] o nosso espírito, alma e corpo (são) [...] conservados [...]”, 1Ts.5.23 para eu e você não pecar contra Deus.
            É preciso lembrar que essa “[...] conservação (da) integridade (conduta reta) e irrepreensíveis (não existe censura e é oferecida somente pelo) Deus da paz [...]”, 1Ts.5.23.
            A finalidade é para eu e você nos encontrar com o “[...] Senhor Jesus Cristo [...] no (dia) (da Sua) vinda [...]”, 1Ts.5.23.
            Estará preparado somente aquele que tem Jesus Cristo vivo em seu coração.
            Esse mesmo Deus da paz [...]
Conclusão:      É fiel.
            Deus foi “fiel [...] (quando) nos chamou [...]”, 1Ts.5.24 para deixar Jesus Cristo nascer em nosso coração.
            “O [...] Deus da paz [...]”, 1Ts.5.23 sendo “fiel [...] o qual também o fará”, 1Ts.5.24 a respeito da nossa santificação e conservação até “[...] o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor”, 1Ts.4.17.
           


            Rev. Salvador P. Santana


quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

1Ts.5.12-22 - RELACIONAMENTOS.


RELACIONAMENTOS
1Ts.5.12-22
            Adaptado pelo Rev. Salvador P. Santana para culto público – Rev. Arival Dias Casimiro

