sábado, 28 de dezembro de 2013

PREVISÕES

PREVISÕES
            Já é de praxe! Ao findar de cada ano os repórteres buscam nas ruas, nas salas onde se encontram os ditos especialistas do futuro, para saber o que acontecerá no ano seguinte. E, as previsões para 2014 já começaram e parece que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi o primeiro a prever não para o ano de 2014, mas dizendo que ele “[...] voltará em 2018. Se me provocarem, me preparo para a sucessão da Dilma. O PT vai ficar 20 anos no poder.” – Revista Época – Lula ameaça – edição 813, 23 de dezembro de 2013 – pag. 29 – com Leonel Rocha, Marcelo Sperandio, Teresa Perosa e com reportagem de Leandro Loyola.
            Para início de conversa, pode-se colocar na mesma panela tanto o Lula quanto aqueles que queiram prever o futuro. A previsão deles é tal como a “dos profetas loucos, que seguem o seu próprio espírito sem nada ter visto! Assim diz o SENHOR Deus” (Ez 13.3). Mesmo que eles consigam acertar em seus prognósticos, ainda assim é dever de cada um duvidar, pois, se “[...] suceder o tal sinal ou prodígio de que te houver falado [...] (a ordem bíblica é:) não ouvirás as palavras desse profeta ou sonhador; porquanto o SENHOR, vosso Deus, vos prova, para saber se amais o SENHOR, vosso Deus, de todo o vosso coração e de toda a vossa alma” (Dt 13.2,3).
            As falácias não podem intimidar o povo de Deus e muito menos deixar-se “[...] enganar (por) muitos falsos profetas [...]” (Mt 24.11). Verdade é que, todos quantos confiam em Deus, depositam a sua esperança na vida eterna, e, portanto, jamais devem “[...] dar crédito a qualquer espírito; antes, prova os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo fora” (1Jo 4.1).

            Ao olhar para as muitas previsões feitas e a não concretização, cada um deve repensar um pouco mais a respeito desse assunto e menosprezar os tais sonhadores. Não é à toa o que o profeta Jeremias declara, perguntando: “até quando sucederá isso no coração dos profetas que proclamam mentiras, que proclamam só o engano do próprio coração?” (Jr 23.26). Assim como nos tempos bíblicos não deixaram de existir os que “[...] proclamavam mentiras (e o pior;) em nome (de) Deus [...]” (Jr 23.25), ainda hoje se ouve tais inverdades proferidas por lábios mentirosos.
            Que pena! Esses palradores “[...] falam coisas vãs, e os adivinhos veem mentiras, contam sonhos enganadores e oferecem consolações vazias [...]” (Zc 10.2) para todos aqueles que não confiam e nem esperam em Deus. É preciso ficar gravado em cada coração que ninguém neste mundo “[...] sabe o que sucederá amanhã [...]” (Tg 4.14), “[...] pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal” (Mt 6.34). Ao invés de antever o futuro, que é incerto para o homem, não somente o Lula, mas todos quantos estão em sã consciência “[...] devem dizer: Se o Senhor quiser, não só viveremos, como também faremos isto ou aquilo” (Tg 4.15).
            Ora, que todos fiquem sabendo que “[...] os justos, e os sábios, e os seus feitos estão nas mãos de Deus; e, se é amor ou se é ódio que está à sua espera, não o sabe o homem. Tudo lhe está oculto no futuro” (Ec 9.1), portanto, faça a previsão de “[...] crescer na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo [...]” (2Pe 3.18).
            Rev. Salvador P. Santana       

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Lc.4.1-13 - A TENTAÇÃO DE CRISTO.

A TENTAÇÃO DE CRISTO, Lc.4.1-13.

