MUITAS LÁGRIMAS
As lágrimas rolaram no rosto de muitos brasileiros. “[...] Com os olhos marejados e um abatimento jamais visto desde que assumiu o comando da seleção, há quase quatro anos, Dunga foi cortês, assumiu a responsabilidade pela derrota e pôs um fim à sua era no cargo [...] o Brasil perdeu o controle após sofrer o gol de empate e que a situação piorou com o gol da virada [...]” – Ele sabe perder – Dos enviados a Port Elizabeth – D 6 – Copa 2010 – Folha de São Paulo, sábado, 3 de julho de 2010.
A Palavra de Deus ainda continua sendo verdadeira quando fala que o homem “[...] não sabe o que sucederá amanhã [...]”, Tg.4.14. Eis, portanto, o grande erro de muitos cantarolarem a vitória antecipada, erguerem as taças, ainda que simbólicas, nos estádios, ou programarem as festas para o dia da chegada da seleção vitoriosa. Que pena! Foram derrotados bem antes de chegarem ao fim. Embora alguns supostos técnicos de futebol deem seus palpites, de que a vitória seria certa com este ou aquele time, ainda assim precisa prevalecer a verdade eterna de que “[...] o que sucederá amanhã [...]”, Tg.4.14 não pertence ao “[...] homem (que) é como um sopro; os seus dias, como a sombra que passa”, Sl.144.4. É preciso “[...] gravar com um ponteiro de ferro e com diamante pontiagudo na tábua do [...] coração (não) o pecado, (mas) [...]”, Jr.17.1 a certeza de que é impossível o homem prever se vai ganhar ou perder alguma competição. Todo conhecimento antecipado está exclusivamente sob as mãos do “[...] SENHOR [...] (que) abaixa e também exalta”, 1Sm.2.7 diante de qualquer um que se julgue grande demais ou muito pequeno.
Ouve-se constantemente dizer de que o Brasil é o país do futebol. É daqui que saem craques para todos os continentes. Foram nestas terras que eles foram bem treinados. É possível acreditar que está no sangue de cada garoto saído das favelas ou dos blocos de concreto da classe média alta, que os melhores do mundo nascem “no país tropical”. Que pura enganação. Nunca o homem pode se exaltar a ponto de dizer que são invencíveis. Toda a criação divina mostra que nem mesmo “O cavalo não (pode) garantir (a) vitória; a despeito de sua grande força, a ninguém pode livrar”, Sl.33.17. Ainda que “O cavalo se prepare para o dia da batalha, mas a vitória (não) virá [...]”, Pv.21.31 dele, mesmo porque, ele pode sofrer um acidente no percurso, outro pode passar-lhe a dianteira ainda que este não tenha se preparado como o seu concorrente. Logo, não é somente de terras brasileiras que saem os melhores jogadores do mundo. É preciso acabar com essa mentira de ser o mais perfeito, o melhor treinado ou treinador, o melhor país, e continuar deixando as lágrimas descerem pelo rosto. O motivo desse choro é muito simples, todo povo brasileiro tem “visto ainda debaixo do sol que não é dos ligeiros o prêmio, nem dos valentes, a vitória, nem tampouco dos sábios, o pão, nem ainda dos prudentes, a riqueza, nem dos inteligentes, o favor; porém tudo depende [...]”, Ec.9.11 do “[...] SENHOR (que) frustra os desígnios das nações e anula os intentos dos povos”, Sl.33.10.
Sim, se faz necessário descer muitas lágrimas quando o homem perdido não souber responder para “[...] Deus (quando Este) lhe dizer: Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?”, Lc.12.20. Neste momento muitos não saberão responder ou mesmo enfrentar o “[...] julgamento (de) todos quantos não deram crédito à verdade; antes, pelo contrário, deleitaram-se com a injustiça”, 2Ts.2.12, se divertiram com a miséria dos fracassados, dos derrotados, dos menos profissionais. É possível que muitos homens arrogantes, exaltados, prepotentes, neste dia que tiverem que chorar ou deixar de chorar em algum momento da vida, serão “[...] lançados na fornalha acesa; (sim) ali haverá choro e ranger de dentes”, Mt.13.42 para todo o sempre, daí sim, esse choro será eterno e será impossível secar as lágrimas.
Rev. Salvador P. Santana
quinta-feira, 8 de julho de 2010
segunda-feira, 5 de julho de 2010
ENSINANDO A ALIANÇA
ENSINANDO A ALIANÇA, Sl.127 – Escola Dominical – 04/07/10 – CCC – Nossa Fé – O Lar Segundo Deus.
Introdução.
A “[...] filha de Billy Graham estava sendo entrevistada [...] quando a apresentadora [...] lhe perguntou [...] Como DEUS permitiria algo tão terrível assim acontecesse no dia 11 de setembro de 2001? [...] Anne Graham [...] respondeu [...] "Eu creio que DEUS ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós. Por muitos anos nós temos dito para DEUS não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas. Sendo um cavalheiro como DEUS é, eu creio que Ele calmamente nos deixou. Como poderemos esperar que DEUS nos dê a Sua bênção e Sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco? [...] acontecimentos recentes, ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas [...] Eu creio que tudo começou desde que Madalyn [...] uma ateísta, se queixou de que era impróprio fazer orações nas escolas americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião [...] alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas [...] A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, não devemos roubar, e devemos amar o nosso próximo como a nós próprios. E nós concordamos [...] o Dr. Benjamin Spock disse que não deveríamos corrigir nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua autoestima. E nós dissemos: "um perito nesse assunto deve saber o que está falando", e concordamos com ele. O filho do Dr. Spock depois cometeu suicídio. Depois alguém disse que os professores e os diretores das escolas não deveriam disciplinar os nossos filhos quando eles se comportassem mal [...] nenhum professor em suas escolas deveria tocar em um aluno quando se comportasse mal, porque não queriam publicidade negativa, e não queriam ser processados. (Há uma grande diferença entre disciplinar e tocar, corrigir, dar socos, humilhar e chutar, etc.) E nós concordamos com tudo [...] alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto [...] e que nem precisariam contar aos pais. E nós aceitamos essa sugestão [...] deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas quantas eles quisessem, para que eles pudessem se divertir à vontade, e que nem precisaríamos dizer aos seus pais que eles as tivessem obtido na escola. E nós dissemos, "está bem" – Internet – João Cruzue.
Cada vez mais crianças entram no mundo do tráfico, roubo, assassinato, estupro, sequestro.
Sociólogos, psicólogos e educadores estão cada vez mais preocupados com o comportamento das crianças.
Inversão de valores – crianças e adolescentes saem às 22h00, fazem uso de droga, bebida alcoólica, sexo livre, celulares, internet, TV por assinatura e ninguém é possível barrá-los – polícia, ministério público, conselho tutelar, professores, pais.
Os valores para o comportamento são buscados fora dos padrões bíblicos, daí, surgem grandes erros.
O conselho bíblico é “Se alguém tiver um filho contumaz (teimoso) e rebelde, que não obedece à voz de seu pai e à de sua mãe e, ainda castigado, não lhes dá ouvidos, seu pai e sua mãe o pegarão, e o levarão aos anciãos (tribunal) da cidade, à sua porta, e lhes dirão: Este nosso filho é rebelde e contumaz, não dá ouvidos à nossa voz, é dissoluto (conduta vergonhosa) e beberrão”, Dt.21.18-20.
“Projeto de Lei 2.654/03 da deputada federal Maria do Rosário, do PT/RGS [...] os pais ficarão proibidos de dar uma simples palmada nos filhos” – Jornal Opção Online.
As teorias atuais estão em total desarmonia com os princípios bíblicos.
Todos nós, pais, mães, educadores somos responsáveis por exercer influência sobre a vida dos nossos filhos.
É preciso retornar aos princípios bíblicos porque [...]
1 – Os filhos são bênçãos do Senhor.
Os filhos são uma bênção para os pais a partir do momento em que aceitamos que a “Herança (que recebemos) os filhos (primeiramente) são do SENHOR [...]”, Sl.127.3.