Introd.:           Muitos problemas causados dentro das igrejas é devido ao mau relacionamento entre irmãos.
            A igreja precisa aprender a ser a “[...] comunhão (associação, participação, intimidade de) uns (para) com os outros [...]”, 1Jo.1.7.
            A igreja é a comunidade dos relacionamentos das pessoas com Deus e das pessoas entre si.
Nar.:   “[...] Paulo e Silas [...] chegaram a Tessalônica (Grécia) [...] (e, na) sinagoga de judeus [...] arrazoou (discutiu) com eles acerca das Escrituras, expondo [...] Cristo [...] ressurreto dentre os mortos [...] alguns deles foram persuadidos [...]”, At.17.1-4.
            Após a visita missionária, a igreja de Tessalônica se “[...] tornou o modelo para todos os crentes [...] visto que foram aprovados por Deus [...] (a fim de) agradar (não) a homens, e sim a Deus, que prova o nosso coração”, 1Ts.1.7; 2.4.
            A igreja de Tessalônica “[...] continuava progredindo cada vez mais”, 1Ts.4.1 na vida espiritual.
            O segredo para a manutenção do progresso é investir nos relacionamentos.
            Paulo vê a igreja como uma família, e ele a chamava carinhosamente de “irmãos”. Em 1 e 2 Tessalonicenses essa palavra é repetida 27 vezes.
Propos.:          Todos nós precisamos manter um bom relacionamento na igreja.
Trans.:           É preciso haver um bom relacionamento entre [...]
1 – Pastor e ovelha.
            O Novo Testamento usa quatro títulos para definir um líder espiritual.
            O “[...] Pastor [...] (alimenta quando) faz (a ovelha) repousar em pastos verdejantes. Levando-a para junto das águas de descanso [...] o pastor (protege) livrando-a da boca do leão [...]”, Sl.23,1,2; Am.3.12.
            O pastor é o “[...] guia (condutor espiritual) [...]”, Sl.23.3 do povo de Deus.
            Tanto o “[...] ancião [...] (quanto o) presbítero [...]”, At.25.15; 1Tm.5.19 são consideradas pessoas que possuem maturidade espiritual.
            “[...] O bispo [...] (além de ser o) despenseiro de Deus [...]”, Tt.1.7 é o supervisor espiritual ou aquele que olha e vigia o rebanho.
            Um líder espiritual é uma pessoa madura espiritualmente, que com autoridade e sabedoria espiritual, alimenta, protege e dirige o rebanho.
            Paulo fala sobre a responsabilidade do líder “[...] que trabalha entre (os irmãos da igreja) [...] que eles (precisam) presidir no Senhor e [...] admoestar”, 1Ts.5.12, censurar, repreender e aconselhar aqueles que precisam.
            Quatro responsabilidades dos líderes para com o rebanho:
            1 – Trabalhar entre o rebanho “[...] de [...] noite e dia [...] para [...] proclamar o evangelho de Deus”, 1Ts.2.9 com o dever de “[...] advertir a todo homem e ensinar a todo homem em toda a sabedoria, a fim de que todo homem (seja) apresentado perfeito em Cristo”, Cl.1.28;
            A responsabilidade do líder é [...]
            2 – Presidir, dirigir, “[...] governar bem [...]”, 1Tm.3.4,12 o seu rebanho;
            O líder precisa [...]
            3 – “[...] Admoestar [...]”, 1Co.4.14, censurar, repreender, aconselhar, despertar a mente da ovelha;
           O líder deve [...]
            4 – “[...] Advertir [...]”, 2Ts.3.15, exortar a ovelha.
2 – O relacionamento das ovelhas com os pastores.
            O relacionamento dos pastores com as ovelhas reflete no relacionamento das ovelhas com os pastores.
            É por este motivo que Paulo “[...] roga (pede com insistência aos), irmãos, que acatem com apreço os que trabalham [...] e os que [...] presidem entre os (irmãos) no Senhor e os admoestam”, 1Ts.5.12, censurando, repreendendo, aconselhando.