Introdução:    Assim como Jesus foi tentado pelos Diabo, nós também somos tentados, portanto, devemos “vigiar e orar, para que não entremos em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca”, Mt.26.41.
1 – Diferenças entre os sinóticos (parecidos).
            Os três evangelhos registram a tentação de Jesus, Marcos não trás detalhes.
            A ordem da narrativa de Mateus:
a)      [...] Manda que esta pedra se transforme em pães”, Mt.4.3.
b)      [...] Colocou-o sobre o pináculo do templo [...]”, Mt.4.5 “[...] Se és Filho de Deus, atira-te abaixo [...]”, Mt.4.6.
c)      Levou-o ainda o diabo a um monte muito alto, mostro-lhe todos os reinos [...]”, Mt.4.8 “[...] disse: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares”, Mt.4.9.
Em Lucas a ordem é diferente: a) “[...] Manda que esta pedra se transforme em pão”, Lc.4.3; b) “[...] Dar-te-ei toda esta autoridade [...]”, Lc.4.6 “[...] se prostrado me adorares [...]”, Lc.4.7; c) “[...] Se és o Filho de Deus, atira-te daqui (pináculo) abaixo”, Lc.4.9.
            A única diferença é a ordem, mas as três tentações são apresentadas.
2 – O contexto.
            Tanto Mateus como Lucas falam sobre a tentação de Jesus após o batismo.
            “[...] O [...] batismo [...] (de) Jesus [...] (deu início ao Seu ministério com o) [...] Espírito Santo descendo sobre ele em forma corpórea como pomba [...]”, Lc.3.21,22.
            Mateus e Lucas registram que a “[...] voz [...] (do Pai) diz: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo”, Mt.3.17; Lc.3.22.
            Por duas vezes Satanás usa essas palavras na tentação, “[...] Se és o Filho de Deus, manda que esta pedra se transforme em pão”, Lc.4.3.
            “[...] Se és o Filho de Deus, atira-te daqui abaixo”, Lc.4.9.
            No momento do batismo é afirmada a Divina filiação de Jesus que Satanás pretende distorcer.
            Antes de falar da tentação Lucas fala da genealogia de Cristo até Adão – escreveu para os gentios – prova a humanidade de Cristo, Lc.3.38.
            A genealogia de Mateus, escrita para o povo judeu, apresenta “[...] Jesus Cristo [...] (como) filho de Abraão”, Mt.1.1.
            É a partir desse momento que começa a tentação de Jesus.
3 – A realidade da tentação.
            A tentação de Jesus é real para você ou é uma fábula?
            Não importa a sua opinião, “[...] Deus não pode ser tentado pelo mal [...]”, Tg.1.13.
            Jesus era igual a nós.
            A Bíblia prova a humanidade de Cristo apresentando-O como “[...] tendo fome”, Mc.11.12; “[...] sede [...]”, Jo.19.28; “[...] cansado da viagem [...]”, Jo.4.6; “[...] dormindo sobre o travesseiro [...]”, Mc.4.38.
            Jesus sendo homem “[...] foi [...] tentado (externamente e não internamente) em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado”, Hb.4.15.
            Outra característica humana de Jesus é que ele ficava “condoído (compaixão das pessoas) [...]”, Mt.20.34.
            “[...] algumas crianças [...] (levadas a Ele) para que lhes impusesse as mãos e orasse [...]”, Mt.19.13.
            Muitas vezes Ele ficou “[...] angustiado [...]”, Lc.12.50.
            Por causa dessa humanidade de Jesus que “[...] o diabo (fez a proposta de tentação): Se és o Filho de Deus, manda que esta pedra se transforme em pão”, Lc.4.3.
            Qual foi a resposta? “[...] Não só de pão viverá o homem”, Lc.4.4.
            Jesus “[...] foi [...] tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado”, Hb.4.15.
4 – Narrativa.
            Após o batismo “Jesus, cheio do Espírito Santo [...] foi guiado pelo mesmo Espírito, no deserto”, Lc.4.1.
            Jesus ficou “[...] quarenta dias, sendo tentado pelo diabo. Nada comeu naqueles dias, ao fim dos quais teve fome”, Lc.4.2.
            A – A primeira tentação põe em dúvida o poder de Deus sustentar o homem que passa fome.
            Jesus estava com fome, “[...] o diabo (aproveitou dessa fraqueza para tentar o Filho de Deus): Se és o Filho de Deus, manda que esta pedra se transforme em pão”, Lc.4.3.
            A conjunção “[...] se [...]”, Lc.4.3 usado pelo diabo é retórico (falar bem para convencer), ele tinha certeza que Jesus é de fato “[...] Filho de Deus [...]”, Lc.4.3.
            Satanás queria colocar dúvida em Jesus a respeito da providência do Pai ao dizer: “Qual dentre vós é o pai que, se o filho lhe pedir [pão, lhe dará uma pedra? Ou se pedir] um peixe, lhe dará em lugar de peixe uma cobra?”, Lc.11.11.
            Como resposta, Jesus usa a Palavra de Deus: “[...] Não só de pão viverá o homem”, Lc.4.4 usa Dt.8.3.
            O servo de Deus depende do sustento do criador; seja de alimento ou outra coisa qualquer.
            B – A segunda tentação sugere:
            “[...] Dar [...] autoridade e a glória [...]”, Lc.4.6 de “[...] todos os reinos (nações) do mundo”, Lc.4.5 para Jesus.
            A desculpa de que a “[...] autoridade (dos) reinos [...] foi entregue ao diabo (e que por isso) [...] dava a quem ele quisesse”, Lc.4.6.
            Satanás tem autoridade sobre as nações? Ele é mentiroso, Jo.8.44; “[...] Jesus (é que tem) autoridade sobre espíritos imundos [...]”, Mt.10.1.
            “Jesus [...] tem toda a autoridade [...] no céu e na terra”, Mt.28.18.
            O desejo do diabo era que Jesus “[...] prostrado o adorasse [...]”, Lc.4.7.
            “Mas Jesus lhe respondeu: Está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a ele darás culto”, Lc.4.8.
            O que o diabo faz neste mundo é “[...] atuar (controla, ajuda) nos filhos da desobediência”, Ef.2.2.
            “[...] O mundo inteiro jaz (debaixo) no Maligno”, 1Jo.5.19.
            Deus não deu nada para o diabo, “tudo [...] foi entregue a Jesus [...] (pelo) Pai [...]”, Mt.11.27.
            Somente Jesus tem poder para “[...] despojar os principados e as potestades, publicamente os expondo ao desprezo, triunfando deles na cruz”, Cl.2.15.
            Essa vitória de Jesus era certa devido a profecia, pois Ele “[...] será exaltado e elevado [...]”, Is.52.13.
            Antes dessa vitória foi preciso Jesus ser “[...] desfigurado, mais do que o de outro qualquer [...]”, Is.52.14.
            “Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso”, Is.53.3.
            Chegou a ponto de pedir: “[...] Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres”, Mt.26.39.
            O diabo sugeriu que Jesus não passasse pela cruz a fim de ser adorado, mas Jesus usa Dt.6.13: “[...] Ao Senhor, teu Deus, adorarás [...]”, Lc.4.8.
            C – Na terceira tentação Jesus é induzido a testar a sua confiança.
            “[...] O levou a Jerusalém, e o colocou sobre pináculo do templo (dizendo:) [...] Se és o Filho de Deus, atira-te daqui abaixo”, Lc.4.9.
            A desculpa do inimigo: “[...] Aos seus anjos ordenará a teu respeito que te guardem”, Lc.4.10.
            “e: Eles te susterão nas suas mãos, para não tropeçares nalguma pedra”, Lc.4.11.
            Conversas idiotas em que as pessoas pedem para provar que confiamos em Deus.
            Jesus mais uma vez contra-ataca com a Palavra de Deus: “[...] Não tentarás o Senhor, teu Deus”, Lc.4.12 citando Dt.6.16 quando Israel estava para possuir a terra prometida.
            Não tem necessidade de provar que confiamos ou não em Deus, “pois o SENHOR conhece o caminho dos justos, mas o caminho dos ímpios perecerá”, Sl.1.6.
            Jesus venceu as tentações porque usou a Palavra de Deus. É por isso         que, “passadas que foram as tentações de toda sorte, apartou-se dele o diabo, até momento oportuno”, Lc.4.13.
5 – A tentação de Cristo e as nossas tentações
            A – Lições sobre a tentação.
            1 – Deus permite a tentação.
            Mas “[...] Deus é fiel e não permitirá que sejamos tentados além das nossas forças [...]”, 1Co.10.13.
            “Jesus, cheio do Espírito Santo [...] foi guiado pelo mesmo Espírito, no deserto”, Lc.4.1.

