SANTOS
Muitos não sabem ou não querem saber, mas Deus em sua soberana vontade “[...] escolheu [...]” (Ef 1.4). A Sua escolha não depende da vontade humana, mas exclusivamente do “[...] seu amor” (Ef 1.4). Então, fica descartada toda e qualquer tentativa de atribuir ao homem o direito de escolher a sua salvação, pois o próprio Deus é enfático ao dizer que, “assim como nos escolheu nele (em Jesus) [...]” (Ef 1.4). É interessante notar que o Filho de Deus, ainda na eternidade, exercia o papel salvífico em favor do homem perdido, ou seja, “[...] antes da fundação do mundo [...]” (Ef 1.4). Desde a eternidade, antes de existir terra e céu, Deus escolhera alguns entre a humanidade para pertencer à Sua família e ser separados para a Sua obra.
A escolha de Deus determina alguns objetivos para o homem pecador. Dentre tantos, é destacado que Deus “[...] escolheu [...] para (o homem) ser santo [...]” (Ef 1.4). Na língua original a palavra santo significa consagrado ou dedicado, ainda, separado para adorar e servir a Deus. Interessante que muitos se dizem separados ou santos, mas não se dispõem a adorar de todo o coração e nem mesmo trabalhar para a causa do Mestre Jesus, ao contrário, são negligentes e desobedientes à ordem dada por Deus, implícita no texto.
O servo de Cristo deve trabalhar “[...] sem murmuração [...]” (Fp 2.14). No entanto, muitos servos têm negligenciado neste aspecto da vida com Deus. Eles reclamam de tudo e de todos. Sinceramente, essa não é uma atitude cristã decente e correta diante de Deus que “[...] escolheu [...] para ser santos (servir) [...]”, (Ef 1.4). Antes, é dever de cada um servir, pois foi esta a atitude que Jesus Cristo teve, e que deve ser imitada.
O outro objetivo da escolha de Deus referente ao homem é de que ele “[...] seja irrepreensível [...]” (Ef 1.4). Este homem deve ser sem mancha, sem culpa, que não provoca censura, que não receba reprimenda, repreensão por parte daqueles que o rodeiam. Essa atitude de não ser repreendido se deve exclusivamente a Cristo Jesus em primeiro lugar, para não ser repreendido “[...] perante Jesus [...]” (Ef 1.4). Caso alguém queira agir de modo aparente, para mostrar a homens, jamais será aprovado por Deus. Neste caso estará enganando a si mesmo, pois todos sabem que Deus conhece o profundo do coração.
O objetivo da escolha deve ser observado com inteireza de coração, pois aquele que negligencia esse preceito de Deus, incorre na condenação, ou como diz o autor do livro de Hebreus: “Segui [...] a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb 12.14).
Você que faz parte do corpo de Cristo não deixe de viver de forma santa e irrepreensível diante de Deus, porque esse é o dever de todo aquele que professa a fé no Deus único e verdadeiro, Cristo Jesus. Agindo dessa forma você estará contribuindo para o engrandecimento do Reino de Deus e a salvação de almas sedentas.
É possível que você precise de ajuda para alcançar esses objetivos requeridos por Deus. Não se acanhe, peça ajuda, em primeiro lugar para Deus, pois é o único que pode suprir todas as suas necessidades. Em segundo lugar peça ajuda aos irmãos em Cristo, que poderão ajudá-lo em tudo que for preciso.
Lembre-se! Deus te “[...] escolheu [...] para seres santo e irrepreensível perante Ele [...]” (Ef 1.4). Logo, é o teu dever e jamais poderás fugir dessa responsabilidade, pois Ele próprio diz noutra Escritura: “[...] sede santos [...]” (Lv 20.7).
Que a graça do Senhor Jesus te cubra com toda sorte de bênçãos e te torne cada vez mais santo.
Rev. Salvador P. Santana
sábado, 12 de janeiro de 2013
sábado, 5 de janeiro de 2013
NÃO É SORTE
NÃO É SORTE
“Maior empresa de produtos esportivos, a Nike reuniu [...] para lançar uma nova propaganda [...] Neymar e [...] Anderson Silva [...] para mostrar a frase (:) Encontre sua grandeza”. No vídeo, o narrador declara que “faz tempo que o povo fala que Deus é brasileiro, que não é a gente que traça o nosso destino, como se a responsabilidade pela nossa grandeza não fosse nossa, fosse de uma força mágica ao nosso redor. A realidade é que grandeza não é um presente que cai no colo, porque a grandeza não vem de cima, vem do nosso esforço, do nosso suor, da nossa vontade. Pensar que grandeza é para os escolhidos é o que nos paralisa, porque grandeza não é para os escolhidos, grandeza é para todo mundo que decide ir atrás dela” – http://uolesporte.blogosfera.uol.com.br/2012/11/30/nova-propaganda-da-nike-reune-anderson-silva-e-neymar-assista/.