            Esse relacionamento precisa ser “[...] com amor em máxima consideração, por causa do trabalho que (os pastores) realizam. (o trabalho deve ser feito a fim de que todos) vivam em paz uns com os outros”, 1Ts.5.13.
            Existem três responsabilidades das ovelhas para com os líderes.
            As ovelhas precisam [...]
            1 – “[...] Acatar com apreço (olhar com respeito e honra) os que trabalham entre [...]”, 1Ts.5.12 os irmãos;
            Ovelha deve [...]
            2 – “[...] Amar (o líder) em máxima consideração (maior respeito), por causa do trabalho que realizam (e não por causa da simpatia pessoal. Como existem muitas desavenças entre pastores e membros de igreja, esse amor deve entrar em ação entre pastor e ovelha) viverem em paz uns com os outros”, 1Ts.5.13;
            Além desse amor [...]
            3 – A ovelha precisa viver em “[...] paz [...] (com os) guias (pastores) e ser-lhes submissos [...] pois velam por sua alma, como quem deve prestar contas (a Deus) [...]”, Mc.9.50; Hb.13.17.
            A responsabilidade das ovelhas é para eliminar os conflitos existentes.
3 – O relacionamento de uns com os outros.
            Existem na igreja três grupos de crentes que precisam de uma atenção especial.
            1 – A “exortação (aconselhar, animar, encorajar de Paulo é para todos os) [...] irmãos (que tem a responsabilidade de) [...] admoestar (advertir) os insubmissos [...]”, 1Ts.5.14, os que vivem desordenadamente, desejo exagerado pelo pecado para voltarem ao caminho que conduz ao céu;
            2 – Cada servo de Deus deve se sentir responsável pelo outro a fim de “exortá-lo (aconselhar, animar, encorajar) os irmãos [...] desanimados [...]”, 1Ts.5.14 com a oração, a leitura bíblica e a frequência aos cultos;
            No relacionamento entre irmãos cada um deve [...]
            3 – “Exortar (aconselhar, animar, encorajar) [...] os irmãos [...] fracos (fisicamente “[...] quando (ele estiver) [...] enfermo [...] (ir) visitá-lo [...]”, Mt.25.39, amparar os fracos (moralmente e espiritualmente levando-o a “[...] Cristo [...] (que) morreu a seu tempo pelos ímpios”, Rm.5.6.
         É preciso também “acolher ao que é débil (fraco) na fé [...]”, Rm.14.1) [...]”, 1Ts.5.14.
            Como é tarefa de toda igreja aconselhar, todos precisam “evitar que alguém retribua a outrem mal por mal; pelo contrário, seguir sempre o bem entre nós e para com todos”, 1Ts.5.15.
            Quando somos feridos, a primeira reação é de retaliação ou vingança. Paulo condena essa prática.
            O exercício fala sobre [...]
4 – O relacionamento da igreja com Deus.
            A vida comunitária na igreja, em suas diversas atividades, pode levar o crente a negligenciar o seu relacionamento pessoal com Deus.
            A qualidade de todos os outros relacionamentos depende de um bom relacionamento com Deus.
            O texto fala de quatro atitudes internas dos crentes, no seu relacionamento com Deus.
            1 – “Regozijai (ordem de estar contente, ter sucesso) sempre”, 1Ts.5.16, pois o povo de Deus é um povo feliz;

            2 – “Orai (além de ser uma ordem, deve nascer dentro de cada coração esse desejo de colocar tudo diante de Deus) sem cessar”, 1Ts.5.17;
            3 – Dependendo do que acontece em nosso dia a dia, não “damos graças em tudo (acidentes, tragédias, mortes, perdas, mas a ordem é para aprender a) dar graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para conosco”, 1Ts.5.18;