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            Jesus sendo Filho de Deus não foi poupado da tentação, nós não somos melhores, por isso a ordem é: “Vigiar e orar, para que não entremos em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca”, Mc.14.38.
            Pede: “E não nos deixes cair em tentação [...]”, Mt.6.13.
            Deus não vai te deixar desamparado, pois, “[...] juntamente com a tentação, nos proverá livramento, de sorte que a possamos suportar”, 1Co.10.13.
            2 – A astúcia do inimigo.
            Você vai passar necessidade - “[...] fome”, Lc.4.2.
            Você terá fama - “[...] autoridade e a glória destes reinos [...]”, Lc.4.6.
            Você vai sofrer no futuro - “[...] atira-te daqui abaixo”, Lc.4.9.
            Para colocar medo, Satanás afirmou uma verdade usando textos isolados, você “[...] é [...] Filho de Deus [...]”, Lc.4.3 e “[...] atira [...] anjos [...] te guardam”, Lc.4.9,10.
            O diabo promete algo que não lhe pertence: “[...] Dar-te-ei [...] (os) reinos [...]”, Lc.4.6. 
            O inimigo arma ciladas, “[...] como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia, assim [...] (ele insiste para que) seja corrompida a nossa mente e se aparte da simplicidade e pureza devidas a Cristo”, 2Co.11.3.
            A atitude do cristão deve ser de “revestir de toda a armadura de Deus, para podermos ficar firmes contra as ciladas do diabo”, Ef.6.11.
            Todo cuidado é pouco, “[...] porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz”, 2Co.11.14.
            3 – A importância da revelação escrita.