É preciso ter dó, pena e ao mesmo tempo horror só de ouvir dos idealizadores desta propaganda e também da Nike que é o esforço próprio que garante a vitória de todos os atletas. Ora, se isso fosse verdade, então, nenhum atleta devia pedir aposentadoria, bastaria apenas treinar, treinar e esforçar-se ao máximo para conseguir mais e mais vitórias. Pode também fazer a opção por outro tipo de esporte. Pelo que se sabe, não funciona desta forma. Ao aproximar-se a idade avançada, e todos os atletas sabem disso, eles vão “[...] temer o que é alto [...] espantar no caminho [...] embranquecer, como floresce a amendoeira, e o gafanhoto te (será) [...] um peso, e [...] (irá) perecer o (seu) apetite; (e o melhor ou pior para ele, sabe que) [...] vai à casa eterna [...]” (Ec 12.5).
Para estes que pensam que podem treinar e vencer a qualquer momento sem auxílio divino, o que podem dizer a respeito de uma gripe que pode derrubá-los na cama? Pode acontecer com qualquer um o aneurisma cerebral, o qual pode conduzir o paciente a uma dor de cabeça e levá-lo até ao coma profundo, o AVC pode atingi-lo, acidentes automobilísticos são constantes, o trânsito é muito complicado. Devido o mau tempo, não poderá chegar no horário combinado e o helicóptero não poderá alçar voo. Estes nada podem dizer, pois “[...] os pensamentos (de) Deus não são os (seus) pensamentos, nem os (seus) caminhos, os caminhos (de) Deus, diz o SENHOR” (Is 55.8).
Embora muitos homens não acreditem na Palavra de Deus, é certo que “o cavalo não garante vitória; a despeito de sua grande força, a ninguém pode livrar” (Sl 33.17). Verdade é que “o cavalo (pode ser também os homens arrogantes ou tementes a Deus a ponto de) preparar-se para o dia da batalha, mas a vitória (não) vem (dele, mas) do SENHOR” (Pv 21.31). Portanto, é possível “ver [...] debaixo do sol que não é dos ligeiros o prêmio, nem dos valentes, a vitória, nem tampouco dos sábios, o pão, nem ainda dos prudentes, a riqueza, nem dos inteligentes, o favor; porém tudo depende do tempo (de Deus que determina a perda ou a vitória) e do acaso” (Ec 9.11).
O acaso que Salomão fala não é uma sorte, ou, como fala o comercial de que “[...] a grandeza não vem de cima, vem do nosso esforço, do nosso suor, da nossa vontade [...]”. Acaso no texto de Eclesiastes tem o sentido de procurar encontrar, alcançar, solicitar, fazer intercessão por si mesmo junto a “Deus (que) está (lá) no céu [...] (para que) faça tudo como lhe agrada” (Sl 115.3). É a partir dessa dependência de Deus que o homem sai vitorioso como Salomão, Jacó, Davi, Elias, Sansão, Ester, Jó e tantos outros.
Neste ano, seja mais humilde para “entregar o teu caminho ao SENHOR, confiar nele, e o mais ele fará” (Sl 37.5) em seu favor.
Rev. Salvador P. Santana
“Maior empresa de produtos esportivos, a Nike reuniu [...] para lançar uma nova propaganda [...] Neymar e [...] Anderson Silva [...] para mostrar a frase (:) Encontre sua grandeza”. No vídeo, o narrador declara que “faz tempo que o povo fala que Deus é brasileiro, que não é a gente que traça o nosso destino, como se a responsabilidade pela nossa grandeza não fosse nossa, fosse de uma força mágica ao nosso redor. A realidade é que grandeza não é um presente que cai no colo, porque a grandeza não vem de cima, vem do nosso esforço, do nosso suor, da nossa vontade. Pensar que grandeza é para os escolhidos é o que nos paralisa, porque grandeza não é para os escolhidos, grandeza é para todo mundo que decide ir atrás dela” – http://uolesporte.blogosfera.uol.com.br/2012/11/30/nova-propaganda-da-nike-reune-anderson-silva-e-neymar-assista/.
É preciso ter dó, pena e ao mesmo tempo horror só de ouvir dos idealizadores desta propaganda e também da Nike que é o esforço próprio que garante a vitória de todos os atletas. Ora, se isso fosse verdade, então, nenhum atleta devia pedir aposentadoria, bastaria apenas treinar, treinar e esforçar-se ao máximo para conseguir mais e mais vitórias. Pode também fazer a opção por outro tipo de esporte. Pelo que se sabe, não funciona desta forma. Ao aproximar-se a idade avançada, e todos os atletas sabem disso, eles vão “[...] temer o que é alto [...] espantar no caminho [...] embranquecer, como floresce a amendoeira, e o gafanhoto te (será) [...] um peso, e [...] (irá) perecer o (seu) apetite; (e o melhor ou pior para ele, sabe que) [...] vai à casa eterna [...]” (Ec 12.5).