            4 – Para manter um bom relacionamento com Deus, o crente “não (pode) apagar o Espírito”, 1Ts.5.19, através dos seus pecados, por este motivo é que temos “[...] se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo”, 1Jo.2.1.
5 – O relacionamento da igreja com os falsos mestres.
            É fato que não podemos julgar, mas a igreja precisa ter discernimento espiritual.
            A igreja é atacada pelo Diabo, que semeia falsos ensinos, por meio de falsos mestres.
            Como enfrentamos os falsos profetas ou mestres, Paulo nos aconselha a “não desprezar as profecias (mensagem de Deus. É nosso dever fazer como os de “[...] Bereia (que) eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim”, At.17.11)”, 1Ts.5.20.
            Os crentes precisam “julgar todas as coisas (isto é, discernir ou provar aquilo que está sendo dito ou ensinado, com o objetivo de constatar a sua autenticidade ou veracidade e isto deve ser feito para “[...] provar os espíritos se procedem de Deus [...]”, 1Jo.4.1) [...]”, 1Ts.5.21.
            Paulo aconselha também que cada um deve “[...] reter (apegar-se ao) [...] que é bom”, 1Ts.5.21, genuíno e verdadeiro a fim de proteger a verdade bíblica ou a sã doutrina.
            É preciso também “abster-se (fugir ou afastar-se) de toda forma de mal (da conduta, buscando a “[...] santificação [...] abstendo-se da prostituição”, 1Ts.4.3 “[...] e [...] das paixões carnais, que fazem guerra contra a alma”, 1Pe.2.11”, 1Ts.5.22.
            Esse “abster-se [...]”, 1Ts.5.22, fugir ou afastar, deve ser principalmente quando “[...] alguém vem ter contigo e não traz esta doutrina (de salvação. A ordem é:) [...] não o recebais em casa, nem lhe deis as boas-vindas. Porquanto aquele que lhe dá boas-vindas faz-se cúmplice das suas obras más”, 2Jo.1.10,11.
Conclusão:     Para John Maxwell uma pessoa precisa de quatro coisas para ser bem-sucedida:
            1 – Relacionamentos, 2 – equipe, 3 – atitude e 4 – liderança. Tudo isso envolve pessoas.
            Para crescer espiritualmente precisamos relacionar-nos bem. Crescemos com as pessoas.
            Theodore Roosevelt – “O ingrediente mais importante da fórmula do sucesso é saber como se dar bem com pessoas”.
            Pontos para discutir: Você investe em relacionamento com pessoas?
            Como você se relaciona com o seu pastor?
            As pessoas têm dificuldade de se relacionar com você?

Rev. Salvador P. Santana

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

FECHADO PARA BALANÇO

FECHADO PARA BALANÇO
            Com a finalidade de analisar as contas. Com o propósito de saber tudo o que entrou como receita e aquilo que saiu como despesa. Para descobrir se houve lucro ou prejuízo no decorrer do ano. Com a intenção de saber se tem condições de continuar trabalhando. Para expor aos interessados se é possível arcar com todas as despesas. Qual é a probabilidade de assumir os encargos sociais, trabalhistas, fornecedores e pró-labore.
            Esse processo precisa ser anual. Todas as empresas, por obrigação e por amor a um bom andamento administrativo e financeiro, precisa fechar as portas para fazer um balanço sério e cuidadoso.
            Caso o empresário ou o lojista não esteja capacitado para desempenhar tal função, precisa contratar um especialista no assunto, baixar as portas e contar as mercadorias na prateleira, para descobrir a real necessidade da empresa.
            Todo esse cuidado é pouco para aqueles que desejam ver a sua empresa ou loja progredir e não ficar no vermelho. Esse cuidado é indispensável para que, no ano vindouro, 2015, não seja pego de surpresa, em especial, na área financeira, sem contar que, através desse balanço, podem ser descoberto fraudes, roubos ou desvios.
            É evidente que nem todos os cristãos têm comércio ou empresa para fazer um balanço anual, mas cada um tem a sua vida espiritual.
            Fechar para balanço começa com as coisas mínimas da vida. A vida espiritual necessita, rapidamente, de ser fechada para a “[...] artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro” (Ef 4.14) e principalmente, deve fechar “[...] para poder ficar firmes contra as ciladas do diabo” (Ef 6.11). Isso feito tem uma finalidade: “no sentido de que, quanto ao trato passado, (seja) despojado do velho homem, que se corrompe segundo as concupiscências (forte desejo) do engano” (Ef 4.22).
            O homem espiritual precisa fazer um balanço com um desejo enorme em seu coração de “[...] deixar a mentira, falar cada um a verdade com o seu próximo, porque somos membros uns dos outros” (Ef 4.25).
            O balanço se faz necessário para detectar irregularidades, falcatruas, desejos malignos com o propósito de “[...] despojar, igualmente, de tudo isto: ira, indignação, maldade, maledicência, linguagem obscena do vosso falar. Não mentir uns aos outros, uma vez que (você) foi despido do velho homem com os seus feitos” (Cl 3.8,9).
            No fechar para balanço deve-se prestar bem atenção naquilo que os olhos veem, pois os mesmos “são [...] lâmpada do corpo. Se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso; se, porém, os teus olhos forem maus, todo o teu corpo estará em trevas. Portanto, caso a luz que em ti há sejam trevas, que grandes trevas serão!” (Mt 6.22,23).
            A vida espiritual necessita de uma análise mais completa, uma averiguação minuciosa com o intuito de “[...] provar [...] a sinceridade do [...] amor” (2Co 8.8) pela própria vida, pelo bem-estar do cônjuge e pelo irmão que você deve “amar cordialmente [...] com amor fraternal, preferindo em honra uns aos outros” (Rm 12.10).
            A vida espiritual do servo de Deus não pode terminar este ano sem fazer um balanço completo. É preciso que haja um balanço da vida financeira, da vida conjugal, do relacionamento entre patrão e empregado e vice-versa. É urgente a necessidade de fechar as portas para o balanço da vida espiritual, daquela vida individual a qual você deve “[...] porém, quando orar, entrar no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (Mt 6.6). Não deixe de fechar a porta e fazer um balanço da “[...] aplicação à leitura, à exortação, ao ensino” (1Tm 4.13).
            Se por acaso você for negligente para fechar a porta para balanço, “quando o dono da casa se tiver levantado e fechado a porta, e você, do lado de fora, começar a bater, dizendo: Senhor, abre-me a porta, ele lhe responderá: Não sei donde (você é)” (Lc 13.25).
            A partir de hoje, diariamente, por amor a sua vida espiritual, feche para balanço.
Rev. Salvador P. Santana