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            Jesus usou apenas textos da Palavra de Deus: “[...] Está escrito: Não só de pão viverá o homem”, Lc.4.4.
            “[...] Está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a ele darás culto”, Lc.4.8.
            “[...] Dito está: Não tentarás o Senhor, teu Deus”, Lc.4.12.
            A Palavra de Deus é instrumento para a batalha espiritual; “[...] capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus”, Ef.6.17.
            A “Palavra (quando) Guardada no coração [...] (evita) pecar contra o Senhor”, Sl.119.11.
            B – A identificação.
            “Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus”, 2Co.5.21.
            A obra de Jesus foi completa em nosso lugar, foi tentado, sofreu e morreu, por isso “[...] ele [...] é poderoso para socorrer os que são tentados”, Hb.2.18.
            Esse sofrimento humano irá acabar quando Jesus “[...] enxugar dos olhos toda lágrima, e a morte já não existir, [...] não houver luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram”, Ap.21.4.
Conclusão:     Enquanto eu e você vivermos neste mundo, seremos tentados; não brinca com o inimigo e nem com a aparência do mal.


            Adaptado pelo Rev. Salvador P. Santana da Revista da Escola Dominical – Esxpressão – A vida de Jesus – CCC. 

AMOR, Mc.1.29-31.

AMOR
Mc.1.29-31

Introd.:           A todo verdadeiro cristão Deus comunica luz e bênçãos, e isto o discípulo comunica aos outros na obra que faz pelo Senhor.
            À medida que ele dá do que recebe, aumenta a capacidade de receber. Cria-se espaço para novas provisões de graça e verdade.
            Aquele que recebe, mas nunca dá, em breve cessa de receber.
            O melhor que temos não é o que foi recebido, mas aquilo que a outro damos.
Nar.:   Neste texto observamos três faces do amor.
            Aquele que nos leva a interceder; “[...] e logo lhe falando a respeito dela”, Mc.1.30.
            O amor que é impulsionado a curar; “então, aproximando-se, tomou-a pela mão; e a febre a deixou [...]”, Mc.1.31.
            E o amor que nos leva a servir; “[...] passando ela a servi-los”, Mc.1.31.
Propos.:          Deus deseja que sejamos impulsionados pelo amor.
Trans.:           O amor nos leva a [...]
1 – Interceder.
            É muito difícil interceder.
            O texto nos apresenta que “a sogra de Simão achava-se acamada [...]”, Mc.1.30.
            Talvez você possa dizer: ela está cansada.
            O que mais incomoda todas as famílias é ouvir falar de enfermidades. 
            Piora o quadro quando se ouve falar que este ou aquele ente querido está “[...] com febre [...]”, Mc.1.30 sem uma causa visível.
            Muitos dirão: é apenas uma febre, logo vai passar.
            Neste caso é preciso que alguém interceda junto a Jesus “[...] e logo lhe falando a respeito dela”, Mc.1.30.
            A falta de intercessão está muitas vezes ligada à inimizade.
            Mas este nunca foi o ensino de Jesus.
            Jesus ensinou: “[...] Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem [...]”, Lc.22.32.
            Jesus ordena: “amai, porém, os vossos inimigos, fazendo o bem [...] sem esperar nenhuma paga; pois será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo [...]”, Lc.6.27.
            O amor te move a interceder. Faça isso!
            Por amor [...]
2 – Jesus curou.
            O que Jesus fez e faz é por amor, porque “ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos”, Jo.15.13.
            Quando Jesus “[...] aproximou-se [...]”, Mc.1.31 da sogra de Pedro foi por amor.   
            Ele podia ter falado: – Não tem problema, prepare um chá para ela.
            Jesus se incomoda com as nossas dificuldades a ponto de “[...] tomá-la pela mão [...]”, Mc.1.31 como que num gesto de carinho.
            A atitude de Jesus é sempre a melhor a ponto de “[...] a febre a deixar [...]”, Mc.1.31.
            Jesus nos ama igualmente como amou a sogra de Pedro.
            Reconhecendo esse amor de Jesus, por amor [...]
3 – Passo a servir.
            O ato de servir precisa ser automático.
            Jesus liberta, cura, dá a própria vida para tão logo eu “[...] passar [...] a servi-lo”, Mc.1.31.
            Quem recebe bênçãos de Jesus demonstra gratidão perguntando: “Que darei ao Senhor por todos os seus benefícios para comigo?”, Sl.116.12.
            Não fique na dúvida quanto ao que deve entregar para Jesus.
            O Senhor pede apenas uma coisa: “Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos meus caminhos”, Pv.23.26.
            Para um simples ato de servir é preciso quebrar barreiras com a família, com a sociedade e consigo mesmo.
            Sirva a Jesus de coração.
            O crente cheio de amor é comparado a uma caixa d’água.
Conclusão:     Caso o pedreiro no dia da instalação não colocar o ladrão ou o encanamento para dentro da casa, ela só receberá o necessário da sua capacidade.
            Caso todas as instalações são feitas no modo certo e o ladrão no devido lugar, a água sempre se renovará.
            Renove sempre o amor dentro do seu coração.
            Ah! Não esqueça; “e, saindo eles da sinagoga [...]”, Mc.1.29, da presença de Deus, da oração e leitura bíblica.
            Jesus havia acabado de falar do amor do Pai e recebido instruções divinas para o seu ministério neste mundo.
            Desta forma Ele se ausenta do céu, do trono de Deus para “[...] estar conosco todos os dias até à consumação do século”, Mt.28.20.
            Ao mesmo tempo em que Jesus pode “[...] sair [...] com Tiago e João [...]”, Mc.1.29 ele pode usar você para abençoar outras pessoas, tal como “[...] a casa de Simão e André”, Mc.1.29.
            Por amor, Jesus pode abençoar a sua casa. 