Para estes que pensam que podem treinar e vencer a qualquer momento sem auxílio divino, o que podem dizer a respeito de uma gripe que pode derrubá-los na cama? Pode acontecer com qualquer um o aneurisma cerebral, o qual pode conduzir o paciente a uma dor de cabeça e levá-lo até ao coma profundo, o AVC pode atingi-lo, acidentes automobilísticos são constantes, o trânsito é muito complicado. Devido o mau tempo, não poderá chegar no horário combinado e o helicóptero não poderá alçar voo. Estes nada podem dizer, pois “[...] os pensamentos (de) Deus não são os (seus) pensamentos, nem os (seus) caminhos, os caminhos (de) Deus, diz o SENHOR” (Is 55.8).
Embora muitos homens não acreditem na Palavra de Deus, é certo que “o cavalo não garante vitória; a despeito de sua grande força, a ninguém pode livrar” (Sl 33.17). Verdade é que “o cavalo (pode ser também os homens arrogantes ou tementes a Deus a ponto de) preparar-se para o dia da batalha, mas a vitória (não) vem (dele, mas) do SENHOR” (Pv 21.31). Portanto, é possível “ver [...] debaixo do sol que não é dos ligeiros o prêmio, nem dos valentes, a vitória, nem tampouco dos sábios, o pão, nem ainda dos prudentes, a riqueza, nem dos inteligentes, o favor; porém tudo depende do tempo (de Deus que determina a perda ou a vitória) e do acaso” (Ec 9.11).
O acaso que Salomão fala não é uma sorte, ou, como fala o comercial de que “[...] a grandeza não vem de cima, vem do nosso esforço, do nosso suor, da nossa vontade [...]”. Acaso no texto de Eclesiastes tem o sentido de procurar encontrar, alcançar, solicitar, fazer intercessão por si mesmo junto a “Deus (que) está (lá) no céu [...] (para que) faça tudo como lhe agrada” (Sl 115.3). É a partir dessa dependência de Deus que o homem sai vitorioso como Salomão, Jacó, Davi, Elias, Sansão, Ester, Jó e tantos outros.
Neste ano, seja mais humilde para “entregar o teu caminho ao SENHOR, confiar nele, e o mais ele fará” (Sl 37.5) em seu favor.
Rev. Salvador P. Santana
sábado, 29 de dezembro de 2012
VÁ EM FRENTE
VÁ EM FRENTE
“[...] Vencer e ferir o (inimigo,
daí, ele o) [...] servirá” (1Sm 17.9). À primeira vista, parece que todos estão
preparados para a guerra, para a matança, para subjulgar o adversário, mas pelo
contrário, não se trata de embates de espada, flechas, projétil, granadas,
carros blindados. O que se deve discutir é o desejo de ser vitorioso em todo o
decorrer deste ano que se inicia “[...] pois aquele que é vencido fica escravo
do vencedor” (2Pe 2.19) e nenhum homem pode se deixar vencer por qualquer coisa
nesta vida, seja ela pouco ou muito difícil.
Na verdade, “[...] não depende de
quem quer ou de quem corre, mas de usar Deus a sua misericórdia” (Rm 9.16) em
favor daquele que irá vencer. Pode ser que você diga: então, se não depende da
minha pessoa, não vou lutar; vou espreguiçar numa rede debaixo da varanda; nada
farei; vou ficar inerte, pois não depende do meu próprio esforço. Calma! Não
precisa entrar em desespero e nem deixar de agir, só pelo motivo de pensar que
tudo depende de Deus exclusivamente e que você não precisa fazer absolutamente
nada. É de acordo com “[...] a vontade (de) Deus [...] (que) ele opera com o
exército do céu e os moradores da terra; não há quem lhe possa deter a mão, nem
lhe dizer: Que fazes?” (Dn 4.35).
Note bem que Deus move os céus e usa
os moradores da terra, logo, você que está pensando que nada deu certo para
você neste ano que se finda e que neste próximo ano as coisas irão piorar, é
melhor pensar um pouco mais antes de falar alguma asneira. Neste ano velho foi o
próprio Deus que “[...] abriu as portas dos céus” (Sl 78.23) para “[...] te
ajudar [...] te abençoar com bênçãos dos altos céus, com bênçãos das
profundezas, com bênçãos dos seios e da madre” (Gn 49.25).
Ora, com toda a certeza, “[...]
grandes coisas [...] o SENHOR (tem) feito por (todos os homens) [...]” (Sl
126.3). Esta bênção é distribuída para todos, não importando se este homem é
“[...] mau (ou) bom (e como Deus é bondoso) ele faz nascer o seu sol [...] e (faz)
vir chuvas sobre justos e injustos” (Mt 5.45). Então, ninguém tem o direito de
dizer que foi omitido ou esquecido de ser agraciado por Deus, mesmo porque, Ele
é o “[...] único que opera grandes maravilhas, porque a sua misericórdia dura
para sempre;”(Sl 136.4).