O bem mais importante que temos são os filhos e como eles não são nosso, é de Deus, tem que ser tratado com muito carinho porque eles são o nosso “[...] galardão (presente) o fruto do ventre [...]”, Sl.127.3.
“Os filhos da mocidade (precisam ser) como flechas na mão do guerreiro”, Sl.127.4 para proteger seus pais na velhice.
Por este motivo, nos tempos bíblicos, era “feliz o homem que enchia [...] (de filhos) a sua aljava; (os pais) não [...] (ficavam) envergonhados, quando pleiteava com os inimigos à porta”, Sl.127.5.
Estamos num mundo caído, cheio de pecado, a geração de filhos continuou, apesar de Deus ter “[...] multiplicado sobremodo os sofrimentos da mulher (na) gravidez; (ainda assim) em meio de dores (a mulher continua) dando à luz filhos [...]”, Gn.3.16.
O Deus da criação não anulou a primeira ordem de “[...] abençoar [...] (a) fecundação, multiplicar, encher a terra [...]”, Gn.1.28.
Após o homem ser expulso do Jardim do Éden, Deus proporcionou ao “homem coabitar com Eva, sua mulher [...] (tornando uma bênção os filhosquando a mulher) concebeu e deu à luz a Caim [...] (Eva reconhece que) adquiriu um varão com o auxílio do SENHOR”, Gn.4.1.
Depois do primeiro homicídio “[...] Deus (continuou) [...] concedendo [...] descendentes [...]”, Gn.4.25 ao homem.
A bênção de filhos não é exclusividade do povo de Deus, “[...] Ismael [...] (também foi) abençoado [...] (foi) fecundo e [...] multiplicou extraordinariamente [...] (foi) feito uma grande nação”, Gn.17.20.
Todos os filhos são sempre uma bênção, torna-se pecado quando deixamos de apresentar nossos filhos a Deus.
Devemos tomar o exemplo de “Jó (que) chamava a seus filhos e os santificava [...] (para) oferecer holocaustos [...] (a Deus) Talvez tenham pecado os meus filhos e blasfemado contra Deus em seu coração. Assim o fazia Jó continuamente”, Jó 1.5.
Para você, os seus filhos são uma bênção ou uma desgraça em sua vida?
Lembre-se! “Herança do SENHOR são os filhos; o fruto do ventre, seu galardão (presente)”, Sl.127.3.
2 – A educação deve ser exercida com alegria.
Estupros, espancamentos, cárcere privado, proibição de estudar, fome, nudez, pedofilia.
Educar é um dos processos mais difíceis na face da terra.
Dois irmãos, “[...] Caim [...] (e) Abel [...] (foram criados juntos, mas) sucedeu que se levantou Caim contra Abel, seu irmão, e o matou”, Gn.4.8 – não dá para entender tanta maldade no coração humano.
Muitos pais têm negado que Deus colocou “[...] o homem [...] (como) o cabeça da mulher [...]”, 1Co.11.3.
Mulheres não aceitam ser “[...] uma auxiliadora [...]”, Gn.2.18 na criação dos filhos.
A responsabilidade é do homem, mas a mulher é que tem assumido o papel de educar o filho.
Outra negligência é a falta de disciplina.
Se R$ 0,05 não é motivo para disciplinar o filho, quando chegar com um carro 0 Km ou um carro forte na porta, tudo é normal.
É como fala Salomão: “A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe”, Pv.29.15.
O conselho bíblico é para “Corrigir [...] o [...] filho [...] (para) te dá descanso [...] delícias à tua alma”, Pv.29.17.
Não podemos negligenciar os métodos divinos, todos os pais precisam “Castigar o seu filho, enquanto há esperança, mas não te excedas a ponto de matá-lo”, Pv.19.18.
3 – O sucesso na educação é medido pela ação dos pais.
“Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele”, Pv.22.6.
“A criança ensinada [...] não se desviará dele (?)”, Pv.22.6.
O texto enfatiza que “a criança (recebendo o) ensino no caminho em que deve andar [...] quando for velho, não se desviará dele”, Pv.22.6, ou seja, são lembrados os ensinos recebidos.
Pais que seguem os princípios bíblicos na educação, mais tarde os filhos seguem os mesmos princípios.
Toda atitude dos pais para educar seus filhos, não garante a salvação delas, mesmo porque, é somente “[...] pela graça (que) somos salvos, mediante a fé; e isto não vem de nós; é dom de Deus”, Ef.2.8.
O nosso dever e compromisso - “Ensinar a criança [...]”, Pv.22.6 através do exemplo e pela instrução direta.
Não podemos fazer como “[...] Adão (que culpou) a mulher que Deus (lhe) deu por esposa [...]”, Gn.3.12, nem culpar amigos, escola, professores, irmãos da igreja pela falta de instrução dos filhos.
O texto é claro para os pais: “Ensina a criança no caminho em que deve andar [...]”, Pv.22.6.
Todo mau exemplo sai de dentro de casa, tal como “[...] Abraão (falou) de Sara, sua mulher: Ela é minha irmã [...]”, Gn.20.2, o seu filho Isaque “[...] a respeito de sua mulher, disse: É minha irmã [...]”, Gn.26.7.
Todos os pais devem “[...] oferecer (bom) exemplo [...] para [...] (ser) imitado”, 2Ts.3.9.
Na maioria das vezes os pais são responsáveis pelos atos dos filhos.
4 – Assuma a influência educacional sobre seus filhos.
A instrução de Deus a respeito da educação dos filhos sempre será: “Ouvi, filhos, a instrução do pai [...]”, Pv.4.1 e não para ser entregue para a creche, babá, escola, avós, TV, internet, o pai é responsável pelo ensino que ele recebe – depois não pode reclamar.
Desenhos animados – Pica Pau sempre ganha com astúcia.
Novelas – apresenta a pior vida família.
Professores – não acreditam na Bíblia.
Colegas – criados com total liberdade com seus vícios.
A ação do diabo é “[...] somente para roubar, matar e destruir [...]”, Jo.10.10.
A tarefa da educação é responsabilidade do pai de ouvir “[...] palavras que [...] (Deus) ordena (de) estar (primeiro) no [...] coração; (para) [...] as inculcar a teus filhos, e delas falar assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te”, Dt.6.6,7.
Essa tarefa não pode ser transferida para mais ninguém.
Devemos tomar como exemplo “o povo do SENHOR (que O) serviu todos os dias de Josué e todos os dias dos anciãos que ainda sobreviveram por muito tempo depois de Josué e que viram todas as grandes obras feitas pelo SENHOR a Israel [...] e outra geração após eles se levantou, que não conhecia o SENHOR, nem tampouco as obras que fizera a Israel (o resultado foi trágico) [...] fizeram os filhos de Israel o que era mau perante o SENHOR; pois serviram aos baalins [...] (e) naqueles dias, não havia rei em Israel; cada um fazia o que achava mais reto”, Jz.2.7.10,11; 21.25 tal como acontece em nossos dias.
Assuma sua responsabilidade de pai.
Conclusão: Mas, primeiro é preciso aceitar que, “se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela”, Sl.127.1.
Meditação: Os pais são responsáveis pela criação dos filhos.
Que fique bem lembrado: “Inútil (você) [...] levantar de madrugada (entregar seu filho para alguma instituição, família, babá), repousar tarde, comer o pão que penosamente granjeastes (com esforço) [...]”, Sl.127.2 e perder o seu filho para as drogas, prostituição, pedofilia, tráfico, polícia.
Não dá para negar que todos “nós nascemos na iniqüidade (não reconhece o direito de cada um), e em pecado me concebeu minha mãe”, Sl.51.5.
Por este motivo, pais e educadores precisam reconduzir todo filho “[...] à obediência de Cristo”, 2Co.10.5.
Pais e educadores não podem “Negligenciar o mandamento de Deus [...]”, Mc.7.8 de educar com alegria seus filhos.
Introdução.