1Ts.4.9-12 - CHAMADA AO AMOR.


CHAMADA AO AMOR
1Ts.4.9-12

Introd.:        “Dois fazendeiros viviam lado a lado. Um deles provocou uma contenda alegando que o limite da propriedade do vizinho estava dois pés adiante – 60,96 cm.
         Brigaram por causa disso durante muitos anos, mas nunca conseguiram uma remarcação na linha divisória. Resultado: inimizade.
         Um dos fazendeiros vendeu a propriedade. O novo proprietário saiu um dia a passeio para encontrar-se com o seu vizinho. E, avistando-o, o antigo morador lhe disse:
         – A linha divisória do seu terreno está avançada dois pés para o meu lado. Desejo alterá-la.
         – O novo vizinho respondeu: Mudaremos a cerca três pés para o meu lado – 91,44 cm.
         O velho fazendeiro ficou atônico, mas não deu demonstração. Disse: – Não, eu mudarei a cerca um pé para o meu lado” – 30,48 cm.
Nar.:   Paulo aconselha cada um a amar o seu próximo. É uma chamada contínua à vida de santidade.
Propos.:          É na vida de amor que a santidade se manifesta.
Trans.:        A chamada ao amor faz algumas exigências ao cristão [...]
1 – Exige a busca de instrução.
            Existe a necessidade de falar sobre o amor de uns para com os outros.
            Todos nós sabemos que precisamos amar.
            Paulo falou aos Tessalonicenses que, “no tocante ao amor fraternal (carinhoso), não há necessidade de [...] escrever [...]”, 1Ts.4.9.
            Mas, então, como é que não amamos o próximo?
            Pode ser a falta de conhecimento bíblico, pois “[...] aquele que não ama permanece na morte”, 1Jo.3.14.
            É verdade que todos “[...] nós [...] estamos (sendo) instruídos por Deus [...]”, 1Ts.4.9 todos os dias, então neste caso, pode ser a negligência para não obedecer.
            Paulo fala que a busca da instrução, da educação, da formação nos leva a realizar o dever de casa de “[...] que devemos amar uns aos outros”, 1Ts.4.9 e não apenas aos irmãos da fé.
            O ensino do Espírito Santo aplicado em nós é superior ao ensino dos homens.
            A chamada ao amor exige [...]
2 – Progresso.
            Quando Paulo fala que “[...] estamos praticando [...]”, 1Ts.4.10, ele indica uma ação contínua de amor, o qual devemos imitar.
            Mas, “e, na verdade, esta prática (dos Tessalônicos é a mesma que praticamos, ou seja) [...] para com todos os irmãos em toda a Macedônia [...]”, 1Ts.4.10.
            Amamos apenas aquele que nos ama ou aos que pertencem a nossa igreja, isso é bom, mas falta ainda mais.
            É preciso “[...] progredir cada vez mais (não apenas no amor aos) irmãos [...]”, 1Ts.4.10.
            Paulo “[...] nos exorta [...]”, 1Ts.4.10 a extravasar, entornar, superabundar, ser excessivo, ser mais suficiente, isso é ainda mais enfatizado com a adição do advérbio de intensidade “[...] mais”, 1Ts.4.10 em favor de todos os homens.
            De igual modo devemos buscar o progresso conforme o conselho dado a Timóteo, “medita estas coisas e nelas sê diligente, para que o teu progresso a todos (os homens) seja manifesto”, 1Tm.4.15.
            A chamada ao amor exige que o cristão [...]
3 – Viva tranquilamente.
            Paulo tem três exortações práticas relacionadas com o espírito de amor fraterno (carinhoso):
            1 - Quem ama se esforça “[...] diligente (empenho) por viver tranquilamente [...]”, 1Ts.4.11 em paz com todas as pessoas.
            Quem ama evita agitações e contendas desnecessárias.
            A diligência é você considerar uma honra, ter por ambição a sua tranquilidade na vida espiritual e material.
            2 - Quem ama “[...] cuida do que é seu [...]”, 1Ts.4.11.
            Quando cuidamos do que é nosso, não temos tempo para ficar ocupado dos negócios alheios.
            É nosso dever cuidar bem de si mesmo, da casa e de toda família.
            Quanta sabedoria as pessoas têm dos negócios alheios, mas são negligentes quanto aos seus próprios.
            3 - Quem ama não se torna carga pesada financeira para os outros.
            Pelo contrário, ele “[...] trabalha com as próprias mãos, como nos (são) ordenados”, 1Ts.4.11.
            Não fique com pretexto de não trabalhar para depender sempre dos outros.
            Aqueles que são diligentes ganham o seu próprio pão e tem prazer em fazê-lo desta maneira.
            Mas, devido à preguiça ou à falta de administração, as pessoas costumam a viver em apertos e são responsáveis por passarem por dificuldades.
            A fé em Cristo envolve o desenvolvimento do senso de responsabilidade.
            Que cada um venha a exercitar esse amor “[...] trabalhando tranquilo, comendo o seu próprio pão”, 2Ts.3.12.
            Quem não trabalha vive a falar mal dos demais, dorme diante da TV para no outro dia voltar aos bares.
            “[...] Trabalhar com as mãos [...]”, 1Ts.4.11 e não viver à custa da Igreja.
            Devemos encarar qualquer tipo de trabalho, desde que não seja pecaminoso.
            Paulo nos chama ao amor [...]
Conclusão:     Para mostrar a nossa boa conduta.
            Muitos servem de grande entrave para a comunidade cristã por ser uma sobrecarga financeira, e com isso, dão uma péssima impressão para os de fora, por isso do texto dizer: “[...] E de nada venhais a precisar”, 1Ts.4.12 que sirva para manchar a igreja de Deus.
            A nossa má conduta afeta o bem-estar de toda a comunidade.
         Agindo dessa forma, “[...] temos negado a fé e (somos) [...] piores do que o descrente”, 1Tm.5.8.
            O crente deve se “[...] portar com dignidade (honra, respeito) para com os de fora [...]”, 1Ts.4.12.
            A maneira de andar do crente deve dar boa impressão a fim de agradar e não desgostar as pessoas.
            Faça como o velho fazendeiro: Mude a cerca um pé para o seu lado – 30,48 cm para evitar qualquer tipo de contenda.