            Rev. Salvador P. Santana

PRESERVAR A VIDA, Mc.9.49,50.

PRESERVAR A VIDA
Mc.9.49,50

Introd.:           Ao colocar o alimento na boca sabemos distinguir se ele tem ou não sabor.
Nar.:   O texto fala sobre o bom testemunho que cada servo de Deus deve dar neste mundo.
            A falta de testemunho é motivo para “[...] ser lançado no inferno”, Mc.9.45.   
Propos.:          Devemos mostrar a este mundo o verdadeiro sabor da vida eterna.
Trans.:           Para preservar a vida é preciso do [...]
1 – Fogo purificador.
            Pelo que se sabe, “[...] fogo (não) salga”, Mc.9.49.
            “[...] Fogo”, Mc.9.49 queima, destrói com a finalidade de purificar.
            O fogo tem ação sobre a prata, o cobre, o ferro e o ouro, para ser derretido e depois ser feito uma peça de utilidade e valor.
            O crente precisa passar pelo fogo e “[...] a si mesmo se purificar [...] (dos) erros [...] (para) ser utensílio para honra, santificado e útil ao seu possuidor [...]”, 2Tm.2.21.
            Caso ainda não aconteceu transformação na vida espiritual, “se tornará manifestada a obra de cada um; pois o Dia a demonstrará, porque está sendo revelada pelo fogo (do julgamento); e qual seja a obra de cada um o próprio fogo o provará”, 1Co.3.13.
            É bom saber que “[...] cada um será [...]”, Mc.9.49 responsabilizado pelos seus atos, prazeres “para que, uma vez confirmado o valor da [...] fé [...] apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo”, 1Pe.1.7.
            Para preservar a vida precisa [...]
2 – Do sal.
            Assim como temos responsabilidades, “[...] cada [...] será salgado [...]”, Mc.9.49 por Deus “[...] para nos conduzir a Cristo [...]”, Gl.3.24.
            “Bom é o sal [...]”, Mc.9.50 para transformar aquilo que tem contato.
            “Bom é o sal [...]”, Mc.9.50 para dar sabor.
            “Bom é o sal [...]”, Mc.9.50 para conservar o que pode ser estragado.
            “Bom é o sal [...]”, Mc.9.50 e muito diferente onde ele é colocado.
            “[...] Mas, se o sal vier a tornar-se insípido (sem gosto) [...] ?”, Mc.9.50 – testemunho, influência negativa, responsabilidade como cristão – toda pregação cairá em descrédito.
            Por falta de sal é impossível “[...] restaurar o sabor [...]”, Mc.9.50 para comunicar vida.
            Paulo fala que devemos começar com “a nossa palavra (que deve) ser sempre agradável, temperada com sal [...]”, Cl.4.6.
            Jesus insiste que “o homem bom (deve) tirar do tesouro bom coisas boas [...]”, Mt.12.35.
            A nossa influência deve ser sentida neste mundo quando “não sair da nossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação [...] (para) transmitir graça aos que ouvem”, Ef.4.29.
            O fogo e o sal me levam a ter [...]
2
 