Veja bem como o homem não pode
descansar só pelo motivo de todas as bênçãos virem da parte de Deus. Foi o
próprio Deus que resolveu escolher Moisés e “[...] enviá-lo a Faraó, para que
tirasse o seu povo, os filhos de Israel, do Egito” (Ex 3.10). Ainda que
relutante, “[...] Moisés [...] (reclama para o) SENHOR (dizendo): Eu não sei
falar bem; como, pois, me ouvirá Faraó?” (Ex 6.30). O resultado não podia ser
melhor, pois “[...] partiram os filhos de Israel de Ramessés [...]” (Ex 12.37)
a mando de Deus e obedecido por Moisés.
Não desista só pelo motivo de não ter conseguido o que
desejava neste ano de 2012. O ano termina, mas a vida precisa continuar. Faça
uma leitura cuidadosa sobre o que a Bíblia fala a respeito da vida de Abraão,
que esperou uma promessa por vinte e cinco anos, de José do Egito que, para
vencer, teve que suportar por treze anos a escravidão. Vendido pelos seus
próprios irmãos, jogado dentro do poço, acusado pela mulher de Potifar, preso
na masmorra, mas, ao final, “[...] nos dias em que buscou ao SENHOR, Deus o fez
prosperar” (2Cr 26.5), sendo “[...] feito autoridade sobre toda a terra do
Egito” (Gn 41.41). Deus nunca decepcionou nenhum dos seus filhos, muito menos
você. Vá em frente e conquiste o melhor neste próximo ano!
Rev.
Salvador P. Santana
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
NATIVIDADE
NATIVIDADE
“[...] nasceu Jesus, que se chama o Cristo”, Mt.1.16.
A natividade não pode falar de outra coisa a não ser do nascimento e aniversário do Filho de Deus, Jesus Cristo.
A Natividade transporta o homem para um tempo passado, provavelmente no ano 6 d.C. e para um espaço distante, na cidade de Belém de Judá, onde “José [...] subiu da Galiléia, da cidade de Nazaré [...] por ser ele da casa e família de Davi” (Lc 2.4).
A natividade ainda fala aos corações do homem sobre o cocho onde fora colocado o Rei dos reis e Senhor dos senhores, Jesus Cristo, “[...] porque não havia lugar para eles na hospedaria” (Lc 2.7).
O nascimento de Jesus coloca o homem frente a frente com os “... pastores que viviam nos campos e guardavam o seu rebanho durante as vigílias da noite” (Lc 2.8).
O nascer do Mestre Jesus convida os seus servos a contemplar juntamente com aquele “[...] anjo do Senhor (que) desceu aonde eles estavam [...]” para que todos vejam “[...] a glória do Senhor (que) brilhou ao redor deles; (os quais) ficaram tomados de grande temor” (Lc 2.9).
Os pastores convidam os homens do século XXI para, juntos, estar indo ao templo para “[...] ver os acontecimentos que o Senhor [...] dá a conhecer”, Lc 2.15) sobre o seu nascimento, ainda nestes dias, através das Sagradas Escrituras.
O nascimento aponta que o homem deve voltar para a sua casa nesta manhã de domingo e logo mais a noite, retornar para continuar a “[...] glorificar e louvar a Deus por tudo o que (ele) te ouvido e visto [...]” (Lc 2.20) no decorrer da sua vida.
Por tudo isso, o nascimento de Jesus tira toda aquela ideia da mente que impulsiona o homem correr para as lojas mais sofisticadas para escolher os melhores e mais chiques presentes, ao invés de “[...] oferecer-se a Deus, sempre, (com) sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome” (Hb 13.15).
O nascimento do menino Jesus deve mover os corações para que cada um deixe um pouco mais aquele desejo de muita festa, de comes e bebes até altas madrugadas. Pelo contrário, o homem de Deus deve gastar todo tempo adorando e servindo Àquele que nasceu para oferecer a salvação.
A natividade de Jesus cobra de todos um viver digno e reto diante deste mundo em trevas conforme a cobrança feita pelo apóstolo Paulo: “Vivei, (vivei; no original, portai-vos como cidadãos) acima de tudo, por modo digno do evangelho de Cristo [...]” (Fp 1.27).
É época de renovar a vida, de repensar valores, de pôr em prática os ensinos do menino Jesus que nasceu e “[...] a si mesmo se deu em resgate por todos: testemunho que se deve prestar em tempos oportunos” (1Tm 2.6).
“[...] Nasceu Jesus, que se chama o Cristo” para nascer e falar profundamente a cada coração.
Rev. Salvador P. Santana
“[...] nasceu Jesus, que se chama o Cristo”, Mt.1.16.