            Rev. Salvador P. Santana


quinta-feira, 27 de novembro de 2014

PETIÇÃO E AGRADECIMENTO

PETIÇÃO E AGRADECIMENTO
            Não existe ninguém neste mundo que ainda não tenha pedido alguma coisa emprestada ao seu próximo. É costume pedir dinheiro, roupa, carro, casa de praia, uma xícara de arroz, feijão, café ou utensílios domésticos emprestados.
            Geralmente as pessoas são bondosas. É muito difícil o pedinte receber um não de imediato. Pode ser que o amigo abordado tente protelar a resposta dizendo: mais tarde você me procura, vou pensar um pouco mais, preciso rever a situação, primeiro tenho que consultar o meu cônjuge ou por hora é impossível te ajudar. Tais respostas são sinais de que o pedinte pode ter esperança.
            Moisés anda na contramão daqueles que fazem alguma petição ao ser humano. Ao invés de pedir socorro, auxílio, ajuda a seu próximo, o legislador apresenta dois preciosos pedidos Aquele que pode e tem tudo nas mãos, o próprio Senhor, o Deus criador de todas as coisas.
            A sua petição é simples: Graça e sucesso. Ele entende que quando o homem suplica a Deus, é o melhor caminho que ele possa trilhar, visto que é um pisar seguro e verdadeiro. Você não pode titubear, duvidar, ficar inseguro. Peça com coragem a quem pode lhe estender a mão.
            “Seja sobre nós a graça do Senhor, nosso Deus [...]” (Sl 90.17). Leia mais uma vez este texto. É natural que as pessoas ao fazerem o pedido, o façam com interesse próprio, mas o que se nota é que o poeta não foi egoísta, exclusivista pedindo a graça só para si.
            A sua petição é que “seja sobre nós [...]” (Sl 90.17). Ele se lembrou da família, da igreja, da coletividade, daqueles que estão a sua volta. Em seu pedido está o desejo da amabilidade, da ternura ou do deleite de Deus em favor de todos.
            O mesmo desejo de pedir a graça de Deus em favor da coletividade nasceu no coração de outro escritor sagrado.  Esse escritor declara que “[...] não escondeu da grande congregação a [...] graça e a [...] verdade (de) Deus” (Sl 40.10). Esse pedido nasce no reconhecimento de que a graça de Deus é o seu rico trato para com o homem. É o reconhecer de que Deus age de forma agradável e amorosa em favor dos seus. É a forma de agradecer, orando, pedindo a Deus os seus favores.
            Quando Moisés fala: “Seja sobre nós [...]” (Sl 90.17) ele quer dizer que só a bênção da presença do Senhor pode dar significado e alegria à vida. Foi exatamente isso o que aconteceu com Moisés no deserto. Então, é verdadeiro que somente “[...] a graça (do Senhor) é melhor do que a vida [...]” (Sl 63.3). Esse é um dos maiores motivos dos lábios de cada adorador louvar a Deus por ele se lembrar de que a graça é o favor imerecido de Deus em favor do homem pecador.
            Em meio a essa graça está inclusa a salvação, a boa vontade de Deus que produz nos filhos de Deus a luz das boas obras. É interessante notar que o salmista reconheceu que é somente ao “[...] Senhor [...] (que) pertence a graça, pois a cada um retribuis segundo as suas obras” (Sl 62.12).
            Esse pedido da graça de Deus “[...] sobre nós [...]” (Sl 90.17) deve ser constante em sua vida. Esse pedido da graça deve ser feito somente ao “[...] Senhor, nosso Deus [...]” (Sl 90.17) porque só dEle procede toda graça maravilhosa.
            A petição do salmista tinha somente um propósito: o sucesso da vida profissional. É como se ele dissesse: Dá-nos sucesso em tudo o que fazemos, seja no trabalho secular ou espiritual “[...] confirmando sobre nós as obras das nossas mãos, sim, confirma a obra das nossas mãos” (Sl 90.17).
            O desejo do salmista é que Deus possa garantir pelo menos a sua sobrevivência. Deus pode ajudar o homem a sair da difícil situação econômica em que o Brasil se encontra. Moisés tinha plena certeza que aqueles que servem a Deus serão outorgados com bênçãos eternas. A confirmação dessas obras sobre as suas mãos é para compensar os anos maus e tristes que ele havia passado no deserto.
            Por isso você precisa suplicar para que Deus abençoe e confirme aquilo que você tem feito com esforço. Faz-se necessário que Deus se faça o seu guia e conselheiro. É preciso que, por meio da autoridade de Deus você tenha um privilégio especial, mas também é preciso deixar Deus dirigir e governar as obras de suas mãos. Por isso da repetição: “[...] confirma sobre nós [...] sim, confirma a obra das nossas mãos” (Sl 90.17). Esse é um tipo de curso contínuo de pedido e perseverança na graça de Deus, pois somente Ele pode lhe capacitar a completar todo o curso da obra de suas mãos.
            Querido irmão! Deixe Deus conduzir a sua vida a um resultado próspero em todas as ações e empreendimentos que vier a fazer, a fim de que as obras de suas mãos sejam confirmadas e abençoadas. E saiba desta verdade: é somente Deus que pode conferir sucesso em tudo, nos interesses temporais e espirituais, por isso, não peça ao homem, peça favores a Deus.
Rev. Salvador P. Santana 

terça-feira, 18 de novembro de 2014

DESENVOLVER A VIDA ESPIRITUAL, Cl.3.5-11.