A “[...] filha de Billy Graham estava sendo entrevistada [...] quando a apresentadora [...] lhe perguntou [...] Como DEUS permitiria algo tão terrível assim acontecesse no dia 11 de setembro de 2001? [...] Anne Graham [...] respondeu [...] "Eu creio que DEUS ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós. Por muitos anos nós temos dito para DEUS não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas. Sendo um cavalheiro como DEUS é, eu creio que Ele calmamente nos deixou. Como poderemos esperar que DEUS nos dê a Sua bênção e Sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco? [...] acontecimentos recentes, ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas [...] Eu creio que tudo começou desde que Madalyn [...] uma ateísta, se queixou de que era impróprio fazer orações nas escolas americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião [...] alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas [...] A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, não devemos roubar, e devemos amar o nosso próximo como a nós próprios. E nós concordamos [...] o Dr. Benjamin Spock disse que não deveríamos corrigir nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua autoestima. E nós dissemos: "um perito nesse assunto deve saber o que está falando", e concordamos com ele. O filho do Dr. Spock depois cometeu suicídio. Depois alguém disse que os professores e os diretores das escolas não deveriam disciplinar os nossos filhos quando eles se comportassem mal [...] nenhum professor em suas escolas deveria tocar em um aluno quando se comportasse mal, porque não queriam publicidade negativa, e não queriam ser processados. (Há uma grande diferença entre disciplinar e tocar, corrigir, dar socos, humilhar e chutar, etc.) E nós concordamos com tudo [...] alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto [...] e que nem precisariam contar aos pais. E nós aceitamos essa sugestão [...] deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas quantas eles quisessem, para que eles pudessem se divertir à vontade, e que nem precisaríamos dizer aos seus pais que eles as tivessem obtido na escola. E nós dissemos, "está bem" – Internet – João Cruzue.
Cada vez mais crianças entram no mundo do tráfico, roubo, assassinato, estupro, sequestro.
Sociólogos, psicólogos e educadores estão cada vez mais preocupados com o comportamento das crianças.
Inversão de valores – crianças e adolescentes saem às 22h00, fazem uso de droga, bebida alcoólica, sexo livre, celulares, internet, TV por assinatura e ninguém é possível barrá-los – polícia, ministério público, conselho tutelar, professores, pais.
Os valores para o comportamento são buscados fora dos padrões bíblicos, daí, surgem grandes erros.
O conselho bíblico é “Se alguém tiver um filho contumaz (teimoso) e rebelde, que não obedece à voz de seu pai e à de sua mãe e, ainda castigado, não lhes dá ouvidos, seu pai e sua mãe o pegarão, e o levarão aos anciãos (tribunal) da cidade, à sua porta, e lhes dirão: Este nosso filho é rebelde e contumaz, não dá ouvidos à nossa voz, é dissoluto (conduta vergonhosa) e beberrão”, Dt.21.18-20.
“Projeto de Lei 2.654/03 da deputada federal Maria do Rosário, do PT/RGS [...] os pais ficarão proibidos de dar uma simples palmada nos filhos” – Jornal Opção Online.
As teorias atuais estão em total desarmonia com os princípios bíblicos.
Todos nós, pais, mães, educadores somos responsáveis por exercer influência sobre a vida dos nossos filhos.
É preciso retornar aos princípios bíblicos porque [...]
1 – Os filhos são bênçãos do Senhor.
Os filhos são uma bênção para os pais a partir do momento em que aceitamos que a “Herança (que recebemos) os filhos (primeiramente) são do SENHOR [...]”, Sl.127.3.
O bem mais importante que temos são os filhos e como eles não são nosso, é de Deus, tem que ser tratado com muito carinho porque eles são o nosso “[...] galardão (presente) o fruto do ventre [...]”, Sl.127.3.
“Os filhos da mocidade (precisam ser) como flechas na mão do guerreiro”, Sl.127.4 para proteger seus pais na velhice.
Por este motivo, nos tempos bíblicos, era “feliz o homem que enchia [...] (de filhos) a sua aljava; (os pais) não [...] (ficavam) envergonhados, quando pleiteava com os inimigos à porta”, Sl.127.5.
Estamos num mundo caído, cheio de pecado, a geração de filhos continuou, apesar de Deus ter “[...] multiplicado sobremodo os sofrimentos da mulher (na) gravidez; (ainda assim) em meio de dores (a mulher continua) dando à luz filhos [...]”, Gn.3.16.
O Deus da criação não anulou a primeira ordem de “[...] abençoar [...] (a) fecundação, multiplicar, encher a terra [...]”, Gn.1.28.
Após o homem ser expulso do Jardim do Éden, Deus proporcionou ao “homem coabitar com Eva, sua mulher [...] (tornando uma bênção os filhosquando a mulher) concebeu e deu à luz a Caim [...] (Eva reconhece que) adquiriu um varão com o auxílio do SENHOR”, Gn.4.1.
Depois do primeiro homicídio “[...] Deus (continuou) [...] concedendo [...] descendentes [...]”, Gn.4.25 ao homem.
A bênção de filhos não é exclusividade do povo de Deus, “[...] Ismael [...] (também foi) abençoado [...] (foi) fecundo e [...] multiplicou extraordinariamente [...] (foi) feito uma grande nação”, Gn.17.20.
Todos os filhos são sempre uma bênção, torna-se pecado quando deixamos de apresentar nossos filhos a Deus.
Devemos tomar o exemplo de “Jó (que) chamava a seus filhos e os santificava [...] (para) oferecer holocaustos [...] (a Deus) Talvez tenham pecado os meus filhos e blasfemado contra Deus em seu coração. Assim o fazia Jó continuamente”, Jó 1.5.
Para você, os seus filhos são uma bênção ou uma desgraça em sua vida?
Lembre-se! “Herança do SENHOR são os filhos; o fruto do ventre, seu galardão (presente)”, Sl.127.3.
2 – A educação deve ser exercida com alegria.
Estupros, espancamentos, cárcere privado, proibição de estudar, fome, nudez, pedofilia.
Educar é um dos processos mais difíceis na face da terra.
Dois irmãos, “[...] Caim [...] (e) Abel [...] (foram criados juntos, mas) sucedeu que se levantou Caim contra Abel, seu irmão, e o matou”, Gn.4.8 – não dá para entender tanta maldade no coração humano.
Muitos pais têm negado que Deus colocou “[...] o homem [...] (como) o cabeça da mulher [...]”, 1Co.11.3.
Mulheres não aceitam ser “[...] uma auxiliadora [...]”, Gn.2.18 na criação dos filhos.
A responsabilidade é do homem, mas a mulher é que tem assumido o papel de educar o filho.
Outra negligência é a falta de disciplina.
Se R$ 0,05 não é motivo para disciplinar o filho, quando chegar com um carro 0 Km ou um carro forte na porta, tudo é normal.
É como fala Salomão: “A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe”, Pv.29.15.
O conselho bíblico é para “Corrigir [...] o [...] filho [...] (para) te dá descanso [...] delícias à tua alma”, Pv.29.17.
Não podemos negligenciar os métodos divinos, todos os pais precisam “Castigar o seu filho, enquanto há esperança, mas não te excedas a ponto de matá-lo”, Pv.19.18.
3 – O sucesso na educação é medido pela ação dos pais.
“Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele”, Pv.22.6.
“A criança ensinada [...] não se desviará dele (?)”, Pv.22.6.
O texto enfatiza que “a criança (recebendo o) ensino no caminho em que deve andar [...] quando for velho, não se desviará dele”, Pv.22.6, ou seja, são lembrados os ensinos recebidos.
Pais que seguem os princípios bíblicos na educação, mais tarde os filhos seguem os mesmos princípios.
Toda atitude dos pais para educar seus filhos, não garante a salvação delas, mesmo porque, é somente “[...] pela graça (que) somos salvos, mediante a fé; e isto não vem de nós; é dom de Deus”, Ef.2.8.
O nosso dever e compromisso - “Ensinar a criança [...]”, Pv.22.6 através do exemplo e pela instrução direta.
Não podemos fazer como “[...] Adão (que culpou) a mulher que Deus (lhe) deu por esposa [...]”, Gn.3.12, nem culpar amigos, escola, professores, irmãos da igreja pela falta de instrução dos filhos.
O texto é claro para os pais: “Ensina a criança no caminho em que deve andar [...]”, Pv.22.6.