Conclusão:     Paz interior.
            É preciso nascer dentro do coração regenerado o desejo de “[...] ter sal em si mesmo [...]”, Mc.9.50 – graça de Deus na vida a fim de que eu e você tenhamos “[...] paz [...]”, Mc.9.50 vinda de Cristo para a nossa alma.
            Após a relação íntima do homem com Cristo Jesus é que a vida preservada terá “[...] paz uns com os outros”, Mc.9.50.


            Rev. Salvador P. Santana

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

ESPECIAL E GRACIOSO

ESPECIAL E GRACIOSO
                “Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim [...]” (Mt 1.18) como qualquer outro filho nascido de parto normal. A diferença é que Maria fora escolhida por Deus, “[...] muito favorecida [...] (porque) o anjo lhe disse: Maria, não temas; porque achaste graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem chamarás pelo nome de Jesus” (Lc 1.28,30,31). Essa escolha maravilhosa não aconteceu com nenhuma outra mulher no mundo.
                O único privilégio que Maria teve dentre tantas mulheres, foi carregar em seu ventre “[...] o ente santo que havia de nascer [...] chamado Filho de Deus” (Lc 1.35). No mais, ela teve enjoos, viu a sua barriga crescer, ficou aborrecida, sensível, sentiu cansaço, teve que lidar com amigos e parentes perguntando sobre qual sexo ela queria e, por causa do pecado, foram “[...] multiplicados sobremodo os sofrimentos da sua gravidez; em meio de dores deu à luz (seu) filho [...]” (Gn 3.16) Jesus Cristo.
                “Ora [...] (o texto fala que) Maria estava [...] desposada com José [...]” (Mt 1.18). O costume da época era o arranjo de casamento para os filhos pelos pais. Isto aconteceu com Abraão que mandou o seu servo “[...] ir à sua parentela e dali tomar esposa para Isaque, seu filho” (Gn 24.4). Com Maria não foi diferente, houve um acordo de casamento entre os pais dos nubentes e esse acordo não podia ser desfeito.
                A história do nascimento de Jesus é muito empolgante e marcante na vida de toda cristandade. Como Maria e José tinham apenas um contrato de casamento, eles não podiam “[...] coabitar antes [...]” (Mt 1.18) da noite de núpcias. Eles eram servos do Deus Altíssimo, foram fieis e preservaram-se na sua virgindade para “[...] apresentarem a si mesmos igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito” (Ef 5.27) e, para confirmarem essa fidelidade, José “[...] não a conheceu, enquanto ela não deu à luz um filho, a quem pôs o nome de Jesus” (Mt 1.25).
                Mas, como assim, “[...] sem que tivessem antes coabitado, achou-se grávida [...] (?)” (Mt 1.18). Foi por este motivo que “[...] José, seu esposo, sendo justo e não a querendo infamar, resolveu deixá-la secretamente” (Mt 1.19). Quando “[...] Maria (recebeu a visita do) [...] anjo (dizendo-lhe) “[...] que conceberia e daria à luz um filho [...]” (ela lhe pergunta): Como será isto, pois não tenho relação com homem algum?” (Lc 1.34,31). Para esclarecer essa dúvida “respondeu o anjo: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te envolverá com a sua sombra; por isso, também o ente santo que há de nascer será chamado Filho de Deus” (Lc 1.35).
                O nascimento de Cristo Jesus foi tão especial e gracioso para o homem que foi preciso “[...] Maria [...] achar-se grávida pelo Espírito Santo” (Mt 1.18). Se esta obra não tivesse sido realizada, “[...] todos igualmente pereceriam” (Lc 13.3). Então, cada um precisa aceitar, pois esta obra não é humana, é divina. É por este motivo que Jesus Cristo “[...] pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus [...]” (Hb 7.25).
                Graças a Deus pelo nascimento de Jesus Cristo!