A natividade não pode falar de outra coisa a não ser do nascimento e aniversário do Filho de Deus, Jesus Cristo.
A Natividade transporta o homem para um tempo passado, provavelmente no ano 6 d.C. e para um espaço distante, na cidade de Belém de Judá, onde “José [...] subiu da Galiléia, da cidade de Nazaré [...] por ser ele da casa e família de Davi” (Lc 2.4).
A natividade ainda fala aos corações do homem sobre o cocho onde fora colocado o Rei dos reis e Senhor dos senhores, Jesus Cristo, “[...] porque não havia lugar para eles na hospedaria” (Lc 2.7).
O nascimento de Jesus coloca o homem frente a frente com os “... pastores que viviam nos campos e guardavam o seu rebanho durante as vigílias da noite” (Lc 2.8).
O nascer do Mestre Jesus convida os seus servos a contemplar juntamente com aquele “[...] anjo do Senhor (que) desceu aonde eles estavam [...]” para que todos vejam “[...] a glória do Senhor (que) brilhou ao redor deles; (os quais) ficaram tomados de grande temor” (Lc 2.9).
Os pastores convidam os homens do século XXI para, juntos, estar indo ao templo para “[...] ver os acontecimentos que o Senhor [...] dá a conhecer”, Lc 2.15) sobre o seu nascimento, ainda nestes dias, através das Sagradas Escrituras.
O nascimento aponta que o homem deve voltar para a sua casa nesta manhã de domingo e logo mais a noite, retornar para continuar a “[...] glorificar e louvar a Deus por tudo o que (ele) te ouvido e visto [...]” (Lc 2.20) no decorrer da sua vida.
Por tudo isso, o nascimento de Jesus tira toda aquela ideia da mente que impulsiona o homem correr para as lojas mais sofisticadas para escolher os melhores e mais chiques presentes, ao invés de “[...] oferecer-se a Deus, sempre, (com) sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome” (Hb 13.15).
O nascimento do menino Jesus deve mover os corações para que cada um deixe um pouco mais aquele desejo de muita festa, de comes e bebes até altas madrugadas. Pelo contrário, o homem de Deus deve gastar todo tempo adorando e servindo Àquele que nasceu para oferecer a salvação.
A natividade de Jesus cobra de todos um viver digno e reto diante deste mundo em trevas conforme a cobrança feita pelo apóstolo Paulo: “Vivei, (vivei; no original, portai-vos como cidadãos) acima de tudo, por modo digno do evangelho de Cristo [...]” (Fp 1.27).
É época de renovar a vida, de repensar valores, de pôr em prática os ensinos do menino Jesus que nasceu e “[...] a si mesmo se deu em resgate por todos: testemunho que se deve prestar em tempos oportunos” (1Tm 2.6).
“[...] Nasceu Jesus, que se chama o Cristo” para nascer e falar profundamente a cada coração.
Rev. Salvador P. Santana
sábado, 15 de dezembro de 2012
PROBLEMAS?! DEUS NÃO DESAMPARA
PROBLEMAS?! DEUS NÃO DESAMPARA
Ao se aproximar o fim deste ano, ninguém
pode pensar que as lutas terão fim. O que vai acabar é este ano velho para, tão
logo, começar um ano novo cheio de expectativas. Ainda faltam alguns dias para isso
acontecer. Para alguns, o nome penhorado nos bancos, nas financeiras, nos
cartões de crédito e onde mais queira o endividado, pode ser restaurado por
alguns instantes ou dias, e quem sabe meses. Verdade é que muitos irão voltar às
mesmas práticas anteriores, dívidas crescentes a cada dia para se repetir todos
os processos no findar do próximo ano.
Outros problemas que podem acontecer
são as enfermidades leves ou muito intensas, e, muitas podem levar à morte. É
possível vir lutas dentro de casa a tal ponto de “estarem divididos: pai contra
filho, filho contra pai; mãe contra filha, filha contra mãe; sogra contra nora,
e nora contra sogra” (Lc 12.53). Todas essas afrontas acontecem e muitas outras
intrigas no trabalho, no ambiente escolar, em meio ao trânsito, entre amigos e
inimigos. Tudo isso contribui para o homem ficar “[...] aflito e necessitado e,
dentro de (si), sente ferido o coração” (Sl 109.22).
É possível alguém pensar que muitos
dos problemas acontecidos neste mundo podem acabar num abrir e fechar de olhos.
Certa vez Jesus falou que “[...] no mundo, (todos) passam por aflições; mas (é
preciso) ter bom ânimo; Jesus venceu o mundo” (Jo 16.33). Esta palavra não quer
dizer que Jesus não passou por problemas, pelo contrário, além de “[...] Jesus
(ter sido) perseguido [...]” (Jo 15.20) muitos “[...] pegaram em pedras para
atirarem nele [...]” (Jo 8.59). Ele foi “[...] escarnecido, ultrajado e
cuspido” (Lc 18.32) e ainda “[...] foi ele tentado em todas as coisas, à nossa
semelhança, mas sem pecado” (Hb 4.15).