Todo mau exemplo sai de dentro de casa, tal como “[...] Abraão (falou) de Sara, sua mulher: Ela é minha irmã [...]”, Gn.20.2, o seu filho Isaque “[...] a respeito de sua mulher, disse: É minha irmã [...]”, Gn.26.7.
Todos os pais devem “[...] oferecer (bom) exemplo [...] para [...] (ser) imitado”, 2Ts.3.9.
Na maioria das vezes os pais são responsáveis pelos atos dos filhos.
4 – Assuma a influência educacional sobre seus filhos.
A instrução de Deus a respeito da educação dos filhos sempre será: “Ouvi, filhos, a instrução do pai [...]”, Pv.4.1 e não para ser entregue para a creche, babá, escola, avós, TV, internet, o pai é responsável pelo ensino que ele recebe – depois não pode reclamar.
Desenhos animados – Pica Pau sempre ganha com astúcia.
Novelas – apresenta a pior vida família.
Professores – não acreditam na Bíblia.
Colegas – criados com total liberdade com seus vícios.
A ação do diabo é “[...] somente para roubar, matar e destruir [...]”, Jo.10.10.
A tarefa da educação é responsabilidade do pai de ouvir “[...] palavras que [...] (Deus) ordena (de) estar (primeiro) no [...] coração; (para) [...] as inculcar a teus filhos, e delas falar assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te”, Dt.6.6,7.
Essa tarefa não pode ser transferida para mais ninguém.
Devemos tomar como exemplo “o povo do SENHOR (que O) serviu todos os dias de Josué e todos os dias dos anciãos que ainda sobreviveram por muito tempo depois de Josué e que viram todas as grandes obras feitas pelo SENHOR a Israel [...] e outra geração após eles se levantou, que não conhecia o SENHOR, nem tampouco as obras que fizera a Israel (o resultado foi trágico) [...] fizeram os filhos de Israel o que era mau perante o SENHOR; pois serviram aos baalins [...] (e) naqueles dias, não havia rei em Israel; cada um fazia o que achava mais reto”, Jz.2.7.10,11; 21.25 tal como acontece em nossos dias.
Assuma sua responsabilidade de pai.
Conclusão: Mas, primeiro é preciso aceitar que, “se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela”, Sl.127.1.
Meditação: Os pais são responsáveis pela criação dos filhos.
Que fique bem lembrado: “Inútil (você) [...] levantar de madrugada (entregar seu filho para alguma instituição, família, babá), repousar tarde, comer o pão que penosamente granjeastes (com esforço) [...]”, Sl.127.2 e perder o seu filho para as drogas, prostituição, pedofilia, tráfico, polícia.
Não dá para negar que todos “nós nascemos na iniqüidade (não reconhece o direito de cada um), e em pecado me concebeu minha mãe”, Sl.51.5.
Por este motivo, pais e educadores precisam reconduzir todo filho “[...] à obediência de Cristo”, 2Co.10.5.
Pais e educadores não podem “Negligenciar o mandamento de Deus [...]”, Mc.7.8 de educar com alegria seus filhos.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
AMENIZE O SOFRIMENTO
AMENIZE O SOFRIMENTO
“[...] A gente foi construindo aos pouquinhos e entregando para os filhos [...] Terminei a última casa e entreguei na maior felicidade [...] Todo mundo morava lá perto do rio, de mim e da minha mulher [...] Mas aí veio a água e levou tudo embora” – Minha História Cícero Oscar da Silva, 60 – A situação vai melhorar – Fábio Guibu – Enviado especial a União dos Palmares (AL) – Cotidiano – C 4 – Folha de São Paulo, domingo, 27 de junho de 2010.
Mais uma vez, o povo nordestino está enfrentando dificuldades. Desta vez, não é a seca que os castiga, são as águas. É possível que muitos, na mente, desejem achar o culpado dessa tragédia. Alguns acusam o governo pela negligência de não barrar as construções em risco, outros apontam para os moradores dizendo que eles são os grandes responsáveis, devido, a irresponsabilidade de construir em qualquer lugar sem o consentimento e o acompanhamento de homens capazes pela aprovação e cálculos precisos e do poder público. Devido a tragédia, este não é o momento de apontar os culpados. Chegou a hora de levantar recursos para ajudar aquele que sofre, é o momento de colocar a mão no bolso para “dá a quem te pede e não voltes as costas ao que deseja que lhe emprestes”, Mt.5.42.
Em meio a tantas tragédias, a igreja não pode ser omissa e cruzar os braços como se nada estivesse acontecendo. Assim como aconteceu com o Cícero, muitos outros têm passado por momentos difíceis com perdas de casas, móveis, documentos, local de trabalho, roupas, família, e o pior, a grande maioria deles estão amontoados em prédios públicos sem nenhuma privacidade, e o mais trágico, para se alimentar dependem da boa vontade daqueles que estão sensibilizados.
A igreja de Jerusalém, no primeiro século, teve uma ação social em nada parecido aos dias atuais. Naqueles dias não aconteceu nenhuma enchente, seca, vendaval, tsunami, o que sobreveio foi uma grande fome a ponto de alguns irmãos “venderem as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade”, At.2.45. Calma! Não tem necessidade de pensar que você deve vender os seus bens para acudir aos desabrigados dos estados de Pernambuco e Alagoas. Basta apenas você se esforçar para que “[...] nenhum necessitado haja entre eles [...]”, At.4.34 de água, comida e veste. Ninguém está pedindo para você esvaziar o seu bolso para satisfazê-los, verifique somente “[...] cada um conforme as suas posses [...] (para) enviar socorro aos irmãos que moram [...]”, At.11.29 nas cidades afetadas.
O povo nordestino não pode continuar rebuscando o lixo, as prateleiras enlameadas, aguardar a boa vontade do governo federal, estadual ou municipal. É impossível também esperar que eles “[...] comprem para si o que comer”, Mc.6.36, mesmo porque, eles não tem dinheiro e o comércio também ficou grandemente afetado. Imagine você toda a população danificada, ser obrigada a conviver com o mau cheiro, o lixo, os estragos daquilo que tiveram e ainda ser obrigado a ouvir o ronco da barriga. Por este e outros motivos o povo de Deus não pode ficar despreocupado, ficar inerte e não contribuir.
Amenize um pouco mais o sofrimento, a dor de muitos outros da Silva que estão sem casa, sem dinheiro, sem roupa, sem o que comer. Neste domingo, no momento da Escola Dominical, ou do culto noturno, você, como cristão pode “[...] contribuir segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria”, 2Co.9.7.
Rev. Salvador P. Santana
“[...] A gente foi construindo aos pouquinhos e entregando para os filhos [...] Terminei a última casa e entreguei na maior felicidade [...] Todo mundo morava lá perto do rio, de mim e da minha mulher [...] Mas aí veio a água e levou tudo embora” – Minha História Cícero Oscar da Silva, 60 – A situação vai melhorar – Fábio Guibu – Enviado especial a União dos Palmares (AL) – Cotidiano – C 4 – Folha de São Paulo, domingo, 27 de junho de 2010.
Mais uma vez, o povo nordestino está enfrentando dificuldades. Desta vez, não é a seca que os castiga, são as águas. É possível que muitos, na mente, desejem achar o culpado dessa tragédia. Alguns acusam o governo pela negligência de não barrar as construções em risco, outros apontam para os moradores dizendo que eles são os grandes responsáveis, devido, a irresponsabilidade de construir em qualquer lugar sem o consentimento e o acompanhamento de homens capazes pela aprovação e cálculos precisos e do poder público. Devido a tragédia, este não é o momento de apontar os culpados. Chegou a hora de levantar recursos para ajudar aquele que sofre, é o momento de colocar a mão no bolso para “dá a quem te pede e não voltes as costas ao que deseja que lhe emprestes”, Mt.5.42.
Em meio a tantas tragédias, a igreja não pode ser omissa e cruzar os braços como se nada estivesse acontecendo. Assim como aconteceu com o Cícero, muitos outros têm passado por momentos difíceis com perdas de casas, móveis, documentos, local de trabalho, roupas, família, e o pior, a grande maioria deles estão amontoados em prédios públicos sem nenhuma privacidade, e o mais trágico, para se alimentar dependem da boa vontade daqueles que estão sensibilizados.