Rev. Salvador P. Santana 

Mt.1.16 - JESUS NASCEU.

JESUS NASCEU
Mt.1.16

Introd.:           Após o nascimento de Jesus, Ele, José e Maria, “[...] foram habitar numa cidade chamada Nazaré (sul da Galileia – fama de serem culturamente atrasados – Pedro), para que se cumprisse o que fora dito por intermédio dos profetas: Ele será chamado Nazareno”, Mt.2.23.
Nar.:   É possível perceber que no livro de Marcos não existe nenhuma narrativa a respeito do nascimento de Jesus.
            Isto acontece porque Marcos fora escrito para os leitores Romanos e eles não tinham interesse em saber sobre a genealogia de Jesus.
            Mateus escreve para os Judeus. É por este motivo que ao iniciar a escrita, o autor busca a descendência de Jesus desde “[...] Davi, filho de Abraão”, Mt.1.1 – havia uma linhagem, um Messias prometido, um descendente Real.
            Mateus discorre sobre as gerações até “[...] Jacó (pai de) [...] José, marido de Maria [...]”, Mt.1.16 para mostrar que Jesus é descendente de Davi, e que, através dele, viria o Rei prometido.
Propos.:          Nestes dias tão difíceis é preciso Jesus nascer em nossos corações.
Trans.:           Jesus nasceu [...]
1 – Para mudar os nossos corações.
            Jesus nasceu em seu coração?
            Não é suficiente saber que “[...] Jesus nasceu em Belém da Judéia, (muito menos) em dias do rei Herodes, (não adianta buscar conhecer) [...] que vieram uns magos do Oriente a Jerusalém”, Mt.2.1.
            Não é suficiente entender que era “no décimo quinto ano do reinado de Tibério César, (que) [...] Pôncio Pilatos governava (a) [...] Judeia, Herodes [...] (a) Galileia [...]”, Lc.3.1.
            O mais importante é saber e aceitar “[...] Jesus nascer [...]”, Mt.1.16 em cada coração e trazer mudanças concretas.
            Cada um de nós precisa ouvir atentamente a voz do Mestre dizer: “Inclinai os ouvidos e vinde a mim; ouvi, e a vossa alma viverá; porque convosco farei uma aliança perpétua [...]”, Is.55.3.
            A fim de que haja mudança em cada coração devo atender quando Jesus me convidar: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei”, Mt.11.28.
            Se eu não ouvir aquela voz apocalíptica de que, “eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo”, Ap.3.20; é sinal de que Jesus não nasceu em meu coração.
            Deixa Jesus mudar o seu coração.
            Jesus nasceu [...]
2 – E nos oferece benefícios.
            O texto fala que “[...] nasceu Jesus, que se chama o Cristo (o Salvador Prometido)”, Mt.1.16.
            Interessante notar que não é somente a salvação que Jesus nos oferece.
            O menino “[...] Jesus (que) nasceu [...]”, Mt.1.16 é “[...] o pão da vida (e todos quantos a Ele se entrega) [...] jamais terá fome; e o que crê em Jesus jamais terá sede”, Jo.6.35.
            Quando “[...] Jesus nasce [...]”, Mt.1.16 em nosso coração, Ele se torna o nosso “[...] o (nosso) bom pastor (pois somente Ele) [...] dá a vida pelas ovelhas”, Jo.10.11.
            Falando do “[...] nascimento (de) Jesus [...] Cristo”, Mt.1.16 vem a nossa mente que “o SENHOR é o meu pastor; nada me faltará. Ele me faz repousar em pastos verdejantes. Leva-me para junto das águas de descanso; refrigera-me a alma. Guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome. Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo; o teu bordão e o teu cajado me consolam. Preparas-me uma mesa na presença dos meus adversários, unges-me a cabeça com óleo; o meu cálice transborda. Bondade e misericórdia certamente me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na Casa do SENHOR para todo o sempre”, Sl.23.
            Falta muito nos corações o “[...] nascer (de) Jesus, que se chama o Cristo”, Mt.1.16, eis o motivo de Salomão declarar: “Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos meus caminhos”, Pv.23.26.
            Ao “[...] nascer Jesus [...]”, Mt.1.16 em nossos corações, recebemos “[...] a paz, a [...] paz (que o próprio) Jesus nos dá; não [...] como a dá o mundo [...]”, Jo.14.27.
            Cada um de nós precisa declarar que [...]
Conclusão:     “[...] Jesus Cristo nasceu [...]”, Mt.1.16 em nossos corações.
            Faça um convite para “[...] Jesus nascer [...]”, Mt.1.16 em seu coração.
            Deixe o “[...] que se chama o Cristo”, Mt.1.16 te salvar e te abençoar.