DESENVOLVER A VIDA ESPIRITUAL
Cl.3.5-11
           
Introd.: No meio evangélico falta muito o desenvolvimento espiritual.
            Muitos ficam nanicos espirituais, ou, “[...] destruídos, porque lhes falta o conhecimento. Porque [...] rejeitaram o conhecimento (de) Deus [...]”, Os.4.6.
            Coisas simples como a leitura bíblica e a vida de oração muitos crentes não sabem ou não exercitam.
            Como desenvolver a vida espiritualmente?
Nar.:   Em 60-61 A.D., Paulo escreve aos Colossenses a fim de incentivá-los a “[...] buscar as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus”, Cl.3.1,2.
Propos.:          Para o apóstolo, nenhum de nós está livre deste mundo, então, somos convidados a desenvolver a nossa vida espiritual.
Trans.:           Como desenvolver a vida espiritual?
1 – “Matar os desejos deste mundo que agem em nós”.
            A ordem de Deus é que eu e você “faça, pois, morrer a nossa natureza terrena [...]”, Cl.3.5.
            Caso houver negligência, “[...] virá a ira (castigo) de Deus [sobre os filhos da desobediência]”, Cl.3.6. 
            O “fazer [...] morrer (em) nossa natureza terrena (não são coisas banais) [...]”, Cl.3.5. 
            Muitos dos nossos pecados não levamos a sério quando eles são avaliados por Deus.
            Pensamos que Deus não se importa ou não dá a mínima a respeito dos nossos pecados.
            Devemos levar em consideração os pecados sexuais.
            É preciso “fazer [...] morrer [...] (os quatro pecados que mais destroem os homens): prostituição (venda do corpo), impureza (indecência física e moral-costume), paixão lasciva (conduta vergonhosa incentiva prazer ao sexo - pedaladas pelados em Porto Alegre, RGS e São Paulo e o) desejo maligno (assassinatos, pedofilia, homossexualismo) [...]”, Cl.3.5.
            O “fazer [...] morrer (também se relaciona) [...] a avareza (cobiça – nunca se satisfaz), que é idolatria”, Cl.3.5. 
            Como somos pecadores, “[...] nessas mesmas coisas andamos nós também, noutro tempo, quando vivíamos nelas”, Cl.3.7. 
            São “por estas coisas é que vem a ira de Deus [sobre os filhos da desobediência]”, Cl.3.6. 
            Para desenvolver a vida espiritual temos que nos [...]
2 – Livrar de tudo o que nos impede de seguir a Cristo.
            Uma vez libertos dos pecados sexuais e da “[...] avareza, que é idolatria”, Cl.3.5 “agora, porém [...]”, Cl.3.8 é o momento de fazer outra limpeza na alma. 
            É dever de todos nós “[...] despojar (livrar-se, desprender), igualmente, de tudo isto [...]”, Cl.3.8 que impede o nosso crescimento espiritual. 
            Desenvolva a vida espiritual se livrando dos pecados contra o próximo: “[...] Ira (raiva sem motivo), indignação (sentimento de ódio), maldade (má vontade) [...] linguagem obscena (palavrões, feio, vergonhoso, indecente) do nosso falar”, Cl.3.8 e “não mentir uns aos outros [...]”, Cl.3.9 porque o outro ficará machucado.
            É preciso se livrar também do pecado contra Deus: A “[...] maledicência (que é constante contra Deus e contra o próximo) [...]”, Cl.3.8.
            Esse modo de agir deve ser pelo motivo de, “[...] uma vez que nos despimos (livrar) do velho homem com os seus feitos (pecados contra Deus e o próximo)”, Cl.3.9, temos condições de crescer.
            A partir do momento em que “[...] nos revestimos do novo homem (transformado por Cristo é que eu e você nos desenvolvemos espiritualmente) [...]”, Cl.3.10. 
            Esse “[...] novo homem (é) que se refaz para o pleno conhecimento (da verdade), segundo a imagem daquele que o criou (Cristo)”, Cl.3.10.
            Ao ser liberto, todo aquele que crê em Cristo, pode conseguir [...]
3
 
Conclusão:     Crescer espiritualmente.
            Esse crescer ou desenvolver espiritualmente não é privilégio de alguns apenas.
            O texto encerra dizendo que “no [...] (desenvolvimento espiritual) não pode haver (exclusividade para) grego (sabedoria) nem judeu (Escritura), circuncisão (povo de Deus) nem incircuncisão (rejeitados), bárbaro (ignorante), cita (povo rude, não civilizado), escravo, livre [...]”, Cl.3.11.
            Desenvolver a vida espiritual é para todos quantos aceitam a “[...] Cristo (como Senhor e Salvador) porque Ele é tudo em todos”, Cl.3.11 que ocupa a esfera inteira da vida humana e permeia todo o seu desenvolvimento espiritual.