A igreja de Jerusalém, no primeiro século, teve uma ação social em nada parecido aos dias atuais. Naqueles dias não aconteceu nenhuma enchente, seca, vendaval, tsunami, o que sobreveio foi uma grande fome a ponto de alguns irmãos “venderem as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade”, At.2.45. Calma! Não tem necessidade de pensar que você deve vender os seus bens para acudir aos desabrigados dos estados de Pernambuco e Alagoas. Basta apenas você se esforçar para que “[...] nenhum necessitado haja entre eles [...]”, At.4.34 de água, comida e veste. Ninguém está pedindo para você esvaziar o seu bolso para satisfazê-los, verifique somente “[...] cada um conforme as suas posses [...] (para) enviar socorro aos irmãos que moram [...]”, At.11.29 nas cidades afetadas.
O povo nordestino não pode continuar rebuscando o lixo, as prateleiras enlameadas, aguardar a boa vontade do governo federal, estadual ou municipal. É impossível também esperar que eles “[...] comprem para si o que comer”, Mc.6.36, mesmo porque, eles não tem dinheiro e o comércio também ficou grandemente afetado. Imagine você toda a população danificada, ser obrigada a conviver com o mau cheiro, o lixo, os estragos daquilo que tiveram e ainda ser obrigado a ouvir o ronco da barriga. Por este e outros motivos o povo de Deus não pode ficar despreocupado, ficar inerte e não contribuir.
Amenize um pouco mais o sofrimento, a dor de muitos outros da Silva que estão sem casa, sem dinheiro, sem roupa, sem o que comer. Neste domingo, no momento da Escola Dominical, ou do culto noturno, você, como cristão pode “[...] contribuir segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria”, 2Co.9.7.
Rev. Salvador P. Santana
quinta-feira, 24 de junho de 2010
ÊXITO COM CRISTO
ÊXITO COM CRISTO
“A garantia do êxito para a vida da (igreja) [...] não será a presença de um líder ou de um violonista muito capaz, e sim, a presença de Cristo entre vocês [...]” – Conduzindo o rebanho à experiência com Deus – Ralph W. Neighbour Jr – página 177 – Manual do Líder de Célula.
Em nome da manutenção de cultos cheios, lotados, abarrotados de gente por todos os lados, a ponto de ter que colocar telões de vídeos pelo lado de fora do palco, muitas igrejas têm usado estratégias nada bíblicas para atrair mais frequentadores. As ofertas ou empreitadas são variadas. Desde prêmios de viagens para os arredores de Israel, até campanhas da prosperidade, curas milagrosas, conquista do cônjuge perdido, do filho viciado sendo liberto imediatamente das drogas, são motivos para convidar mais pessoas para fazer parte desse ou daquele grupo religioso. Exemplo dessa vertente é a sociedade da ordem ou templo esotérico espalhados pelo território brasileiro. Essas sociedades secretas, assim como muitas igrejas atuais, são “[...] fortalecidas por um caldeirão espiritual onde cabem espiritismo, cristianismo, teosofia, filosofia, budismo e hinduísmo [...]”– José Benedito da Silva – C 4 – Cotidiano – Folha de São Paulo, domingo, 20 de junho de 2010. Na mesma onda do chamariz está também a LBV com sede em Brasília.
Um exemplo muito clássico dessa multidão desorientada se faz na pessoa de “[...] Vitor Moreira, 55. Católico, já frequentou grupos de gnose e de teosofia, além da Seicho-No-Iê. (diz ele) ‘Venho pela ânsia de conhecimento do divino que há dentro da gente’” – Idem – Folha. Assim como o Vitor, existem milhões de homens e mulheres neste Brasil, sedentos por Cristo, mas sem um norte, sem saber onde buscar o verdadeiro alimento espiritual para a alma. É possível que a grande maioria ainda continue com a mesma indagação feita ao salmista há tempos atrás “[...] dizendo continuamente: O teu Deus, onde está?”, Sl.42.3. Estes têm esperança de, arrebanhar o desavisado para outros campos, ou confundir ainda mais a sua mente e o seu coração por falta do “[...] alimento sólido [...] (que serve) para discernir não somente o bem, mas também o mal”, Hb.5.14.
Não existe nada de extraordinário na pregação do evangelho. Não tem necessidade de se fazer coisas espantosas para atrair este ou aquele para o reino dos céus. João Batista, Jesus, os profetas e os apóstolos, falaram sobre a grande necessidade do “[...] arrependimento (que conduz) para a salvação [...]”, 2Co.7.10; Mt.3.8; Lc.5.32. O “[...] arrependimento (é a causa primária para o homem iniciar no Reino de Deus a partir do momento que ele) [...] creia no evangelho”, Mc.1.15. É a partir desse processo, apesar de não esquecer que primeiro, “[...] Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo [...] regenera [...]”, 1Pe.1.3 o homem pecador para aceitar, não por mérito, mas “[...] pela graça (para) ser salvo, mediante a fé; e isto não vem [...] (da vontade do homem); é dom de Deus”, Ef.2.8.
Tente enxergar o êxito da igreja começando depois que o homem abraçar a fé em Cristo Jesus. Após essa decisão, não humana, mas divina, o cristão passa a “Amar [...] uns aos outros [...]”, Rm.12.10 independente de cor, raça, religião, sexo. A partir de então, é possível a igreja “[...] contar com a simpatia de todo o povo [...] (para só depois) o Senhor acrescentar, dia a dia, os que [...] serão salvos”, At.2.47.
Rev. Salvador P. Santana
“A garantia do êxito para a vida da (igreja) [...] não será a presença de um líder ou de um violonista muito capaz, e sim, a presença de Cristo entre vocês [...]” – Conduzindo o rebanho à experiência com Deus – Ralph W. Neighbour Jr – página 177 – Manual do Líder de Célula.
Em nome da manutenção de cultos cheios, lotados, abarrotados de gente por todos os lados, a ponto de ter que colocar telões de vídeos pelo lado de fora do palco, muitas igrejas têm usado estratégias nada bíblicas para atrair mais frequentadores. As ofertas ou empreitadas são variadas. Desde prêmios de viagens para os arredores de Israel, até campanhas da prosperidade, curas milagrosas, conquista do cônjuge perdido, do filho viciado sendo liberto imediatamente das drogas, são motivos para convidar mais pessoas para fazer parte desse ou daquele grupo religioso. Exemplo dessa vertente é a sociedade da ordem ou templo esotérico espalhados pelo território brasileiro. Essas sociedades secretas, assim como muitas igrejas atuais, são “[...] fortalecidas por um caldeirão espiritual onde cabem espiritismo, cristianismo, teosofia, filosofia, budismo e hinduísmo [...]”– José Benedito da Silva – C 4 – Cotidiano – Folha de São Paulo, domingo, 20 de junho de 2010. Na mesma onda do chamariz está também a LBV com sede em Brasília.
Um exemplo muito clássico dessa multidão desorientada se faz na pessoa de “[...] Vitor Moreira, 55. Católico, já frequentou grupos de gnose e de teosofia, além da Seicho-No-Iê. (diz ele) ‘Venho pela ânsia de conhecimento do divino que há dentro da gente’” – Idem – Folha. Assim como o Vitor, existem milhões de homens e mulheres neste Brasil, sedentos por Cristo, mas sem um norte, sem saber onde buscar o verdadeiro alimento espiritual para a alma. É possível que a grande maioria ainda continue com a mesma indagação feita ao salmista há tempos atrás “[...] dizendo continuamente: O teu Deus, onde está?”, Sl.42.3. Estes têm esperança de, arrebanhar o desavisado para outros campos, ou confundir ainda mais a sua mente e o seu coração por falta do “[...] alimento sólido [...] (que serve) para discernir não somente o bem, mas também o mal”, Hb.5.14.