            Rev. Salvador P. Santana

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

PERCEPÇÃO DO QUE SERÁ MAL PARA O PRÓXIMO, Gn.39.9.

PERCEPÇÃO DO QUE SERÁ MAL PARA O PRÓXIMO, Gn.39.9.

            Você já feriu alguém?
            Pimenta nos seus olhos arde no meu?
            Antes da esposa de Potifar incriminar o jovem Hebreu, “logrou (alcançou) José mercê (graça) perante Potifar, a quem servia; e ele o pôs por mordomo de sua casa e lhe passou às mãos tudo o que tinha”, Gn.39.4.
            Após receber o bem, muitos cospem no prato.
            Ora, se “no meio de (nossa família) [...] desprezam o pai e a mãe, praticam extorsões contra o estrangeiro e são injustos para com o órfão e a viúva”, Ez.22.7; o que dirá daquele que não tem nenhum parentesco?
            Para não fazer mal ao próximo, José reconhece que “Potifar não (era) [...] maior do que ele (dentro de) [...] casa e nenhuma coisa (foi) [...] vedada, senão a (esposa de Potifar) [...] porque (era a) [...] mulher (de outro); como, pois, cometeria ele tamanha maldade [...]”, Gn.39.9.
            Note bem que José não enxerga apenas a maldade feita na vida do próximo, mas ele reconhece que, agindo dessa forma, está “[...] pecando contra Deus [...]”, Gn.39.9.
            José não seguiu o exemplo dos seus irmãos. 
            Quando os irmãos de José “[...] o viram de longe e, antes que chegasse, conspiraram contra ele para o matar”, Gn.37.18.
            Em momento algum José tentou matar os seus irmãos ou algum dos seus escravos.
            Os filhos de Jacó ficaram desejosos de praticarem o mal contra o próximo que “[...] dizia um ao outro: Vem lá o tal sonhador!”, Gn.37.19.
            O mal foi tanto que os 10 irmãos resolveram “[...] matar (José) e lançá-lo numa [...] cisterna; e (o pior, mentir para o pai) dizendo: Um animal selvagem o comeu [...]”, Gn.37.20.
            Será que nós somos os mais certinhos deste mundo? Nunca desejamos o mal para ninguém?
            Paulo declara que “todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis (caráter – qualidade boa corrompida); não há quem faça o bem, não há nem um sequer”, Rm.3.12.
            Teve um irmão de José, “[...] Rúben, ouvindo isso, livrou-o das mãos deles e disse: Não lhe tiremos a vida”, Gn.37.21, mas não impediu que o jovem de 17 anos fosse vendido como escravo.
            “José (agiu diferente) [...] recusou e disse à mulher do seu senhor: Tem-me por mordomo o meu senhor e não sabe do que há em casa, pois tudo o que tem me passou ele às minhas mãos”, Gn.39.8.
            A regra básica para aquele que deseja o mal para o próximo é aprender “[...] o grande mandamento na Lei [...] amar o Senhor, nosso Deus, de todo o nosso coração, de toda a nossa alma e de todo o nosso entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo”, Mt.22.36-39.
3
 
            Devo aprender que “tudo quanto, pois, quero que os homens [...] (me) façam, assim (devo) fazer [...] também a eles; porque esta é a Lei e os Profetas”, Mt.7.12.
            A ordem bíblica é que “a ninguém fiquemos devendo coisa alguma, exceto o amor com que nos amemos uns aos outros; pois quem ama o próximo tem cumprido a lei”, Rm.13.8.
            Agindo dessa forma “[...] não (podemos) adulterar [...] matar [...] furtar [...] cobiçar, e, se há qualquer outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás o teu próximo como a ti mesmo”, Rm.13.9.
            O dever de amar é porque “o amor não pratica o mal contra o próximo; de sorte que o cumprimento da lei é o amor”, Rm.13.10.  
Conclusão:     Eu reconheço quando faço alguma maldade contra o próximo?
            O meio-irmão de Jesus instrui a igreja para “se, porém, algum de nós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera (reprova); e ser-lhe-á concedida”, Tg.1.5.



            Adaptado pelo Rev. Salvador P. Santana da Revista de Escola Dominical – Didaquê.