Espontaneamente, mais que depressa, cada
um precisa “[...] habitar no esconderijo do Altíssimo e descansar à sombra do
Onipotente” (Sl 91.1). Este modo de agir é o correto porque muitos outros
problemas vão continuar surgindo no decorrer desta vida. Então, “quando estiver
em angústia, e todas estas coisas te sobrevierem nos últimos dias, e te
voltares para o SENHOR, teu Deus, e lhe atenderes a voz, então, o SENHOR, teu
Deus, não te desamparará, porquanto Deus é misericordioso [...]”, Dt.4.30,31.
Salvador P. Santana
sábado, 8 de dezembro de 2012
A PALAVRA DE DEUS
A PALAVRA DE DEUS
Muitos homens sem Deus e outros que confessam crer em Cristo Jesus leem jornais, revistas, periódicos, resenhas, editoriais, folhetins, propagandas, enciclopédia, para, de algum modo, crescerem intelectualmente, mas alguns ainda continuam insistindo em não fazer uma “[...] acurada investigação de tudo [...]” (Lc 1.3) o que está escrito nas Sagradas Escrituras “[...] para que (cada um) conheça o que por Deus [...] foi dado gratuitamente” (1Co 2.12).
Cada homem devia ter pelo menos a curiosidade de investigar sobre o que é falado na Palavra de Deus. Incrível, mas muitos que são velhos de igreja, antigos de batismo e profissão de fé, oficiais que “[...] quando deviam ser mestres [...] (ainda) tem, novamente, necessidade de alguém que (os) [...] ensine, de novo, quais são os princípios elementares dos oráculos de Deus; assim, (muitos tem se) [...] tornado como necessitados de leite e não de alimento sólido” (Hb 5.12). Que pena! Eles não sabem o que estão perdendo.
Deus já havia dito para Moisés dizer para todo o seu povo que o dever de cada homem é tão somente “amar, pois, o SENHOR, teu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma e de toda a sua força” (Dt 6.5). Mas, para que esse amor nasça em cada coração é preciso que cada homem tenha as “[...] palavras (faladas) e ordenadas (por Deus) [...] no seu coração” (Dt 6.6.) para que, todo dia ela seja “[...] inculcada (na mente e coração com a finalidade) [...] delas (serem) faladas [...]”, Dt 6.7 em todo o momento.
A Bíblia Sagrada é importante para todos os homens. Não importa a sua idade, sexo, raça, religião, posição. Deus ordenou que todos os governantes, “[...] quando se assentasse no trono do seu reino, (devia) escrever para si um traslado (da Bíblia Sagrada a fim de que fosse usada) [...]” (Dt 17.18). O interessante é que cada um deve se “[...] aplicar à leitura [...]” (1Tm 4.13) das Santas Escrituras para que ele “[...] cresça o crescimento que procede de Deus” (Cl 2.19), pois, quando estes homens “[...] ouvirem de bom e reto coração, retendo a palavra; estes frutificam com perseverança” (Lc 8.15).
Aqueles homens que não conhecem “[...] o Criador de todas as coisas [...] SENHOR dos Exércitos é o seu nome” (Jr 10.16), nunca ouviram falar sobre a vida de Jesus, a sua obra redentora, o seu amor incondicional, precisam, urgentemente, procurar “[...] ter consigo (a Palavra de Deus) e nela ler todos os dias da sua vida, para que aprendam a temer o SENHOR, seu Deus, a fim de guardar todas as palavras desta lei e estes estatutos, para os cumprir. Isto fará com que o seu coração não se eleve sobre os seus irmãos e não se aparte do mandamento, nem para a direita nem para a esquerda [...]” (Dt 17 19.20).
Queira você aceitar ou não, todo aquele que “[...] conhece a verdade [...] a verdade (o) [...] libertará (esta verdade vem dos próprios lábios de) Jesus [...] (pois) Ele (é) o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vai ao Pai senão por Ele” (Jo 8.32; 14.6). Crês nesta Palavra de Deus?
Rev. Salvador P. Santana
Muitos homens sem Deus e outros que confessam crer em Cristo Jesus leem jornais, revistas, periódicos, resenhas, editoriais, folhetins, propagandas, enciclopédia, para, de algum modo, crescerem intelectualmente, mas alguns ainda continuam insistindo em não fazer uma “[...] acurada investigação de tudo [...]” (Lc 1.3) o que está escrito nas Sagradas Escrituras “[...] para que (cada um) conheça o que por Deus [...] foi dado gratuitamente” (1Co 2.12).