Não existe nada de extraordinário na pregação do evangelho. Não tem necessidade de se fazer coisas espantosas para atrair este ou aquele para o reino dos céus. João Batista, Jesus, os profetas e os apóstolos, falaram sobre a grande necessidade do “[...] arrependimento (que conduz) para a salvação [...]”, 2Co.7.10; Mt.3.8; Lc.5.32. O “[...] arrependimento (é a causa primária para o homem iniciar no Reino de Deus a partir do momento que ele) [...] creia no evangelho”, Mc.1.15. É a partir desse processo, apesar de não esquecer que primeiro, “[...] Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo [...] regenera [...]”, 1Pe.1.3 o homem pecador para aceitar, não por mérito, mas “[...] pela graça (para) ser salvo, mediante a fé; e isto não vem [...] (da vontade do homem); é dom de Deus”, Ef.2.8.
Tente enxergar o êxito da igreja começando depois que o homem abraçar a fé em Cristo Jesus. Após essa decisão, não humana, mas divina, o cristão passa a “Amar [...] uns aos outros [...]”, Rm.12.10 independente de cor, raça, religião, sexo. A partir de então, é possível a igreja “[...] contar com a simpatia de todo o povo [...] (para só depois) o Senhor acrescentar, dia a dia, os que [...] serão salvos”, At.2.47.
Rev. Salvador P. Santana
sexta-feira, 18 de junho de 2010
ANÚNCIO
ANÚNCIO
“O dono de um pequeno comércio, amigo do poeta Olavo Bilac, abordou-o na rua e perguntando-lhe: Senhor Bilac, preciso vender o meu sítio, aquele que o senhor conhece tão bem. Será que poderia redigir um anúncio para o jornal? Bilac então escreveu: Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortada por cristalinas e marejantes água de um ribeirão. A casa banhada pelo sol nascente oferece sombra tranquila das tardes na varanda. Bem depois, o poeta encontrou o homem e perguntou se ele havia vendido o sítio. Ao que respondeu: ‘Nem pensei mais nisso. Quando li o anúncio, percebi a maravilha que tinha” – Autor Desconhecido.
Em vinte e três anos, no Brasil, cresceu em 200% o divórcio. Parece que a separação tem sido o comércio mais lucrativo para advogados, conciliadores, justiça, cartórios, esposas, filhos; estes, muitas vezes, são apenas usados para adquirir um recurso financeiro mais conveniente. Quanto a estes últimos não existe uma tabela padrão de pagamento da pensão alimentícia. A porcentagem pode variar entre 10% a 30% do salário, geralmente do pai, visto que a guarda sempre recai sobre a mãe. Depende muito se o filho é único, mais de dois, ou de mães diferentes. A verdade é que o anúncio fora colocado no jornal e acabou em negociação a esposa, os filhos, o antigo marido, os bens móveis e imóveis. Nenhuma das partes envolvidas se deu por conta de que estavam perdendo uma preciosidade. Levam à frente o contrato de separação e nem querem saber qual será o resultado; se desastroso, sangrento, judicioso, ou que cause inimizade para o resto da vida.
Aquela jura de amor, que fora feita no dia do enlace matrimonial, caiu por terra de uma hora para outra. Embora alguns anúncios de venda leve tempo para ser anunciada, a média é de sete anos. Têm surgido alguns que estão completando os seus vinte e cinco, trinta e até quarenta anos de união conjugal sendo desfeitos num piscar de olhos. Deve ter sido por causa de uma palavra, da chegada do filho, de um ente querido passando alguns dias visitando, da falta de carinho, companheirismo, amizade, diversão, diálogo, brigas constantes, espancamento, ameaças que estão levando casais a desistirem de permanecer juntos. Enfim, podem ser inúmeras as razões sem motivo para chegar ao pé em que estão, e que parece, sem condições de retorno – o bem maior está para ser entregue ao novo dono com contrato de compra e venda assinado e registrado em cartório. É possível que uma das partes ainda não tenha lido ou escutado os conselhos bíblicos à respeito do matrimônio. É preciso pensar muito bem antes de pedir o anúncio em cartório do edital de proclamas, mesmo porquê, depois de assinado o termo de casamento perante as testemunhas, conforme o texto bíblico, nem o homem e nem a mulher “[...] não (deve) procurar separar [...]”, 1Co.7.27. E caso você “[...] Esteja livre de mulher (ou de homem) [...] Não (deve) procurar casamento”, 1Co.7.27.
Caso você já fez a petição para algum descendente de Olavo Bilac anunciar a sua separação, leia com muita atenção o que fora colocado a respeito da sua “Mulher virtuosa [...] O seu valor muito excede o de finas jóias”, Pv.31.10, e também de que os seus “[...] filhos [...] na sua mocidade [...] (são) como plantas viçosas (tem vigor), e [...] filhas, como pedras angulares (sustento), lavradas como colunas de palácio”, Sl.144.12. Fale para o escritor que você nem pensa mais nessa possibilidade de anúncio de separação porque você reconhece a preciosidade que tem dentro de casa.
Rev. Salvador P. Santana
“O dono de um pequeno comércio, amigo do poeta Olavo Bilac, abordou-o na rua e perguntando-lhe: Senhor Bilac, preciso vender o meu sítio, aquele que o senhor conhece tão bem. Será que poderia redigir um anúncio para o jornal? Bilac então escreveu: Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortada por cristalinas e marejantes água de um ribeirão. A casa banhada pelo sol nascente oferece sombra tranquila das tardes na varanda. Bem depois, o poeta encontrou o homem e perguntou se ele havia vendido o sítio. Ao que respondeu: ‘Nem pensei mais nisso. Quando li o anúncio, percebi a maravilha que tinha” – Autor Desconhecido.
Em vinte e três anos, no Brasil, cresceu em 200% o divórcio. Parece que a separação tem sido o comércio mais lucrativo para advogados, conciliadores, justiça, cartórios, esposas, filhos; estes, muitas vezes, são apenas usados para adquirir um recurso financeiro mais conveniente. Quanto a estes últimos não existe uma tabela padrão de pagamento da pensão alimentícia. A porcentagem pode variar entre 10% a 30% do salário, geralmente do pai, visto que a guarda sempre recai sobre a mãe. Depende muito se o filho é único, mais de dois, ou de mães diferentes. A verdade é que o anúncio fora colocado no jornal e acabou em negociação a esposa, os filhos, o antigo marido, os bens móveis e imóveis. Nenhuma das partes envolvidas se deu por conta de que estavam perdendo uma preciosidade. Levam à frente o contrato de separação e nem querem saber qual será o resultado; se desastroso, sangrento, judicioso, ou que cause inimizade para o resto da vida.
Aquela jura de amor, que fora feita no dia do enlace matrimonial, caiu por terra de uma hora para outra. Embora alguns anúncios de venda leve tempo para ser anunciada, a média é de sete anos. Têm surgido alguns que estão completando os seus vinte e cinco, trinta e até quarenta anos de união conjugal sendo desfeitos num piscar de olhos. Deve ter sido por causa de uma palavra, da chegada do filho, de um ente querido passando alguns dias visitando, da falta de carinho, companheirismo, amizade, diversão, diálogo, brigas constantes, espancamento, ameaças que estão levando casais a desistirem de permanecer juntos. Enfim, podem ser inúmeras as razões sem motivo para chegar ao pé em que estão, e que parece, sem condições de retorno – o bem maior está para ser entregue ao novo dono com contrato de compra e venda assinado e registrado em cartório. É possível que uma das partes ainda não tenha lido ou escutado os conselhos bíblicos à respeito do matrimônio. É preciso pensar muito bem antes de pedir o anúncio em cartório do edital de proclamas, mesmo porquê, depois de assinado o termo de casamento perante as testemunhas, conforme o texto bíblico, nem o homem e nem a mulher “[...] não (deve) procurar separar [...]”, 1Co.7.27. E caso você “[...] Esteja livre de mulher (ou de homem) [...] Não (deve) procurar casamento”, 1Co.7.27.
Caso você já fez a petição para algum descendente de Olavo Bilac anunciar a sua separação, leia com muita atenção o que fora colocado a respeito da sua “Mulher virtuosa [...] O seu valor muito excede o de finas jóias”, Pv.31.10, e também de que os seus “[...] filhos [...] na sua mocidade [...] (são) como plantas viçosas (tem vigor), e [...] filhas, como pedras angulares (sustento), lavradas como colunas de palácio”, Sl.144.12. Fale para o escritor que você nem pensa mais nessa possibilidade de anúncio de separação porque você reconhece a preciosidade que tem dentro de casa.