            Rev. Salvador P. Santana

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

PERDÃO, Cl.3.13.

PERDÃO
Cl.3.13


Introd.:           O que é perdão? O N.T. fala que é: “Tratar graciosamente com, mandar embora, soltar, libertar e deixar passar os pecados cometidos nos dias anteriores”.
Nar.:   Neste texto Paulo apresenta o exemplo deixado por Cristo; perdão.
Propos.:          Perdão; uma necessidade em nossos dias.
Trans.:           Como devo exercitar o perdão?
1 – Suportando.
            O “suportai-vos [...]”, Cl.3.13 não é uma opção, é uma obrigação.
            “Suportar [...]”, Cl.3.13 é você servir de base e de apoio do outro.
            “Suportar [...]”, Cl.3.13 é levantar-se, manter-se ereto, firme, carregar, estar unido a uma pessoa que possa ter lhe causado algum desconforto.
            O “suportar [...]”, Cl.3.13 é aprendido com as lutas e dissabores que enfrentamos no dia a dia.
            “Suportar [...]”, Cl.3.13 não fala que deve ser com bichos de estimação e nem com objetos inanimados.
            Cada um de nós tem o dever de “suportar uns aos outros [...]”, Cl.3.13.
            Os “[...] uns aos outros [...]”, Cl.3.13 são gente como nós.
            Os “[...] uns aos outros [...]”, Cl.3.13 pode ser diferente de cada um nós em alguns aspectos, mas continua sendo “[...] o homem criado [...] à semelhança de Deus [...]”, Gn.5.1.
            É por este motivo que devemos “suportar uns aos outros [...]”, Cl.3.13.
            Perdão gera [...]
2 – Perdão.
            Quando eu e você negligenciamos o perdão, a tendência é o outro agir da mesma forma.
            Assim como o “suportar [...] (o) perdão [...]”, Cl.3.13 também não é uma opção, é uma obrigação.
            “[...] Perdoai-vos [...]”, Cl.3.13 fala para não pagar na mesma moeda ou na mesma medida.
            “[...] Perdoai-vos [...]”, Cl.3.13 é aprender a “[...] amontoar brasas vivas sobre a [...] cabeça (do) teu inimigo”, Rm.12.20.
            “[...] Perdoar [...]”, Cl.3.13 é não olhar para as ofensas passadas.
            “[...] Perdoar [...]”, Cl.3.13 é lembrar sem sentir a dor.
            O “[...] perdão (deve ser) mutuamente [...]”, Cl.3.13, ou seja, eu perdoo você, você me perdoa.
            Mas esse “[...] perdoar mutuamente [...] (deve acontecer) caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem [...]”, Cl.3.13.
            É verdade que todos os dias “[...] alguém tem motivo de queixa contra [...]”, Cl.3.13 qualquer coisa.
            Mas o texto fala sobre a “[...] queixa contra outrem [...]”, Cl.3.13 que seja o nosso semelhante.
            Então podemos “[...] ter motivo de queixa contra [...]”, Cl.3.13 o nosso Deus, daí, cabe o pedido de “[...] perdão [...]”, Cl.3.13 ao nosso criador.
            Se o “[...] motivo de queixa (é) contra [...]”, Cl.3.13 cônjuges, parentes, amigos, “[...] perdoai [...]”, Cl.3.13.
            Esse “[...] perdão [...]”, Cl.3.13 se deve pelo motivo de eu e você “não (nos) [...] deixar vencer do mal, mas vencer o mal com o bem”, Rm.12.21.
            Outra razão para praticarmos o “[...] perdão [...]”, Cl.3.13 é que podemos até “irar (mas) [...] não pecar [...] (então) não se ponha o sol sobre a vossa ira”, Ef.4.26.
            Quando perdoo o relacionamento melhora, a alegria retorna, o amor é dobrado.
            Para “[...] perdoar [...]”, Cl.3.13 é preciso [...]
Conclusão:     Imitar.
            O único exemplo de “suportar [...] (e) perdoar [...] (é encontrado apenas no) Senhor [...]”, Cl.3.13, pois “[...] Deus é (o único que) [...] pode perdoar pecados [...]”, Mc.2.7.
            Jesus foi capaz não somente de “suportar [...] (mas também de) perdoar [...]”, Cl.3.13 os sacerdotes, os fariseus, os saduceus, Pedro, a mim e a você.
            Então, “[...] assim como o Senhor nos perdoou, assim também (todos) nós (devemos) perdoar [...]”, Cl.3.13 aquele que nos deve.
            Aprenda a tratar graciosamente aquele que, por acaso, te ofendeu.
           

            Rev. Salvador P. Santana