Cada homem devia ter pelo menos a curiosidade de investigar sobre o que é falado na Palavra de Deus. Incrível, mas muitos que são velhos de igreja, antigos de batismo e profissão de fé, oficiais que “[...] quando deviam ser mestres [...] (ainda) tem, novamente, necessidade de alguém que (os) [...] ensine, de novo, quais são os princípios elementares dos oráculos de Deus; assim, (muitos tem se) [...] tornado como necessitados de leite e não de alimento sólido” (Hb 5.12). Que pena! Eles não sabem o que estão perdendo.
Deus já havia dito para Moisés dizer para todo o seu povo que o dever de cada homem é tão somente “amar, pois, o SENHOR, teu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma e de toda a sua força” (Dt 6.5). Mas, para que esse amor nasça em cada coração é preciso que cada homem tenha as “[...] palavras (faladas) e ordenadas (por Deus) [...] no seu coração” (Dt 6.6.) para que, todo dia ela seja “[...] inculcada (na mente e coração com a finalidade) [...] delas (serem) faladas [...]”, Dt 6.7 em todo o momento.
A Bíblia Sagrada é importante para todos os homens. Não importa a sua idade, sexo, raça, religião, posição. Deus ordenou que todos os governantes, “[...] quando se assentasse no trono do seu reino, (devia) escrever para si um traslado (da Bíblia Sagrada a fim de que fosse usada) [...]” (Dt 17.18). O interessante é que cada um deve se “[...] aplicar à leitura [...]” (1Tm 4.13) das Santas Escrituras para que ele “[...] cresça o crescimento que procede de Deus” (Cl 2.19), pois, quando estes homens “[...] ouvirem de bom e reto coração, retendo a palavra; estes frutificam com perseverança” (Lc 8.15).
Aqueles homens que não conhecem “[...] o Criador de todas as coisas [...] SENHOR dos Exércitos é o seu nome” (Jr 10.16), nunca ouviram falar sobre a vida de Jesus, a sua obra redentora, o seu amor incondicional, precisam, urgentemente, procurar “[...] ter consigo (a Palavra de Deus) e nela ler todos os dias da sua vida, para que aprendam a temer o SENHOR, seu Deus, a fim de guardar todas as palavras desta lei e estes estatutos, para os cumprir. Isto fará com que o seu coração não se eleve sobre os seus irmãos e não se aparte do mandamento, nem para a direita nem para a esquerda [...]” (Dt 17 19.20).
Queira você aceitar ou não, todo aquele que “[...] conhece a verdade [...] a verdade (o) [...] libertará (esta verdade vem dos próprios lábios de) Jesus [...] (pois) Ele (é) o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vai ao Pai senão por Ele” (Jo 8.32; 14.6). Crês nesta Palavra de Deus?
Rev. Salvador P. Santana
sábado, 1 de dezembro de 2012
A ALMA SABE MUITO BEM
A ALMA SABE MUITO BEM
Quando “[...] o homem [...] olha para o sol, que brilha no céu [...] (depois de) passado o vento que o deixa limpo” (Jó 37.21) e “[...] se alguém olhar para a terra [...]” (Is 5.30), é possível observar o solo argiloso, arenoso, humoso e calcário, dependendo da região. Ao observar “[...] o aguaceiro ou (o) caminho para os relâmpagos dos trovões” (Jó 38.25), “[...] os grandes animais marinhos e todos os seres viventes que rastejam, os quais povoavam as águas, segundo as suas espécies; e todas as aves, segundo as suas espécies [...] (os quais foram) criados [...] (por) Deus” (Gn 1.21). Com todas essas maravilhas nomeadas, o homem fica estupefato. Muitos concorrem em prêmios de fotografia, fazem álbuns, quadros, pinturas, comentários dos mais diversos e ficam a contemplar horas a fio todas essas belezas naturais.
Quando a Trindade Santa, na eternidade, resolveu “[...] fazer o homem à (sua) imagem, conforme a [...] (sua) semelhança [...] (Ele o fez com o propósito de) dominar sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra” (Gn 1.26). Esta é a obra prima de Deus neste mundo e poucos têm falado, exaltado o corpo humano em todas as suas particularidades. Isto não quer dizer que o homem tem mais valor do que Deus, pelo contrário, “pois nele (em Deus o homem) vive, e [...] move, e existe [...]” (At 17.28, “[...] e sem Deus (o homem) não tem esperança [...] no mundo [...] (isto é dito porque) todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez” (Ef 2.12; Jo 1.3).
Dê uma observada em suas impressões digitais, ela é única. Ninguém mais neste mundo, nem mesmo irmãos gêmeos são iguais às suas. A íris, que perfeição, todas elas são uma das mais belas partes do corpo humano. Observa com carinho que, se caso o seu coração parar, os demais órgãos serão totalmente prejudicados, ou melhor, você “[...] já não verá o SENHOR na terra dos viventes; jamais verá homem algum entre os moradores do mundo” (Is 38.11) e “[...] para uns (haverá) a vida eterna, e para outros (será) vergonha e horror eterno” (Dn 12.2). Veja a pele que revestem as partes mais sensíveis do corpo, o couro cabeludo que protege do frio, do calor e do suor.