Rev. Salvador P. Santana
quinta-feira, 10 de junho de 2010
PESCADORES
PESCADORES
Os pescadores em território brasileiro são suficientes para suprir a mesa desse povo. A cada dia ou noite, se preferir, pescadores profissionais, amadores e inexperientes saem para os barrancos dos rios, igarapés, lagos, mares com seus barcos a remo ou motorizados. Muitos desses profissionais ou iniciantes, num dia, não de sorte, mas de Deus usar da Sua bondade em permitir que “[...] lançando ao mar o anzol [...] o primeiro peixe [...] (seja) fisgado [...] (para ser) tirado [...]”, Mt.17.27 da água, ou que fique preso à rede, ou no arrastão. Tudo depende da mão poderosa do Senhor, dono de tudo e que pode permitir este ou aquele trazer pelo menos uns ou nada de peixe para a terra firme. É interessante notar que, a maioria dos pescadores profissionais deixem a profissão, mas não deixam de pescar. Pode também acontecer com todos os demais que não tem tanta experiência na arte da pesca. É preciso saber que dentre muitos aborrecidos, cansados por perceberem que as águas estão contaminadas ou que já não aguentam mais, parem, entreguem redes, anzois, chumbadas, barcos, remos para ficarem balançando na rede do quintal de sua casa.
Alguns outros poucos pescadores existem, não nos rios, nem nos mares, mas em porto seguro. Certa vez Jesus fez um convite especial a dois discípulos Seus. É possível, que muitos, nos dias atuais, digam que essa atitude de Cristo foi exclusiva àqueles dois seguidores. Sim, exatamente, foi o lançamento da escolha dos doze que Jesus convidou “[...] os irmãos Simão e André [...]”, Mc.1.16, e mais dez em seguida, “dizendo-lhes [...] Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens”, Mc.1.17. Esses primeiros seguidores de Jesus Cristo, ou melhor, servos fiéis, “[...] deixaram imediatamente as redes e o seguiram”, Mc.1.18. A narração bíblica não fala que eles abandonaram a pesca no mar e logo de imediato investiram na pesca humana. O tempo de aprendizagem foi mais ou menos de uns três anos. Em todo esse período eles foram instruídos, alimentados, disciplinados e admoestados na forma de se “[...] fazer a vontade de Deus, (para se tornar) [...] irmão, irmã e mãe (de) Jesus”, Mc.3.35. Outros desses pescadores de homens se perderam eternamente, alguns mais tarde O abandonaram.
Ao longo da caminhada, depois de cumprirem com sua missão de pescar ou de aprender o ofício, “[...] não ficaram amedrontados [...] consideraram o opróbrio de Cristo por maiores riquezas do que os tesouros [...] confessaram que eram estrangeiros e peregrinos sobre a terra [...] outros, por sua vez, passaram pela prova de escárnios e açoites [...] algemas e prisões [...] apedrejados, provados, serrados pelo meio, mortos a fio de espada [...] necessitados, afligidos, maltratados”, Hb.11.23,26,13,36,37, mas nem por isso desistiram. Foram insistente na obra da pescaria de homens.
Nestes dias é muito triste perceber que uma boa porcentagem daqueles que algum dia resolveram seguir o Mestre, ou até mesmo que foram chamados, escolhidos, fazem como os pescadores de peixes. Muitos estão se acotovelando em meio à multidão perdida porque aposentaram de uma vez por todas a lição apresentada, aprendida, orientada pelo dono da vida, Jesus Cristo, e nunca mais retornaram para “[...] Ir por todo o mundo e pregar o evangelho a toda criatura”, Mc.16.15.
É impossível “[...] anunciar nas terras longínquas (?) [...]”, Jr.31.10. Fique por perto, em sua casa, no seu trabalho, na sua cidade e os evangelize. Faça uma contribuição financeira para àqueles que estão na tarefa árdua da evangelização. Ore em favor dos missionários. Interceda junto ao trono de Deus pelos povos perdidos, dos marginalizados, dos viciados, dos fracos, doentes para que “[...] pela graça (eles) sejam salvos, mediante a fé; e isto não vem de deles (e nem de você); é dom de Deus”, Ef.2.8.
Não seja mais um pescador deitado na rede do seu quintal.
Rev. Salvador P. Santana
Os pescadores em território brasileiro são suficientes para suprir a mesa desse povo. A cada dia ou noite, se preferir, pescadores profissionais, amadores e inexperientes saem para os barrancos dos rios, igarapés, lagos, mares com seus barcos a remo ou motorizados. Muitos desses profissionais ou iniciantes, num dia, não de sorte, mas de Deus usar da Sua bondade em permitir que “[...] lançando ao mar o anzol [...] o primeiro peixe [...] (seja) fisgado [...] (para ser) tirado [...]”, Mt.17.27 da água, ou que fique preso à rede, ou no arrastão. Tudo depende da mão poderosa do Senhor, dono de tudo e que pode permitir este ou aquele trazer pelo menos uns ou nada de peixe para a terra firme. É interessante notar que, a maioria dos pescadores profissionais deixem a profissão, mas não deixam de pescar. Pode também acontecer com todos os demais que não tem tanta experiência na arte da pesca. É preciso saber que dentre muitos aborrecidos, cansados por perceberem que as águas estão contaminadas ou que já não aguentam mais, parem, entreguem redes, anzois, chumbadas, barcos, remos para ficarem balançando na rede do quintal de sua casa.
Alguns outros poucos pescadores existem, não nos rios, nem nos mares, mas em porto seguro. Certa vez Jesus fez um convite especial a dois discípulos Seus. É possível, que muitos, nos dias atuais, digam que essa atitude de Cristo foi exclusiva àqueles dois seguidores. Sim, exatamente, foi o lançamento da escolha dos doze que Jesus convidou “[...] os irmãos Simão e André [...]”, Mc.1.16, e mais dez em seguida, “dizendo-lhes [...] Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens”, Mc.1.17. Esses primeiros seguidores de Jesus Cristo, ou melhor, servos fiéis, “[...] deixaram imediatamente as redes e o seguiram”, Mc.1.18. A narração bíblica não fala que eles abandonaram a pesca no mar e logo de imediato investiram na pesca humana. O tempo de aprendizagem foi mais ou menos de uns três anos. Em todo esse período eles foram instruídos, alimentados, disciplinados e admoestados na forma de se “[...] fazer a vontade de Deus, (para se tornar) [...] irmão, irmã e mãe (de) Jesus”, Mc.3.35. Outros desses pescadores de homens se perderam eternamente, alguns mais tarde O abandonaram.
Ao longo da caminhada, depois de cumprirem com sua missão de pescar ou de aprender o ofício, “[...] não ficaram amedrontados [...] consideraram o opróbrio de Cristo por maiores riquezas do que os tesouros [...] confessaram que eram estrangeiros e peregrinos sobre a terra [...] outros, por sua vez, passaram pela prova de escárnios e açoites [...] algemas e prisões [...] apedrejados, provados, serrados pelo meio, mortos a fio de espada [...] necessitados, afligidos, maltratados”, Hb.11.23,26,13,36,37, mas nem por isso desistiram. Foram insistente na obra da pescaria de homens.
Nestes dias é muito triste perceber que uma boa porcentagem daqueles que algum dia resolveram seguir o Mestre, ou até mesmo que foram chamados, escolhidos, fazem como os pescadores de peixes. Muitos estão se acotovelando em meio à multidão perdida porque aposentaram de uma vez por todas a lição apresentada, aprendida, orientada pelo dono da vida, Jesus Cristo, e nunca mais retornaram para “[...] Ir por todo o mundo e pregar o evangelho a toda criatura”, Mc.16.15.