Ao perceber todas as bênçãos de Deus sobre todas as coisas criadas, o homem pode, mesmo que a contragosto, rejeitar, negar que “[...] Deus (de forma) maravilhosamente [...] faz grandes coisas, que (até mesmo os Seus servos) [...] não compreendem” (Jó 37.5) isso perfeitamente, é impossível pensar que tenha sido outro, mesmo porque, “não há outro [...] semelhante a Deus [...]” (Dt 33.26) ou que algum acidente tenha organizado o corpo humano tão perfeito. Ainda existe tempo para o homem perceber que somente o Senhor “[...] Deus (é que) formou o [...] interior (do corpo humano) Ele [...] teceu (protege o corpo de todos os nenéns) no seio da [...] mãe [...] (dos acidentes, das dificuldades deste mundo. Por este motivo, cada um deve) dar graças (a) Deus, visto que por modo assombrosamente maravilhoso [...] formaste (o corpo humano); as obras (de) Deus são admiráveis, e (cada) [...] alma o sabe muito bem” (Sl 139.13,14), mas as vezes, não quer admitir essa verdade.
Rev. Salvador P. Santana
Quando “[...] o homem [...] olha para o sol, que brilha no céu [...] (depois de) passado o vento que o deixa limpo” (Jó 37.21) e “[...] se alguém olhar para a terra [...]” (Is 5.30), é possível observar o solo argiloso, arenoso, humoso e calcário, dependendo da região. Ao observar “[...] o aguaceiro ou (o) caminho para os relâmpagos dos trovões” (Jó 38.25), “[...] os grandes animais marinhos e todos os seres viventes que rastejam, os quais povoavam as águas, segundo as suas espécies; e todas as aves, segundo as suas espécies [...] (os quais foram) criados [...] (por) Deus” (Gn 1.21). Com todas essas maravilhas nomeadas, o homem fica estupefato. Muitos concorrem em prêmios de fotografia, fazem álbuns, quadros, pinturas, comentários dos mais diversos e ficam a contemplar horas a fio todas essas belezas naturais.
Quando a Trindade Santa, na eternidade, resolveu “[...] fazer o homem à (sua) imagem, conforme a [...] (sua) semelhança [...] (Ele o fez com o propósito de) dominar sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra” (Gn 1.26). Esta é a obra prima de Deus neste mundo e poucos têm falado, exaltado o corpo humano em todas as suas particularidades. Isto não quer dizer que o homem tem mais valor do que Deus, pelo contrário, “pois nele (em Deus o homem) vive, e [...] move, e existe [...]” (At 17.28, “[...] e sem Deus (o homem) não tem esperança [...] no mundo [...] (isto é dito porque) todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez” (Ef 2.12; Jo 1.3).
Dê uma observada em suas impressões digitais, ela é única. Ninguém mais neste mundo, nem mesmo irmãos gêmeos são iguais às suas. A íris, que perfeição, todas elas são uma das mais belas partes do corpo humano. Observa com carinho que, se caso o seu coração parar, os demais órgãos serão totalmente prejudicados, ou melhor, você “[...] já não verá o SENHOR na terra dos viventes; jamais verá homem algum entre os moradores do mundo” (Is 38.11) e “[...] para uns (haverá) a vida eterna, e para outros (será) vergonha e horror eterno” (Dn 12.2). Veja a pele que revestem as partes mais sensíveis do corpo, o couro cabeludo que protege do frio, do calor e do suor.
Ao perceber todas as bênçãos de Deus sobre todas as coisas criadas, o homem pode, mesmo que a contragosto, rejeitar, negar que “[...] Deus (de forma) maravilhosamente [...] faz grandes coisas, que (até mesmo os Seus servos) [...] não compreendem” (Jó 37.5) isso perfeitamente, é impossível pensar que tenha sido outro, mesmo porque, “não há outro [...] semelhante a Deus [...]” (Dt 33.26) ou que algum acidente tenha organizado o corpo humano tão perfeito. Ainda existe tempo para o homem perceber que somente o Senhor “[...] Deus (é que) formou o [...] interior (do corpo humano) Ele [...] teceu (protege o corpo de todos os nenéns) no seio da [...] mãe [...] (dos acidentes, das dificuldades deste mundo. Por este motivo, cada um deve) dar graças (a) Deus, visto que por modo assombrosamente maravilhoso [...] formaste (o corpo humano); as obras (de) Deus são admiráveis, e (cada) [...] alma o sabe muito bem” (Sl 139.13,14), mas as vezes, não quer admitir essa verdade.
Rev. Salvador P. Santana
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