É impossível “[...] anunciar nas terras longínquas (?) [...]”, Jr.31.10. Fique por perto, em sua casa, no seu trabalho, na sua cidade e os evangelize. Faça uma contribuição financeira para àqueles que estão na tarefa árdua da evangelização. Ore em favor dos missionários. Interceda junto ao trono de Deus pelos povos perdidos, dos marginalizados, dos viciados, dos fracos, doentes para que “[...] pela graça (eles) sejam salvos, mediante a fé; e isto não vem de deles (e nem de você); é dom de Deus”, Ef.2.8.
Não seja mais um pescador deitado na rede do seu quintal.
Rev. Salvador P. Santana
sexta-feira, 4 de junho de 2010
NÃO EXISTE HOMEM MAIS FORTE
NÃO EXISTE HOMEM MAIS FORTE
Mais uma vez as festas juninas em todo território brasileiro estão a postos para começarem em seus arraiais. É brincadeira, mas muitos frequentadores de igrejas evangélicas, membros antigos e novos convertidos, ainda insistem em participar desses eventos. Entenda! Não se fala na proibição de apreciar o folclore brasileiro, mesmo porque faz parte da cultura deste povo. O que deve ser extirpado de uma vez por todas é tão somente a falta de entrega total a Cristo Jesus, o qual, através do “[...] Espírito (é que Ele) anseia por nós com ciúme [...]”, Tg.4.5. O que deve ser impedido nessas festanças, mas para que isto aconteça é necessário partir de cada um, de dentro do coração, é o “[...] levantar-se pela manhã e seguir a bebedice e continuar até alta noite, até que o vinho os esquenta!”, Is.5.11. Caso ainda seja desconhecido por muitos, é preciso saber que a bebida alcoólica, seja ela de pouco ou muito teor, prejudica não somente a moral, mas também o relacionamento conjugal, filial e profissional. Alguns, com a desculpa de evangelizar, dizem que precisam estarem junto aos incrédulos frequentando toda festa de que eles participam. Outros, mais afoitos, asseguram que não tem nada a ver a vida espiritual com a sua presença em celebrações de qualquer cunho religioso, e de que, Deus está muito mais interessado é na sua vida como sendo um bom cidadão de responsabilidade, pois sendo filho de Deus, nada poderá manchar a sua reputação. De duas uma: ou ele não conhece a verdade contida nas Escrituras Sagradas ou se faz de mal entendido tentando enganar o dono e sustentador da vida, Jesus Cristo. É inadmissível crê no “[...] Senhor [...] Deus [...] (como sendo) o único Senhor!”, Mc.12.29 e ao mesmo tempo festejar, buscar, compartilhar e andar aliado a “[...] outros deuses (que jamais devem estar) diante de Deus”, Ex.20.3. E é neste aspecto, de trocar Deus por outros deuses “[...] que (o próprio) Deus, por meio de Cristo Jesus, (vai) julgar os segredos dos homens, de conformidade com o evangelho (do próprio) Deus”, Rm.2.16. Pode acreditar! Deste julgamento ninguém escapa.
Para que seja melhor entendido é preciso partir do princípio de que “No tocante à comida sacrificada a ídolos, sabemos que o ídolo, de si mesmo, nada é no mundo e que não há senão um só Deus”, 1Co.8.4. Todos devem saber que a bênção ou a maldição não parte deste ou daquele homem, e nem mesmo de outro deus qualquer, mesmo porque, eles não existem, e ainda que alguém intente o mal contra o servo de Jesus, sempre estará nas mãos do próprio “[...] Deus converter a maldição em bênção”, Ne.13.2 e a respeito desse assunto não se discute porque “[...] quem pode subsistir à vista (de) Deus?”, Sl.76.7.
O grande problema sobre esse assunto são os ídolos apresentados, carregados, cultuados tais como os chamados de são João, são Paulo e são Pedro, os quais são muito reverenciados em terras brasileiras. Como essas comemorações são regadas de comes e bebes para todos os gostos e sabores, tudo quanto é vendido ou oferecido em meio a essas solenidades acaba sendo “[...] sacrificado [...] a demônios que as sacrificam e não a Deus; e [...] (por este motivo é impossível aquele que professa a fé em Jesus Cristo se) tornar associado aos demônios”, 1Co.10.20.
Sabedor dessa verdade, não participe de nenhuma festa junina, mesmo porque, só lhe resta obedecer ao “[...] Senhor (e jamais O) provocar (a) zelo (ciúme, rivalidade, ira) [...] (pois, como todos sabem, não existe nenhum homem) mais forte do que Ele [...]”, 1Co.10.22.
Rev. Salvador P. Santana
Mais uma vez as festas juninas em todo território brasileiro estão a postos para começarem em seus arraiais. É brincadeira, mas muitos frequentadores de igrejas evangélicas, membros antigos e novos convertidos, ainda insistem em participar desses eventos. Entenda! Não se fala na proibição de apreciar o folclore brasileiro, mesmo porque faz parte da cultura deste povo. O que deve ser extirpado de uma vez por todas é tão somente a falta de entrega total a Cristo Jesus, o qual, através do “[...] Espírito (é que Ele) anseia por nós com ciúme [...]”, Tg.4.5. O que deve ser impedido nessas festanças, mas para que isto aconteça é necessário partir de cada um, de dentro do coração, é o “[...] levantar-se pela manhã e seguir a bebedice e continuar até alta noite, até que o vinho os esquenta!”, Is.5.11. Caso ainda seja desconhecido por muitos, é preciso saber que a bebida alcoólica, seja ela de pouco ou muito teor, prejudica não somente a moral, mas também o relacionamento conjugal, filial e profissional. Alguns, com a desculpa de evangelizar, dizem que precisam estarem junto aos incrédulos frequentando toda festa de que eles participam. Outros, mais afoitos, asseguram que não tem nada a ver a vida espiritual com a sua presença em celebrações de qualquer cunho religioso, e de que, Deus está muito mais interessado é na sua vida como sendo um bom cidadão de responsabilidade, pois sendo filho de Deus, nada poderá manchar a sua reputação. De duas uma: ou ele não conhece a verdade contida nas Escrituras Sagradas ou se faz de mal entendido tentando enganar o dono e sustentador da vida, Jesus Cristo. É inadmissível crê no “[...] Senhor [...] Deus [...] (como sendo) o único Senhor!”, Mc.12.29 e ao mesmo tempo festejar, buscar, compartilhar e andar aliado a “[...] outros deuses (que jamais devem estar) diante de Deus”, Ex.20.3. E é neste aspecto, de trocar Deus por outros deuses “[...] que (o próprio) Deus, por meio de Cristo Jesus, (vai) julgar os segredos dos homens, de conformidade com o evangelho (do próprio) Deus”, Rm.2.16. Pode acreditar! Deste julgamento ninguém escapa.
Para que seja melhor entendido é preciso partir do princípio de que “No tocante à comida sacrificada a ídolos, sabemos que o ídolo, de si mesmo, nada é no mundo e que não há senão um só Deus”, 1Co.8.4. Todos devem saber que a bênção ou a maldição não parte deste ou daquele homem, e nem mesmo de outro deus qualquer, mesmo porque, eles não existem, e ainda que alguém intente o mal contra o servo de Jesus, sempre estará nas mãos do próprio “[...] Deus converter a maldição em bênção”, Ne.13.2 e a respeito desse assunto não se discute porque “[...] quem pode subsistir à vista (de) Deus?”, Sl.76.7.
O grande problema sobre esse assunto são os ídolos apresentados, carregados, cultuados tais como os chamados de são João, são Paulo e são Pedro, os quais são muito reverenciados em terras brasileiras. Como essas comemorações são regadas de comes e bebes para todos os gostos e sabores, tudo quanto é vendido ou oferecido em meio a essas solenidades acaba sendo “[...] sacrificado [...] a demônios que as sacrificam e não a Deus; e [...] (por este motivo é impossível aquele que professa a fé em Jesus Cristo se) tornar associado aos demônios”, 1Co.10.20.
Sabedor dessa verdade, não participe de nenhuma festa junina, mesmo porque, só lhe resta obedecer ao “[...] Senhor (e jamais O) provocar (a) zelo (ciúme, rivalidade, ira) [...] (pois, como todos sabem, não existe nenhum homem) mais forte do que Ele [...]”, 1Co.10.22.
Rev. Salvador P. Santana
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